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sexta-feira, 14 de março de 2025

Sarney: a entrevista da década na GloboNews

Richard Jakubaszko 
O verdadeiro jornalismo renasce como Fênix ao assistirmos a entrevista do ex-presidente José Sarney na GloboNews hoje (14/03/2025, no seu noticioso Em Pauta, comemorando os 40 anos da redemocratização brasileira.

Sarney, hoje com 94 anos de idade, que irá completar 95 em 25 de abril próximo, demonstrou uma acuidade política,sem contar a lucidez, e uma memória extraordinária ao lembrar de nomes e situações da sua posse como presidente, em que era o vice de um presidente (Tancredo Neves) que ainda não havia tomado posse.

De forma oportuna a bancada de jornalistas da GloboNews abordou a atual situação da política no Brasil, e de como isso deveria ser conduzido para manter o Brasil em um estado democrático. Sarney destacou a reforma política como a mais importante a ser feita, dada a proliferação de mais de 30 partidos no Brasil, e de acabar com o exótico voto proporcional, que leva ao Congresso Nacional políticos sem nenhuma representatividade. Abordei recentemente esse assunto aqui no blog, ver aqui 

Por diversas opiniões e lembranças, por ser um político conservador, mas de uma habilidade extraordinária, Sarney recoloca o Brasil na linha de democracia.

 

 

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terça-feira, 31 de janeiro de 2023

Notícias ou fake news?

Richard Jakubaszko  
A grande mídia combate e critica as fake news, os jornalões e mesmo as TVs exibem seções no jornalismo onde avaliam e criticam as falsidades que circulam nas redes sociais. Esquecem que eles próprios também publicam notícias, engajadas nos interesses políticos e econômicos dos acionistas e de seus anunciantes.

É uma síndrome de causa e efeito. O jornalismo perdeu credibilidade, a sociedade retrocedeu quase um século, não se acredita em mais nada, e de tudo se duvida sobre as barbaridades publicadas, seja na mídia ou nas redes sociais; porque tudo é deturpado, e coloca-se em julgamento por valores morais contemporâneos, especialmente notícias da área política ou que envolvam "famosos", sejam questões polêmicas de gênero ou de interesse sexual. As pessoas parecem ter perdido a humanidade.

O leitor há de concordar que nem sabe onde está a verdade sobre os Yanomamis, o que se vê é um genocídio contra um povo indefeso, mas foi praticado por não se sabe por quem. Da mesma forma o 8 de janeiro de 2023, capítulo vergonhoso de nossa história, onde todo mundo é inocente...
   



 

 

 

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quinta-feira, 19 de janeiro de 2023

Jornal The Guardian revela: mais de 90% das compensações de carbono da floresta tropical são inúteis

Richard Jakubaszko  

Agrofloresta
Em ampla e profunda reportagem o jornal The Guardian mostrou a farsa dos créditos de carbono. No link a seguir o leitor tem a reportagem original, e logo abaixo mostro alguns excertos da matéria, cuja autoria é de um jornalista inglês, cujo nome, ironicamente, é Patrick Greenfield.

https://www.theguardian.com/environment/2023/jan/18/revealed-forest-carbon-offsets-biggest-provider-worthless-verra-aoe


A investigação constatou que:
Mais de 90% das compensações de carbono da floresta tropical pelo maior fornecedor são inúteis, mostra a análise
do jornal;

A investigação sobre o padrão de carbono Verra descobre que a maioria são 'créditos fantasmas' e podem piorar o aquecimento global

Apenas um punhado de projetos florestais de Verra mostrou evidências de reduções de desmatamento, de acordo com dois estudos, com uma análise mais aprofundada indicando que 94% dos créditos não tiveram nenhum benefício para o clima.


A ameaça às florestas foi superestimada em cerca de 400%, em média, para os projetos Verra, de acordo com a análise de um estudo de 2022 da Universidade de Cambridge.


Gucci, Salesforce, BHP, Shell, easyJet, Leon e a banda Pearl Jam estavam entre as dezenas de empresas e organizações que compraram compensações de florestas tropicais aprovadas pela Verra para reivindicações ambientais.


Os jornalistas puderam fazer uma análise mais aprofundada desses projetos, comparando as estimativas feitas pelos projetos de compensação com os resultados obtidos pelos cientistas. A análise indicou que cerca de 94% dos créditos produzidos pelos projetos não deveriam ter sido aprovados.


