Richard Jakubaszko
Sonho de consumo de milhões de pessoas.
As duas máquinas abaixo andaram por estradas brasileiras este ano, mas uma Ferrari tem dificuldade enorme de andar em nossas cidades ou estradas, porque o centro de gravidade é muito baixo, e qualquer buraco ou depressão no asfalto faz a lataria se esfregar no chão. Ou seja, nós brasileiros não poderíamos ter uma Ferrari no Brasil, porque quase impossível rodar por aí.
Mas, que são lindas, isto são.
Ferraris F40 e F50 pela primeira vez juntas no Brasil
O Dream Route, maior rally de luxo do país, largou com 50 superesportivos trazendo o inédito encontro de dois raros modelos da Ferrari.
25/09/2018 - Imagine você olhar pelo retrovisor e aparecer uma, duas, três...dez Ferraris, cinco Lamborghinis e mais um monte de superesportivos. Isso rolou para quem estava rodando pelo sul do Brasil naquela semana. Foi a sexta edição do Dream Route, o maior rally de luxo da América Latina.
O evento começou dia 27 de setembro e foi até domingo 30 de setembro, com largada em Florianópolis, passagem por Balneário Camboriú e chegada em Bento Gonçalves, cruzando a belíssima rota do sol na serra gaúcha.
Estavam confirmados mais de 50 superesportivos, diversos carros da Mercedes, Audi, Porsche e muitos outros. Entre as Lamborghinis foram dois modelos da Aventador e dois da Gallardo, além de uma rara Lamborghini Diablo. Além de 10 Ferraris, com destaque absoluto ao inédito encontro num evento nacional de dois ícones da marca, a F50 e a F40.
Ferrari F50 - Equipada com motor 4.7 V12 de 520 cavalos, capaz de atingir os 325 km/h. Foi apresentada em 1995 para comemorar os 50 anos da marca. Outra característica é o seu interior espartano, sendo o ar condicionado o único item de conforto. Som só do ronco do motor.
A capota da Ferrari F50 é rígida, algo que na época era uma novidade, e o motorista deveria escolher se sairia da garagem com ou sem capota, já que não havia espaço para levar o teto no carro. Com apenas 349 unidades, é um dos modelos mais cobiçados da marca.
O modelo que participou da Dream Route é ainda mais raro, pois é uma pré-série. Uma das 3 que existem no mundo. Segundo o proprietário, a F50 é o único carro do mundo até hoje que tem um motor de F1 espetado num carro de rua. “É o mesmo motor da Ferrari de F1 da temporada de 1990, pilotada por Prost e Mansel. Juntos, naquele ano, eles venceram seis provas, e Prost foi vice-campeão. O Senna foi o campeão e o Piquet ficou em terceiro”, relembra.
O motor, claro, foi redimensionado para a F50, numa rotação menor. Mesmo assim é um canhão. “Ele atinge a potência máxima entre 8 mil e 8,5 mil giros. Mas eu já acelerei até 9 mil giros e ele não cortou”, diz o empresário que também é piloto federado, com muita experiência em pistas. “É um carro muito forte, leve, feito em fibra de carbono, pesa apenas 1.200 quilos, além disso é largo e baixo e tem uma ótima aerodinâmica, as asas o deixam grudado no chão. Em Interlagos, por exemplo, o traçado dele é completamente diferente dos outros. É o melhor carro que já pilotei numa pista”, completa.
Mas para andar de F50 na cidade, na rua… aí o bicho pega. “Muito complicado...diferente dos superesportivos de hoje, a F50 é baixa e a suspensão rígida, não ativa, e os buracos, valetas, lombadas e irregularidades são cruéis. Tem que ir bem na boa”, diz.
Ferrari F40 - Antecede a F50 e foi produzida entre 1987 e 1992 por ocasião dos 40 anos da Ferrari. As características são bem semelhantes, como o interior espartano, baixo peso, muita potencia e estilo. A F40 teve também teve uma baixa produção, apenas 1.315 unidades, todas na cor vermelha.
Então o esportivo mais poderoso do planeta, podia alcançar máxima de 324 km/h, com aceleração de 0 a 100 km/h em 4,1 segundos. Tudo fruto da mistura do baixo peso (1.100 quilos para um modelo de 4,36 m de comprimento) e do motor V8 central-traseiro, longitudinal, 2,9 litros, 32 válvulas, com dois turbos, com 478 cv.
