terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Cavalos gays?

Richard Jakubaszko 
Próximo ao parque da Água Branca, há uma tradicional loja de venda de roupas e badulaques, como selas, para cowboys, chama-se ShowHorse, e tem como slogan "We do it all for cowboys". A loja ostenta na parte superior da marquise 3 cavalos, que antigamente tinham a cor de cavalos normais. Mas agora, repentinamente, pouco antes do Carnaval, o dono resolveu sair do armário e mandou pintar os bucéfalos em cores alegres e surreais, tipo arco-íris tropical, sugerindo que os mesmos sejam gays, é isso, cavalos gays...

Ficaram, os cavalos, uma ostensiva homenagem ao mau gosto. Não há quem passe pela rua que não perceba a aberração publicitária. Talvez funcione como chamariz, para prender a atenção, mas afasta as pessoas, muitos tiram fotos e saem de fininho, com um sorriso malicioso pairando no ar...
Vejam como era a loja, antes, e depois...

Antes, a loja tinha fachada rosa, e cavalos normais.O cactus vicejava,
A fachada continua rosa, os cavalos "saíram do armário", e o cactus...
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segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

A imortal subida da torre, por um menino de 11 anos! Josh Waitzkin

Richard Jakubaszko 

A imortal subida da torre, talento demonstrado por um menino de 11 anos: Josh Waitzkin !!!!



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domingo, 18 de fevereiro de 2018

O Ministério da Segurança Pública e Privada de Temer. O MiSegura…

Fernando Brito *


Michel Temer, como era esperado, anunciou a criação do “Ministério da Segurança Pública”.

Nas redes, já surge a chacota de que a sigla ministerial será “MiSegura”, até porque o ministério tem como objetivo cuidar da segurança privada – a dele, Michel Temer – e não da pública.

É a verdadeira parceria Público-Privada…

Falta arranjar o “ministro” que se disponha a assumir o papel de dar cobertura a Fernando Segóvia, na Polícia Federal, para engavetar todas as investigações que há sobre ele.

Ao que se diz, Luiz Antonio Fleury, o do Carandiru, e José Beltrame, o secretário de Sérgio Cabral que nunca percebeu nada, recusaram a “honraria”.


A hora, afinal, é a da “xêpa”.

O personagem ideal, com seu “look” de careca escanhoada de capitão das SS, Alexandre de Moraes, não pode. É ministro do Supremo.

Uma amiga sugere o ex-presidiário Roberto Jefferson, que acabaria com o impasse da nomeação encalacrada de sua filha.

Depois de dois anos, quase, de governo, depois dos massacres prisionais – um “acidente” lamentável, lembram-se? – a criação do Ministério só tem uma explicação.

É mesmo o “MiSegura”.

* o autor é jornalista, editor do blog Tijolaço.
Publicado originalmente no http://www.tijolaco.com.br/blog/o-ministerio-da-seguranca-publica-e-privada-de-temer-o-misegura/

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sábado, 17 de fevereiro de 2018

Os 10 melhores jogadores de futebol de todos os tempos

Richard Jakubaszko  
A lista é polêmica, mas seguramente pelo menos 5 ou 6 dos citados são os melhores, mesmo. Dois dos 10 melhores apontados são brasileiros. Quem você acha que faltou? Gerson, Nilton Santos, Garrincha, Euzébio?O curioso é que nessa lista são todos atacantes.
Confiram no vídeo.



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quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Misturas de agroquímicos em tanque. Pode ou não pode?

Richard Jakubaszko 
Na edição da Agro DBO de fevereiro/18 colocamos os pingos nos "is" de mais uma hipocrisia comercial, um costume que é praticado no Brasil por 100% dos agricultores, mas quase todos negam. Na vida e no dia a dia as misturas são consideradas proibidas, apesar de não haver nada de ilegal.

