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quarta-feira, 11 de março de 2015

Agricultura Familiar

Richard Jakubaszko 
Equívocos centenários são cometidos tanto pela "esquerda" como pela "direita", no Brasil especialmente, na luta pela hegemonia política do poder. Como no amor, declamam os céticos, e na política, não há jogo limpo, vale qualquer estratégia.

A agricultura familiar nunca foi "alternativa" ao agronegócio, porque ela é o próprio agronegócio, constituído por mais de 150 mil produtores rurais no Brasil, que tocam seu negócio, a fazenda de lavoura ou de criação, com a família e meia dúzia de empregados, se tanto. No Brasil confunde-se o "agronegócio", de forma pejorativa, aos chamados produtores gigantes que são menos de 2 mil produtores rurais de grande porte (em áreas superiores a 5 mil hectares e de até acima de 100 mil hectares), nos quais se incluem cerca de 500 usinas de cana-de-açúcar.

Esses gigantes do agronegócio são conhecidos de todos, estão na mídia, como empreendedores, na política, são empresários, industriais, grupos financeiros, banqueiros, profissionais liberais, até mesmo figuras conhecidas do meio televisivo, e não representam, por suas posturas políticas e comerciais, o agronegócio como um todo.

No documentário abaixo, dirigido por Silvio Tendler, afirma-se, mais uma vez, que o Brasil contabiliza 4.367.902 estabelecimentos rurais. São dados do IBGE. Mas são um viés da pesquisa... O IBGE contabiliza como se fosse propriedade rural, em cálculos e projeções de minha autoria, cerca de 3,5 milhões de sítios e chácaras de lazer de fim de semana. São pedaços de terras improdutivas, de todos os tamanhos, mas estão registrados como propriedade rural para pagar ITR (Imposto Territorial Rural), muito mais barato do que IPTU. Somente algumas poucas e aprazíveis cidades (Ibiúna, São Roque, em SP, por exemplo), e próximas a grandes centros urbanos, como São Paulo e Rio de Janeiro, conseguem desqualificar os sítios de lazer na área rural e enquadrá-los como urbanos, quando urbanizam as áreas do entorno como estradas vicinais, água/esgoto, luz elétrica, telefonia, coleta de lixo etc. Apenas um desses serviços acaba por levar o sítio para a condição de imóvel urbano, e ao IPTU.

As esquerdas, à frente o MST - Movimento dos Sem Terra, e agora a Contag, Confederação dos Trabalhadores da Agricultura, uma das patrocinadoras do documentário abaixo, atribui crendices populares e pintam um ar de "santidade" aos "agricultores familiares", e mostram apenas o pequeno produtor, de menos de 4 ou 5 hectares, por vezes com meio hectare, e o defendem pelo não uso de agrotóxicos, ou por não empregar sementes transgênicas, e que, talvez  justamente por causa disso não conseguem produzir excedentes para vender fora da porteira da fazenda.

Esses micro-produtores têm hoje políticas públicas aprovadas e em execução pelo Governo Federal, para dar apoio a eles, em termos de crédito agropecuário, mas falta-lhes ainda o maior apoio, o da assistência técnica do sistema Emater, desconstruído no governo Collor. Sem saber como melhorar a produção, através do aumento da produtividade, porque não usam tecnologias apropriadas, quebram em duas safras frustradas, ou, pior, quando os preços caem justamente porque houve uma supersafra, fator que é bom aos urbanos, mas ruim aos produtores, em especial os pequenos, que não têm como se defender do inimigo "mercado", aspecto que é mais perverso aos produtores do que as próprias pragas e doenças que atacam as lavouras e criações.

Vídeos como o que exibo abaixo, distorcem a realidade, apesar de bem intencionados, mesmo apresentando alguns exemplos bem sucedidos de trabalhadores rurais (que nunca foram produtores rurais). Distorcem, porque mostram uma visão urbana dos problemas, e politizam uma questão social que há décadas deixou de ser discutida nos países desenvolvidos, como a reforma agrária. A luta pela reforma agrária, evidentemente, não é fácil, mas poderia ter outros encaminhamentos políticos, muito mais inteligentes.

Em minha opinião, conforme destaquei em vários capítulos no livro Marketing da Terra (ver capa e sinopse na aba lateral direita deste blog), o produtor rural, grande ou pequeno, ou mesmo de agricultura familiar, não faz o preço daquilo que produz, quem faz esse preço é o consumidor, e a praga dos intermediários. O agronegócio (pequenos, médios, e grandes) minimiza o problema filiando-se às cooperativas, e é competente dentro da porteira, mas não participa de entidades associativas, que poderiam agregar valor à atividade.

Em outro livro de minha autoria, "Meu filho, um dia tudo isso será teu", registro que a grande maioria dos jovens filhos de produtores rurais querem a herança e a terra, mas não pretendem trabalhar com a terra, por falta de vocação, aptidão e amor, ou afinidade, digamos assim, com as lides rurais.