A Ferrari F40 que participou do evento é uma das poucas que rodam no Brasil e quem cruzou com a Dream Route teve a rara oportunidade de ver esse superesportivo de perto rodando ao lado de uma F 50. Show!
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quarta-feira, 7 de novembro de 2018
sábado, 8 de julho de 2017
Carro elétrico? Agora até a Volvo imbecilizou...
Richard Jakubaszko
Vejo notícias na internet do lançamento do novo carro da Volvo, elétrico.
O release dizia mais ou menos isso:
A montadora sueca Volvo Cars anunciou nesta quarta-feira que somente a partir de 2019 lançará modelos elétricos ou híbridos, com o que promete um “fim histórico” dos veículos equipados com motor de combustão.
O grupo, propriedade da empresa chinesa Geely, espera lançar cinco modelos integralmente elétricos entre 2019 e 2021, três sob sua marca e duas sobe a da Polestar, assim como uma série de modelos híbridos.
"Este anúncio marca o fim dos carros equipados apenas com um motor a combustão” declarou o presidente da Volvo, Håkan Samuelsson, em um comunicado.
Segundo um porta-voz, a montadora sueca continuará fabricando, além de 2019, os modelos a gasolina e diesel lançados antes desta data, mas estes serão progressivamente substituídos pela chegada de modelos mais limpos.
O grupo sueco tem a ambição de vender um milhão de veículos elétricos antes de 2025, data na qual deseja que suas operações de produção se convertam em “climaticamente neutras”.
COMENTÁRIO DO BLOGUEIRO:
Se o objetivo do lançamento do carro elétrico for para evitar poluição nas grandes cidades, está de conformidade com a imbecilidade planetária que acredita que a emissão de CO2 está aquecendo o planeta e que provoca as tais mudanças climáticas. Até que é bem-vindo, pois anda insuportável o ar nas grandes cidades, especialmente no Brasil, onde o diesel, por exemplo, tem elevada participação de enxofre, e a gasolina de chumbo, altamente maléficos para a saúde humana.
Agora, se o lançamento está na corrente de reduzir emissões de GEE (os imbecilizados gases de efeito estufa), está tudo errado.
Vejamos que, se o carro da Volvo e os demais elétricos, não consumirem gasolina (ou diesel), que são combustíveis fósseis, irão ser movidos a eletricidade, ou melhor, por baterias, acumuladores de energia. Logo, teremos dentro em breve, espalhados pelas cidades, postos de energia elétrica, para reabastecer as baterias. E postos de troca de baterias carregadas por aquelas descarregadas, ou arriadas de vez.
Pergunto: de onde virá toda essa energia elétrica? Das nossas hidrelétricas? Porque colocar placas de silício no teto dos automóveis, para captar energia solar e transformar isso em energia elétrica suficiente para movimentar os automóveis, dando a eles autonomia de percurso, não é ainda possível diante dos conhecimentos científicos existentes, sem contar que há dias chuvosos, quando a captação da energia solar reduz mais de 90%, mas de toda forma à noite seria impossível o uso do carro em estradas, seria apenas para pequenos percursos urbanos. Então, haveria a necessidade dos postos de energia elétrica. Para reabastecer os carros.
Como é que a Volvo, e as demais montadoras, imaginam que se irá produzir energia elétrica adicional suficiente para atender essa futura demanda? Termoelétricas, movidas a carvão? Ou teremos novas hidrelétricas? Essas hidrelétricas que os biodesagradáveis e as ONGs inviabilizam com tantas ações (só Belo Monte já teve mais de 24 paralisações, por ações de ambientalistas e procuradores histéricos com a construção delas, pois impedem a piracema).
No Brasil, inventamos e usamos agora a hidrelétrica de "fio d'água", ou seja, destruiu-se o princípio elementar de que hidrelétrica estoca água em grandes represas, porque a água é a matéria prima que produz energia elétrica, e a torna a fonte mais barata de energia elétrica do mundo. Mais barata, a mais eficiente e a mais confiável. Não é possível estocar vento e nem energia solar para o volume de energia elétrica requerido pelo tanto de usuários existentes, é muita gente e muito carro, portanto, muita demanda.
