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domingo, 9 de maio de 2021

Bolsonaro comemora Jacarezinho

Richard Jakubaszko  

De uma forma geral os evangélicos comemoraram a matança na favela do Jacarezinho. Estão na linha do "bandido bom é bandido morto". Os milicianos no Rio aplaudiram os atos da polícia civil. Bolsonaro não foi diferente, comemorou com o véio do Hang.

O mundo inteiro nos percebe como primatas. A pandemia é uma festa para o governo brasileiro. Agora vão até fazer campanha pró cloroquina...
Uma vergonha.

 

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sábado, 1 de agosto de 2020

Quem somos nós?

Richard Jakubaszko 

Eterno questionamento da humanidade, o "quem somos nós, de onde viemos, o que fazemos aqui", numa conversa interessante e inteligente que disponibilizo aos visitantes do blog. 

No vídeo a discussão é sobre Alan Kardec, e o que pensava o criador do espiritismo, por Dora Incontri, entrevistada por Celso Loducca, e ela lembra aos mais afoitos que o kardecismo - e o espiritismo - é ciência, no mundo inteiro, mas no Brasil virou religião.
O vídeo me foi sugerido pelo amigo Daniel Strutenskey de Macedo.



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sexta-feira, 8 de junho de 2018

O Inferno, explicado por um estudante de física

Richard Jakubaszko
Recebi por e-mail de Luís Amorim, lá da terrinha do além-mar, onde Camões e Fernando Pessoa em tempos idos sapecavam inteligências e ironias, um saboroso texto que nos remete a questões científicas de análise e reflexão sobre os entreveros das ciências com a religião e o controvertido universo humano, especialmente o feminino; senão vejamos:

O Inferno, explicado por um estudante de física
O que se segue é (alegadamente) uma pergunta que saiu num exame de um curso de Física numa universidade americana. A resposta de certo estudante foi tão criativa que o professor a partilhou por e-mail com vários colegas.

- Pergunta: O Inferno é exotérmico (liberta calor) ou endotérmico (absorve calor)?
A maioria dos alunos respondeu baseando as suas opiniões na lei de Boyle (o gás arrefece quando se expande e aquece quando é comprimido), ou nalguma variante disso. Houve um aluno que, no entanto, deu a resposta que se segue.

Primeiro, precisamos de saber como a massa do Inferno está a variar com o tempo. Portanto, precisamos de saber a taxa a que as almas se estão a mover para o Inferno e a taxa a que o estão a deixar. Acho que podemos assumir seguramente que uma vez que uma alma entra no Inferno ela nunca mais de lá sai. Portanto, não há almas a sair. Para verificarmos qual a quantidade de almas que entram no Inferno, vamos olhar para as diferentes religiões que existem no mundo atual. A maioria dessas religiões afirma que quem não é membro dessa religião vai para o Inferno. Como há mais do que uma dessas religiões, e como as pessoas não pertencem a mais do que uma religião, podemos prever que todas as almas vão para o Inferno. Com as taxas de natalidade e mortalidade atuais, podemos esperar que o número de almas no Inferno aumente exponencialmente.

Agora, vamos olhar para a taxa de variação de volume do Inferno, porque a lei de Boyle afirma que, para que a temperatura e a pressão no Inferno se mantenham constantes, o volume do Inferno tem de se expandir proporcionalmente à medida que são adicionadas mais almas. Isto abre duas possibilidades:

1. Se o Inferno se expandir a uma taxa inferior à da taxa a que as almas entram, então a temperatura e a pressão no Inferno vão aumentar até ele explodir.

2. Se o Inferno se expandir a uma taxa superior à do aumento de almas no Inferno, então a temperatura e a pressão baixarão até que o Inferno congele.

Então, qual das hipóteses é a correta? Se aceitarmos a afirmação da Mary no meu ano de calouro de que “o Inferno vai congelar antes de eu ir para a cama contigo”, e tendo em conta o fato de que eu dormi com ela a noite passada, então a hipótese número 2 deve ser a verdadeira, e, portanto, tenho a certeza de que o Inferno é exotérmico e já congelou.

