terça-feira, 19 de novembro de 2013

O Plebiscito de 1963 e o "não" do povo.

Richard Jakubaszko   
Faz mais de 50 anos (6 de janeiro de 1963) que se realizou o Plebiscito que disse "Não" ao parlamentarismo. Os maiores nomes artísticos da época, como Bibi Ferreira, Elizeth Cardoso, Ivon Cury, Isaurinha Garcia, Jorge Goulart, e outros, foram contratados para apresentar uma das principais peças publicitárias do presidencialismo. O rádio era a maior força de comunicação com o povo, a TV engatinhava no Brasil.

Diferentemente de 1963, vive-se hoje no Brasil um clima de Plebiscito. Na plena democracia que usufruímos há um clima de ódio e revolta no ar. Prevalece o desinteresse pelo bem público, estabeleceu-se um clima de revanche, impróprio das democracias, digno apenas de ditaduras (de esquerda ou direita), pois não há oposição representativa do povo. Há confrontos, que antecedem estágios beligerantes, o que é muito ruim para o pleno exercício da democracia, do estado de direito e justiça igualitária.
Para pensar, nada mais do que isso.
 

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