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sábado, 20 de junho de 2015

O estupro é inevitável

Richard Jakubaszko
A partir da Encíclica do Papa Francisco o estupro ambientalista contra a humanidade é inevitável. Não falta mais nada.
Não se conhecem as razões que levaram o Vaticano a aderir à causa ambientalista. A chantagem de Al Gore, com a promessa de conversão ao catolicismo, certamente não foi a motivação principal. É provável que conquistar novos adeptos de fé no catolicismo tenha sido uma das mais importantes intenções de o Papa Francisco publicar a Encíclica esta semana, pois a Igreja Católica Apostólica Romana tem perdido fiéis para outros ramos do cristianismo. Aderir ao ambientalismo traria simpatias. Entretanto, não vejo com bons olhos essa tomada de posição da Igreja, mesmo sendo um praticante de fé católica. Até porque, somos todos ambientalistas.

Como profissional de comunicação, entretanto, me preocupa a "leitura" que será feita da Encíclica pela mídia, e de como está sendo divulgada, distorcendo o apelo papal ao bom senso, fazendo parecer que o Papa e o Vaticano aderiram à causa dos que divulgam o aquecimento e as mudanças climáticas. Na verdade, escritas de próprio punho, as palavras do Papa Francisco são sábias, serenas, e de uma clareza "franciscana", como se costuma dizer. O Papa Francisco critica o mau uso dos recursos naturais, a poluição irresponsável, a agressão que se faz à natureza, o consumismo, a exacerbada exploração financeira de tudo o que diga respeito ao meio ambiente, como os créditos de carbomo, e até mesmo recomenda uma menor velocidade do crescimento social e econômico do planeta. Talvez, aqui, o perigo esteja presente.

Ocorre que o AGA - Aquecimento Global Antropogênico, popularmente conhecido como "aquecimento", e ainda as "mudanças climáticas", são plataformas publicitárias de agendas com interesses políticos e comerciais, e a Encíclica Papal, interpretada pelo lado ideológico, deixou os ambientalistas eufóricos.

Estudo o assunto há mais de 8 anos, e não tenho receios de afirmar que o aquecimento e as mudanças climáticas são a grande mentira do século XXI, conforme registro em meu livro “CO2, aquecimento e mudanças climáticas: estão nos enganando?”, a sair de gráfica em julho próximo, e o fato de o Papa Francisco abençoar a questão ambientalista dará ânimo redobrado aos adeptos do aquecimentismo.
Haverá um estupro da humanidade no futuro breve, e prevejo a exacerbação do assunto, da seguinte forma:

1 – Vai recrudescer a luta ambientalista: tornará mais fácil aprovar legislação de interesse dos ambientalistas em todo o mundo, trazendo novas restrições às atividades produtivas;
2 – O Código Florestal brasileiro será rediscutido, ampliando as proibições e limitações já existentes;
3 – O comércio de venda de créditos de carbono será retomado, pois a hipocrisia financeira das indulgências terá a benção Papal;
4 – A COP 21, em Paris, em dezembro próximo, terá mais facilidades para alavancar a AIA -Agência Internacional Ambiental, sob o jugo da ONU, com poderes supranacionais à soberania das nações. Países em desenvolvimento que não se submeterem à vontade dos ambientalistas poderão sofrer sanções econômicas, políticas, e até mesmo de caráter militar;
5 – A Amazônia terá apoio mundial para ser internacionalizada. O Brasil perderá esse patrimônio e a soberania de explorar suas riquezas;
6 – Os países desenvolvidos se tornarão donos da água potável no mundo. Aliás, foi uma das críticas do Papa Francisco, que pediu o fim da “Guerra da Água”. Já existem áreas gigantescas de terras, aqui no Brasil e no continente sul-americano, adquiridas por capitais especulativos, bem em cima do aquífero Guarani. Ao mesmo tempo, a guerra permanente entre Israel e a Palestina é pela água, e não tem outro propósito, se não a desculpa de que seja religiosa.
7 – A construção de usinas nucleares (a grande financiadora da mentira ambientalista do aquecimento) será facilitada pela benção Papal;
8 – Oficializa-se, com a Encíclica, a política recomendada por Thomas Malthus de “deixar os pobres do planeta se exterminarem”. A FAO poderá implementar a política do “Decrescimento”, sonho acalentado pelo Clube de Roma desde os anos 1990.
9 – Os países desenvolvidos obterão sucesso, finalmente, em frear os países emergentes em seu crescimento econômico e social.
10 – Pelo fato de que alguns países em desenvolvimento se negarão a obedecer os mandamentos da AIA, teremos guerras que irão reduzir o excesso populacional planetário, pois a Igreja Católica Romana não admite reavaliar o dogma de que é contra a existência de quaisquer políticas públicas de controle da natalidade.