O corolário desta teoria é que, uma vez que o Inferno congelou, então já não aceita mais nenhuma alma e está, consequentemente, extinto, passando a existir apenas o Céu e provando assim a existência de um ser divino, o que explica porque é que ontem à noite a Mary gritava “Oh, meu Deus! Oh, meu Deus!”.


Este estudante teve a única nota máxima! 

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domingo, 5 de novembro de 2017

Diferença lógica entre Religião e Espiritualidade

Richard Jakubaszko
Recebi por e-mail do amigo Odo Primavesi, lá de São Carlos (SP), engenheiro agrônomo aposentado da Embrapa, o texto abaixo, e que ele descobriu na internet, escrito pelo padre e filósofo Pierre Teilhard de Chardin, um francês que viveu entre os séculos 19 e 20, que explica muito bem as diferenças entre fé com verossimilhança e fanatismo religioso, entre ignorância cultural de moda e sensibilidade espiritual factual.

Diferença lógica entre Religião e Espiritualidade
A religião não é apenas uma, são centenas.
A espiritualidade é apenas uma.

A religião é para os que dormem.
A espiritualidade é para os que estão despertos.

A religião é para aqueles que necessitam que alguém lhes diga o que fazer e querem ser guiados.
A espiritualidade é para os que prestam atenção à sua Voz Interior.

A religião tem um conjunto de regras dogmáticas.
A espiritualidade te convida a raciocinar sobre tudo, a questionar tudo.

A religião ameaça e amedronta.
A espiritualidade lhe dá Paz Interior.

A religião fala de pecado e de culpa.
A espiritualidade lhe diz: "aprenda com o erro".

A religião reprime tudo, te faz falso.
A espiritualidade transcende tudo, te faz verdadeiro!

A religião não é Deus.
A espiritualidade é Tudo e, portanto é Deus.

A religião inventa.
A espiritualidade descobre.

A religião não indaga nem questiona.
A espiritualidade questiona tudo.

A religião é humana, é uma organização com regras.
A espiritualidade é Divina, sem regras.

A religião é causa de divisões.
A espiritualidade é causa de União.

A religião lhe busca para que acredite.
A espiritualidade você tem que buscá-la.

A religião segue os preceitos de um livro sagrado.
A espiritualidade busca o sagrado em todos os livros.

A religião se alimenta do medo.
A espiritualidade se alimenta na Confiança e na Fé.

A religião faz viver no pensamento.
A espiritualidade faz Viver na Consciência..

A religião se ocupa com fazer.
A espiritualidade se ocupa com Ser.

A religião alimenta o ego.
A espiritualidade nos faz Transcender.

A religião nos faz renunciar ao mundo.
A espiritualidade nos faz viver em Deus, não renunciar a Ele.

A religião é adoração.
A espiritualidade é Meditação.

A religião sonha com a glória e com o paraíso.
A espiritualidade nos faz viver a glória e o paraíso aqui e agora.

A religião vive no passado e no futuro.
A espiritualidade vive no presente.

A religião enclausura nossa memória.
A espiritualidade liberta nossa Consciência.

A religião crê na vida eterna.
A espiritualidade nos faz consciente da vida eterna.

A religião promete para depois da morte.
A espiritualidade é encontrar Deus em Nosso Interior durante a vida.

"Não somos seres humanos passando por uma experiência espiritual... Somos seres espirituais passando por uma experiência humana..." (Pierre Teilhard de Chardin).

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domingo, 5 de março de 2017

Sermão da terceira quarta-feira da Quaresma

Evaristo Eduardo de Miranda *
Um trecho do "imperador da língua portuguesa". Próximo de como ele o escreveu. Para ler lentamente, relendo. Quaresmal.


Sermão da terceira quarta-feira da Quaresma
Padre Antônio Vieira

Ou mereceis os prêmios, que vos faltam, e com que vos faltam, ou não: se os não mereceis. não tendes de que vos queixar: se os mereceis, muito menos. Ainda não sabíeis que não há virtude, nem merecimento, sem prêmio? Assim como o vício é o castigo, assim a virtude é o prêmio de si mesma. O maior prêmio das ações heroicas é fazê-las. Com melhores palavras o disse Séneca, porque falava em melhor língua: Quid consequar (inquis) si hoc fortiter, si hoc grate fecero? Quod feceris: Se me perguntas que hás de conseguir pelo que fizeste. Ou forte, ou gênero prêmio aumente, respondo-te que tê-lo feito. Rerum honestarum pretium in ipsis est. O prêmio das ações honradas, elas o têm em si, e o levam logo consigo; nem tarda, nem espera requerimentos, nem depende de outrem: são satisfação de si mesmas. No dia em que as fizestes, vos satisfizestes.