Registrei no editorial da edição:
Enquanto permanecer o conservadorismo, avalizado pela hipocrisia dos interesses comerciais, não haverá consenso para liberação do uso de misturas em tanque de agroquímicos, como desejam os agricultores.
A prática de realizar misturas é colocada nua e crua na matéria de capa desta edição da revista Agro DBO, o “Fim do tabu”, empreitada de difícil realização por falta quase absoluta de agricultores que admitam de público serem praticantes dessa “ousadia”, apesar de ser uma prática de uso generalizado pelos produtores, mas que é equivocadamente rotulada de ilegal. O jornalista Ariosto Mesquita, autor da reportagem, teve dificuldades, mas descobriu raros produtores e pesquisadores dispostos a admitirem que praticam “algo errado”, ou melhor, que “cometem um crime”, ao fazer misturas.


Ou seja, todo mundo é politicamente correto, todos fazem as misturas em tanque, mas não admitem a prática, que, afinal, nem é ilegal, conforme se comprovou junto às autoridades.

Após a publicação por Agro DBO (edição nº 95), das Tabelas de Compatibilidades físicas e químicas de misturas em tanque de agroquímicos e fertilizantes foliares, os atores do mercado, governo, pesquisadores, empresas fabricantes de agroquímicos, entidades associativas, movimentaram-se no sentido de colocar ordem no baile. Ao pedido feito pelo Consórcio Antiferrugem, para que o governo autorize o uso de misturas em tanque, o próprio governo teve de admitir que a prática não é proibida. As indústrias de agroquímicos adotam a política da avestruz, e insistem no velho chavão de que recomendações em receituários devem limitar-se ao que consta nos rótulos.
 

Nestes, não há nenhuma menção sobre misturas, no máximo informam que a calda em tanque deve estar em um nível de pH compatível com o produto. Assim, misturas estão “proibidas” de serem feitas, dada a necessidade de o agricultor ter de apresentar receita agronômica para adquirir qualquer agrotóxico. Para superar o problema, com o clássico jeitinho brasileiro, agrônomos emitem múltiplas receitas agronômicas individuais, e as recomendações são sempre verbais.

Agro DBO, em vista das necessidades dos agricultores, em situação de visível desconforto, sugere enfaticamente que os interessados participem do debate diante da “Consulta pública” aberta pelo Ministério da Agricultura.

Alguns atores ainda agem de forma contrária ao objetivo de liberar a adoção da prática. A Anvisa, por exemplo, já antecipou que não concorda, nem com a consulta e tampouco com seus resultados, o que é lamentável. As entidades associativas, com exceção da Aenda – Associação das Empresas Nacionais de Defensivos Agrícolas permanecem em atitude platônica, não se comprometem agora, para tomarem outras decisões num futuro breve. Pura hipocrisia comercial.

No vídeo abaixo, outras matérias da edição:




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quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Mesmo sem a mídia, as notícias voam

Fernando Brito *

A Folha, mais pudica, deu um registro, reproduzido em alguns sites e jornais. No O Globo e no Estadão, o financiamento público subsidiado de  R$ 17,7 milhões para o avião particular de Luciano Huck, nem veio ao caso.

Caso por caso, o do João Doria, até agora, nem isso. Só o Poder360 registrou, confirmou com o BNDES o crédito de R$ 44 milhões para a empresa do prefeito de São Paulo comprar o Legacy com que ele diz viajar o país inteiro “com o meu avião, com o meu dinheiro”.

Doce ilusão.

Nos tempos de internet, mesmo com o algoritmo amigo do Facebook, as notícias voam mais rápido que os jatinhos subsidiados.

Depois, os jornais arrotam que fazem “jornalismo profissional” e os blogueiros, devidamente “sujos”, produzem fake news.

O Tijolaço não tem, como já disse, nenhum orgulho em “furar” a grande imprensa.

Tem é vergonha em ver que só a fórceps se publicam fatos, enquanto, contra outros, se dão manchetes e até sentenças por suposições.

Minha profissão sempre foi mais importante que meu emprego. E como, “maldito” por ter escolhido um lado – o outro lado – creio cada vez mais acreditando nela.