O principal problema da humanidade é o excesso populacional. Todos os pontos críticos decorrem dessa premissa. Todavia, o expressivo crescimento demográfico nunca é colocado em debate público. O Vaticano nega-se a apoiar medidas que incentivem a redução da velocidade desse crescimento. As guerras, a fome e as doenças das populações mais pobres e desassistidas, em maior amplitude do que já existem hoje, permitirão uma população inferior a 6 bilhões de pessoas ao final do século XXI.

Do ponto de vista humano, de fé, de ideais protecionistas da natureza, a Encíclica de Francisco é perfeita e irretocável, digna do representante de Deus entre nós. Do ponto de vista político a Encíclica é um desastre, porque terá distorções no seu uso e na sua divulgação, e provocará um tsunami planetário, um estupro político inevitável da humanidade.

Quem viver, assim verá.
Pai, perdoa esses humanos. Eles não sabem o que fazem.
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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

SOS aos cientistas pesquisadores

Richard Jakubaszko
SOS aos cientistas pesquisadores

• • • – – – • • • (sinais em código Morse)

dit dit dit dah dah dah dit dit dit (som)
(SOS = Salvem nossas almas)

Há uma guerra se desenrolando em frente aos nossos olhos. Diante da febre ambientalista que invade permissivamente a vida de todos os seres do planeta, independentemente de serem urbanos ou do campo, impõe-se que os cientistas e pesquisadores tragam respostas concretas às indagações dos céticos sobre a propalada culpa antropogênica em causar as anunciadas ameaças de mudanças climáticas.
 
Temos manifestado nossas preocupações de preservação ambiental aqui nas páginas da DBO Agrotecnologia e também neste blog, mas insistimos em afirmar que há uma falaciosa campanha internacional, de conotação catastrofista, colocando culpa nos chamados gases de efeito estufa (GEE), quando se sabe que, especialmente o CO2, é o gás da vida, o alimento das plantas, e sem o qual não haveria fotossíntese.

Há uma guerra em andamento. Uma guerra midiática, que se apóia nas afirmações feitas através do relatório do IPCC (International Panel Climatic Changes), de onde se originou essa autêntica paranóia ambientalista, e que empurra a humanidade para a implantação de legislações tão anacrônicas como desnecessárias, que trarão um engessamento das atividades produtivas, especialmente da agropecuária, de consequências imprevisíveis.

Felizmente, as opiniões não são unânimes entre os cientistas. Há dissidentes. De um lado, vemos em Durban, África do Sul, a ministra Izabela Teixeira (Meio Ambiente) que discursou na 17ª Conferência do Clima da ONU (COP-17). Afirmou pela primeira vez, de forma clara, que o Brasil aceita um acordo global com força de lei em que se tenham metas obrigatórias de corte de emissão de gases de efeito estufa para entrar em vigor logo após 2020.

Ora, é a força de uma Lei Internacional. Obrigatoriedades de cumprimento desses compromissos, com aplicação de sanções e multas? Só se houver um governo internacional. Talvez seja esse o caminho desejado e buscado por lideranças dos ambientalistas internacionais, a existência de governos internacionais, onde a soberania de cada país desapareça nesse setor. E o setor ambiental seria o precursor dessa nova forma de “globalização”.

Assim, pelo caminhar dessa carruagem, teríamos a paralisação progressiva das atividades produtivas. Quem se habilita a iniciar esse processo de redução de atividades? Os produtores rurais ou as indústrias de transformação? Ou os urbanos donos de possantes e poluidores automóveis, onde se locomovem, em média, de 1,2 pessoas por veículo, sem considerar os transportes coletivos?

Analisando a questão com olhos céticos e realistas, o que a ciência possui como unânime, exceto os ambientalistas que fingem não ver, é que o CHONSP é uma sigla representada por 6 elementos, que são essenciais à vida, e que são: Carbono, Hidrogênio, Oxigênio, Nitrogênio, Enxofre e Fósforo.