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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Livro "Meu filho, um dia tudo isso será teu", saiu a versão e-book.


http://www.editoraufv.com.br/produto/1591055/meu-filho-um-dia-tudo-isso-sera-teu-2a-impressao
Richard Jakubaszko
Finalmente, saiu pela Amazon a versão e-book do livro que escrevi em parceria com o advogado Fábio Lamonica Pereira.
A edição impressa já anda esgotando a 3ª impressão na Editora UFV, da Universidade Federal de Viçosa, MG. O preço do livro impresso é de R$ 38,00 e quem desejar um exemplar é só clicar na capa ao lado, vai direto ao site da UFV.

A versão e-book tem preço pela bagatela de R$ 26,00 na livraria virtual da Gato Sabido: http://www.gatosabido.com.br/search/?Action=search

No site da Amazon existem alternativas para se encontrar outras livrarias virtuais, através do link:
http://www.amazon.com.br/gp/aw/d/B00RVZLD8K/ref=mp_s_a_1_15?qid=1420665831&sr=8-15&pi=SY200_QL40

Na aba direita deste blog há uma sinopse do livro, é só deslizar a barra de rolagem, até encontrar a capa...
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sexta-feira, 12 de julho de 2013

Apple conspirou para elevar preços de e-books

Richard Jakubaszko
Gente, ou fiquei débil mental ou estou cada vez mais burro. Não dá para entender a notícia abaixo, que está publicada na versão online do Estadão de hoje. Não há lógica nenhuma acusar uma empresa (a Apple) de "aumentar os preços dos e-books", porque isso beneficia a concorrente direta, a Amazon, que aumentou os seus preços. Tem alguma coisa errada nessa lógica jurista, sem pé e nem cabeça.

Da minha parte ando irritadíssimo com a Amazon. É que acabei assinando um contrato com a Editora UFV (Universidade Federal de Viçosa, MG), muito contrariado, diga-se de passagem, para a publicação de uma versão eletrônica do livro "Meu filho, um dia tudo isso será teu", que na versão impressa anda na 3ª impressão. Justo pelo sucesso da versão impressa, a Editora UFV escolheu esta obra, junto com outros 15 títulos, entre centenas de obras editadas, disponíveis em seu acervo, para se tornar edição eletrônica.

Cabe aqui a explicação da minha contrariedade e irritação. É que na versão impressa tenho 20% de direitos autorais, junto com meu parceiro no livro, o advogado Fábio Lamônica. Já na versão eletrônica Lamônica e eu teremos de dividir assombrosos 5% de direitos autorais sobre as vendas.

No calor da batalha, antes de assinar o contrato dos direitos autorais, ponderei à UFV que era absurdo a Amazon cobrar 50% de "comissão" sobre o preço de venda do livro, por conta de ser o fornecedor do aplicativo que permite a leitura do livro apenas por quem o comprou, e que torna quase impossível a sua pirataria, muito comum em tudo o que se faz na internet.

Minhas reclamações caíram no vazio, seria pegar ou largar. Como tenho outro livro em andamento, no qual venho trabalhando há alguns anos, resolvi pagar o preço da experiência prévia e aceitei as péssimas condições impostas pela Amazon, para nós autores e para a própria Editora UFV. Se der certo a experiência com a Amazon é lá que vou bater para ter edição eletrônica do meu futuro livro, mas se der errado é lá que não vou, com toda a certeza.

De toda forma, é absurdo o que fazem essas empresas do e-book: elas sufocam a galinha dos ovos de ouro, ou seja, os autores e escritores de livros. Sem autores não há livros, certo mano? E sem livros o que é que elas vão vender?

Sobre a briga da Justiça americana com a Apple, em minha desconfiada opinião, a imbecilidade está na acusação de que a Apple conspirou para aumentar os preços (e os lucros) da concorrente Amazon... Ora, a Velhinha de Taubaté reencarnou na juíza distrital americana? Leiam abaixo, para se certificar. E me digam que estou errado, ficarei mais aliviado em saber que estou mal informado do que me sinto neste momento, um verdadeiro débil mental por não "entender" a lógica da juíza, que decidiu, do Estadão que repercutiu, e da Reuters, que distribuiu a notícia.