Termoelétricas a carvão para abastecer os carros elétricos, nem pensar, não é? Iria piorar a emissão de GEE, de tal maneira que a economia na emissão de GEE nos motores a combustão seria ridícula diante do aumento das emissões dos fósseis, como carvão ou diesel, e até mesmo gás natural.
Ou as montadoras estariam apostando em energia nuclear, para gerar energia elétrica que terá de abastecer as baterias?
Pode ser, então só desejo lembrar que Angra II ainda está em construção, faz mais de 30 anos. Angra III só deverá estar pronta em 2026. Mesmo assim, teríamos a necessidade de instalar pelo menos umas 4 ou 5 novas usinas nucleares Brasil adentro. Acho que não há dinheiro para tanto.
O fato de as montadoras, inclusive a Volvo, se encaminharem para a produção de carros elétricos e híbridos, mostra preocupação apenas com o lado ambiental urbano, e esquece que energia elétrica é o principal problema do planeta, é o maior gargalo a impedir o crescimento das atividades produtivas, especialmente no Hemisfério Norte. Foi a guerra entre os detentores dessas fontes de energia, de um lado energia nuclear, eólica e solar, e de outro o carvão, gás natural, atualmente o xisto, as hidrelétricas, mais a indústria petrolífera, que provocou essa polêmica mentira do aquecimento e das mudanças climáticas, uma guerra emocional que praticamente conseguiu demonizar o CO2, um autêntico assassinato de reputação com esse gás, que é o gás da vida, e sem o qual não haveria vida no planeta. Sem CO2 não há plantas, porque não há como elas fazerem fotossíntese, e sem plantas não temos gado, e sem plantas e gado a humanidade não tem alimento. Aliás, nós humanos somos também carbono,
De quebra, a França anunciou na semana passada que proibirá a circulação de carros movidos a diesel e gasolina a partir de 2040. Mas não informou quais as fontes de propulsão que serão permitidas. Etanol não é possível, não existem áreas de terras suficientes no planeta para plantar tanta cana ou milho.
Até o momento, essa futura proibição anunciada na França, que se iniciou ano passado, restringiu o uso de carros com mais de 10 anos de fabricação em grandes cidades, como Paris e Lyon, e outras. Em breve isso vai cair, serão carros de até 7 ou 8 anos de fabricação.
Onde haverá tanta energia elétrica disponível?
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Vejo notícias na internet do lançamento do novo carro da Volvo, elétrico.
O release dizia mais ou menos isso:
A montadora sueca Volvo Cars anunciou nesta quarta-feira que somente a partir de 2019 lançará modelos elétricos ou híbridos, com o que promete um “fim histórico” dos veículos equipados com motor de combustão.
O grupo, propriedade da empresa chinesa Geely, espera lançar cinco modelos integralmente elétricos entre 2019 e 2021, três sob sua marca e duas sobe a da Polestar, assim como uma série de modelos híbridos.
"Este anúncio marca o fim dos carros equipados apenas com um motor a combustão” declarou o presidente da Volvo, Håkan Samuelsson, em um comunicado.
Segundo um porta-voz, a montadora sueca continuará fabricando, além de 2019, os modelos a gasolina e diesel lançados antes desta data, mas estes serão progressivamente substituídos pela chegada de modelos mais limpos.
O grupo sueco tem a ambição de vender um milhão de veículos elétricos antes de 2025, data na qual deseja que suas operações de produção se convertam em “climaticamente neutras”.
COMENTÁRIO DO BLOGUEIRO:
Se o objetivo do lançamento do carro elétrico for para evitar poluição nas grandes cidades, está de conformidade com a imbecilidade planetária que acredita que a emissão de CO2 está aquecendo o planeta e que provoca as tais mudanças climáticas. Até que é bem-vindo, pois anda insuportável o ar nas grandes cidades, especialmente no Brasil, onde o diesel, por exemplo, tem elevada participação de enxofre, e a gasolina de chumbo, altamente maléficos para a saúde humana.
Agora, se o lançamento está na corrente de reduzir emissões de GEE (os imbecilizados gases de efeito estufa), está tudo errado.
