sexta-feira, 23 de maio de 2014

O mundo sem a soja

Richard Jakubaszko
A comunicação das empresas ligadas ao agro andava fraca e meio devagar. A Syngenta inova nessa comunicação, e traz para todos um sopro alentador de talento e criatividade.

A Syngenta perguntou-se: como seria o mundo sem a soja? Além da agricultura, a vida de quem mora nas cidades também mudaria? Para responder a essas questões, a Syngenta desenvolveu uma websérie para sensibilizar a sociedade sobre as qualidades e a importância do principal produto agrícola do Brasil. São quatro episódios disponíveis no canal da empresa no Youtube e que, com inovação e informação, buscam imaginar como seria a vida de todos nós se os agricultores deixassem de produzir o grão. (Veja comentários adicionais, depois dos vídeos)
Os 4 episódios estão disponíveis abaixo:

Vídeo 1

Vídeo 2

Vídeo 3

Vídeo 4


"Queremos falar sobre a importância da cultura da soja no Brasil e sobre o fato de sermos o segundo maior produtor mundial desse grão. O objetivo é promover a merecida relevância da sojicultura e, ao mesmo tempo, celebrar o trabalho dos produtores que têm feito do Brasil uma potência agrícola mundial", explica Renata Moya, gerente de Promoção e Propaganda da Syngenta. "O próprio sojicultor muitas vezes não tem a dimensão da importância de seu papel para a economia e para a sociedade como um todo".

A base do roteiro da série é a pesquisa Conhecimento da soja entre os brasileiros, divulgada pela empresa em fevereiro deste ano e que revela a carência de informações do morador de centros urbanos sobre esse produto e suas múltiplas aplicações. A partir destes argumentos, a Pixit, agência parceira da Syngenta, criou a websérie formada por episódios curtos (cinco minutos cada) que falam sobre o uso do grão em diferentes frentes, curiosidades sobre sua presença no dia a dia das pessoas e seu destaque econômico.

Os episódios são apresentados sob uma linguagem ágil, por meio de uma sucessão de situações e personagens envolvidos na cadeia produtiva da soja: do campo às cidades, quando o produto é transformado para uso medicinal, como combustível alternativo, como matéria-prima nas indústrias de tintas de impressão e de cosméticos e, claro, como fonte alimentar para humanos e animais. "Hoje, usar uma abordagem como essa para falar com o produtor é essencial. Há diversas pesquisas atestando que o produtor é conectado, antenado e aberto às novas tecnologias," completa Renata.

A série, a pesquisa e outras iniciativas da Syngenta marcam o lançamento do fungicida ELATUS, tecnologia revolucionária no combate à ferrugem asiática da soja, que é hoje a principal doença da cultura e o principal entrave para a produtividade.

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Um comentário:

  1. Paulo Miguel Nedel24 de maio de 2014 11:38

    Legal, muito bom
    abraço
    Paulo Miguel Nedel, Giruá

    ResponderExcluir

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