Os créditos de 21 projetos não tiveram benefício climático, sete tiveram entre 98% e 52% menos do que o reivindicado usando o sistema de Verra e um teve 80% a mais de impacto, segundo a investigação.


Separadamente, o estudo da equipe da Universidade de Cambridge de 40 projetos Verra descobriu que, embora alguns tenham interrompido o desmatamento, as áreas eram extremamente pequenas. Apenas quatro projetos foram responsáveis ​​por três quartos do total de florestas protegidas.


Os estudos usaram diferentes métodos e períodos de tempo, analisaram diferentes gamas de projetos, e os pesquisadores disseram que nenhuma abordagem de modelagem é perfeita, reconhecendo as limitações de cada estudo. No entanto, os dados mostraram amplo consenso sobre a falta de eficácia dos projetos em comparação com as previsões aprovadas pela Verra.


Dois dos estudos passaram no processo de revisão por pares e outro foi lançado como uma pré-impressão.


No entanto, Verra contestou veementemente as conclusões dos estudos sobre seus projetos florestais e disse que os métodos usados ​​pelos cientistas não conseguem captar o verdadeiro impacto no solo, o que explica a diferença entre os créditos que aprova e as reduções de emissões estimadas pelos cientistas.


O padrão de carbono disse que seus projetos enfrentaram ameaças locais únicas que uma abordagem padronizada não pode medir, e trabalha com os principais especialistas para atualizar continuamente suas metodologias e garantir que reflitam o consenso científico. Encurtou o período de tempo em que os projetos devem atualizar as ameaças que enfrentam para capturar melhor os fatores imprevistos, como a eleição de Jair Bolsonaro no Brasil. A Verra disse que já utilizou alguns dos métodos implantados pelos pesquisadores em seus próprios padrões, mas não acredita que sejam adequados para esse tipo de projeto.


Yadvinder Singh Malhi, professor de ciência do ecossistema na Universidade de Oxford e pesquisador sênior de Jackson no Oriel College, Oxford, que não esteve envolvido no estudo, disse que dois de seus alunos de doutorado passaram pela análise sem detectar nenhum erro.


“Este trabalho destaca o principal desafio de perceber os benefícios de mitigação das mudanças climáticas do Redd+. O desafio não é medir os estoques de carbono; trata-se de prever com segurança o futuro, o que teria acontecido na ausência da atividade do Redd+. E olhar para o futuro é uma arte sombria e confusa em um mundo de sociedades, políticas e economias complexas. O relatório mostra que essas previsões futuras foram excessivamente pessimistas em termos de taxas básicas de desmatamento e, portanto, superestimaram amplamente seus benefícios climáticos do Redd+. Muitos desses projetos podem ter trazido muitos benefícios em termos de capacidade de conservação da biodiversidade e das comunidades locais, mas os impactos nas mudanças climáticas em que se baseiam são, lamentavelmente, muito mais fracos do que o esperado. Eu gostaria que fosse diferente, mas este relatório é bastante convincente.”

No livro "CO2 aquecimento e mudanças climáticas: estão nos enganando?" mostro outros detalhes da gigantesca farsa ambiental internacional, tanto do ponto de vista de ações para salvar a Amazônia como a inexistência de provas científicas para comprovar que existe o aquecimento global, seja antropogênico ou não.

 

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sexta-feira, 7 de outubro de 2022

DOCUMENTÁRIO Xadrez da ultradireita mundial à ameaça eleitoral

Richard Jakubaszko   
O vídeo abaixo é um documentário preparado pelo Jornal GGN, editado e narrado pelo jornalista Luís Nassif, sobre como a ultradireita mundial foi preparada e se torna uma ameaça às democracias. É um trabalho de fôlego do jornalismo independente.

 

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sábado, 23 de julho de 2022

Varíola dos macacos vira emergência global

Richard Jakubaszko
Manchete da Folha de SP e do UOL, neste sábado, 23/7/22, https://noticias.uol.com.br/colunas/jamil-chade/2022/07/23/oms-declara-emergencia-internacional-por-variola-do-macaco.htm - mostra que os cientistas, mais uma vez discordam entre si, diante do fato de declarar ou não a doença como uma emergência global (não é epidemia global, como o Covid-19, há diferenças sensíveis nisso). Depois de votação na OMS a doença acabou por ser declarada como emergência global.


