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terça-feira, 23 de maio de 2017

Cadê os paneleiros?

Richard Jakubaszko  
Absolutamente hilário o vídeo abaixo, que pergunta: cadê os paneleiros? Onde estão? O que fazem, neste momento?
Você, que bateu panela ano passado e em outras oportunidades, que reclamou muito, tá batendo panela agora? 
Onde você está? Bata panelas, vai!!!! Proteste!!! Agora é a hora...

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segunda-feira, 14 de março de 2016

Faz favor, pessoal, em 2018 vocês votam. Combinado assim?


Richard Jakubaszko
Quer dizer agora que esse punhado de gente na Avenida Paulista (150 mil? - porque 1,5 milhão não foi, e o Datafolha disse que foram 450 mil), quer derrubar o governo? Pede que a Dilma renuncie? Ora, ora...

Em 2014 eles nem votaram, foram para a praia ou pro sítio, ou ficaram em casa, e agora querem cancelar no berro o voto de 54 milhões de eleitores?
 

É golpe! É tapetão!

Respeitem a democracia, aprendam a perder. Democracia é respeito à vontade da maioria. Na democracia a gente tem de ouvir o protesto das minorias, mas tem de respeitar o que a maioria determinou.

Em 2018 façam parte da maioria, simples assim. Aí então, não seremos mais governados por "vices", entenderam?


Lembrem-se:
Depois de Getúlio suicidar-se, em 1954, o vice Café Filho assumiu, e deu merda.

Depois de Jânio renunciar (1961), Jango assumiu, e deu merda maior ainda, veio a ditadura.

Depois de Tancredo quase ter sido (1984), assumiu Sarney, o vice, e deu mais merda ainda...

Depois do impeachment de Collor (1992), Itamar assumiu, não deu em nada, o que é a mesma merda.

A pergunta que fica é: brasileiro gosta de merda de vice?
O que sei é que, num país de maioria de negros, a gente olha as fotos dos protestos e não vê negros, dá pra contar nos dedos os raros negros ou pardos que aparecem. Ou seja, é a classe média que está protestando.  Os negros que se encontram nas fotos, a maioria ou é camelô ou está prestando serviços, como essa babá da foto, que virou símbolo dos protestos no Rio de Janeiro, em foto que me foi enviada pelo franciscano Frei Alamiro, lá de seu retiro carioca.
A chamada grande mídia exaltou os protestos como "os maiores da história política brasileira". Tenho dúvidas sobre isso. Os movimentos das Diretas Já (1984), sem nenhuma divulgação pela mídia, e lembre-se, não existia internet, foram maiores do que hoje, e até mesmo os protestos de 2013 reuniram mais gente, seja no Rio de Janeiro ou São Paulo, e pior ainda, ontem em outras capitais do Brasil foram muito fracos, apenas os número dos protestantes foram inflacionados pela mídia.

Ontem, com o incentivo da mídia, os patos e coxinhas, mais uma vez, foram às ruas, protestaram contra o Governo Federal, aplaudiram o "deus Moro", e até vaiaram políticos como Aécio Furnas Neves e Geraldo Merendão Alckmin, que foram tirar uma casquinha política. Mais: protestaram e repudiaram a corrupção, com toda a razão, mas os corruptos, como nunca se viu antes, estão sendo processados e presos. Precisa ter calma, pessoal, eles vão ser presos, sim, e condenados.

A piada do dia é que a mídia afirma que o país não está mais dividido. Porque "o povo" foi para as ruas?  Quer dizer que 2 milhões (se tanto...) no Brasil inteiro podem anular 54 milhões de votos? Só no Brasil, a história dos vices que o diga...


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sábado, 14 de março de 2015

A marcha do povo e dos trabalhadores: em paz!

Richard Jakubaszko
Não vi ninguém informar um número próximo da realidade na manifestação em São Paulo em apoio à Petrobras e à Democracia. Datafolha falou em 41 mil (??). Nna minha modesta opinião foi acima de 50 mil, até 60 mil pessoas ao longo da avenida Paulista. A Polícia Militar falou em 20 mil pessoas, a CUT dizia 100 mil manifestantes! Mas o que importa é que era gente pra caramba! E essa briga fica pras calendas...


Porém, estavam todos em paz, sem quebra-quebra, e protestando de forma civilizada! Defendendo a democracia. Veja no vídeo, a avenida Paulista tomada de ponta a ponta, e só uma faixa, sem atrapalhar o trânsito, como fazem os coxinhas...
No Brasil inteiro o povo manifestou-se assim, em paz.