A notícia é mais importante que a imprensa e ela voa, mesmo quando se abafam os jatinhos.

* o autor é jornalista, editor do Tijolaço.
Publicado em: http://www.tijolaco.com.br/blog/mesmo-sem-midia-as-noticias-voam/

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terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Paralelas desavenças

Carlos Eduardo Florence 
Os primeiros meninos chegadores, confiantes, seguros como sempre, alegria empinada ao infinito, tal papagaio em vento aberto, presos ao irrepreensível objetivo, sem preconceitos de herança, de criação ou de credo, conquistando a esmo o fim dos desabafos, tudo um pouco insosso. E por ai se foi ao fundo, em pedaços sortidos, uma sincronia sem preconceitos, rico de subjetividades e de saudades, invadindo a consciência, confusa, mas amiga. Só assim fugia-se da insuportável rotina. Mãos a obra, foi a palavra de ordem imposta pelos criadores, em forma de arco íris envolto em saudade, cuidadosamente desdobrado e retirado da tristeza preterida.

Não existia possibilidade de retorno. A criançada se pôs em brios para enfrentar o imprevisível. O espaço aberto para a individualidade se fechara no passado, sem memória, abrindo caminho para a rotina, com brisas transparentes, espalhadas, sem luxúria, sem remorso e muito menos sem sacrifícios ou pecados. Pé ante pé, borboletas exibidas, peixes sem angústia e calandras calhordas, calando atoa o cacofônico caído, se articulavam em movimentos rítmicos, confabulando sobre a absoluta certeza de que o futuro não poderia oferecer mais do que aquilo que fora semeado ao léu. Cálculos inúteis e probabilidades dispensáveis destronavam os pretensiosos valores alienados das previsões.

Antes do amanhecer ouviu-se o canto, por encanto, mas sem canto. No oposto, os menores alegres se solidarizavam com a algaravia das sintonias dos poucos recursos sonoros disponibilizados, que caminhavam para muito além do limite aberto pela permanente saudade de sempre. Entre as desgraças, rapidamente recolhidas, pois eram dispensáveis e inúteis e um solitário pé de arruda, a razão, insuspeita, como sempre, colocou-se favorável ao inevitável e, desta forma, o risco de um novo erro ficou de prontidão para cumprir ordens do destino. A dúvida incumbiu-se de tomar conta da situação e conseguiu impor ordem, como se houvera uma plenária sem maiores consequências. Nada se concluíra sobre o bipedismo, se, fruto das conjecturas e hipóteses de um processo histórico, não provado, ou de uma evolução revolucionária da espécie, que pleiteava o azul ser o som preferido para as demências mais aprazíveis. Nada disto tornou-se objetivo, facilitando as discussões finais claras sobre a regra três ou sexo coletivo. Com isto definido, todos ficaram satisfeitos com as explicações prestadas.

Em não havendo mais devaneios, a sinfonia suave, embora um pouco para o grotesco, foi poupada da dúvida, que, em transito e em transe, marchava a passos lagos. Não coube comentários sarcásticos outros sobre o renascimento, antes de encerrar-se o ritual, nada macabro, daquele cotidiano comum. Atohá encerrou aos irmãos de sangue presentes, a saudação cerimoniosa aos deuses afáveis à loucura.

* o autor é economista, blogueiro, escrevinhador, e diretor-executivo da AMA - Associação dos Misturadores de Adubos.

Publicado em http://carloseduardoflorence.blogspot.com.br/
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segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Vulcões podem ajudar no resfriamento da Terra

Richard Jakubaszko
Luminares da ciência, conforme o UOL divulgou, reproduzindo notícia publicada no The New York Times, "descobriram" que quem controla a temperatura da Terra é a radiação solar. Assim, desejam administrar a radiação solar colocando aerossol na atmosfera.


Êpa! Não era o CO2 que "controlava"' a temperatura, e suas emissões causavam o aquecimento? Não eram as emissões de CO2 equivalente que deveriam ser sequestradas para evitar o aquecimento?

