sábado, 8 de outubro de 2016

Mudanças climáticas, agora virou piada...

Richard Jakubaszko 
É isso mesmo, a mídia fala toda hora em mudanças climáticas, aterroriza os leitores e telespectadores, pois "o nível dos mares vai subir", e enfatiza que "os eventos extremos vão acontecer toda hora em todo o planeta". O furacão Matthew anda castigando a costa leste dos EUA, depois de matar milhares de haitianos, e a tchurma do aquecimento volta a destilar desgraças. É assim, se esfriar, é mudança climáticas, se esquentar, melhor ainda, é mudança climática também, e vai derreter tudo. Um furacãozinho de quinta categoria que aconteça lá no extremo oriente a mídia dá um bruta destaque, vira manchete ameaçadora, de que o mundo pode acabar a qualquer momento. O Matthew é um vento forte de 3ª categoria, mais fraco que o Katrina, lembram dele?.

Pois vejam só isso: os Estados Unidos estavam comemorando 4.000 dias sem nenhum furacão importante. Isso mesmo: mais de 11 anos sem mudanças climáticas nos EUA.

Pergunte isso quando tropeçar com um biodesagradável na sua empresa, na rua, ou em algum evento (epa!) profissional... Pois eu fiz isso, informei um ecochato dos 4 mil dias, e sabem o que ele me disse? Assim: "a ausência de furacões por lá durante tanto tempo é a confirmação de que estamos com mudanças climáticas, pois ausência de furacão é coisa anormal"...

Olha só a notícia que saiu em jornal da Itália, semana passada, e logo abaixo o gráfico do cientista que informou isso. Não traduzi, porque é de fácil entendimento, acho que todo mundo sabe que Uragani é furacão...


4000 giorni consecutivi senza Grandi Uragani sulla costa statunitense?
Se c’è una cosa che stride moltissimo con la teoria del Global Warming è la fase di stasi degli Uragani Caraibici, mentre le previsioni dei modelli climatici avevano previsto uragani sempre più grandi e distastrosi proprio a causa del riscaldamento globale!

Di fatto, l’ultimo grande uragano che impattò sulle coste statunitensi si verificò il 24 Ottobre 2005, con l’Uragano Wilma.

Da allora in poi solo tempeste tropicali e piccoli uragani di categoria compresa tra 1 e 2.

Secondo il Dott. Roy Spencer, climatologo della NASA, forse quest’anno potremmo raggiungere la soglia psicologica dei 4000 giorni consecutivi senza che un grande uragano abbia mai impattato le coste statunitensi: il termine scadrà il prossimo 6 Ottobre.

Il già citato Uragano Wilma, fu il più forte uragano atlantico di sempre, grazie ad un minimo depressionario di ben 882 hPa.

Comunque, il NOAA ha annunciato che, stando alle loro previsioni, quest’anno potrebbero ricomparire almeno 1-2 Uragani forti che andrebbero ad impattare sulla costa statunitense.

Il grafico che mostra il numero di Uragani dal 1970 ad oggi per il Nord Emisfero, non mostra alcuna variazione significativa di aumento o diminuzione (grafico da Weatherbell).


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