A principal semelhança com o Covid-19 é que a varíola dos macacos é também uma virose, com alta taxa de transmissibilidade. Ela esteve nos últimos anos circunscrita ao continente africano. Mas ela não tem taxa de mortalidade elevada, conforme o jornal, tendo como fonte a OMS. A mortalidade é de cerca de 10% entre os que foram contaminados pelo vírus. Na verdade, a varíola dos macacos, grosso modo, é muitas vezes mais letal do que o Covid-9, basta analisarmos as estatísticas. O Brasil teve mais de 32 milhões de casos de Covid-9 com quase 675 mil óbitos. Ou seja, pouco mais de 5% dos doentes no Brasil morreram pela virose. Desconsideremos o fato de que o Brasil teve uma das mais altas taxas de mortalidade, pelo descaso do Ministério da Saúde com a epidemia, seja na disponibilização de uma estrutura hospitalar para atendimento aos doentes, que foi o caso dos respiradores, seja na aquisição de vacinas, ou mesmo com tratamentos inadequados como a cloroquina.


A grande diferença da Covid-19 entre os contaminados com a varíola dos macacos é que 90% dos doentes são homens que tiveram relações sexuais com outros homens. Ou seja, a maioria esmagadora dos contaminados são gays, assim como foi o início da epidemia de AIDS no início dos anos 1980. O estigma, que parece estar sendo encoberto pela OMS e outras organizações de saúde, manipula a informação repassada à população, leva o pânico a milhares de pessoas, que ainda estão submetidas ao pânico da epidemia do coronavírus. Apenas no final da matéria do UOL essa informação é revelada com clareza. Num dos destaques da matéria há uma espécie de box, ou janela, onde se evidencia as formas de contágio e meios de combate e controle da doença, em informações baseadas em cientistas ingleses, americanos e até mesmo brasileiros, mas a informação de que 90% dos contaminados são gays é omitida.
Leia aqui: https://www.uol.com.br/vivabem/faq/variola-dos-macacos-sintomas-transmissao-tratamento-e-mais.htm

Isso é uma vergonha para o nosso jornalismo, que está engajado. Não é apenas na questão sobre a mentira do aquecimento que a militância e o engajamento distorce as informações, conforme a opinião do redator ou repórter da matéria. Na minha modesta opinião, o “detalhe” de que 90% dos doentes com varíola dos macacos são gays mostra porque a ONU não declarou a doença como epidemia, e relutou em apontá-la como emergência global.


Há um politicamente correto fedorento no ar, no exercício desse jornalismo engajado, que é nojento e deve ser repudiado por todos os cidadãos conscientes. Aos que discordarem de mim peço que lembrem que sou apenas mensageiro da notícia. Eu não brigo com os fatos, apenas notifico.

 

 

 

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domingo, 23 de janeiro de 2022

O mal que Lula faz à democracia

Richard Jakubaszko  

O Estadão de hoje em editorial tem o título acima em um dos espaços de opinião da diretoria. Não obtive autorização para ler o editorial on line, pois não sou assinante – e nem leitor – do mesmo há mais de 20 anos, por conta da posição radical de centro-direita, e por ser extremamente tradicional e reacionário. Essas posturas levaram o jornal a apoiar insurreições  militares e propostas ditatoriais por diversos momentos de nossa história, desde o movimento constitucionalista de 1932, e o de 1964, para ficar nos dois mais importantes. O primeiro quase nos levou à uma guerra civil, mas foi abafado por Getúlio Vargas, então ditador, mas um desafeto do jornal. O segundo nos levou uma ditadura de 21 anos, e o próprio jornal e seus diretores receberam um troco amargo dos militares, com censura e exílio. Nesses dois episódios o Estadão não aprendeu nada sobre democracia, apoiou golpes e outras aventuras nada democráticas de seus grupos de interesses políticos. Mas Lula é um mal para a democracia, segundo opinião do jornal.

Quando se trata de julgar opositores, como o ex-presidente Lula, um desafeto do jornalão, os editoriais enterram e esquecem a história do próprio país, e passam a acusar o inimigo político sem olhar o próprio rabo. No editorial de hoje o Estadão não indicou ou apontou nenhum fato comprobatório de que Lula faz mal à democracia. Onde, quando, como, o que fez Lula de mal à democracia? Ora, não sou petista, apesar de possuir simpatia por Lula e sua política social e econômica, e tenho a pretensão e o direito de, neste momento, contrariar o Estadão, além de desafiar o jornal a mostrar qual foi o mal que Lula fez à democracia brasileira.