Publicado na versão eletrônica de O Estado de São Paulo, em 10 de julho de 2013: 
http://blogs.estadao.com.br/link/apple-conspirou-para-elevar-preco-de-e-books/

Justiça considerou que a empresa ajudou as editoras a elevar os preços nos EUA, para combater dominância da Amazon.
NOVA YORK – Em uma rejeição à estratégia da Apple para vender livros digitais, uma juíza federal dos Estados Unidos decidiu que a empresa conspirou com as cinco maiores editoras de livros do país para elevar os preços dos e-books no varejo.
Livros na iBooks Store foram usados para aumentar
preços. Foto: Shannon Stapleton /Reuters
A juíza distrital Denise Cote disse que há “provas convincentes” de que a Apple violou a lei de concorrência dos EUA ao fazer um “papel central” de uma conspiração com as editoras para eliminar o preço do varejo da concorrência e aumentar os valores dos livros digitais.
A decisão pode expor a Apple a danos substanciais. É uma vitória para o Departamento de Justiça dos EUA e 33 Estados e territórios dos EUA que abriram o caso civil de antitruste.
A Apple foi acusada de conspirar para reduzir a dominância da varejista online Amazon no mercado de e-books, provocando um aumento de preços. O valor de alguns livros, que antes custavam US$ 9,99 na Amazon, subiram para US$ 12.99 ou US$ 14,99. Na época, a varejista tinha 90% do mercado, em parte por causa de ter introduzido o leitor Kindle no mercado, aparelho pioneiro dos e-books.
“A Apple decidiu juntar forças com os representantes das editoras para aumentar os preços dos e-books e forneceu a elas meios para fazê-lo”, disse a juíza no documento de 159 páginas com a sua decisão. “Sem a orientação da Apple na conspiração, isso não teria sucedido como ocorreu.”
A decisão desta quarta-feira, 10, não foi uma surpresa total, dado que a juíza havia indicado em 3 de junho, antes do início do julgamento de duas semanas e meia, que a defesa da Apple poderia falhar. Cote pediu a abertura de um julgamento para definir as punições.
“Esse resultado é uma vitória para milhões de consumidores que escolheram ler os livros eletronicamente”, disse Bill Baer, diretor da divisão antitruste do Departamento de Justiça, em comunicado. “Essa decisão da corte é um passo importante para reverter os danos causados pelas ações ilegais da Apple.”
Apelação. Em comunicado, a Apple manteve sua defesa de que as acusações são falsas e disse que vai apelar da decisão desta quarta-feira.
“A Apple não conspirou para fixar os preços de e-books”, disse o porta-voz da Apple Tom Neumayr. “Quando nós lançamos a iBookstore em 2010, demos aos consumidores mais opção, acrescentando mais inovação e concorrência que este mercado tanto necessitava, quebrando o monopólio da Amazon sobre a indústria editorial. Não fizemos nada de errado.”
No ano passado, a Apple fez um acordo em uma outra ação antitruste sobre o preço de livros digitais com a Comissão Europeia, sem admitir ter adotado práticas erradas.
O suposto conluio das empresas começou no fim de 2009 e continuou até o início de 2010, e coincidiu com o lançamento do iPad no mercado. Somente a Apple foi a julgamento, enquanto as editoras concordaram em pagar mais de US$ 116 milhões em compensações aos consumidores. As editoras incluem o Grupo Hachette , a HarperCollins, a Pearson, a Simon & Schuster e a Macmillan.
/ REUTERS
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quinta-feira, 16 de maio de 2013

A cidade gosta do agronegócio

José Luiz Tejon Megido
Mal me quer, bem me quer? A Associação Brasileira de Agribusiness (Abag) e o Núcleo de Agronegócio da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) queriam saber o quanto a população urbana brasileira percebia como importante ou não, e em que dimensão, o agronegócio. Também sobre os agricultores e as atividades envolvendo esse macrossetor, que - integrando todos os seus elos do antes, dentro e pós porteira das fazendas - significam algo em torno de R$ 1 trilhão do produto interno bruto.

Os dados foram apresentados na pesquisa sobre a percepção da população urbana brasileira dos grandes centros populacionais sobre o agronegócio e desvendam consideráveis mudanças na imagem que o urbano faz do novo agro nacional.

Os principais dados apontam para 81,3% da população considerando o agronegócio "muito importante" para a economia nacional. Nos casos em que os respondentes têm ensino superior, a importância máxima atribuída chega a 97,2%. No aspecto relativo à importância dos agricultores para a vida dos brasileiros, 83,8% avaliam essa atividade como muito importante. E o produtor figura ao lado das demais quatro atividades mais importantes, na percepção do cidadão urbano: médico (97,1%), professor (95,8%), bombeiro (94,3%) e policial (83,9%). Na Região Nordeste o agricultor recebe a avaliação máxima de 92,8%. Perguntado sobre "qual país tem o agronegócio mais desenvolvido", o povo coloca o Brasil como campeão mundial - tudo isso no reino das percepções, pois se avançamos muito ainda temos gargalos e deficiências consideráveis para sermos considerados o número um nesse setor, à frente de Estados Unidos, China e Japão, entre outros.