E se fora de vós mesmos esperáveis outro prêmio, contentai-vos com o da opinião, e da honra. Se vossos serviços são mal premiados. baste-vos saber que são bem conhecidos. Este prêmio mental assentado no juízo das gentes. Ninguém vo-lo pode tirar, nem diminuir. Que importa que subais mal consultado dos ministros, se estais bem julgado da fama? Que importa que saísseis escusado do tribunal, se o tribunal fica acusado? Passai pela chancelaria este despacho, deixai-o por brasão a vossos descendentes, e sereis duas vezes glorioso. Só vos dou licença que vos arrependais de ter pretendido. Pouco fez, ou baixamente avalia suas ações quem cuida que lhas podiam pagar os homens.

Se servistes à pátria, que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis, ela o que costuma. Mas que paga maior para um coração honrado que ter feito o que devia? Quando fizestes o que devíeis então vos pagastes. Ouvi ao Mestre Divino, que nos ensinou. Dizia Cristo a Seus soldados, a quem encarregou não menos que a conquista do mundo, em que todos deram a vida: Cum feceritis omnia, dicite: servi inutiles sumus: Quando fizerdes tudo, dizei que sois servos inúteis. Notável sentença! O servo inútil é aquele que não faz nada; mas o que faz muito, e muito mais o que faz tudo, há de cuidar, e dizer que é servo inútil? Si.”

* engenheiro agrônomo, doutor em ecologia.

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Religiões desconstroem as democracias

Richard Jakubaszko  
Um estudo da Fundação Bertelsmann, com sede em Gütersloh, Alemanha, constatou um retrocesso da democracia e da economia social de mercado em todo o mundo e um aumento da influência da religião sobre as instituições políticas e jurídicas.
A democracia e a economia social de mercado encontram-se em retrocesso em todo o planeta”, diz um comunicado de imprensa da fundação, no qual se resumem as denúncias do estudo (leia aqui)

O projeto, que contou com a participação de 250 cientistas, analisa a situação de 129 países em vias de desenvolvimento e transformação, para avaliar a qualidade dos respectivos governos, a partir da consideração de um total de 17 critérios.
Desses 129 países, a apenas seis é atribuída boa qualidade de governança, o que representa o nível mais baixo desde 2006, quando se começou a realizar o estudo periodicamente.

Apesar de nos países analisados, as democracias terem aumentado ligeiramente (de 72 para 74) e as autocracias terem diminuído de 57 para 55, a situação geral piorou relativamente a cada uma das respectivas formas de governo.
Desde o mais recente estudo – há dois anos –, as autocracias consideradas “duras” aumentaram de 58% para 73% e apenas 15 das 55 consideradas protegem em parte os direitos civis e se outorgam direitos políticos limitados.
Nas demais 40 autocracias, as detenções arbitrárias de jornalistas e ativistas dos direitos humanos são frequentes, segundo o estudo.
Sobre as democracias, o estudo indica que uma em casa duas é qualificada como ‘falha’ e na grande maioria dos países da Europa Oriental existe atualmente mais restrições à liberdade de imprensa e de expressão do que dez anos atrás.

O presidente da Fundação Bertelsmann, Aart De Geus, manifestou especial preocupação com a situação nos países vizinhos da União Europeia.
Os países vizinhos da Europa tornaram-se mais conflituosos, menos estáveis e mais autoritários. O que preocupa é, principalmente, a crescente incapacidade para o debate social e político”, observou.

Essa situação, segundo o estudo, ajuda ao crescimento do populismo que, em muito países, já encontra terreno fértil na pobreza, desigualdade e na falta de perspectivas econômicas para boa parte da população.
O documento lamenta que os anos de prosperidade econômica mundial não tenham sido aproveitados para investir em educação e saúde e na luta contra a desigualdade social.
O estudo destaca ainda que a influência da religião na política aumentou em 53 países nos últimos dez anos e recuou em apenas 12.