A atmosfera terrestre é composta dos seguintes elementos:
Nitrogênio (N2) = 78,09%
Oxigênio (O2) = 20,95%
Dióxido de carbono (CO2) = 0,035%
Demais elementos = (menos de 1% do total), Hélio (He), Metano (CH4), Monóxido de carbono (CO), Oxido nitroso (N2O), Ozônio (O3), Amônia (NH3), Dióxido de nitrogênio (NO2), Xenônio (0,00001%), Dióxido de enxofre (0,2 pb), Neônio (0,0018%), Criptônio (0,0001%) e Argônio (0,093%).

Alguém acredita que 0,035% de alguma coisa possa mudar o todo? Nós não acreditamos. Dois séculos atrás, antes da era industrial, a concentração de CO2 na atmosfera era de 0,029%, cresceu, portanto, 20% com toda a atividade do uso de combustíveis fósseis.

Adicionalmente registramos que, das 600 bilhões de toneladas de CO2 emitidas anualmente na atmosfera, 97% são emissões da natureza, via vulcões, matéria orgânica (florestas e solos) em degradação, mares etc. E apenas 3% dessas emissões são de origem antropogênica (automóveis, indústrias, queimadas, arrozais chineses, lixões urbanos, flatulências bovinas e humanas, respiração humana etc.).

Entretanto, a gente só percebe cientistas aplaudindo a lenga-lenga ambientalista de que teremos mudanças climáticas, até porque antes era o aquecimento, mas agora mudaram o discurso, porque foram contestados.

Os cientistas perderam o senso crítico?
Os cientistas não contestam mais o que seus pares afirmam?
Os cientistas não mais debatem?

Antes que tenhamos uma ditadura ambientalista, antes que tenhamos governos internacionais, é tempo de cientistas pesquisarem, debaterem e criticarem as falsas afirmações da catástrofe de aquecimento e de mudanças climáticas anunciadas com interesses comerciais pela indústria nuclear e por interesses difusos de idealistas sem causa.

SOS, senhores cientistas!
Contestem a grande mentira do século XXI.

____________________
Alguém acredita que
0,035% de alguma coisa
possa mudar o todo?

Nós não acreditamos.
____________________

Publicado originalmente na
revista DBO Agrotecnologia 33,
edição NOV/DEZ/2011, 
em Marketing da Terra.
Obrigatória a citação da fonte.
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quarta-feira, 16 de março de 2011

O terror e bestialidade da energia nuclear

Richard Jakubaszko
O desastre é iminente, lamentavelmente.
Provavelmente menos de 48 horas nos separam de uma quase inevitável tragédia. Ou menos.
Queira Deus que algo possa ser feito e que os japoneses consigam reverter o quadro de crise do excessivo aquecimento no reator da usina nuclear de Fukushima, na região nordeste do Japão.
Queira Deus que sejam poucas as vítimas. Houve tempo para evacuação. Fica o medo nessas pessoas, e em todos nós, do pavor sequencial de um terremoto de 7 graus na escala Richter, um dos quatro maiores da história, depois um tenebroso e avassalador tsunami, que levou tudo o que estava à sua frente, e agora a ameaça nuclear, a espada de Dâmocles sobre a cabeça de muitos seres humanos.

Se nos lembrarmos de Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, teremos a exata noção do horror que significa um vazamento de material radioativo de uma usina nuclear. Até hoje, 25 anos depois, muitas pessoas morrem em consequência de doenças provocadas pelo desastre nuclear na Ucrânia. Perdas de vidas, sofrimento humano incomparável, crianças que nasceram com deformidades indescritíveis.
Desnecessário lembrar as perdas materiais. Até hoje a região está desabitada, casas, prédios, fazendas, nenhum valor comercial.

Até recentemente Chernobyl era um paradigma dos ativistas contra as usinas nucleares, mas a massificada campanha midiática de divulgação do aquecimento do planeta, a partir de 2007, com o total apoio dos ambientalistas, colocando culpa no CO2 e outros gases de efeito estufa, os GEE, todos de origem fóssil, fez retornar as usinas nucleares como salvação “limpa e segura” de fornecimento de energia elétrica.