Quanto aos setores considerados os "mais avançados" e "orgulho nacional", o agronegócio, na média do País, ocupa o quinto lugar, atrás dos de mineração, petróleo, automobilístico, construção e eletroeletrônica, porém à frente de bancos, transporte, educação e saúde. Entretanto, no Centro-Oeste o agronegócio figura ao lado de mineração e petróleo, considerado o mais avançado e "orgulho nacional".

As profissões mais associadas ao agronegócio são as de 1) agrônomo, 2) engenheiro ambiental, 3) peão, 4) médico veterinário, 5) administrador e 6) nutricionista. Isso também é revelador sobre o conceito de "cadeia", em que o cidadão e consumidor da cidade guarda uma visão de que o campo é originador de muitos produtos transformados e, obviamente, dos alimentos e bebidas, como core dessa função. Da mesma forma, meio ambiente, consumo de água e "estilo country" de ser são três ângulos presentes e percebidos como aspectos que marcam o agro na preocupação dos cidadãos urbanos, que também apontaram consciência a respeito da ciência, da tecnologia e da pesquisa para poder atuar na nova agropecuária. Como aspecto cultural, culinária, música, feiras e festas são ingredientes considerados pelo urbano como presentes na sua vida, vindos lá do campo.

Se nos últimos 30 anos mudaram extraordinariamente a cidade, o consumidor e o cidadão, da mesma forma o agronegócio não é mais o mesmo. E a cidade grande - os 12 maiores contingentes populacionais do Brasil e, consequentemente, os 12 principais colégios eleitorais (as cidades pesquisadas) - alterou suas percepções sobre um campo antigo, atrasado, dominado por barões, coronéis e reis do gado extensivo para um novo campo com tecnologia, educação e novos profissionais e profissões.

Qual a importância disso?
Muda significativamente o olhar das lideranças do próprio setor sobre si mesmas e sobre o que a cidade pensa. E deveria alterar a atenção e a velocidade da gestão e da governança pública, de políticos e de executivos, responsáveis pelos pontos mais frágeis do agronegócio do País hoje: infraestrutura pós-porteira das fazendas, burocracia, tributação caótica e necessário planejamento, seguro e ambiente propício à organização das cadeias produtivas entre elas mesmas.

Precisa mudar o jogo perde-perde, como assistimos nas relações entre produtores de trigo e moinhos, entre citricultores e processadores, por exemplo. E isso vale para quase tudo: o leite, o cacau, a cevada, o café, o frango, o suíno, o milho, a mandioca, a banana, o pepino, a alface, o feijão, o arroz, até o atualmente famoso tomate, etc.

A cidade percebe o agronegócio como sendo não dependente de subsídios governamentais, ou seja, uma atividade muito mais privada. E ainda coloca esse setor da economia em níveis comparativos ao segmento da construção do ponto de vista da empregabilidade. São suas percepções.

A palavra "agronegócio" não é ainda decodificada pela maioria da população. Ao ser perguntado de forma espontânea, esse termo conta com 40% de "não sei dizer". A Região Sudeste é a que menos sabe espontaneamente sobre o segmento, comparativamente às demais regiões. Entretanto, mais de 55% dos entrevistados declararam ter de algum a muito interesse sobre o setor.

Na população mais jovem, de 16 a 24 anos, a desinformação acerca do agronegócio é mais acentuada do que nas outras faixas etárias, o que exige das lideranças contemporâneas do agro uma atitude moderna da governança de redes sociais. Porque, se ao mesmo tempo é o jovem o mais desinformado, a pesquisa também revela serem as pessoas com computador e acesso à internet exatamente as mais bem informadas sobre a visão da cadeia de valor do agronegócio e do seu entorno.

A cidade mudou, o campo também. Uma nova ordem para essa governança passa a ser necessária. O fato novo: a cidade gosta do agronegócio!
Fonte: www.agrolink.com.br 

COMENTÁRIOS DO BLOGUEIRO:
Estive presente, em abril último, no almoço-reunião promovido pela Abag em um hotel de São Paulo, quando detalharam a pesquisa e seus resultados.

A conclusão de que "A cidade gosta do agronegócio", conforme Tejon explana no texto acima, é algo de que eu sempre compartilhei como visão real, apenas era "desmentido" pelos fatos de que urbanos criticam constantemente o agro, pessoalmente, na mídia e nas redes sociais. Com os resultados da pesquisa cheguei à conclusão, o que antes era apenas uma suspeita, de que os inimigos do agro, efetivamente, são alguns setores da mídia, além de ambientalistas radicais e de segmentos sociais da população, como o MST, além ONGs e, especialmente, de órgãos "técnico-políticos" do Governo Federal, como MDA, MMA, Anvisa, Incra, Ibama, onde abundam radicalismos político-partidários e ideológicos.

Será?