Da Agência Brasil
Foto: AFP

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sexta-feira, 20 de março de 2015

Deus existe? Einstein disse que...

Richard Jakubaszko
Comercial interessante veiculado pelo Ministério da Ciência e Educação, da Macedônia, sugerindo a volta às escolas de aulas sobre religião.

No Brasil o Estado é laico, e o estudo de religiões nas escolas públicas inexiste, porque é optativo.

E você, o que pensa a respeito? Se você se omite a respeito o nosso legislativo federal decide por todos nós. Você acha justo que os deputados (os "400 picaretas", conforme Lula; ou os "300 achacadores", conforme Cid Gomes), decida por nós o que deve ser ensinado às nossas crianças?

A justificativa no filme, sobre Deus, é de Albert Einstein.

Vídeo sugerido pela Rosana Minante, lá da DBO.

Está na Constituição brasileira, o ensino é facultativo.
Aulas de religião são permitidas, em escolas públicas ou particulares, de forma facultativa. De acordo com a Constituição brasileira e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), desde que não sejam obrigatórias para os alunos e a instituição assegure o respeito à diversidade de credos e coíba o proselitismo, ou seja, a tentativa de impor um dogma ou converter alguém. Mas faz sentido oferecer a disciplina na rede pública? Desta vez, a resposta é não, e os motivos são três.
 
O primeiro tem a ver com a dificuldade de cumprir o que é determinado legalmente. A começar pelo caráter facultativo. O que fazer com os estudantes que, por algum motivo, não queiram participar das atividades? Organizar a grade para que eles tenham como opção atividades alternativas é o que se espera da escola. Porém, não é o que acontece em muitas redes. Nelas, nenhum aluno é obrigado a frequentar as aulas da disciplina, mas, se não o fizerem, têm de descobrir sozinhos como preencher o tempo ocioso. A lei não obriga a rede a oferecer uma aula alternativa, mas é contraditório permitir que as crianças fiquem na escola sem uma atividade com objetivos pedagógicos.

Dados do Censo Demográfico 2010, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelam que 64,6% da população se declara católica, 22,2% evangélica, 2% espírita, 3% praticante de outras religiões e 8% sem religião.

O segundo motivo é de foro íntimo e tem a ver com as escolhas de cada um e com o respeito às opções dos outros. De que forma assegurar que o professor responsável por lecionar Ensino Religioso não incorra no erro de impor seu credo aos estudantes? Ou que aja de maneira preconceituosa caso alguém não concorde com suas opiniões? É fato que todos, educadores e alunos, têm o direito de escolher e exercer sua fé. Está na Constituição também. Não há mal algum em rezar, celebrar dias santos, frequentar igrejas (ou outros templos), ter imagens de devoção e portar objetos, como crucifixos e véus. Porém, em hipótese alguma, a escola pode ser usada como palco para militância religiosa e manifestações de intolerância. É bom lembrar que a mesma carta magna determina que o Estado brasileiro é laico e, por meio de suas instituições, deve se manter neutro em relação a temas religiosos.
Quando isso não acontece, aumentam os riscos de constrangimentos e eventos de bullying. Stela Guedes Caputo, doutora em Educação e docente da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), pesquisou por mais de duas décadas a infância e a adolescência de praticantes do candomblé. Por causa de sua fé, muitos deles foram humilhados pelos colegas e até por seus professores. Para evitar tais situações, a maioria omitia a crença na tentativa de se proteger.

O terceiro motivo para deixar o Ensino Religioso fora do currículo é a essência da escola. Cabe a ela usar os dias letivos para ensinar aos estudantes os conteúdos sobre os diversos campos do conhecimento. Há tempos, sabe-se que estamos longe de cumprir essa obrigação básica. Os resultados de avaliações como a Prova Brasil e o Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa, sigla em inglês) comprovam com clareza essa falta grave. Boa parte dos estudantes conclui o Ensino Fundamental sem alcançar proficiência em leitura, escrita e Matemática.

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quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Acredite, o mundo será muçulmano em 2045.