Até hoje a Europa discute de forma hipócrita o uso do etanol como combustível em substituição ao diesel e à gasolina, ao mesmo tempo em que impõe barreiras alfandegárias para importação do nosso etanol de cana-de-açúcar. Uma demonstração de que não estão preocupados com as questões ambientais, e tampouco com o aquecimento.

Mas o terror continua
O imperador do Japão, Akihito, afirmou que está "profundamente preocupado" com a possibilidade de um acidente nuclear no país, que tenta conter a crise provocada por um terremoto seguido de tsunami. "O acidente na usina me causa profunda preocupação e espero que os esforços dos funcionários possam evitar que a situação piore", disse ele, em um pronunciamento na televisão japonesa. Uma rara aparição do monarca japonês, que demonstra de forma pálida o pavor que passa neste momento o governo e o povo japonês.

Milhares de pessoas ainda estão desaparecidas entre os escombros da costa nordeste do país. O governo já confirmou a morte de mais de 4,2 mil pessoas, mas teme-se que seja superior a 10 mil pessoas, este o número aproximado dos desaparecidos.

A situação é complicada pelas temperaturas abaixo de zero e a falta de suprimentos em diversas áreas. Cerca de 500 mil pessoas estão em abrigos temporários, e estão sem comida, água, eletricidade e combustível.

E o Brasil, vai entrar nessa?
Vai, lamentavelmente, vai entrar de cabeça nisso.

Leio hoje na Internet que o “Brasil necessita da energia nuclear para crescer, avalia engenheiro da Eletronuclear”, em matéria da repórter Alana Gandra, da Agência Brasil. Relata que “a questão da energia nuclear no Brasil está relacionada à necessidade do país de energia para o seu crescimento”, afirmou o supervisor de Novas Usinas da Eletronuclear, Dráuzio Lima Atalla. “Nós somos subconsumidores de energia elétrica. Nós somos imensamente pobres em energia elétrica”, disse ele.

A matéria relata ainda que “com um consumo de energia elétrica per capita, isto é, por habitante, da ordem de 2,4 mil quilowatts-hora (kWh) por ano, o Brasil está distante de países desenvolvidos, como a Alemanha, Suíça e os Estados Unidos, cujo consumo por pessoa alcança até 15 mil kWh por ano.
De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), o limite do consumo de energia por pessoa para um país entrar no rol das nações desenvolvidas é de 5 mil kWh por ano. “Mesmo considerando esse patamar de entrada, nós ainda [o Brasil] consumimos a metade disso”.

Segundo Atalla, a energia elétrica se manifesta em todas as atividades da vida, englobando áreas como a saúde, o transporte, a segurança, educação, entre outras. A eletricidade é um dos insumos mais vitais com que a sociedade moderna conta para obter um índice de desenvolvimento razoável, disse. “Não tem como nosso povo avançar sem que o consumo de eletricidade aumente”.

Engenheiro da Eletronuclear, onde atua há mais de 30 anos, Dráuzio Atalla informou que não existe fonte de energia elétrica que seja totalmente isenta de problemas. “Como o Brasil necessita dobrar, no mínimo, o consumo, nós precisamos de todas as energias. Existe espaço para todas elas. Só que cada energia tem um aspecto mais positivo ou mais negativo”.

No caso da energia eólica, por exemplo, disse que seriam necessárias 1,5 mil turbinas para gerar a mesma quantidade de energia da Usina Nuclear Angra 2 (1.350 megawatts). “O vento é descontínuo e pouco previsível. Existe espaço para eólica. Mas nós não vamos ter um país de 200 milhões de habitantes, com a nossa extensão, só em cima de eólica. É um sonho”. O mesmo ocorre em relação à energia solar. Também as fontes hidráulicas têm seus problemas, disse. “Você imagina um abalo sísmico desses [no Japão] perto de uma represa? O que iria acontecer?”

Os perigos que virão
Atalla esqueceu-se, convenientemente, de esclarecer que no hemisfério norte usa-se a energia elétrica, de fonte nuclear ou termoelétrica, para aquecimento dos ambientes, e é essa a causa deles consumirem mais, além do fato de serem proporcionalmente mais ricos.

Ora, o Brasil tem duas usinas nucleares em operação: Angra 1 e Angra 2. Representam menos de 4% do nosso consumo de energia elétrica. Angra 3 deve ser inaugurada em 2014 ou 2015, mas o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, declarou que o governo não pretende rever os projetos de construção de novas usinas nucleares no país. E os projetos do governo são de definir, ainda este ano, as diretrizes para a construção de pelo menos mais quatro novas usinas: duas no Nordeste e mais duas na Região Sudeste.