Não tenhamos dúvidas, os inimigos existem, isto é um fato. Não se inventou esse inimigo a troco de nada, a ponto de fazer-se uma campanha com mídia nacional para defender o agro.
Ou então as pesquisas mostram algo errado, um viés monumental, o que não me parece ser a realidade, e os entrevistados, definitivamente, aprenderam a mentir em uníssono quando estão sendo entrevistados, e respondem de forma politicamente correta às questões formuladas a eles.

Alguém tem outra opinião, entre os leitores deste blog?
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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Meu filho, um dia tudo isso será teu - 3ª edição!

Richard Jakubaszko
E ainda falam que brasileiro não lê...  
Pois tenho a alegria de informar a saída de gráfica da 3ª edição do meu livro, capa ao lado, lá pela Editora UFV, da Universidade Federal de Viçosa, MG.

Ao clicar na capa do livro os interessados poderão adquirir o mesmo, direto da Editora UFV, pelo valor de capa de R$ 38,00 mais despesas postais.

Aos que desejarem manter contato com o autor e blogueiro, inclusive para agendar palestras sobre o tema da sucessão, use o fone 11 3879.7099 ou por comentário no espaço abaixo.

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quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Meu filho, um dia tudo isso será teu, entrevista para a TV DBO.

Richard Jakubaszko
Por ocasião do lançamento do livro "Meu filho, um dia tudo isso será teu", em setembro 2011, Fábio Lamônica e eu recebemos alguns amigos no estúdio da TV DBO, onde concedemos entrevistas, conversamos e bebemos com os muitos amigos e colegas da DBO Editores Associados. Foi uma festinha e tanto, inesquecível, registrada com carinho no vídeo abaixo, para que esses amigos possam relembrar com a gente aqueles bons momentos!

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Quem são nossos heróis?

Richard Jakubaszko
Quem são nossos heróis? Depende cada um, não é verdade? Nossa busca por heróis parece ser construída por um determinismo genético, desde criancinha nos apegamos a eles, e esses ideais míticos mudam conforme avançamos na escala etária da vida, estão sempre próximos daquilo que mais vivenciamos. Nos primórdios da vida os pais estão sempre incluídos entre esses heróis. A partir daí, na "segunda infância", avançamos para os super-heróis dos desenhos animados, ou das revistas em quadrinhos, ou ainda amigos, primos ou irmãos mais velhos, esportistas, e já na juventude retiramos temporariamente os pais da nossa lista de heróis, para recolocá-los no pedestal somente na vida adulta. O quando isso acontece depende de cada um. O que sei é que o retorno dos pais à lista é quase inevitável, são raras as exceções.

Na vida adulta alguns novos heróis podem surgir, na figura de estadistas, artistas talentosos ou escritores, líderes carismáticos, empresários notáveis etc. De minha parte tenho como heróis pessoas comuns, de carne e osso, todos meus contemporâneos, com os quais convivo, ao alcanço do braço ou do telefone. Volta e meia um deles me abandona, e sei vai, muitas vezes sem aviso prévio, chamado compulsoriamente por novos desafios do Divino.

Na verdade, a grande maioria de meus heróis de fato já se foram, restaram poucos ao meu convívio cotidiano, e expressei isto de forma a mais sincera que me foi possível no "dedicatória in memoriam" do livro Marketing da Terra. Uma lista quase interminável de heróis-amigos que perdi, mas que nunca deixei de admirar. No livro "Meu filho, um dia tudo isso será teu" fiz outras digressões sobre o tema dos nossos heróis, estabelecendo as diferenças sob o guarda-chuva das heranças patrimonialistas, pois concretas, e as abstratas, como são as lembranças e os exemplos.

Algumas semanas atrás troquei vários e-mails com um desses meus heróis, o conhecido, reconhecido, e respeitado engenheiro agrônomo da turma de 1936 da gloriosa ESALQ, o Dr. Fernando Penteado Cardoso, com quem tenho a alegria de usufruir contemporaneamente alguns dos prazeres e lutas desta nossa vida de batalhar pela produção de alimentos. Não me lembro exatamente a razão, mas num determinado momento, entre tantos e-mails que se foram e voltaram, que estivemos discordando ideologicamente de uma posição, ou opinião sobre determinado assunto, e passamos ao confronto.

Pois o Dr. Fernando enviou-me então algumas frases, ao estilo de aforismos, ou verdades incontestáveis, desafiando-me a identificar seus autores, também seus heróis, e me pediu os nomes dos meus heróis, os quais desejava conhecer. Respondi que meus heróis eram terrenos, palpáveis, todos ao alcance de meu abraço, e que, entre esses, ele estava incluído na minha short list. Talvez por sincera modéstia o Dr. Fernando nada respondeu ao citado e-mail, e assim continuamos nossas vidas e lutas, sempre juntos, inclusive neste espaço da blogosfera, onde ele se mantém assíduo frequentador, seja como comentarista de temas variados publicados, seja como autor de vários posts campeões de audiência.

