sábado, 16 de junho de 2018

Flores, lindíssimas, filmadas em "time lapse"

Richard Jakubaszko  

Flores lindíssimas, filmadas em “time lapse”, em mais um vídeo enviado pelo engenheiro agrônomo Odo Primavesi, lá de São Carlos (SP). Há imagens inspiradoras nesse espetacular vídeo:
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sexta-feira, 15 de junho de 2018

Prenderam o cara errado

Pedro Breier *
Tivesse Lula a tibieza moral que lhe atribuem seus adversários e odiadores – desde os meganhas da Lava Jato e os donos da mídia até os cidadãos comuns que compram a narrativa vendida por aqueles – a vida estaria muito mais fácil para o golpismo.

Considerando que a condenação de Lula é pura e simplesmente política, não havendo nenhuma prova de cometimento de crime pelo ex-presidente, recusar-se a se entregar e asilar-se em alguma embaixada ou outro país não seriam opções despropositadas taticamente, longe disso.

Entretanto, caso fosse essa a escolha, é evidente que se propagaria a ideia de que Lula é um condenado pela Justiça – este ente super justo – que “fugiu”.

Entregando-se, Lula demonstra uma fibra moral impressionante para quebrar a narrativa, ou ao menos metade dela, do “condenado e foragido”, com a qual os artífices do golpe certamente sonhavam para atingir ainda mais a sua imagem pública.

No lançamento da pré-candidatura de Lula à presidência, Fernando Haddad falou o seguinte: “Acenaram para o Lula com um acordo: abre mão da sua candidatura que você sai da cadeia, que a gente liberta você”. O ex-presidente teria respondido: “Me apresentem uma prova que eu abro mão da minha candidatura”.

Haddad ajudaria bastante o campo progressista se contasse quem fez uma proposta dessas, que é, na verdade, uma confissão de que Lula é um preso político.

De qualquer forma, sendo verdade, é mais uma evidência do estoicismo de Lula.

Ele aparentemente aceitou o seu destino e está disposto a trocar qualquer abrandamento na pena pela contínua exibição pública da monumental injustiça que sua prisão representa e da perversidade do status quo brasileiro.

Se aqueles que urdiram a prisão de Lula contavam com a sua tibieza moral, prenderam o cara errado.

* o autor é colunista d'O Cafezinho, é formado em direito, mas gosta mesmo é de jornalismo. Nasceu no Rio Grande do Sul e hoje vive em São Paulo.
Publicado no O Cafezinho: https://www.ocafezinho.com/2018/06/12/prenderam-o-cara-errado/

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quinta-feira, 14 de junho de 2018

Orações em silogismos aos deuses perversos

Carlos Eduardo Florence *

Por imantação e harmonia das forças astrais, que jamais falharam na conjugação dos destinos e aléns, imperdoavelmente coexistem não mais do que três formas azuladas, embora eufóricas, isentas de contaminação para transpor-se a tristeza desinibida e sem camuflagens das entrelinhas dos delírios mentais ou espirituais. Isto enquanto se aguarda a alegria engravidada pelas pitonisas maiores, conformadas, permitindo ao êxtase carinhoso endoidecer sempre com métrica e paradoxo. Sigamos altivos para melhor suportar os verbos intransitivos mais ásperos, enquanto as caravanas cruzam os desertos mentais e os delírios, pois são nestes trilhos que os deuses se preparam para as bacanais.

Entretanto, em assim sendo, o cosmos para implodir os desejos que de longe vieram para se colorirem de saudades e pequenas invejas, conforme rezam os sonhos melhores, que só devem ser assistidos pela madrugada enevoada depois do esplendor da aurora brincar de abrir as trinchas sobre as trevas. Simples assim, Acalumatã Ainhandu e benções fortes a todos os filhos seguidores fiéis do Divino Grã-Einhantura, nosso criador e redentor nesta hora de meditação e reverência. Foram as palavras que antecederam o ritual para celebração do dia do esplendor, quando a profunda meditação traz o conforto maior a todos que procuram fantasias e delírios.

