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domingo, 8 de maio de 2022

Esculturas movidas pelo vento

Richard Jakubaszko      
Absolutamente genial: as esculturas "criam vida" pela movimentação do vento. Vídeos enviados pelo meu amigo Odo Primavesi, de São Carlos - SP.


 

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domingo, 3 de maio de 2020

Pai nosso musical, em tempos de coronavírus


Richard Jakubaszko 
Em tempos de coronavírus a música lava a nossa alma através de um Pai Nosso, pelo artista Baba Yetu, cantado em Swahili, um dialeto africano. Lindíssimo vídeo que me foi encaminhado pelo agnóstico (?) Carlos Eduardo Florence.


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segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

O Rei Pelé, pelas frases dos seus súditos:

Richard Jakubaszko 
Recebi do amigo Odo Primavesi, engenheiro agrônomo, mas apaixonado por futebol, frases ditas por admiradores de Pelé, para definir o que viam no gênio que andou entre nós. E que eu assisti nos campos de futebol e nas TVs a jogar.
Alguém teve a paciência de Jó para reunir algumas frases interessantes, ditas por personalidades mundiais, e que disponibilizo aos leitores do blog.

O Rei Pelé, pelas frases dos seus súditos:


“Filho, Deus lhe deu o dom de jogar futebol. Então, você tem a obrigação de treinar mais do que os outros.”
Dondinho (seu pai), aconselhando o pequeno Pelé


“A perfeição não existe, mas quem chegou mais perto dela foi o Pelé.”
Zito


“Pelé é um dos poucos craques que contrariaram minha tese. Em vez de 15 minutos de fama, terá 15 séculos.”
Andy Warhol, artista americano criador da Pop Art


“Na cabeça de muito jogador não passa nada no momento de fazer uma jogada. Na cabeça de Pelé passa um longa metragem.”
Nilton Santos


“Pelé é a figura suprema do futebol. Como Garbo e Picasso, basta-lhe um só nome.”
Daily Express, jornal de Londres


“Pelé entrava em campo com corpo, genialidade, alma e coração. Ele desequilibrou o mundo.”
Gilmar, goleiro da seleção brasileira


“Pelé nunca será superado, porque é impossível haver algo melhor que a perfeição. Ele teve tudo: físico, habilidade, controle de bola, velocidade, poder, espírito, inteligência, instinto, sagacidade…”
Sunday Mirror, de Londres


“Pelé não é um rei por hereditariedade. Seu reinado não é de força nem de leis. Não foi eleito nem designado, mas reconhecido como Monarca dessa democracia ideal e universal que constitui o futebol.”
France Football


“Qual a diferença entre mim e Pelé? É simples. Eu fui craque e ele, gênio.”
Leônidas da Silva


“No momento que a bola chega aos pés de Pelé, o futebol se transforma em poesia.”
Pier Paolo Pasolini, cineasta italiano


“Posso ser um novo Di Stéfano, mas não posso ser um novo Pelé. Ele é o único que ultrapassa os limites da lógica”.
Johan Cruyff, jogador holandês


“Após o quinto gol, eu queria era aplaudi-lo.”
Sigge Parling, zagueiro sueco encarregado de marcar Pelé na final da Copa de 1958


“Eu pensei: ‘Ele é feito de carne e osso, como eu.’ Eu me enganei.”
Tarciso Burnigch, zagueiro italiano que marcou Pelé na final da Copa de 1970.


“Muito prazer, sou o presidente dos Estados Unidos. Você não precisa se apresentar, porque Pelé todo mundo sabe quem é.”
Ronald Reagan, presidente dos Estados Unidos, ao receber Pelé na Casa Branca 


“O maior jogador de futebol do mundo foi Di Stefano. Eu me recuso a classificar Pelé como jogador. Ele está acima de tudo.”
Ferenc Puskas, jogador da seleção húngara.


“Subimos juntos, fora do tempo, para cabecear uma bola. Eu era mais alto e tinha mais impulsão. Quando desci ao chão, olhei pra cima, perplexo. Pelé ainda estava lá, no alto, cabeceando a bola. Parecia que podia ficar no ar o tempo que quisesse.”
Fachetti, zagueiro italiano na Copa do México, em 1970 


“Jogava com grande objetividade. Seu futebol não admitia excessos, enfeites nem faltas. Ele quase não fazia embaixadas, não driblava para os lados, mas sempre em direção ao gol. Quando tentavam derrubá-lo, não caía, devido à sua estupenda massa muscular e equilíbrio.”
Tostão


“Dir-se-ia um rei, não sei se Lear, se imperador Jones, se etíope. Racionalmente perfeito, do seu peito parecem pender mantos invisíveis. Em suma: Ponham-no em qualquer rancho e sua majestade dinástica há de ofuscar toda a corte em derredor.”
Nélson Rodrigues, dramaturgo e cronista esportivo