Esse pessoal da Nasa é uma glória, tem um grupo que é de aquecimentistas, e outro grupo que é cético, e sempre bombardeia as hipóteses estapafúrdias do pessoal do IPCC. De toda forma, nossa mídia continua acrítica. Publica coisas a torto e a direito, e o leitor, se não for esperto, fica cada vez mais confuso nesses tempos de Fake News. Por isso, para quem deseja estar bem informado sobre esse assunto, é bom ler livros como o "CO2 aquecimento e mudanças climáticas: estão nos enganando?", de minha autoria, onde divido espaços com inúmeros cientistas, nacionais e internacionais, todos céticos, e desmentimos as mentiras sobre o aquecimento ser causado pelas mudanças climáticas, e também pelos gases de efeito estufa (GEE). Clique aqui, para saber como comprar o livro.


Abaixo, reproduzo o artigo publicado no UOL, que foi reproduzido do NYT.

Vulcões podem ajudar no resfriamento da Terra
The New York Times
Henry Fountain 12/02/2018

Monte Sinabung, na Indonésia, expele cinzas vulcânicas

Anos atrás, o vulcão filipino Pinatubo entrou em erupção em grande estilo: expeliu mais de 4 km3 de rochas e cinzas e 20 milhões de toneladas de dióxido de enxofre na atmosfera. O gás se espalhou pelo mundo e se combinou com vapor d’água, formando aerossóis, gotículas que refletem um pouco da luz solar para longe da Terra. Como resultado, a média da temperatura global diminuiu cerca de 1ºF durante vários anos. Erupções vulcânicas poderosas como essa, em 1991, são uma das maiores influências naturais sobre o clima. Por isso, pesquisadores da Nasa e outros cientistas estão planejando um programa de resposta rápida para estudar o próximo evento. Mas o impacto climático de uma erupção das dimensões da do Pinatubo pode também ser naturalmente comparado à ideia já existente à margem da ciência há anos: a geoengenharia, ou a intervenção deliberada na atmosfera para resfriar o planeta.

Uma dessas abordagens usaria jatos a grandes altitudes para pulverizar produtos químicos similares na estratosfera; então, com o estudo da próxima grande erupção vulcânica, os cientistas conseguiriam mais informações sobre como esse esquema, conhecido como gestão de radiação solar, ou SRM na sigla em inglês, poderia funcionar. "Isso é importante caso a ideia seja trabalhar com a geoengenharia, mas, mesmo que ela não existisse, ainda assim é vital entender como os vulcões afetam o clima", disse Alan Robock, pesquisador da Universidade Rutgers que desenvolve modelos dos efeitos de erupções e que esteve envolvido nas discussões sobre o projeto de resposta rápida.

Essa iniciativa envolveria balões voando a grande altitude, além de outros métodos, para coletar dados sobre uma erupção no momento em que ela se inicia, e durante vários anos após sua ocorrência.

A ideia ganhou certa urgência de algumas semanas para cá, desde que o Monte Agung, um vulcão em Bali, começou sua erupção, no final de novembro. A última ocorreu em 1963, e se a atual tiver a mesma fúria, poderá lançar uma quantidade suficiente de dióxido de enxofre na atmosfera para causar um efeito de resfriamento mensurável. Uma erupção enorme pode também danificar temporariamente a camada de ozônio, algo que os cientistas também estudariam.

O poder relativo de uma erupção é classificado em um "índice de explosividade", uma escala de 0-8 que depende do volume de cinzas e gases liberados, e qual a altitude que atingem – 30 mil metros ou mais em alguns casos. A erupção do Agung de 1963 chegou ao nível 5 da escala, assim como a do Pinatubo em 1991. Mas o índice não necessariamente está relacionado ao impacto sobre o clima: a erupção do Monte Santa Helena, em Washington, em 1980, teve uma explosividade semelhante, mas gerou pouca refrigeração porque a maior parte das cinzas e do gás foi expulsa horizontal, e não para verticalmente.