 
Para quem renasceu da luz e sob o signo de Belzederes de Artimanhos, da constelação de Alambará, poderia isto parecer descontextualizado ou improcedente, mas sob o Estrelar de Envaziona os provérbios são perfeitamente pertinentes, pois as crianças se alimentam de ilusões e neblinas, enquanto se preparam condignamente para aprenderem a mentir como só os adultos mais amadurecidos e consagrados se embalam nesta prática tradicional e salutar. Notou-se, sem dúvida alguma, que se acordou em brilho e, portanto, o povo sendo envolto por carinho do horizonte longínquo, metaforicamente atravessou a alegria desinibida como os raios das solidões preferem. Tanto que assim se deu em regozijo e o conflito só surgiu do inconsciente depois que o canarinho emitiu opinião desfavorável sobre a florada da paineira embriagada, enquanto as ilusões procuravam seus delírios entre as controvérsias das metamorfoses das mariposas ainda encasuladas.

 
Apesar de paradoxal, os mais afoitos, ao contrário dos intermitentes, bateram palmas em sinal de júbilo aos preceitos trazidos, mas com sincopados ritmos alternativos, pois as metamorfoses mencionadas, só se dariam dentro de prazos desavisados e se entreabririam meticulosamente entre pausas longas, floridas, para se abençoarem os retardatários que chegariam trazendo suas melhores ilusões, esperanças e fantasias. Sinal de que as palavras esparsas ou rebeldes não comandam os pensamentos e estes pensamentos ao caminharem sobre os advérbios significam firmemente que as melodias só são ouvidas por quem as escuta. Com a tautologia neste nível medíocre e revoltante, o pintassilgo disfarçou sua intolerância para meditar sobre o complexo de Édipo e ejacular algumas desculpas para as tradicionais aleivosias dos aristocratas. Até aqui procedemos de forma perfeitamente clara e sem confusões, embora sempre houvesse controvérsias se o tempo redimiria a menopausa impreterível enquanto as tulipas, ainda em fase de puberdade, deixariam os bulbos se transformarem em esperanças.

 
Assim se cumpriram os melhores prognósticos dos sonhos envoltos em melodias, enquanto o galo avisava que a solidão se faria in extremis. Em seguida as crianças libertas dos medos e das teimosias dos pecados foram liberadas, enquanto os bardos cortejaram as rimas e os meandros distantes das melancolias para que suas almas ficassem expostas à solidão.

Redundante, mas por imantação e harmonia as forças astrais não falharam mais uma vez.

 
* o autor é economista, blogueiro, escrevinhador, e diretor-executivo da AMA – Associação dos Misturadores de Adubos.
Publicado no https://carloseduardoflorence.blogspot.com.br/

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quarta-feira, 13 de junho de 2018

terça-feira, 12 de junho de 2018

O Brasil colhe o que plantou

Richard Jakubaszko 
Agro DBO comemora com a edição de junho de 2018 sua centésima publicação, em 15 anos de vida. Para nós é um marco. Para os assinantes, uma edição mais caprichada ainda do que as edições normais. A nº 100 traz reportagens e ainda textos exclusivos de Blairo Maggi, produtor rural e ministro da Agricultura, Maurício Lopes, presidente da Embrapa, e Gustavo Herrmann, da ABCBio, sobre o futuro do agronegócio, futuro que já estamos vivenciando.
No vídeo abaixo detalhes da edição comemorativa, porque na Agro DBO a gente tem paixão por agricultura.

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segunda-feira, 11 de junho de 2018

9 dias sem 'matéria prima' para energia eólica

Richard Jakubaszko 
Eólicas também poluem...
 
Já pensaram nisso? Foram 9 dias com o perigo de ficar sem energia elétrica, porque faltou vento. Pois a Grã-Bretanha já passou nove dias sem energia eólica, mas não ficou sem energia elétrica porque o plano B funcionou, ou seja, tinha uma usina termoelétrica (a gás e/ou a carvão) para segurar a peteca.