Será que os coxinhas, revoltados contra "tudo isso que está aí", a favor do 'impeachment', em flagrante desrespeito aos resultados democráticos das eleições de 2014, conseguirão levar a metade disso pras ruas? Duvido, aposto que não, mesmo que no domingo não tenha chuva, porque choveu pra caramba ontem em São Paulo, durante o tempo da manifestação pacifista dos trabalhadores, que mostraram a educação do povo, característica que falta aos jovens "classe mérdia" que irão reclamar domingo, dia 15.
Tá feita a aposta!
O povo foi a pé!
E os coxinhas? Vão precisar de milhares de kombis!

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quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Porque me orgulho deste país (III): Mais médicos zera mortalidade infantil no Piauí.

Richard Jakubaszko 
Os médico cubanos zeraram a mortalidade infantil em algumas cidades do Piauí. No vídeo abaixo, produzido pela TV Meio Norte, ancorado no Youtube, você pode se orgulhar também do que se está fazendo nos sertões do Brasil, com o povo e sua saúde, nesse Programa Mais Médicos, tão criticado por politicos, pela mídia partidarizada, e até mesmo por médicos e suas associações.

A população no interior do Brasil cresceu muito, a saúde deteriorava por falta de assistência médica, Dilma percebeu o problema, convocou os médicos brasileiros através de editais, mas menos de 200 médicos se inscreveram, para um programa que precisava de mais de 14 mil médicos, mesmo oferecendo salários de R$ 10 mil reais. Então vieram os cubanos, e resolveram.
Saúde ao médicos cubanos!
Os coxinhas, que cortem os pulsos...

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sábado, 29 de novembro de 2014

Barrigadas bolivarianas de Veja e do Constantino

Richard Jakubaszko
Certas notícias publicadas na mídia e na blogosfera brasileira são hilárias, especialmente nos chamados blogueiros da extrema direita, da qual o livre atirador Rodrigo Constantino (O trovão da razão), é um dos mais useiros e vezeiros porta-vozes dos coxinhas. Em meados de novembro deste ano da graça de 2014 o tal do Constantino, que nem jornalista é, publicou em seu blog, ancorado no site da Veja, um desaforado e imbecil de um "post denúncia" sobre crianças brasileiras sendo levadas para a Venezuela para serem treinadas na "ideologia bolivariana". A coluna tinha como fonte um procurador federal de Goiás, de nome Ailton Benedito de Souza, que instaurou sindicância, revoltado com essa situação.

Confiram a coluna de Rodrigo Constantino: http://naofo.de/255e

No final de novembro 2014 a Folha de São Paulo botou os pingos nos “ii” do Constantino, era mais um “boimate” da Veja, e de seu mais novo e festejado colunista, que segue a mesma linha do editor chefe de Veja, Eurípedes Alcântara, o que “criou” o primeiro e único boimate, imbatível até hoje, lá no ano 1983, quando revelou nas páginas de Veja o "cruzamento genético de um boi com tomate", acreditando ser ciência da biotecnologia uma brincadeira de um jornal inglês que festejava o 1º de abril, o conhecido “dia dos bobos”.
 

A Folha de São Paulo registrou a pisada no tomate do procurador goiano, Ailton Benedito de Souza, em matéria sob título “Meu Brasil Venezuelano”: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/197606-meu-brasil-venezualano.shtml

Em resumo, o primeiro boimate não ensinou lições aos colunistas da Veja. Constantino, na marcha em que vai, deve até ganhar promoções na "prestigiada" e decadente revista dos Civita. Se Eurípedes chegou a editor chefe da Veja, tendo cometido a maior barrigada do jornalismo na história nacional, contada em prosa e verso nas faculdades de jornalismo, imaginem o Constantivo, mais jovem, mas já famoso por seu estilo personalista e democrático. Vai longe esse rapaz, tem muito futuro. O procurador também, pois Goiás tem fama de ser "celeiro" de procuradores ínclitos e combativos, por exemplo, o
amigo do "empresário" Cachoeira, o ex-senador Demóstenes Torres, qualificado por Veja como um dos mosqueteiros da corrupção mais ativos da república, a brasileira, não a bolivariana...