“Senti medo, um terrível medo quando vi aqueles olhos. Pareciam olhos de um animal selvagem, olhos que soltavam fogo.”
Overath, jogador alemão nas Copas de 1966 a 1974


“Maradona só será um novo Pelé quando ele ganhar três Copas do Mundo e marcar mais de mil gols.”
Cesar Luis Menotti, técnico campeão mundial pela Argentina em 1978


“O difícil, o extraordinário não é fazer mil gols, como Pelé. É fazer um gol como Pelé.”
Carlos Drummond de Andrade, poeta brasileiro


“Em alguns países as pessoas queriam tocá-lo, em outros queriam beijá-lo. Em outros até beijaram o chão que ele pisava. Eu achava tudo isso maravilhoso, simplesmente maravilhoso.”
Clodoaldo, jogador da Seleção Brasileira de 1970


“Cheguei com a esperança de parar um grande jogador, mas fui embora convencido de que havia sido atropelado por alguém que não nasceu no mesmo planeta que nós.”
Costa Pereira, goleiro do Benfica, sobre derrota por 5 a 2 para o Santos na final do Mundial de 1962


“Quando vi o Pelé jogar, fiquei com a sensação de que eu deveria pendurar as chuteiras.”
Just Fontaine


“Você pode estar certo, mas não sabe nada de futebol e eu vi o Pelé jogar.”
Vicente Feola, técnico da Seleção Brasileira, ao psicólogo que afirmou que Pelé era jovem demais para jogar na Copa de 1958


“O Pelé estava muito determinado a levantar a taça Jules Rimet pela terceira vez. Era como se ele soubesse que esse era o seu destino. Ele parecia uma criança esperando pelo Natal.”
Mário Américo, massagista da Seleção Brasileira, sobre o Mundial de 1970


“O grande segredo dele era o improviso, aquelas coisas que ele fazia do nada. Ele tinha uma percepção extraordinária do futebol.”
Carlos Alberto Torres 


“Às vezes fico com a sensação de que o futebol foi inventado para esse jogador fantástico.”
Sir Bobby Charlton


“Pelé jogou futebol por 22 anos e, durante aquele tempo, fez mais para promover a amizade e a fraternidade mundial do que qualquer outro embaixador.”
J.B. Pinheiro, embaixador do Brasil na Organização das Nações Unidas


“Força e beleza. Rapidez e precisão. A elasticidade e a firmeza no gesto que poderia ser de bailarino.”
Oldemário Touguinhó, jornalista esportivo


”Pelé é um jogador especial, com ele começou uma nova era no futebol.”
José Luis Garci, cineasta espanhol


“Pelé é um mito. Todo jogador que ama o futebol tem que se informar sobre ele.”
Zvonimir Boban, ex-jogador croata


“Pelé chegou.”
Jornal chileno anunciando a chegada da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 1962


“Passam os anos, aparecem jogadores excelentes, mas todos sempre se lembram de Pelé.”
Fernando Torres


“Comparar o Pelé com qualquer jogador é impossível. Pelé é Pelé. Ele está em um nível completamente diferente.”
Rivellino


“Pelé foi um jogador excepcional, estupendo. Nós, brasileiros, devemos dar graças a Deus por ele ter nascido aqui.”
Zico


“Quando o Pelé chegou ao Santos, falaram que seria o melhor jogador do Brasil. Erraram, foi do mundo.”
Pepe


“Pelé é onipresente. É a referência do Brasil. Em qualquer parte do mundo em que eu esteja, ao constatarem que sou brasileiro, dizem: Pelé!”
Antônio Carlos de Almeida Braga, banqueiro brasileiro 


Como se soletra Pelé? D-E-U-S.”
The Sunday Times, jornal inglês


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domingo, 12 de maio de 2019

O que acontece com os professores em salas de aula?

Richard Jakubaszko  
Até parecem memes as criativas mensagens de fotos abaixo utilizando quadros clássicos da pintura universal quando comparados às situações vividas por professores em salas de aula. Acompanho isso mais ou menos de perto, tenho duas filhas que são professoras universitárias, afora um genro e muitos amigos professores.

Vejam a verdade dos fatos:
 











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segunda-feira, 16 de julho de 2018

Arte: animação na caixa de areia, genial!

Richard Jakubaszko 
A jovem Kseniya Simonova foi a vencedora da edição Ucraniana do Got Talent-Tens, fez uma animação da invasão da Alemanha na Ucrânia durante a
Segunda Guerra Mundial, tendo usado os dedos e uma superfície com areia.

Trouxe lágrimas aos olhos de juízes e do público.
Foram 8 minutos maravilhosos que demonstraram um talento especial e
trouxeram, através da arte, a memória viva de uma guerra que marcou várias gerações.
É de arrepiar mesmo.