Tudo isso para dizer aos amigos do blog que descobri na internet, lá no Youtube, um vídeo interessante, que vale a pena assistir, e que contém uma dessas inesquecíveis manifestações humanas de quem são nossos improváveis heróis do cotidiano, feita pelo testemunho do talentoso pianista João Carlos Martins, em homenagem a também um dos meus amigos-heróis desta passagem terrena. Assistam o vídeo, provavelmente vocês também conhecem o herói do Martins, é um desses de "carne e osso" que constróem com a gente a concreta poesia da vida real, tijolo por tijolo.

Desmistificando o assunto, lembro que não precisamos obrigatoriamente concordar com tudo o que dizem e fazem nossos heróis, devemos apenas admirá-los, e participar com eles de algumas batalhas.

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sábado, 16 de junho de 2012

O mundo está 'acabando com os agricultores'


Richard Jakubaszko
Recebi e-mail do amigo Fernando Penteado Cardoso, engenheiro agrônomo da turma de 1936, da gloriosa ESALQ, e um dos melhores colaboradores deste combativo e insistente blog. No e-mail o Dr Cardoso informa a visão de Jim Rogers, um dos gigantes especuladores de commodities no planeta.

Traduzi e editei a notícia, publicada no MoneyNews/EUA: http://www.moneynews.com/Economy/rogers-world-farmers-food/2012/05/31/id/440775

Caro Richard:
Tenho o prazer de encaminhar matéria de interesse dos futuros produtores, agrônomos e demais envolvidos em atividades agropecuárias. Diz Jim Rogers que o mundo está 'acabando com os agricultores'.
Não é assunto novo, mas vem agora referendado por gente famosa.
Grande abraço,
FC

Jim Rogers: O mundo está 'acabando com os agricultores':
"Produtos agrícolas de base irão servir como investimento lucrativo nos próximos anos", diz o notável investidor de commodities Jim Rogers.

"As economias não sobreviverão bem até que as grandes nações industrializadas paguem suas dívidas e tornem suas economias mais competitivas, o que não vai acontecer da noite para o dia."

"Mas as pessoas precisam comer e, considerando que a procura tem aumentado, com as economias emergentes, como China e Índia, que crescem e trazem milhões de pessoas da pobreza, os preços aumentarão com a oferta reduzida, e esses preços já estão no limite."

"Há muitas maneiras de investir na agricultura. Você pode comprar terras agrícolas, você pode investir em empresas de sementes, empresas de fertilizantes, empresas de tratores — mas o melhor é se tornar um fazendeiro", diz Rogers.
"Os investidores não devem limitar-se aos mercados dos Estados Unidos. Você pode investir em países agrícolas — Canadá é mais agronomicamente orientado do que somos nos EUA. Assim é a Austrália. Há muitas maneiras de investir na agricultura. A melhor maneira é tornar-se um agricultor ou investir em produtos para a agricultura."

"Temos uma escassez de agricultores. A idade média dos agricultores na América e na Austrália é de 58 anos, no Japão é 66, e também no Canadá, os agricultores estão tão envelhecidos como nunca foram na história registrada", diz Rogers.

"O mundo está jogando fora do mercado os futuros agricultores, e assim os preços dos produtos agrícolas têm que ir para o alto", advertiu. "Ou nós não vamos ter qualquer alimento disponível, mesmo a qualquer preço."

"Os preços têm de seguir elevados para atrair trabalho, capital e gerenciamento para agricultura. Mais pessoas na América contemporânea estudam educação física ou public relations do que estudam a agricultura. Nós temos um enorme problema aí pela frente."

COMENTÁRIO DO BLOGUEIRO:
Essa questão do envelhecimento dos produtores rurais é que me fez escrever o livro "Meu filho, um dia tudo isso será teu", juntamente com o advogado Fábio Lamônica Pereira, para alertar aos produtores e seus filhos de que é sempre tempo de preparar a sucessão nas propriedades rurais, mas "enquanto as mãos estão quentes", pois deixar a sucessão para ser resolvida por inventários só desestimula os herdeiros, por vezes tornando irmãos verdadeiros inimigos. Os herdeiros, por falta de preparo, por ausência de vocação e aptidão para o trabalho com a terra, querem a herança e o patrimônio, mas não pretendem continuar o trabalho na terra.

Esclareço que demorei cerca de 9 anos para escrever este livro, mas verifico, escandalizado, que muitos inventários demoram mais tempo do que isso para serem finalizados, deixando nesse meio tempo no mínimo 20% do valor do patrimônio nas mãos de advogados, impostos e taxas cartorárias. O livro já está esgotando a 2ª impressão, agora em julho, e deverá ter uma 3ª impressão, ou então terá a 2ª edição revisada e ampliada, e também 3ª impressão, se o novo parceiro do livro, Francisco Vila, entregar seu novo capítulo até lá.