Richard Jakubaszko
Dentro de menos de 30 anos o mundo será completamente diferente daquele que conhecemos hoje. O mundo será muçulmano/islâmico, conforme as projeções apresentadas no vídeo abaixo.
Antes de postar o vídeo, ancorado no Youtube, mostrei o mesmo a algumas pessoas, que não apenas se surpreenderam, como ficaram estupefatas, mas outras mostraram indicações de entrar em pânico, só de pensar em como será o futuro breve.
Eu vou começar a aprender o árabe na semana que vem...

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quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Qual é o segredo da vida?

Richard Jakubaszko 

O segredo da vida é o tema deste instigante, criativo, educativo e brilhante documentário produzido pela BBC Television, que exibo abaixo. Conta a história da evolução das ciências na busca de conhecer, afinal, qual é o segredo da vida. Desde a Roma antiga, perpassando pela pulsante Renascença, até chegar aos nossos dias, as ciências acumulam conhecimentos em paralelo, cuja soma edifica o conhecimento humano na busca de saber, afinal, qual é o segredo da vida, pelo menos do ponto de vista científico.

Nesses processos, diversos saberes interferiram, ajudaram ou atrasaram os avanços dos conhecimentos, fosse a medicina, a física, biologia ou química, todas dependentes da capacidade de observação e percepção humana.

Evidentemente que erros e acertos ocorridos em alguns momentos atrasaram ou adiantaram os processos na busca pelas respostas, inclusive pela fé e religiões castradoras, mas é certo que hoje temos respostas mais precisas do que há apenas um século atrás, e, mais do que isso, inegavelmente, evoluímos muito. Agora, parecemos avançar mais rapidamente.

Antes, as ciências julgavam que uma célula seria a fonte da vida, depois a molécula, e mais adiante os cromossomos. Hoje em dia reputamos que seja o DNA (Ácido desoxirribonucleico). Estacionamos? Ou, finalmente, a humanidade descobriu o cerne da questão, ou seja, o segredo da vida? O DNA é a base de uma nova ciência, a ciência da vida, a qual estamos conhecendo em detalhes nestes dias tumultuados. Desta nova ciência, o DNA, descoberta há pouco mais de meio século, conhecemos pouco mais de 100 ou 200 páginas, humildes páginas iniciais integrantes de uma imensa enciclopédia, talvez com mais de 1 milhão de páginas a serem ainda escritas e complementadas pelas gerações futuras. Há tanto caminho a ser ainda percorrido? Com certeza, quanto mais se sabe, mais sabemos que nada conhecemos. O segredo da vida, em definitivo, não está na simplicidade.

O documentário da BBC encerra afirmando que “os cientistas, quanto mais investigavam o DNA, mais complicado ficava”.

Por isso, recomendo assistir o vídeo abaixo, e desejo uma boa e agradável viagem sobre os processos dos conhecimentos sobre a vida. Talvez, quem sabe, dentro em breve a ciência encontre e comprove a existência de Deus, ao final dessa longa jornada, logo ela, a ciência, cheia de arrogância e empáfia, e que tem negado o lado espiritual da vida, mas que ainda nem consegue criar uma célula sintética em laboratório.


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segunda-feira, 8 de setembro de 2014

A pastora em transe, cheirou o que não devia...

Richard Jakubaszko
Absurdos acontecem, e nem sempre a gente vê, só percebemos o atropelamento depois que ele aconteceu. Com a indicação de Marina Silva como candidata do PSB à presidência da República, o fanatismo pentecostal soltou os seus maus espíritos, entusiasmou-se, por assim dizer, e anda inflando os espíritos encarnados e desencarnados. O vídeo abaixo mostra uma pastora em transe, comunicando-se com seus fieis num templo algures e alhures, mas deixa a suspeita concreta de que a pastora cheirou algum pó branco ou puxou um fuminho do coisa ruim...
Honestamente, não há nenhum preconceito religioso de minha parte, mas me digam se estou errado, é necessário chamar Deus e seu opositor para os debates de uma campanha presidencial?
Não é normal...
Ou isso é manipulação pura e simples? Fanatismo? Fundamentalismo?