A Grã-Bretanha ficou nove dias quase sem geração eólica neste início de junho de 2018, e as previsões mostram que as condições de calma vão persistir por mais duas semanas.

A "seca eólica" elevou os preços de energia no dia anterior para o nível mais alto para a época do ano por pelo menos uma década. Além de um surto esperado por volta de 14 de junho, os níveis de vento deverão permanecer baixos pela próxima quinzena, de acordo com a The Weather Company.

Queda de Vento
A baixa energia eólica não é uma ameaça à oferta em junho, quando a demanda está baixa. Em um dia sombrio e escuro no inverno, quando o aquecimento da demanda aumenta, um dia calmo pode deixar a rede do Reino Unido vulnerável.

"As pessoas começaram a se preocupar com quedas de energia", disse Elchin Mammadov, analista da Bloomberg Intelligence. "Isso mostra que depender de energia eólica e solar, com baterias para suprir a maior parte de nossa energia é imprudente para a segurança energética". (Grifo do blogueiro)

Na quarta-feira, o vento gerou cerca de 4,3% da eletricidade do Reino Unido. A produção de carvão caiu perto de zero. O gás e o nuclear aumentaram a folga com 54% e 25%, respectivamente, segundo dados da National Grid Plc.

O clima pode ser inconstante e o governo precisa garantir que haja geração de energia suficiente para os momentos em que o vento não está soprando. Greg Clark, secretário de Estado para a estratégia empresarial e energética industrial anunciou segunda-feira que o Reino Unido dará o próximo passo para concordar em ajudar a Hitachi Ltd., a financiar um novo reator nuclear.


Esse é o problema: seja eólica ou solar, são insuficientes para dar segurança energética, e a energia nuclear aparece sempre como a salvação da lavoura. O leitor consegue entender quem financiou essa neurose planetária ambientalista de criminalizar o CO2? Foi a energia nuclear, porque no Hemisfério Norte eles não têm rios para produzir energia elétrica, como se faz o Brasil. Agora, tudo isso, e muito mais, o leitor encontrará em detalhes em meu livro "CO2 aquecimento e mudanças climáticas: estão nos enganando?". 
Assista a entrevista abaixo que você vai entender direitinho:

 
Referência: matéria da Bloomberg, por Rachel Morison, em 7 de junho de 2018
https://www.bloomberg.com/news/articles/2018-06-07/u-k-wind-drought-heads-into-9th-day-with-no-relief-for-weeks

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domingo, 10 de junho de 2018

Comédia alemã da TV explica o neoliberalismo moderno

Richard Jakubaszko  
Em um vídeo de 24 minutos da TV alemã você fica sabendo como é o neoliberalismo. Pinochet e Temer são devidamente citados, além de Reagan, Tachter e outros...
Não dá para confrontar "esquerda" versus "direita", porque aí já é ideologia, mas é um bom começo pra início de muitas conversas...
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sexta-feira, 8 de junho de 2018

O Inferno, explicado por um estudante de física

Richard Jakubaszko
Recebi por e-mail de Luís Amorim, lá da terrinha do além-mar, onde Camões e Fernando Pessoa em tempos idos sapecavam inteligências e ironias, um saboroso texto que nos remete a questões científicas de análise e reflexão sobre os entreveros das ciências com a religião e o controvertido universo humano, especialmente o feminino; senão vejamos:

O Inferno, explicado por um estudante de física
O que se segue é (alegadamente) uma pergunta que saiu num exame de um curso de Física numa universidade americana. A resposta de certo estudante foi tão criativa que o professor a partilhou por e-mail com vários colegas.

- Pergunta: O Inferno é exotérmico (liberta calor) ou endotérmico (absorve calor)?
A maioria dos alunos respondeu baseando as suas opiniões na lei de Boyle (o gás arrefece quando se expande e aquece quando é comprimido), ou nalguma variante disso. Houve um aluno que, no entanto, deu a resposta que se segue.