O livro pode ser adquirido diretamente com este blogueiro, pelo fone 11 3879.7099, no horário comercial, ao valor de R$ 35,00 mais frete postal, ou ainda diretamente no site da Editora UFV, da Universidade Federal de Viçosa: http://www.editoraufv.com.br/produtos/meu-filho-um-dia-tudo-isso-sera-teu
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segunda-feira, 28 de maio de 2012

"Meu filho, um dia tudo isso será teu", no Canal Rural.

Richard Jakubaszko
Mais uma vez estive no Canal Rural para dar uma entrevista, desta feita para o programa Bom Dia Campo, onde a apresentadora Renata Maron, dia 22 de maio último, debateu comigo as propostas que mostro no livro "Meu filho, um dia tudo isso será teu", escrito em parceria com o advogado Fábio Lamônica Pereira, e que trata da sucessão familiar em propriedades rurais.
O livro, lançado em outubro 2011, já se encaminha para a 3ª impressão, devido à ótima receptividade encontrada junto aos produtores rurais, e tem permanecido, todo esse tempo, na lista das obras Top 10 mais vendidas da Livraria UFV.

Lembro que o livro pode ser adquirido apenas no site da Universidade Federal de Viçosa, através do site http://www.livraria.ufv.br em pesquisa pelo título da obra, ou ainda com este autor, através do fone 11 3879.7099, pelo custo de R$ 35,00 mais taxa postal. Reitero a informação de que o livro não está à venda em livrarias.
Abaixo a entrevista ao Bom Dia Campo:


domingo, 25 de março de 2012

Meu filho, um dia tudo isso será teu: 2ª impressão.

Richard Jakubaszko
Registro com enorme alegria e indisfarçável orgulho a informação de que o livro em epígrafe, de minha autoria e do advogado Fábio Lamônica Pereira, editado e lançado em outubro último, pela Editora UFV, da Universidade Federal de Viçosa, MG, a partir desta segunda-feira, 26 de março, inicia a comercialização da sua 2ª impressão.

Como tenho dito a amigos, a alegria justifica-se pelo fato de que editar um livro no Brasil tem enormes dificuldades, mas que imprimir uma 2ª edição é a demonstração de que o conteúdo agradou aos leitores.

A obra não está à venda em livrarias comerciais. 
O exemplar custa R$ 35,00 e pode ser adquirido com o autor, através do fone 11 3879.7099 ou no site da livraria virtual da Editora UFV, basta clicar na capa do livro.
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terça-feira, 22 de novembro de 2011

Tem herança a deixar ou a receber?

Richard Jakubaszko

Livro aborda sucessão e herança no agronegócio
Lançado em outubro de 2011, o livro "Meu filho, um dia tudo isso será teu", de autoria do jornalista Richard Jakubaszko, juntamente com o advogado Fábio Lamônica Pereira, mostra os caminhos de como se estabelecer a continuidade do negócio na área rural, e, principalmente, como transmitir a vocação e a aptidão, o carinho para se trabalhar com a terra. Conforme comenta Richard "levei quase 10 anos para escrever o livro, mas isso é menos tempo do que levam alguns inventários para serem concluídos, por isso a leitura do livro é recomendada, para se resolver a sucessão enquanto as mãos estão quentes".

Editado pela Editora UFV (Universidade Federal de Viçosa, MG), o livro tem 145 páginas, com ótimas ilustrações, custa R$ 30,00 (mais tarifa postal) e pode ser adquirido no site http://www.editoraufv.com.br/produtos/meu-filho-um-dia-tudo-isso-sera-teu

Demétrio Costa registrou no prefácio: "Felizes daqueles que podem deixar muito mais que bens, mas felizes também aqueles que, possuindo patrimônio a legar, tenham sorte, justiça e sabedoria para comandar em vida a transferência do que conservaram e ampliaram ou construíram.
Esta obra é um convite à reflexão sobre um tema raramente tratado fora da literatura jurídica, mesmo na imprensa. É uma espécie de tabu tanto para quem tem patrimônio a deixar, e considera que este não é um problema seu e sim de seus herdeiros, quanto para os herdeiros que, por pudor ou respeito, evitam mais ainda o assunto, arrastando-o para o momento inevitável, quando as coisas terão que ser definidas nem sempre tão bem quanto poderiam em hora mais oportuna.

O autores abordam a questão de forma original ao tratá-la do ponto de vista dos costumes e estimulam a ação, sobretudo nos casos que envolvem não apenas bens e outros valores de mais fácil quantificação e divisão, mas principalmente negócios e empreendimentos cuja continuidade seria a coroação de todo o esforço e talento realizador de quem tem o patrimônio a transferir.
Além de definir princípios fundamentais para uma sucessão bem conduzida, como a vocação e aptidão de um ou mais herdeiros para a condução do negócio da família, os autores ressaltam a importância de herdeiros e doadores igualmente terem em conta os fundamentos de qualquer processo de mudança e os riscos inerentes
".