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terça-feira, 2 de setembro de 2014

A pergunta que não quer calar

Richard Jakubaszko 

Afinal, Deus é brasileiro ou é evangélico?
Quando se mistura religião, ambientalismo, dinheiro e política, já deu merda!
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terça-feira, 19 de março de 2013

Cântico das criaturas


Fernando Penteado Cardoso
Agora que são Francisco de Assis está em alta, face a opção do novo Papa, lembrei-me que ao celebrar o jubileu da turma 1936 da ESALQ, da qual faço parte, recitei durante a missa comemorativa uma oração de São Francisco de Assis, a qual me havia comovido pouco tempo antes. Chama-se Cântico das Criaturas (natureza e beleza), que está abaixo
FPC
PS - Meus santos prediletos: São Paulo (crença), Sta. Tereza D´Ávila (ação) e São Francisco de Assis (simplicidade).

                  CÂNTICO DAS CRIATURAS *

  Louvado sejas, meu Senhor,
 com todas as Tuas criaturas.
Especialmente o irmão Sol,
que clareia o dia
e com sua luz nos ilumina.
Ele é belo e radiante,
com grande esplendor
de Ti, Altíssimo é a imagem.

Louvado sejas meu senhor,
pela irmã Lua e as Estrelas,
que no céu formastes claras,
preciosas e belas.

Louvado sejas meu Senhor,
pelo irmão Vento,
pelo ar ou neblina,
ou sereno e de todo tempo
pelo qual às Tuas criaturas dais sustento.

Louvado sejas meu Senhor,
pela irmã Água,
que é muito útil e humilde
e preciosa e casta.

Louvado sejas meu Senhor,
pelo irmão Fogo,
pelo qual iluminas a noite,
e ele é belo e jucundo
e vigoroso e forte.

Louvado sejas meu Senhor,
pela nossa irmã a mãe Terra,
que nos sustenta e nos governa,
e produz frutos diversos,
e coloridas flores e ervas.


* (Quase cego, sozinho numa cabana de palha, em estado febril e atormentado pelos ratos, São Francisco de Assis deixou para a humanidade este canto de louvor ao Pai de toda a Criação - Ano 1226).
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sábado, 16 de março de 2013

Os papas, história e futuro.

Richard Jakubaszko
Atualmente, a maioria da população mundial é católica. São milhões de pessoas que seguem essa que é a denominação cristã mais antiga.
Ao longo da história a Igreja Católica Apostólica Romana teve como líderes 265 Papas, começando por Apóstolo Pedro, que foi o primeiro Papa. Nenhum outro, posteriormente, adotou o nome Pedro.

Nos últimos 8 anos, a autoridade máxima do catolicismo foi o alemão Joseph Ratzinger, que usa o nome Bento XVI, e renunciou ao cargo no dia 28 de fevereiro último. Agora temos Francisco, um argentino, Jesuíta, uma das correntes mais intelectualizadas do Vaticano, que ainda não havia eleito nenhum Papa. Francisco contraria, até o momento, a previsão de São Malaquias, que previa o Petrus Romanus. Ainda não se descobriram as ilações dos fatos com as profecias, que anunciavam o início do fim dos tempos...


Francisco prenuncia mudanças na Igreja Romana, a Opus Dei enfraquece seu poder, mas os novos rumos ainda devem demorar algum tempo para mostrar quais as tendências, pois a Igreja Católica Apostólica Romana é lenta em suas mudanças. Mas elas virão. O que milhões de fiéis desejam é que a fé seja crescente nesses tempos conturbados. Nas questões humanas, todavia, a fé anda de braços dados com a política, o que é muito ruim. Mas isso sempre foi assim.

Francisco ainda nem tomou posse e já há correntes tentando descontruir a imagem do novo Papa, através de acusações genéricas de ser um padre amigo de ditaduras. Tentam desqualificar previamente as futuras mudanças. Antigamente envenenavam os Papas, hoje se faz o que ficou sendo conhecido como assassinato de reputação. Tempos modernos...

Abaixo a lista de nomes de todos os Papas da Igreja Católica, pela ordem de sucessão, nome, lugar de origem e data de início e término do papado. A maioria esmagadora concluiu o papado com a característica de sua vitaliciedade. Houve raríssimas renúncias, e, especialmente, muitas mortes por assassinato. A cicuta sempre esteve à espreita, fatal e ameaçadora.