Primeiro, precisamos de saber como a massa do Inferno está a variar com o tempo. Portanto, precisamos de saber a taxa a que as almas se estão a mover para o Inferno e a taxa a que o estão a deixar. Acho que podemos assumir seguramente que uma vez que uma alma entra no Inferno ela nunca mais de lá sai. Portanto, não há almas a sair. Para verificarmos qual a quantidade de almas que entram no Inferno, vamos olhar para as diferentes religiões que existem no mundo atual. A maioria dessas religiões afirma que quem não é membro dessa religião vai para o Inferno. Como há mais do que uma dessas religiões, e como as pessoas não pertencem a mais do que uma religião, podemos prever que todas as almas vão para o Inferno. Com as taxas de natalidade e mortalidade atuais, podemos esperar que o número de almas no Inferno aumente exponencialmente.

Agora, vamos olhar para a taxa de variação de volume do Inferno, porque a lei de Boyle afirma que, para que a temperatura e a pressão no Inferno se mantenham constantes, o volume do Inferno tem de se expandir proporcionalmente à medida que são adicionadas mais almas. Isto abre duas possibilidades:

1. Se o Inferno se expandir a uma taxa inferior à da taxa a que as almas entram, então a temperatura e a pressão no Inferno vão aumentar até ele explodir.

2. Se o Inferno se expandir a uma taxa superior à do aumento de almas no Inferno, então a temperatura e a pressão baixarão até que o Inferno congele.

Então, qual das hipóteses é a correta? Se aceitarmos a afirmação da Mary no meu ano de calouro de que “o Inferno vai congelar antes de eu ir para a cama contigo”, e tendo em conta o fato de que eu dormi com ela a noite passada, então a hipótese número 2 deve ser a verdadeira, e, portanto, tenho a certeza de que o Inferno é exotérmico e já congelou.

O corolário desta teoria é que, uma vez que o Inferno congelou, então já não aceita mais nenhuma alma e está, consequentemente, extinto, passando a existir apenas o Céu e provando assim a existência de um ser divino, o que explica porque é que ontem à noite a Mary gritava “Oh, meu Deus! Oh, meu Deus!”.


Este estudante teve a única nota máxima! 

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quarta-feira, 6 de junho de 2018

Dia Mundial do Meio Ambiente: nada a comemorar.

Richard Jakubaszko *
Comemora-se hoje (5 de junho) o dia Mundial do Meio Ambiente, mas na grande São Paulo nada há para festejar considerando o enorme contingente de pessoas que habitam essa gigantesca região (mais de 20 milhões), especialmente no que diz respeito aos bairros que dependem do abastecimento de água do sistema Cantareira, uma das muitas barragens que atendem a população paulista, como zonas oeste, norte e central da cidade, junto aos sistemas de Guarapiranga, Rio Grande e Alto Tietê. Mal começou o período de seca do outono-inverno, o Cantareira já está com 45% do seu volume de capacidade de estocar água, ou seja, quantidade insuficiente para atender o consumo da população durante o período de seca, que é uma característica da época.

Conclusão: nem precisamos fazer cálculos sofisticados, mais uma vez já sabemos antecipadamente que vai haver racionamento de água entre a população que depende do Cantareira, caso não ocorram chuvas no período.

Outra conclusão: a grande São Paulo é um ambiente inóspito para a vida humana, não apenas pela poluição, do ar e da água, mas pelo abastecimento de água, que será sempre insuficiente para atender tanta gente. Durante a seca de 2013 e 2014 foi um drama para a população, chegava-se a planejar racionamento de 2 dias com água e 3 sem. Aos que moram na região central, até hoje (2018) o sistema não chegou ao abastecimento normal, pois de meia-noite até 6 horas da madrugada a Sabesp aplica o regime de pressão mínima, ou seja, zero de água, para reduzir a perda de água tratada pelos encanamentos furados, que não se consegue localizar onde estão. Precisaria furar o centro velho e substituir tudo, a um custo enorme para todas as pessoas, nas residências e no comércio, especialmente bares, restaurantes e hotéis.