O livro pode ainda ser adquirido com o autor através do fone 11 3879.7099 (hor.com.) ou pelo e-mail richardassociados (sinal de arroba) yahoo.com.br

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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Canal Terra Viva, entrevista.

Richard Jakubaszko
Com o lançamento do livro "Meu filho, um dia tudo isso será teu" programado para amanhã, 27 de setembro, terça-feira, lá na DBO, estes dias foram de entrevistas, e o vídeo abaixo mostra a conversa que tive hoje com Otavinho Ceschi Jr, no Conversa franca, do programa Dia a Dia Rural, do Terra Viva.

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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Entrevista Canal Rural

Richard Jakubaszko
Fui a "estrela" do jornal do meio-dia de hoje no Canal Rural, uma estrela, evidentemente, depois da moça do tempo e das cotações do dia... Entrevista conduzida pela jornalista Renata Maron, em que comentei sobre o livro "Meu filho, um dia tudo isso será teu", a ser lançado terça-feira, dia 27 setembro próximo, lá na DBO.

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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Meu filho, um dia tudo isso será teu. Saiu do prelo!

Richard Jakubaszko
Finalmente o livro saiu do prelo, e demorou mais do que muito inventário... Isto, por causa da greve que ainda persiste na UFV (Universidade Federal de Viçosa, MG), desde o início do ano.
Dia 27 setembro, terça-feira, eu e Fábio Lamônica faremos o lançamento aqui em São Paulo, nos estúdios da TV DBO, na rua Dona Ana Pimentel, 133 - Perdizes, a partir de 17:30 horas, e até 20:00 horas, quando receberemos os amigos com um bom vinho e degustação do excepcional melão Rei da Itaueira, e muita prosa boa. Apareça pra jogar uma conversa fora e rever muitos amigos.

O livro foi viabilizado através do apoio cultural do SINDAN - Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal, com incentivo dos amigos Sebastião da Costa Guedes e Emílio Carlos Salani.
 
Aos interessados em adquirir o livro, recomendo a aquisição diretamente no site da livraria da UFV (141 p., R$ 30,00 - na Universidade Federal de Viçosa), e que pode ser acessado neste link: http://www.editoraufv.com.br/produtos/meu-filho-um-dia-tudo-isso-sera-teu

Sinopse:
Felizes daqueles que podem deixar muito mais que bens, mas felizes também aqueles que, possuindo patrimônio a legar, tenham sorte, justiça e sabedoria para comandar em vida a transferência do que conservaram e ampliaram ou construíram.

Esta obra é um convite à reflexão sobre um tema raramente tratado fora da literatura jurídica, mesmo na imprensa. É uma espécie de tabu tanto para quem tem patrimônio a deixar, e considera que este não é um problema seu e sim de seus herdeiros, quanto para os herdeiros que, por pudor ou respeito, evitam mais ainda o assunto, arrastando-o para o momento inevitável, quando as coisas terão que ser definidas nem sempre tão bem quanto poderiam em hora mais oportuna.

O autor aborda a questão de forma original ao tratá-la do ponto de vista dos costumes e estimula a ação, sobretudo nos casos que envolvem não apenas bens e outros valores de mais fácil quantificação e divisão, mas principalmente negócios e empreendimentos cuja continuidade seria a coroação de todo o esforço e talento realizador de quem tem o patrimônio a transferir.

Além de definir princípios fundamentais para uma sucessão bem conduzida, como a vocação e aptidão de um ou mais herdeiros para a condução do negócio da família, Jakubaszko ressalta a importância de herdeiros e doadores igualmente terem em conta os fundamentos de qualquer processo de mudança e os riscos inerentes.

Aqui vc tem o link do Google, com o mapa de como chegar nos estúdios da TV DBO, pertinho do parque da Água Branca:  http://maps.google.com.br/maps/ms?vps=3&hl=pt-BR&ie=UTF8&oe=UTF8&msa=0&msid=210960215560804109201.0004acd39e1aec200d91a
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domingo, 17 de julho de 2011

"Meu filho, um dia tudo isso será teu."

Richard Jakubaszko
Está no Youtube uma entrevista que concedemos, Fábio Lamônica Pereira e eu, ao amigo e jornalista Antonio Sérgio Souza, da revista Cafeicultura, em maio último, durante a Agrishow, em Ribeirão Preto. Trata-se da primeira divulgação do livro "Meu filho, um dia tudo isso será teu", a ser lançado em agosto próximo, pela Editora UFV, da Universidade Federal de Viçosa, MG.
Ao Antonio Sérgio Souza nosso muito obrigado pela divulgação do livro e congratulações pela edição da matéria, publicada no site da revista Cafeicultura: http://www.revistacafeicultura.com.br/index.php?tipo=ler&mat=40417

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