É isto, o Brasil vai, o Brasil já está comprometido com os trustes das usinas nucleares. Terminei de ler a matéria, já horrorizado, por constatar os perigos das futuras gerações, dos meus netos, dos seus filhos e netos, caros leitores, e de todos os nossos descendentes. 
Já virei um ativista anti-usina nuclear.

Os biodesagradáveis empurram o Brasil nessa direção, sejam pelas constantes reclamações midiáticas contra a construção de usinas hidroelétricas, sejam pelas dezenas de processos judiciais, as famosas liminares, que impedem a construção de Belo Monte, por exemplo, já aprovada pelo governo e pelo Congresso. Com isso, forçam o governo a procurar alternativas. E a única alternativa, hoje em moda novamente, no Brasil e no mundo são as usinas nucleares.

Os ambientalistas fanáticos deveriam colocar a mão na consciência, não apenas na questão das hidroelétricas e usinas nucleares, mas também na questão do Código Florestal, pois vão engessar com leis a produção futura de alimentos. Leis que, depois, no futuro, serão difíceis de serem ajustadas.

Já escrevi dezenas de vezes, propondo debates, de que os problemas ambientais e da fome se devem ao excesso do contingente populacional.  A grande maioria dos leitores concorda com isso, mas ninguém faz nada. Os 7 bilhões de bocas hoje no planeta serão 9 bilhões dentro de 30 anos. Não haverá sustentabilidade, como apregoam os ambientalistas.

Devemos aplicar, com urgência, algum método para reduzir o crescimento demográfico, quase zerar isso, como faz a China. Caso contrário vamos para o vinagre, com ou sem usinas nucleares.

Desculpem-me, isso não é pessimismo, é realismo, uma simples projeção do que vivemos hoje, com os problemas que já temos.
Que Deus tenha piedade de todos nós, mas que não perdoe os ambientalistas pelo que estão fazendo, pois eles até poderiam não saber o que faziam, mas agora sabem.

Abaixo fotos de alguns horrores nucleares.

Chernobyl,
hoje, vazia.


Ambientalista russa,
anti-fumo...













  

Horror...

Os inocentes pagarão pelos pecadores...

Recebi e-mail (hoje, 17/4/2011) de Gerson Machado, um mineiro, apicultor, frequentador habitual deste blog, e que anda estudando na Inglaterra, em que envia links diversos sobre a questão nuclear:

http://www.llrc.org/
THE LOW LEVEL RADIATION CAMPAIGN health effects of ionising radiation

The True Battle of Chernobyl Uncensored
http://video.google.com/videoplay?docid=-5384001427276447319#
*********This video will be removed on April 29, 2011********

Professor Chris Busby Fukushima Meltdown Could Trigger Atomic Explosion 12 April 2011
http://www.youtube.com/watch?v=EIUqV1e3SYo

Interview - Dr. Alexey Yablokov - 22 books published - Chernobyl: Consequences of the Catastrophe
http://www.youtube.com/watch?v=5-hHTFWXr90

Pr A.Yablokov and Pr C.Busby on Fukushima victim estimations
http://www.youtube.com/watch?v=PYgBgkZCobQ

Chris Busby Explains Why Uranium Is Bad For You (Part 1)  - 2008
http://www.youtube.com/watch?v=42hJR1fX5VU
http://www.youtube.com/watch?v=FfNyZ9Kryb8  (Part 2)


http://www.euradcom.org/publications/chernobylebook.pdf
http://www.euradcom.org/publications/chernobylbook2009.htm

http://www.euradcom.org/2009/lesvostranscript.htm

ECRR Uranium and Health
http://www.euradcom.org/publications/ecrruraniumrept.pdf

ECRR 2010 Recommendations of the European Committee on Radiation Risk
http://www.euradcom.org/2011/ecrr2010.pdf

ECRR Risk Model and radiation from Fukushima
Chris Busby, Scientific Secretary
European Committee on Radiation Risk  March 19th 2011
http://www.euradcom.org/publications/fukushima19032011.pdf

The simple guide to the health consequences of drinking contaminated water or milk in the USA and Europe
Chris Busby, European Committee on Radiation Risk
http://www.euradcom.org/publications/iodinedosecalc15042011.pdf



 

terça-feira, 15 de março de 2011

Medo de radiação: pânico e fuga de Tóquio


Richard Jakubaszko
Despacho da Reuters informa que várias pessoas deixaram Tóquio nesta terça-feira (15) enquanto a maioria dos moradores permaneceu dentro de suas casas em meio a temores de que a radiação de uma usina nuclear atingida pelo terremoto de sexta-feira afete uma das maiores e mais densamente povoadas cidades do mundo.