Informo que o jornal poderia até mesmo argumentar que Lula não foi inocentado pelo STF ao provar que o ex-juiz Sérgio Moro foi suspeito ao julgar as ações contra Lula. É verdade, o STF apenas antecipou futuras sentenças, cancelou as sentenças de Moro, mas não inocentou Lula. A inocência de Lula é condição moral, por enquanto, o povo sabe disso, Estadão.

Entretanto, mal à democracia, onde? Lula participou de 3 campanhas à presidência, em 1989, 1994 e 1998, perdendo em todas, mas não contestou os resultados como fez Aécio Neves injustificadamente em 2014. Lula ganhou em 2002 e 2006 e jamais fez perseguições políticas quando esteve no poder. Não cometeu nenhum ato desabonador em relação à democracia. Lula indicou Dilma e a elegeu em 2010. Muitos queriam que Lula se candidatasse em 2010, fazendo como FHC fez em 1998, permitindo a reeleição para presidente. Apesar de seus 87% de aprovação Lula não aceitou a continuidade. Em 2014 Lula declarou que Dilma tinha direito a se candidatar para a reeleição e apoiou a campanha da companheira de partido. Em 2018, após campanha massiva da grande mídia, Lula não entrou na disputa eleitoral por motivos políticos, como se comprovou depois, e não judiciais. Mas não maculou a democracia, não pediu asilo político em outro país, para poder provar sua inocência em solo brasileiro.

O Estadão parece reviver os tempos de uma escolha muito difícil para as eleições de 2022: ou apoia abertamente seu candidato – Sérgio Moro, não declarado ainda – ou voltará a votar e apoiar Bolsonaro?


Então, Estadão, qual o mal que Lula fez à democracia? Se essa pergunta fosse qual o mal que o Estadão já fez à democracia brasileira todos os brasileiros saberiam.


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segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

Carta aberta ao mundo, da mãe de Julian Assange

Richard Jakubaszko  
Subscrevo de forma incondicional o apelo da mãe de Julian Assange, que abaixo reproduzo, ao mesmo tempo envergonhado, como jornalista e blogueiro, por assistir a vergonhosa perseguição feita pelo governo dos EUA a um jornalista e blogueiro australiano por ele ter publicado documentos verdadeiros, mas considerados secretos, contendo terríveis verdades sobre, afinal, quem são os maiores terroristas do planeta.


Carta aberta ao mundo, da mãe de Julian Assange
"A dor de ver o meu filho, que arriscou a vida para denunciar a injustiça, inculpado e privado do direito a um julgamento justo, reiteradamente".
Christine Ann Assange [*]

Há cinquenta anos, quando dei a luz pela primeira vez como jovem mãe, pensei que não podia haver dor maior, mas logo a esqueci quando segurei meu belo bebé nos braços. Chamei-o Julian.

Agora percebo que estava equivocada. Há uma dor maior. A dor incessante de ser a mãe de um jornalista premiado e respeitável, que teve a coragem de publicar a verdade sobre crimes governamentais de alto nível e sobre a corrupção.

A dor de ver o meu filho, que tentou publicar verdades importantes, manchado a nível mundial.

A dor de ver o meu filho, que arriscou a sua vida por denunciar a injustiça, inculpado e privado do direito a julgamento justo, reiteradamente.

A dor de ver um filho saudável deteriorar-se lentamente, porque foi-lhe negada a atenção médica e sanitária adequada em anos e anos de prisão.

A angústia de ver o meu filho submetido a cruéis torturas psicológicas, numa tentativa de romper o seu imenso espírito.

O constante pesadelo de que seja extraditado para os EUA e a seguir passe o resto dos seus dias enterrado vivo em isolamento total.

O medo constante de que a CIA possa cumprir seus planos para assassiná-lo.

A onda de tristeza quando na última audiência vi seu corpo frágil cair exausto por um mini derrame cerebral, devido ao stress crônico.

Muitas pessoas ficaram traumatizadas ao ver uma superpotência vingativa que usa seus recursos ilimitados para intimidar e destruir um indivíduo indefeso.

