terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Lagarta maledeta

Richard Jakubaszko 
Circulando desde a semana passada a edição nº 52, de fevereiro 2014, da Agro DBO.
Orgulho e alegria de toda a equipe, pois a revista está "nos trinques": informativa, conteúdo editorial de primeira linha, belíssimo visual, e com bom espaço publicitário, considerando que fevereiro é sempre entressafra para as revistas do agro.

Carta ao leitor
Agro DBO prossegue com sua missão de bem informar os agricultores brasileiros, abordando temas de absoluta relevância e pertinência, além de atualíssimos, conforme determina o bom jornalismo.

O conteúdo que apresentamos em todas as edições da Agro DBO é resultado do trabalho de uma equipe de jornalistas especialistas em agricultura, com apoio de articulistas de notável expertise, todos eles engenheiros agrônomos, alguns deles também produtores rurais, ou que são pesquisadores de renomados órgãos de pesquisa nacionais.

Exemplo desse enfoque especializado é a matéria de capa, “Troca de lagartas”, da jornalista Marianna Peres, que registra a perda de importância da estrelíssima Helicoverpa para a lagarta falsa medideira nas lavouras de soja e milho. Ou no Especial que iniciamos nesta edição, sobre a série nova fronteira agrícola brasileira que surge em Santana do Araguaia, no sudeste do Pará, onde o repórter Ariosto Mesquita esteve garimpando informações e notícias, de uma epopeia de pioneiros que dividimos em bonitas histórias capituladas, duas delas a serem publicadas nas edições de março e abril.

A partir desta edição passa a integrar o quadro de colunistas fixos da Agro DBO o engenheiro agrônomo Amílcar Centeno, um especialista em máquinas agrícolas, que trabalhou por longos anos na John Deere. Nesta edição o leitor encontrará matéria analítica de Amílcar sobre como e quando adotar a tecnologia da Agricultura de Precisão.

Interessante, ainda, a entrevista exclusiva realizada com o ministro Pepe Vargas, do Ministério do Desenvolvimento Agrário, que reconhece a importância do agronegócio brasileiro, sua evolução e maturidade tecnológica, sejam os chamados produtores de médio e grande porte, sejam os da agricultura familiar, mas ambos profissionalizados. E a evolução do agro permite-nos esquecer de que, nos anos 1960 e 1970, e até mesmo nos anos 1980, eram comuns manchetes nos grandes jornais urbanos informando que “Vai faltar feijão”, ou “Racionamento de pão”, porque faltou trigo. O ministro não disse isso, mas assentiu nas entrelinhas do não-verbal, que a reforma agrária, por causa disto, não é mais o “bicho-papão” de outros tempos.


Entre irônico e crítico, Evaristo de Miranda nos mostra que a bioadversidade chegou para todos, nas cidades e nos campos, e que precisamos de bom-senso para conquistar a tal sustentabilidade.


No site da revista os interessados poderão folhear e ler a edição por completo: www.agrodbo.com.br

No vídeo abaixo depoimento do Tostão (José Augusto Bezerra) sobre os destaques da edição, que teve bela capa fruto do esforço e talento do fotógrafo José Medeiros.

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2 comentários:

  1. Sou agrônomo recém formado, já conhecia a revista, mas ainda não assinei, e quero mandar antes uma assinatura de presente ao meu pai que produz soja e milho, algodão e girassol no MT, como faço? A revista Agro DBO é muito boa, competente mesmo, texto claro, direto, sem firulas, parabéns!
    Gilson

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  2. Gilson,
    entre no site da revista, que está no rodapé do post acima, e lá clique em www.assinedbo.com.br no rodapé do site.
    Seja bem-vindo!

    ResponderExcluir

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