Apesar das garantias do governo de que os baixos níveis de radioatividade detectados até o momento na capital japonesa "não são um problema", alguns moradores decidiram que permanecer na cidade era simplesmente arriscado demais.

Várias empresas retiraram seus funcionários de Tóquio, visitantes reduziram as férias e companhias aéreas cancelaram voos. A Administração de Aviação dos Estados Unidos informou que está se preparando para redirecionar rotas caso a crise nuclear se agrave.

Os que permanecem na capital japonesa estocam alimentos e outros suprimentos, como água, temendo os efeitos da radiação, que levou pânico à cidade de 12 milhões de habitantes.

No principal aeroporto da cidade, centenas de pessoas se acotovelam nos balcões das companhias aéreas, muitas delas com crianças, para embarcar em voos deixando o país.

"Não estou muito preocupado com outro terremoto. É a radiação que me assusta", disse um japonês, enquanto segurava a filha de cinco anos no aeroporto de Haneda.
A usina nuclear de Fukushima, afetada pelo tremor, está a 240 quilômetros ao norte de Tóquio. Autoridades disseram que a radiação na capital do país estava 10 vezes acima do normal à noite, mas não seria o suficiente para prejudicar a saúde. Mas a confiança no governo está abalada e as pessoas se preparam para o pior.

Muitas lojas não tinham mais arroz, produto essencial no Japão, e as prateleiras que tinham pão e macarrão instantâneo estavam vazias.

Cerca de oito horas depois de novas explosões acontecerem na usina, a agência meteorológica da ONU informou que os ventos estavam dispersando o material radioativo para o oceano Pacífico, distante do Japão e de outros países da Ásia. A Agência Meteorológica Mundial, sediada em Genebra, informou, no entanto, que as condições climáticas podem mudar.

Alguns cientistas fizeram apelos para que a população de Tóquio mantenha a calma. "O material radioativo vai chegar a Tóquio, mas ele é inofensivo ao corpo humano porque ele se dissipará até chegar a Tóquio", afirmou um professor da escola de ciência ambiental da Universidade de Hokkaido.

"Se o vento ficar mais forte, isso significa que o material voará mais rápido, mas também que dispersará ainda mais no ar", disse ele.
E você, o que faria diante desta situação?

Fome também vai causar imigrações
A fome também vai provocar muitas mudanças no planeta. Aliás, a fome já está fazendo muitas mudanças. Ela faz a diferença. Por isso a importância da agricultura. Por isso a importância de se valorizar quem produz alimentos.
Por isso a necessidade de se planejar a velocidade do crescimento demográfico no planeta. Esta é a causa da maioria de nossos problemas.

As mudanças climáticas, com chuvas regionais a mais ou de menos, acirram as necessidades, provocam imigrações. Isso é consequência do egoísmo e do preconceito. Da má distribuição de riquezas.
Consequência do desequilíbrio sem volta, da bestialidade consentida.
A pobreza é a pior de todas as formas de racismo e de preconceito social.
Os imigrantes são rejeitados, escorraçados.

A Europa e os países ricos tentam defender-se, votam em líderes conservadores, neoliberais da direita, alguns deles fascistas, que prometem “soluções” e pioram ainda mais as condições de milhões de inocentes. Esses seres humanos, tais e quais formigas esfomeadas, fogem do que está muito ruim. Buscam a sobrevivência, mas adentram em outros infernos dantescos.

Para onde irão os imigrantes? Os ricos japoneses, com medo da radioatividade, muito provavelmente terão destino certo e serão acolhidos em outros países. Viajam de avião. Eles possuem passaportes, cartões de crédito.
E os mais pobres? Esperam pela nuvem radioativa?
E os fugitivos da fome? Nem passaportes têm, apenas levam a roupa do corpo, carregam crianças como bagagens, fogem da fome.
Tem diferença?
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