O blog O Cafezinho registrou a façanha do “furo” jornalístico de mais um boimate da Veja, e toda a blogosfera suja repercutiu,
com indisfarçável alegria, para mostrar a indignação bolivariana do Constantino: http://www.ocafezinho.com/2014/11/28/mais-um-boimate-da-veja/
Eita gente marvada, essa turma dos blog sujos...


NOTA DO BLOGUEIRO:
1 - Sobre Rodrigo Constantino dos Santos, a Wikipédia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Rodrigo_Constantino ) registra: (Rio de Janeiro, 4 de julho de 1976), 38 anos, é um economista e colunista brasileiro. Foi articulista da revista "Voto" e escreve regularmente para os jornais "Valor Econômico" e "O Globo". A partir de agosto de 2013, passou a escrever também para a revista semanal "Veja". Presidente do Instituto Liberal e um dos fundadores do Instituto Millenium, foi considerado em 2012 pela revista Época, como um dos "novos trombones da direita" brasileira. Em outubro de 2013, numa resenha para o livro Esquerda Caviar, a revista Veja alcunhou-o de "o trovão da razão". Meses depois, o apelido despertou uma série de reações bem-humoradas no Twitter.

2 - Boimate, a divina barrigada de Veja, em 1983. A revista demorou 3 meses para desculpar-se com seus leitores.
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terça-feira, 1 de julho de 2014

"Professor, o que é um coxinha?"


Washington Araújo *
Perguntam-me: "Professor, o que é um coxinha?"

Respondo no intervalo da aula:
Os coxinhas são uma espécie de gente mal-resolvida, reclamona e que vai logo pondo a culpa no governo federal acerca de tudo o que não gostam ou desaprovam.

Coxinhas são reis do senso comum, ideias originais passam longe da tchurma.

Conheço alguns coxinhas:
Não andam, desfilam.

Odeiam os governos, mas adoram um edital de Concurso.
São invariavelmente analfabetos políticos, desses que torcem sempre pelo pior seja qual for a situação.

Muitos desses coxinhas que conheço vêm de família pobre, classe média baixa, mas tendo um bom salário, passam a nutrir ódio mortal por pobres, renegando assim suas origens.

Coxinhas quase sempre destilam baixo astral por onde passam.
E são mal-humorados, mas do tipo "se achando sempre", acham a maior graça e riem como hienas de porre se algo dá errado na Copa. Pode ser a fila imensa dos banheiros da Arena das Dunas ou o erro de arbitragem qualquer.

Coxinhas podem ser de um cinismo extremo: gostam de black blocks, se amarram numa lata lixo incendiando no Alto Leblon, deliram quando outro coxinha apedreja a vitrine de agência bancária, surtam quando podem - desde seu camarote vip no Itaquerão - vaiar a presidente da República.

Coxinhas embarcam sempre em canoas furadas tipo essa do 'não vai ter Copa', acreditam - ainda! - que os estádios não estarão prontos para a Copa - uns optam por esperar até 2038 para confirmar seu furadíssimo prognóstico.

Coxinhas são contra cotas para afrodescendentes e indígenas em universidades públicas e são contra qualquer tipo de bolsa-família, a que chamam de bolsa-vagabundagem.

Coxinhas pensam como Faustão.
E agem como Faustão influenciado por Lobão.
Coxinhas são amigos dos amigos de Luciano Huck.
Coxinhas levam a sério Ronaldo fenômeno desde que este virou antiCopa.

Coxinhas são oportunistas por índole mesmo.
Coxinhas acham a revista Veja a quintessência do pensamento cidadão refinado.
Coxinhas lêem e ouvem Jabor diariamente.
Coxinhas têm desde 2002 aquela síndrome de medo da Regina Duarte.

Coxinhas cultivam um jeito um tanto estúpido de ser.
Fora tudo isso, os coxinhas têm uma capacidade imensa de mudar de opinião e, qual camaleões, gostam mesmo é de fazer os outros rir.

Coxinhas - entre 19 e 35 anos - costumam ser retirados de protestos por seus próprios pais que vêm logo gritando ao coxinha-filho-assanhadinho: "Vamibora que sou eu que pago sua faculdade!"
Coxinhas nos fazem passar vergonha alheia, uma atrás da outra, indefinidamente.

No meu caso, prefiro apenas coxinhas com catupiry, aquelas que comemos e não nos causam mal algum. Nem no dia e nem nos dias seguintes.

* o autor é jornalista e professor de jornalismo da UnB.

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