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sexta-feira, 15 de junho de 2012

Visão social e econômica do planeta, via IBGE.

Richard Jakubaszko
Uma visão social e econômica dos países do planeta, via IBGE. Recentemente, o IBGE lançou um mapa-mundi digital, com síntese, histórico, indicadores sociais, economia, meio ambiente, entre outras questões, vale a pena conferir, tem muita informação interessante! Guarde o link, ou coloque esta página do blog em sua lista de "favoritos", para futuras pesquisas.

http://www.ibge.gov.br/paisesat/main.php

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sábado, 5 de maio de 2012

Qualidade de vida da população pobre melhorou muito na década passada

Milton Pomar *
Melhorou muito a qualidade de vida no Brasil na década passada, de acordo com o indicador universal que é a taxa de mortalidade infantil: ela caiu 47,5% no período de 2000 para 2010, passando de 29,7 mortes por mil nascidos vivos, para 15,6 por mil, segundo o Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Esse avanço é mais impressionante se comparado com o índice de 1980,
quando a mortalidade infantil era de 69,1 por mil. A queda tão expressiva da mortalidade infantil no Brasil resulta da combinação de vários fatores: redução da taxa de fecundidade (número de filhos por mulher), maiores cuidados com a saúde das gestantes, melhorias no saneamento básico, aumento da renda
da população pobre e do seu acesso a alimentos e maior escolaridade das mães.
 
Nesse quesito da mortalidade infantil, o Brasil chegou cinco anos antes ao Objetivo do Milênio.
Apesar disso, ainda falta melhorar muito, até o Brasil atingir o índice de cinco por mil dos países mais desenvolvidos, como Cuba, Itália e Nova Zelândia.

Contribuiu decisivamente para essa elevação da qualidade de vida da população brasileira o conjunto de políticas sociais dos governos Lula e Dilma, visando a redução da pobreza. Por isso, a região Nordeste, uma das três menos desenvolvidas do país, foi a que apresentou a maior redução (58,6%) na mortalidade infantil de todas as regiões, atingindo 18,5 por mil.
 
A taxa de mortalidade infantil na região Norte caiu para 18,1, e no Centro-Oeste 14,2. As regiões mais ricas e desenvolvidas do Sudeste e Sul chegaram a 13,1 e 12,6 respectivamente, índices praticamente iguais aos do Uruguai e Argentina.
Os indicadores de Educação também melhoraram substancialmente no período.

* Geógrafo, empresário, editor da revista em chinês "Negócios com o Brasil"
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