Vejamos que, se o carro da Volvo e os demais elétricos, não consumirem gasolina (ou diesel), que são combustíveis fósseis, irão ser movidos a eletricidade, ou melhor, por baterias, acumuladores de energia. Logo, teremos dentro em breve, espalhados pelas cidades, postos de energia elétrica, para reabastecer as baterias. E postos de troca de baterias carregadas por aquelas descarregadas, ou arriadas de vez.
Pergunto: de onde virá toda essa energia elétrica? Das nossas hidrelétricas? Porque colocar placas de silício no teto dos automóveis, para captar energia solar e transformar isso em energia elétrica suficiente para movimentar os automóveis, dando a eles autonomia de percurso, não é ainda possível diante dos conhecimentos científicos existentes, sem contar que há dias chuvosos, quando a captação da energia solar reduz mais de 90%, mas de toda forma à noite seria impossível o uso do carro em estradas, seria apenas para pequenos percursos urbanos. Então, haveria a necessidade dos postos de energia elétrica. Para reabastecer os carros.
Como é que a Volvo, e as demais montadoras, imaginam que se irá produzir energia elétrica adicional suficiente para atender essa futura demanda? Termoelétricas, movidas a carvão? Ou teremos novas hidrelétricas? Essas hidrelétricas que os biodesagradáveis e as ONGs inviabilizam com tantas ações (só Belo Monte já teve mais de 24 paralisações, por ações de ambientalistas e procuradores histéricos com a construção delas, pois impedem a piracema).
No Brasil, inventamos e usamos agora a hidrelétrica de "fio d'água", ou seja, destruiu-se o princípio elementar de que hidrelétrica estoca água em grandes represas, porque a água é a matéria prima que produz energia elétrica, e a torna a fonte mais barata de energia elétrica do mundo. Mais barata, a mais eficiente e a mais confiável. Não é possível estocar vento e nem energia solar para o volume de energia elétrica requerido pelo tanto de usuários existentes, é muita gente e muito carro, portanto, muita demanda.
Termoelétricas a carvão para abastecer os carros elétricos, nem pensar, não é? Iria piorar a emissão de GEE, de tal maneira que a economia na emissão de GEE nos motores a combustão seria ridícula diante do aumento das emissões dos fósseis, como carvão ou diesel, e até mesmo gás natural.
Ou as montadoras estariam apostando em energia nuclear, para gerar energia elétrica que terá de abastecer as baterias?
Pode ser, então só desejo lembrar que Angra II ainda está em construção, faz mais de 30 anos. Angra III só deverá estar pronta em 2026. Mesmo assim, teríamos a necessidade de instalar pelo menos umas 4 ou 5 novas usinas nucleares Brasil adentro. Acho que não há dinheiro para tanto.
O fato de as montadoras, inclusive a Volvo, se encaminharem para a produção de carros elétricos e híbridos, mostra preocupação apenas com o lado ambiental urbano, e esquece que energia elétrica é o principal problema do planeta, é o maior gargalo a impedir o crescimento das atividades produtivas, especialmente no Hemisfério Norte. Foi a guerra entre os detentores dessas fontes de energia, de um lado energia nuclear, eólica e solar, e de outro o carvão, gás natural, atualmente o xisto, as hidrelétricas, mais a indústria petrolífera, que provocou essa polêmica mentira do aquecimento e das mudanças climáticas, uma guerra emocional que praticamente conseguiu demonizar o CO2, um autêntico assassinato de reputação com esse gás, que é o gás da vida, e sem o qual não haveria vida no planeta. Sem CO2 não há plantas, porque não há como elas fazerem fotossíntese, e sem plantas não temos gado, e sem plantas e gado a humanidade não tem alimento. Aliás, nós humanos somos também carbono,
De quebra, a França anunciou na semana passada que proibirá a circulação de carros movidos a diesel e gasolina a partir de 2040. Mas não informou quais as fontes de propulsão que serão permitidas. Etanol não é possível, não existem áreas de terras suficientes no planeta para plantar tanta cana ou milho.
Até o momento, essa futura proibição anunciada na França, que se iniciou ano passado, restringiu o uso de carros com mais de 10 anos de fabricação em grandes cidades, como Paris e Lyon, e outras. Em breve isso vai cair, serão carros de até 7 ou 8 anos de fabricação.
Onde haverá tanta energia elétrica disponível?