Pesquisadores da NASA estão trabalhando no plano para monitorar um evento semelhante ao do Pinatubo – "a escala da erupção que levaria à diminuição do ozônio e a um grande resfriamento da superfície", disse Paul A. Newman, cientista da agência que está ajudando a desenvolver o planejamento. Medir a quantidade de dióxido de enxofre nas primeiras semanas, antes que o gás se combine com vapor d'água gerando os aerossóis reflexivos, é particularmente interessante.

Seria importante também monitorar os aerossóis ao longo do tempo, para ver a que tamanho chegariam e como acabariam por fim se rompendo. Os aerossóis maiores sairiam da atmosfera mais cedo, diminuindo o impacto do resfriamento.

Alguns satélites ambientais podem monitorar as erupções vulcânicas, mas o balão seria um componente importante de qualquer programa de resposta rápida, já que têm um custo relativamente baixo e podem ser lançados de vários locais. Seria importante fazê-los voar perto da mesma latitude que o vulcão em erupção, porque a nuvem de gás tende a se espalhar primeiramente no sentido leste-oeste.

Em longo prazo, um programa de monitoramento robusto precisaria de aeronaves da NASA e outras agências, de acordo com Jack Kaye, diretor adjunto de pesquisa na divisão de Ciências da Terra da agência, ou seja, provavelmente envolveria aquelas que estão sendo utilizadas em outros projetos de pesquisa. "Pode significar o remanejamento dos planos de algumas pessoas”.


A maioria dos aviões não voa alto o suficiente para alcançar a parte da atmosfera onde os aerossóis se formam, embora possam ser equipados com sensores para fazer as medições por baixo. "Seria um redirecionamento enorme de recursos, e só aconteceria se algo realmente grande pudesse ser observado", disse Newman.

As autoridades da Nasa menosprezam os benefícios de um projeto de estudo de vulcões da geoengenharia. Esse ramo da ciência não tem uma imagem muito boa em grande parte da comunidade científica, pois é visto como uma medida arriscada utilizada como último recurso para resolver problemas climáticos, que seriam mais bem tratados com a redução das emissões de gases de efeito estufa. O debate sobre conceitos de geoengenharia é considerado um tabu para um tabu para muitos cientistas.

"Do meu ponto de vista, a grande questão na verdade é o impacto dos vulcões, não a SRM propriamente dita", disse Newman.

Nos últimos anos, porém, alguns cientistas e decisores políticos começaram a discutir uma pesquisa direta limitada de conceitos de geoengenharia para melhor entender seu potencial, além de seus riscos, para que estejamos mais bem preparados caso o aquecimento global chegue ao ponto onde uma ação de emergência seja considerada necessária.

Alguns cientistas propuseram experiências ao ar livre, em pequena escala, para estudar aspectos da gestão de radiação solar e, no mês passado, a União Geofísica Americana, uma das maiores sociedades científicas dos EUA, endossou a ideia de pesquisar o que chama de "intervenção climática”.

Os cientistas não podem prever com precisão quando um vulcão vai explodir. Mesmo que o Monte Agung esteja sendo monitorado de perto desde que voltou a dar sinais de vida, eles não podem dizer ao certo quando -- ou se -- vai entrar em erupção.

E mesmo que isso aconteça em breve, não há nenhuma garantia de que teria o poder de enviar quantidades significativas de gás e cinzas a uma altura suficiente para que o monitoramento valesse a pena. Na verdade, alguns vulcanologistas sugerem que, porque o Agung teve uma erupção poderosa há apenas meio século, qualquer erupção agora pode não ser grande o suficiente.

Da mesma forma, não se espera que a atual erupção do Vulcão Mayon, nas Filipinas, tenha algum impacto climático. Mas Robock afirmou que, mais cedo ou mais tarde, algum grande vulcão acabará tendo uma erupção do mesmo nível da do Pinatubo em 1991. "Provavelmente será algo sem precedentes", disse ele.

Veja mais em https://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/the-new-york-times/2018/02/12/vulcoes-podem-ajudar-no-resfriamento-da-terra.htm?cmpid=copiaecola
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