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sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Genial pintura chinesa da história humana

Richard Jakubaszko
Criada por 3 artistas chineses, trata-se de uma obra contemporânea, moderna, preparada para a internet. Nela estão retratadas algumas das personalidades mais importantes da história da humanidade, como Mao Tsé Tung, Marx Einstein, Napoleão, Ghandi, Júlio César, Freud, Hitler, Darwin, Fidel Castro, Alfred Nobel, Lênin, artistas como Michelângelo, Bethoven, Chaplin, Picasso, e até esportistas.

O único brasileiro presente é Pelé. Mas Santos Dumont foi lembrado, na figura do 14-BIS, em cima de uma das mesas. Da mesma forma, Gutemberg é retratado por uma bíblia, na mesma mesa. A Muralha da China, as Grandes Pirâmides de Gizé, as estátuas da Ilha de Páscoa, e outras construções notáveis estão “escondidas” ao longo da tela. Aparecem várias personalidades vivas, como Bill Gates, Mike Tyson, Elisabeth II, Príncipe Charles, Michael Jordan e Bill Clinton. Foram registradas algumas das invenções mais importantes, mas esqueceram de muitas, talvez as mais relevantes.

Apenas como curiosidade, e não de crítica, anotei a falta de alguns nomes muito importantes, se não vitais, na história mundial, como Jesus Cristo, Moisés, Newton, Bach, Cristóvão Colombo, Marco Polo, Copérnico, Voltaire, Camões, Nero, e a ausência de citação de qualquer Papa da igreja católica, até mesmo de Pedro, o primeiro papa, ou de Gregório, assim como de alguns santos e de outros religiosos importantes ao longo da história, como Santo Agostinho, Lutero, Buda, alguns reis da Inglaterra e de todos os luízes da França, também de Maria Antonieta, Robespierre, afinal, foram personagens centrais da Queda da Bastilha, inegavelmente um dos acontecimentos mais importantes da história humana. Além disso, até mesmo Cleópatra foi desconsiderada. O comentário é pertinente porque a tela incluiu nomes como Bruce Lee e outros de menor relevância, pois até mesmo Osama Bin Laden está lá. Esqueceram também de quase todos os filósofos gregos, apenas Aristóteles foi lembrado.

Os 3 artistas criadores dessa tela se “auto homenagearam”, eles estão no canto superior direito da tela, ao lado de Dante, e a tudo observam, debruçados sobre a Muralha da China.


A tela é enorme, ao passar o mouse em cima de cada figura aparece o nome da personalidade (no link abaixo), e a um duplo clique você é encaminhado para a página do mesmo na Wikipédia, onde se revelam dados sobre cada um dos retratados.
Boa viagem pela história, mesmo com os esquecimentos, pois vale a pena, há muito para aprender. Se esse pessoal todo está junto no paraíso, ou pelo menos uma parte está no inferno, não dá pra saber, mas que deve ser interessante, deve sim: http://cliptank.com/PeopleofInfluencePainting.htm

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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Io che amo solo te (Chiara e Chico)

Richard Jakubaszko
Umas das mais belas canções italianas de todos os tempos, interpretada por Chiara Civello e Chico Buarque (2014). 
Nos anos 1960 e 1970 foi sucesso internacional na voz de Sérgio Endrigo, também o compositor, e que mostro no vídeo logo a seguir (com tradução). Foi ganhadora do Festival de San Remo (Itália).



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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Esculturas de Ron Mueck em São Paulo, na Pinacoteca.


Richard Jakubaszko

Mueck é um escultor australiano hiper-realista que vive e trabalha na Inglaterra. Cresceu vendo seus pais construírem brinquedos. A mãe fazia bonecos de pano e seu pai brinquedos e marionetes. Nasceu em 1958, Melbourne, Austrália, e estudou na Academia Real Inglesa.

 Começou ontem na Pinacoteca do Estado de São Paulo a mostra com esculturas hiper-realistas do australiano Ron Mueck. A exposição fica em cartaz até 22 de fevereiro. As nove obras em exibição reproduzem com notável fidelidade cenas do cotidiano, até mesmo um autorretrato do artista. A obra é caracterizada pelo preciosismo realista em cada detalhe, como cor e textura da pele, pelos, rugas, veias e músculos. São esculturas em escala ampliada, ou reduzidas, criadas com extremo realismo.