Quero agradecer a todos os cidadãos decentes e solidários que protestam globalmente contra a brutal perseguição política sofrida por Julian.

Por favor, continuem a levantar a voz aos seus políticos até que seja a única que ouvirão.

Sua vida está nas suas mãos.

#YoSoyAssange
#JusticiaPorJulian

30/Dezembro/2021
[*] Mãe de Julian Assange.


O original encontra-se em https://www.lahaine.org/mundo.php/carta-abierta-de-la-madre

 

 

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

Fake news "oficial"

Richard Jakubaszko  
O professor Ricardo Felício (USP) ficou indignado com a fake news publicada pelo Estadão, em 6 de fevereiro último, quando afirmou em reportagem da editoria "Estadão verifica", que uma postagem deste blog, repercutida por Felício em seu Facebook, seria fake news do professor "negacionista" da USP.

Para chegar a essa avaliação o jornal Estadão usou-se de uma jornalista que se autoproclamou autoridade científica sobre assuntos climáticos, quando determinou que a ciência tem consenso de 97% sobre o aquecimento e as mudanças climáticas.

Quem deseja conhecer com mais profundidade essa pendenga acesse aqui no blog pelo link: https://richardjakubaszko.blogspot.com/2020/02/estadao-publica-fake-news-o-que-dizem.html


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quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

Tem texto demais...

Richard Jakubaszko  
O que é isso, modismo, chavão, ou as novas gerações não gostam de ler?
 

segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Lula, na entrevista para Bob Fernandes

Richard Jakubaszko  
Assista ao vídeo abaixo, e dispa-se de seu ódio, se o tem, livre-se de preconceitos, da entrevista de Lula para Bob Fernandes. É o retrato de um homem indignado, foi isso que percebi, essa minha leitura da entrevista. Um homem que se diz inocente, e sobre o qual os agentes do estado não provaram as acusações publicadas na mídia. Será o tal do lawfare de que tanto falam, a perseguição judiciária?


Não foi com certeza a primeira vez que isso aconteceu na história da humanidade, e muitos inocentes pagaram caro por isso. Julgue você mesmo.

 


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sexta-feira, 2 de agosto de 2019

Moraes (STF) também pede cópia de gravações, acabou o sigilo

Fernando Brito *


“Diante de notícias veiculadas apontando indícios de investigação ilícita contra ministros desta corte [STF], expeça-se ofício ao juízo da 10ª Vara Federal Criminal de Brasília solicitando cópia integral do inquérito e de todo o material apreendido”.

O despac
ho de Alexandre de Moraes, o segundo, depois de Luiz Fux, a pedir cópia dos arquivos apreendidos com os “hackers de Araraquara”.

 
Está evidente que, se existem entre os materiais apreendidos, cópia dos arquivos dos diálogos obtidos pelo The Intercept, já não existe segredo sobre seu conteúdo.

 
A desqualificação das mensagens virou uma estratégia fracassada.

E fracassou mesmo se não há, entre o material apreendido, um arquivo com as conversas entre Moro, Deltan & Companhia.

 
Neste caso, ficaria patente a armação dos tais “hackers”, dos quais só há, até agora, evidências de que era estelionatários.

 
* o autor é jornalista, editor do blog Tijolaço.
Publicado em http://www.tijolaco.net/blog/moares-tambem-pede-copia-de-gravacoes-acabou-o-sigilo/


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quinta-feira, 1 de agosto de 2019

Opinião deformada, ou desinformada?

Geraldo Luís Lino *
No O Globo de 17/julho último, há uma entrevista com o sociólogo espanhol Manuel Castells, na qual ele ajuda a entender boa parte da desordem cognitiva-civilizatória que se abateu sobre nosso país e o planeta em geral, inclusive na questão da mentira do aquecimento, embora não se refira diretamente ao tema. Abaixo, reproduzo a síntese feita no Brasil247 e segue o link para a matéria do Globo (exige cadastro).

https://oglobo.globo.com/sociedade/voces-estao-vivendo-um-novo-tipo-de-ditadura-diz-sociologo-manuel-castells-23812733

247 - Em visita ao Rio, para participar de um Seminário, o sociólogo espanhol Manuel Castells afirmou que o Brasil vive uma nova modalidade de ditadura. Ele disse que a disseminação de informações falsas "conduz o país ao totalitarismo e educação é a única via para reverter o quadro."