No auge de um período de racionamento aparece a velha discussão de limitar o uso da água do sistema Cantareira para irrigação e aos animais, colocando as pessoas como prioridade. E tome multa aos agricultores que querem molhar suas verduras ou dar de beber às suas vacas de leite, galinhas, porcos.

Ora, se a preservação do meio ambiente é uma unanimidade, a água deveria estar no foco da lógica de gestão, como absoluta prioridade. Lamentavelmente não está. A política e a burocracia, mais os interesses dos acionistas da Sabesp, privatizada a partir dos anos 2012/13, não permite boa gestão desse bem público que é a água. Lembro que em 2010 tivemos um verão chuvoso acima da média, e o sistema Cantareira ultrapassou os 95% de sua capacidade de estocar água. Os gestores ameaçavam através da mídia que a qualquer momento teriam de abrir as comportas para soltar aos poucos a água excedente do Cantareira, inundando boa parte da zona norte e central da cidade. Caso contrário as comportas poderiam explodir pela pressão e aí seria muito pior, a água invadiria tudo de uma só vez.

As chuvas amainaram, o sistema Cantareira ficou com seu excesso de água estocado, mas a população ouviu promessas do sortudo governador da época, Geraldo Alckmin, de que teriam de ampliar a capacidade de estoque do Cantareira, para evitar os perigos de inundações. Nada foi feito. Veio a seca de 2013/14 e faltou água, e de lá para cá, mais uma vez, nada foi feito, exceto ligação emergencial de dutos interligando o sistema Rio Grande e outros para abastecer o Cantareira. Mas houve o início de um esquema em que agricultores próximos aos rios Capivari e Piracicaba, pagam para retirar água dos rios e poder alimentar seus rebanhos de aves, porcos e gado de leite, além de irrigação de hortaliças.

No dia Mundial do Meio Ambiente, portanto, nada a comemorar. Vai faltar água no inverno, para a população urbana e para os agricultores, porque houve má gestão, porque não se planejou políticas públicas. A mídia, em manchetes escandalosas, já se pode antever, fará o confronto entre cidadãos urbanos e agricultores, como se fosse fácil a opção entre ter água ou alimento.

Conclusão? Precisamos “conscientizar” os gestores públicos que pratiquem políticas de médio e longo prazo, com base em realidades e necessidades da população usuária, e não na grana disponível do caixa de uma empresa privatizada como a Sabesp, que tenha ou não capacidade para investir. Os acionistas da Sabesp, os fundos de investimentos americanos e as velhinhas aposentadas do Arkansas (EUA), não vão colocar a mão no bolso e reduzir lucros, isso é absolutamente certo. Cobrar água dos agricultores também não resolve, reduz a sustentabilidade e lucro dos produtores rurais, e é bom lembrar que as prefeituras sempre mordem boa parte dessa arrecadação, redundando em quase nada para o sistema gestor de água poder investir.

Aos ambientalistas fica a lição e o ensinamento de que conscientizar a população é uma coisa, alimentar manchetes na mídia é outra, e criar impostos novos é a única coisa que qualquer governante eleito sabe fazer muito bem.

Precisamos comemorar o dia do Meio Ambiente, mas nada disso adianta para dar solução ao problema. Individual ou coletivamente precisamos evitar a poluição, devemos reduzir o desperdício, porque queremos a preservação e a sustentabilidade.

Apesar disso tudo vai faltar água neste inverno aos consumidores do sistema Cantareira.
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terça-feira, 5 de junho de 2018

Denúncia: lucros da Petrobras são extorsivos


Richard Jakubaszko 

Vendo o peixe do jeito que comprei. No vídeo abaixo o especialista em petróleo denunciou (ontem 4/5/18) na Câmara dos Deputados que a margem de lucro imposta pela Petrobras é extorsiva. Essa informação desmonta todas as mentiras afirmadas pelo governo e pela mídia nesses dias pós greve dos caminhoneiros.
A conferir, há interesses difusos nesse imbróglio.
Confira:

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