Os ingressos devem ser comprados diretamente na bilheteria da Pinacoteca e valem apenas para o dia da compra. A entrada custa R$ 6,00

Pinacoteca do Estado de São Paulo
Praça da Luz, 2, São Paulo (SP)
A partir de quinta-feira (20/11) até 22 de fevereiro, de terça-feira a domingo, das 10h às 17h30 (quintas, até as 22h)
Mais informações: 11 3324.1000 ou www.pinacoteca.org.br

Abaixo, detalhes de algumas obras de Ron Mueck, mas nem todas as fotos que exibo aqui no blog estão na Pinacoteca:
 

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domingo, 12 de outubro de 2014

1ª Universidade das Ciências Gastronômicas (slow food)

Richard Jakubaszko 
Só poderia ser na Itália uma iniciativa dessas como o slow food, ideia fantástica, em vista do valor que os italianos dão à comida.

Não é à toa, portanto, que a Unisg, University of Gastronomic Sciences tenha sido idealizada na Itália, mais precisamente na cittá de Pollenzo, um sítio romano antigo, próximo a Turim. Estive visitando a Unisg, a convite da CNH - Cia. New Holland (Grupo Fiat), uma das empresas parceiras e patrocinadoras da Unisg, na primeira semana deste mês de outubro.

Fiquei muito impressionado com a estrutura e os registros históricos da jovem Unisg, fundada há menos de 10 anos. Assim, divulgo alguns detalhes da ideia e mostro imagens daquilo que vi e que me entusiasmaram muito, especialmente pela alta competência do trabalho que realizam por lá.

Em Pollenzo (e também em Trento) nasceu o conceito de slow food, fundado pelo sociólogo e jornalista italiano Carlo Petrini, que se propagou mundo afora, em oposição (em todos os sentidos) ao contemporâneo e leviano fast food. Lá está também a Banca del Vino. Redundante dizer que o almoço oferecido pela diretoria da Unisg ao nosso grupo visitante, regado a vinhos (todos nacionais...), foi um manjar inesquecível, digno dos deuses.

Petrini não estava presente, lamentavelmente, mas pesquisei e li que ele afirmou que "A política mais importante passa pela comida". Foi assim que alimento virou uma questão política. Petrini diz que quando começou o movimento do Slow Food, não sabia disto, era apenas um protesto indignado contra o McDonalds que instalara uma loja no centro de Roma.
Petrini revela que a política mais importante neste momento no mundo passa pela produção de comida. Não a comida espetacular e criativa dos chefs, mas a comida dos camponeses, dos cidadãos, das crianças, dos doentes. Petrini percebe a comida como instrumento de justiça social. Aliás, é sob este prisma que se realizará de maio a outubro do próximo, em Milão, Itália, a Expo Milão 2015, cujo tema é "a sustentabilidade pelo alimento", hoje indiscutivelmente o maior problema a ser resolvido para viabilizar o futuro da humanidade.

A questão é uma variável do que venho debatendo neste blog desde o início, em dezembro de 2007: o crescimento populacional vai trazer problemas de abastecimento alimentar, a produção de alimentos não vem crescendo de forma suficiente a dar segurança alimentar. Onde há terra para se fazer agricultura não existe água ou sol, e agricultura precisa dos três para se consumar. Nos países ricos os alimentos já são commodities e o mercado financeiro especula sobre essa necessidade humana.

Na Unisg, alimento não é commodity, faz parte do todo, do sabor e do prazer, da saúde (inclusive na cura de doenças), da relação com o meio ambiente, interage com os produtores rurais, aliás, produtores de alimentos, com o consumidor e sua saúde, e também seu equilíbrio físico e mental, é um movimento até mesmo ideológico, portanto, multidimensional, conceito ao qual aderiram personalidades internacionais como o Papa Francisco e Barack Obama, e até mesmo Eric Smith, presidente da Google. Michelle Obama, por exemplo, instalou uma horta na Casa Branca por indicação do slow food.

Brasileiros como Alex Atala e Regina Tchelly já proferiram palestras em Pollenzo, na Unisg, bem como outros famosos e respeitados chefs de cozinha de todo o mundo. Enfim, a Unisg é uma injeção na veia de adrenalina otimista, ideia que deveria ser copiada e repetida mundo afora, inclusive no Brasil.
Decoração da sala de recepção, no estilo italiano, de bom gosto.
Área externa frontal.
Pollenzo, sítio Romano, dos séculos I e II.


Estilo sóbrio, e belo. Aqui estuda-se o "slow food", um conceito genial.


Ambientes em harmonia arquitetônica. Ao fundo a torre do castelo.


Patrimônio Mundial da Humanidade, Unesco.



O arado, homenagem a um dos maiores inventos da humanidade.



Ricardo Sauvaigne, do corpo de diretores da Unisg.


Slide da apresentação da Unisg, sobre o que é a inovação em alimentos.


Propostas da Unisg: alimento não é commodity, é muito mais que isso.

Nascente preservada, passa por baixo do castelo.
Michele Fino, professor da Unisg, brilhante e instigante apresentação.
Pollenzo, sítio Romano, a Itália é um museu a céu aberto.
Preservação da história e da cultura.
Arquitetura e meio ambiente em equilíbrio.