A jornalista Paula Ferreira perguntou ao sociólogo: "Hoje, no Brasil, há pessoas que dizem que o nazismo era de esquerda, que as vacinas são ruins e que a terra é plana. Como isso é possível na era da informação?"

Castells respondeu:

"primeiro, as pessoas não funcionam racionalmente e sim a partir de emoções. As pesquisas mostram cientificamente que a matriz do comportamento é emocional e, depois, utilizamos nossa capacidade racional para racionalizar o que queremos.

As pessoas não leem os jornais ou veem o noticiário para se informar, mas para se confirmar. Leem ou assistem o que sabem que vão concordar. Não vão ler algo de outra orientação cultural, ideológica ou política. A segunda razão para esse comportamento é que vivemos em uma sociedade de informação desinformada. Temos mais informação do que nunca, mas a capacidade de processá-la e entendê-la depende da educação e ela, em geral, mas particularmente no Brasil, está em muito mau estado.

E vai ficar pior, porque o próprio presidente acha que a educação não serve e vai cortar os investimentos na área. Por um lado, temos mundos de redes de informação, de meios que invadem o conjunto de nosso pensamento coletivo, e ao mesmo tempo pouca capacidade de educação das pessoas para entender, processar, decidir e deliberar. Isso é o que chamo de uma era da informação desinformada."

* o autor é geólogo e escritor.

PITACO DO BLOGUEIRO:Informação deformada” seria melhor e mais adequada, em minha opinião.

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sábado, 20 de julho de 2019

Bolsonaro: a Amazônia é do Brasil, não é de vocês.

Richard Jakubaszko 


Não votei em Bolsonaro para Presidente do Brasil, não concordo com a maioria das opiniões dele e de seus ministros. Quem me conhece sabe disso, aqui mesmo no blog tenho feito inúmeras críticas a ele e ao seu governo.


Bolsonaro é tosco, despreparado para as funções que exerce, racista, grosseiro, e tem fixação ideológica absolutamente incoerente.

Hoje, porém, ele merece meu mais entusiasmado aplauso só pela resposta dada ao jornalista estrangeiro, engajado na questão ambiental, que queria encurralar Bolsonaro com a questão da Amazônia, durante conversa do presidente com a imprensa internacional. O jornalista levou uma inesperada chapuletada na orelha. Bolsonaro não foi submisso com a imprensa, apesar de saber que a questão ambiental é um dogma de toda a mídia, especialmente a nossa mídia nativa.

Assistam para ver como foi, e, depois, se desejarem saber as razões de Bolsonaro nessa questão, se preparem para comprar e ler o “CO2 aquecimento e mudanças climáticas: estão nos enganando?”, de minha autoria, pois vem aí a 2ª edição dessa obra, ampliada e revista.


Nesse ponto, na questão ambiental e da Amazônia, com alguns senões, é evidente, concordo plenamente com Bolsonaro. Aliás, saibam que fui o pioneiro em falar sobre o ponto levantado por Bolsonaro, de que ONGs e diversos países se preparam para tornar boa parte da Amazônia área internacional, ou seja, vão tentar tomar a Amazônia de todos nós.

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domingo, 16 de junho de 2019

Greenwald dá entrevista à TV americana e explica tudo até agora

Richard Jakubaszko  
No vídeo abaixo, Glenn Greenwald, do blog The Intercept, revela aos americanos o que acontece no Brasil, e o caos generalizado que suas denúncias provocaram.

Greenwald, entretanto, não revela sobre o que tem ainda a divulgar, mas a gente não precisa ter muita imaginação pra saber que falta muita coisa para mostrar. Faltam outros áudios de conversas com os procuradores, faltam mensagens de texto com gente do governo, com juízes do TRF4 (esses devem ser os mais saborosos...), sem contar mensagens com membros do Dept. de Justiça americano, afinal, o grande inimigo de Greenwald não é o Ministério Público do Brasil, ou o Moro, nem mesmo a TV Globo. O grande inimigo do Greenwald é a CIA, desde o caso do Wikileaks / Snowden.

Então, aguardemos, tá só no começo. Greenwald, com certeza, quer ganhar mais um Prêmio Pulitzer...
Assistam o vídeo, onde Greenwald foi entrevistado...


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