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segunda-feira, 11 de maio de 2015
Mulher faz baliza "perfeita" no shopping
Richard Jakubaszko
Num shopping na Austrália o improvável acontece. Uma mulher ao volante demora 3 minutos para fazer uma baliza para estacionar de ré, e acaba mudando de ideia e estaciona de frente.
Mais uma vez deu razão aos machistas críticos de que mulher dirige e estaciona mal. Basta uma só cometer as barbeiragens que essa do vídeo nos brindou de forma espetacular pra mulherada levar a fama...
O pior é que, se uma andorinha não faz verão, uma mulher faz a fama das outras...
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Num shopping na Austrália o improvável acontece. Uma mulher ao volante demora 3 minutos para fazer uma baliza para estacionar de ré, e acaba mudando de ideia e estaciona de frente.
Mais uma vez deu razão aos machistas críticos de que mulher dirige e estaciona mal. Basta uma só cometer as barbeiragens que essa do vídeo nos brindou de forma espetacular pra mulherada levar a fama...
O pior é que, se uma andorinha não faz verão, uma mulher faz a fama das outras...
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sexta-feira, 10 de outubro de 2014
Museu Internacional do Automóvel (Torino)
Richard Jakubaszko
Simplesmente genial o Museu Internazionale de Automobile, de Turim (Itália), que tive a grata satisfação de visitar no início deste mês, a convite da CNH New Holland (Grupo Fiat, aliás, sigla de Fábrica Italiana de Automobile de Torino).
Exemplares raros (alguns únicos) de automóveis estão expostos no museu, dos mais antigos aos mais modernos, inclusive exemplares de carros da Fórmula 1 e outros esportivos, tendo a interatividade de apresentações em vídeos, em telas touch screen, para se obter informações detalhadas das máquinas em exibição. Enfim, um museu moderníssimo, com o bom gosto dos italianos.
Abaixo algumas das fotos que obtive durante a visita ao museu. Quem gosta, recomendo, visite o Museu, vale a pena. Sobraram umas 50 fotos, não exibidas aqui, porque o Google não permitiu, estourou o espaço em kbytes e em HPs...
O carro de Leonardo Da Vinci, período da renascença. |
Exemplares raros (alguns únicos) de automóveis estão expostos no museu, dos mais antigos aos mais modernos, inclusive exemplares de carros da Fórmula 1 e outros esportivos, tendo a interatividade de apresentações em vídeos, em telas touch screen, para se obter informações detalhadas das máquinas em exibição. Enfim, um museu moderníssimo, com o bom gosto dos italianos.
Abaixo algumas das fotos que obtive durante a visita ao museu. Quem gosta, recomendo, visite o Museu, vale a pena. Sobraram umas 50 fotos, não exibidas aqui, porque o Google não permitiu, estourou o espaço em kbytes e em HPs...
O automobile de Leonardo Da Vinci, de 1.478. |
Painel com resumo da história. |
Modelo do século XIX, de 1891. |
Modelos de séculos XIX e XX, inúmeros. |
1º veículo autopropelido do mundo (Cugnot, de 1.769). |
Um torpedo automóvel, de 1899. |
Rolls Royce, 1936. |
Isotta Fraschini, 1.929. |
Packard, 1.937. |
O modelo da Citroen (1924) marcou época, sempre de preto. |
Ford Jeep (1941), II Grande Guerra, uma legenda, um mito. |
Jaguard, anos 1970. |
Jaguard, 1970. |
Ferrari 1980, um de seus mais famosos e lindos modelos. |
Fiat 2000, a febre da ecologia chegava, baixo consumo |
Piso de vidro, com o mapa aéreo de Turim, a história na tela. |
Humor sobre o fanatismo do italiano por "máquinas". |
Outro exemplo de humor. |
A Fórmula 1 e a Ferrari, muitas histórias. |
Alfa Romeo, anos 1980. |
Maseratti, outra legenda do automobilismo. |
Muitas Ferraris, imponentes, lindíssimas... |
Esportivos, luxuosos, caríssimos, belíssimos, superlativos. |
O cubismo de Picasso, afinal, é um museu... |
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Lancia Presidencial, 1961. |
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Alfa Romeo, 1975. |
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Fiat, 1932. |
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BMW Isetta, 1962. |
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Fiat, anos 1980 lança conceito van, carro da família. |
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Mais uma Maseratti. |
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A carruagem americana não poderia faltar. |
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