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sábado, 3 de agosto de 2013

Molion no Canal Livre: aquecimento é falso.

Richard Jakubaszko 
A grande mentira do aquecimento global parece entrar em período de desaquecimento. A mídia internacional tem questionado os cientistas sobre a inconsistência científica da ameaça do aquecimento feita pelo IPCC (International Panel Climatic Change, o Painel de Mudanças Climáticas, na sigla em inglês) da ONU. Os adeptos da sinistrose, os ambientalistas, ou, como costumo chamar, os biodesagradáveis, andam muito quietos ultimamente em sua cantilena.

No vídeo, que capturei no Youtube, o leitor do blog poderá assistir a mais recente entrevista do professor e físico Luiz Carlos Molion ao programa Canal Livre, da TV Bandeirantes, sobre diversas questões ligadas ao aquecimento. A rigor, o professor Molion não apresentou nenhuma novidade ou argumento diferenciado em relação a outras entrevistas dele próprio, inclusive no próprio Canal Livre, concedidas meses atrás. Mas é sempre positiva a sua interferência quando fala sobre o tema.

Neste blog tenho contribuído com o debate dessa polêmica questão, na medida em que sou também um cético do aquecimento. Percebo, contrariado, que as pessoas e a própria mídia, não debatem o assunto, apenas aceitam a propaganda massiva feita por grupos de interesses econômicos e políticos, que alardeiam a ameaça do aquecimento. Como a mídia simplifica e até mesmo banaliza o debate, hoje em dia tudo se resume a controlar as emissões de CO2, e esse é um dos perigos da ausência de debates, pois as políticas públicas e os esforços da sociedade concentram-se sobre uma premissa incorreta.

Daí que, como registra a história, chegamos ao "pensamento único", em que um absurdo é repetido ad nauseum e as pessoas aceitam tudo sem nada questionar.
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quinta-feira, 24 de maio de 2012

Dramático vídeo do tsunami japonês

Richard Jakubaszko
Impressionantes imagens gravadas em vídeo por um cinegrafista amador, no momento em que o tsunami arrasava uma pequena cidade no litoral do Japão.

O vídeo já foi assistido por mais de 13 milhões de visitantes, e me foi enviado pelo agrônomo José Maria Fernandes dos Santos, colaborador aposentado e voluntário do glorioso Instituto Biológico, da Secretaria da Agricultura do Estado de São Paulo.

Veja o leitor que é importante sabermos que a espada de Dâmocles continua sobre nossas cabeças, na forma de futuros vazamentos radioativos na usina de Fukushima.
Enviados por Gerson Machado, os links abaixo são muito interessantes de serem visitados, mostram o terror nuclear que a mídia mundial acoberta.

Considerando que usinas nucleares são as únicas alternativas que se contrapõem às usinas térmicas, movidas por combustíveis fósseis, de se produzir energia elétrica lá no Hemisfério Norte, pois eles não possuem rios com quedas para gerar a hidroeletricidade, os ambientalistas e a mídia fazem um favor enorme ao lobby nuclear ao se calar diante dessa tragédia que assola o Japão e toda a região atingida pelo acidente de Fukushima.

Assim, pense bem o leitor deste blog, pois a indústria nuclear é quem financiou e ainda financia a demonização do CO2 e dos gases estufas.
Os links abaixo estão em inglês.
Fukushima Forever

Fukushima Daiichi: The Truth and the Futur
Este é a maior autoridade no mundo sobre o assunto:

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terça-feira, 15 de março de 2011

Medo de radiação: pânico e fuga de Tóquio


Richard Jakubaszko
Despacho da Reuters informa que várias pessoas deixaram Tóquio nesta terça-feira (15) enquanto a maioria dos moradores permaneceu dentro de suas casas em meio a temores de que a radiação de uma usina nuclear atingida pelo terremoto de sexta-feira afete uma das maiores e mais densamente povoadas cidades do mundo.

Apesar das garantias do governo de que os baixos níveis de radioatividade detectados até o momento na capital japonesa "não são um problema", alguns moradores decidiram que permanecer na cidade era simplesmente arriscado demais.

Várias empresas retiraram seus funcionários de Tóquio, visitantes reduziram as férias e companhias aéreas cancelaram voos. A Administração de Aviação dos Estados Unidos informou que está se preparando para redirecionar rotas caso a crise nuclear se agrave.

Os que permanecem na capital japonesa estocam alimentos e outros suprimentos, como água, temendo os efeitos da radiação, que levou pânico à cidade de 12 milhões de habitantes.

No principal aeroporto da cidade, centenas de pessoas se acotovelam nos balcões das companhias aéreas, muitas delas com crianças, para embarcar em voos deixando o país.

"Não estou muito preocupado com outro terremoto. É a radiação que me assusta", disse um japonês, enquanto segurava a filha de cinco anos no aeroporto de Haneda.
A usina nuclear de Fukushima, afetada pelo tremor, está a 240 quilômetros ao norte de Tóquio. Autoridades disseram que a radiação na capital do país estava 10 vezes acima do normal à noite, mas não seria o suficiente para prejudicar a saúde. Mas a confiança no governo está abalada e as pessoas se preparam para o pior.

Muitas lojas não tinham mais arroz, produto essencial no Japão, e as prateleiras que tinham pão e macarrão instantâneo estavam vazias.

Cerca de oito horas depois de novas explosões acontecerem na usina, a agência meteorológica da ONU informou que os ventos estavam dispersando o material radioativo para o oceano Pacífico, distante do Japão e de outros países da Ásia. A Agência Meteorológica Mundial, sediada em Genebra, informou, no entanto, que as condições climáticas podem mudar.

Alguns cientistas fizeram apelos para que a população de Tóquio mantenha a calma. "O material radioativo vai chegar a Tóquio, mas ele é inofensivo ao corpo humano porque ele se dissipará até chegar a Tóquio", afirmou um professor da escola de ciência ambiental da Universidade de Hokkaido.

"Se o vento ficar mais forte, isso significa que o material voará mais rápido, mas também que dispersará ainda mais no ar", disse ele.
E você, o que faria diante desta situação?

Fome também vai causar imigrações
A fome também vai provocar muitas mudanças no planeta. Aliás, a fome já está fazendo muitas mudanças. Ela faz a diferença. Por isso a importância da agricultura. Por isso a importância de se valorizar quem produz alimentos.
Por isso a necessidade de se planejar a velocidade do crescimento demográfico no planeta. Esta é a causa da maioria de nossos problemas.

As mudanças climáticas, com chuvas regionais a mais ou de menos, acirram as necessidades, provocam imigrações. Isso é consequência do egoísmo e do preconceito. Da má distribuição de riquezas.
Consequência do desequilíbrio sem volta, da bestialidade consentida.
A pobreza é a pior de todas as formas de racismo e de preconceito social.
Os imigrantes são rejeitados, escorraçados.

A Europa e os países ricos tentam defender-se, votam em líderes conservadores, neoliberais da direita, alguns deles fascistas, que prometem “soluções” e pioram ainda mais as condições de milhões de inocentes. Esses seres humanos, tais e quais formigas esfomeadas, fogem do que está muito ruim. Buscam a sobrevivência, mas adentram em outros infernos dantescos.

Para onde irão os imigrantes? Os ricos japoneses, com medo da radioatividade, muito provavelmente terão destino certo e serão acolhidos em outros países. Viajam de avião. Eles possuem passaportes, cartões de crédito.
E os mais pobres? Esperam pela nuvem radioativa?
E os fugitivos da fome? Nem passaportes têm, apenas levam a roupa do corpo, carregam crianças como bagagens, fogem da fome.
Tem diferença?
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