1
São Pedro
Betsaida
33
67
2
São Lino
Túscia
67
76
3
Santo Anacleto
Roma
76
88
4
São Clemente I
Roma
88
97
5
Santo Evaristo
Grécia
97
105
6
Santo Alexandre I
Roma
105
115
7
São Sisto I
Roma
115
125
8
São Telésforo
Grécia
125
136
9
Santo Higino
Grécia
136
140
10
São Pio I
Aquiléia
140
155
11
Santo Aniceto
Síria
155
166
12
São Sotero
Campânia
166
175
13
Santo Eleutério
Epiro
175
189
14
São Vitor I
África
189
199
15
São Zeferino
Roma
199
217
16
São Calisto I
Roma
217
222
17
Santo Urbano I
Roma
222
230
18
São Ponciano
Roma
230
235
19
Santo Antero
Grécia
235
236
20
São Fabiano
Roma
236
250
21
São Cornélio
Roma
251
253
22
São Lúcio I
Roma
253
254
23
Santo Estevão I
Roma
254
257
24
São Sisto II
Grécia
257
258
25
São Dionísio
-
259
268
26
São Félix I
Roma
269
274
27
Santo Eutiquiano
Luni
275
283
28
São Caio
Dalmácia
283
296
29
São Marcelino
Roma
296
304
30
São Marcelo I
Roma
308
309
31
Santo Eusébio
Grécia
309
309
32
São Melquíades
África
311
314
33
São Silvestre I
Roma
314
335
34
São Marcos
Roma
336
336
35
São Júlio I
Roma
337
352
36
Libério
Roma
352
366
37
São Dâmaso I
Espanha
366
384
38
São Sirício
Roma
384
399
39
Santo Anastácio I
Roma
399
401
40
Santo Inocêncio I
Albano
401
417
41
São Zósimo
Grécia
417
418
42
São Bonifácio I
Roma
418
422
43
São Celestino I
Campânia
422
432
44
São Sisto III
Roma
432
440
45
São Leão Magno
Túscia
440
461
46
Santo Hilário
Sardenha
461
468
47
São Simplício
Tivoli
468
-
48
São Félix III (II)
Roma
483
492
49
São Galásio I
África
492
496
50
Anastácio II
Roma
496
498
51
São Símaco
Sardenha
498
514
52
São Hormisdas
Frosinone
514
523
53
São João I
Túscia
523
526
54
São Félix IV (III)
Sâmnio
526
530
55
Bonifácio II
Roma
530
532
56
João II
Roma
533
535
57
Santo Agapito I
Roma
535
536
58
São Silvério
Campânia
536
537
59
Vigílio
Roma
537
555
60
Pelágio I
Roma
556
561
61
João III
Roma
561
574
62
Bento I
Roma
575
579
63
Pelágio II
Roma
579
590
64
São Gregório I
Roma
590
604
65
Sabiniano
Túscia
604
607
66
Bonifácio III
Roma
607
608
67
São Bonifácio IV
Marsi
608
615
68
São Adeodato I
Roma
615
618
69
Bonifácio V
Nápoles
619
625
70
Honório I
Campânia
625
638
71
Severino
Roma
640
640
72
João IV
Dalmácia
640
642
73
Teodoro I
Grécia
642
649
74
São Martinho I
Todi
649
655
75
Santo Eugênio I
Roma
654
657
76
São Vitaliano
Segni
657
672
77
Adeodato II
Roma
672
676
78
Dono
Roma
676
678
79
Santo Ágato
Sicília
678
681
80
São Leão II
Sicília
682
683
81
São Bento II
Roma
684
685
82
João V
Síria
685
686
83
Cônon
-
686
687
84
São Sérgio I
Síria
687
701
85
João VI
Grécia
701
705
86
João VII
Grécia
705
707
87
Sisínio
Síria
707
708
88
Constantino I
Síria
708
715
89
São Gregório II
Roma
715
731
90
São Gregório III
Síria
731
741
91
São Zacarias
Grécia
741
752
92
Estevão II
Roma
752
757
93
São Paulo I
Roma
757
767
94
Estevão III
Roma
768
772
95
Adriano I
Roma
772
795
96
São Leão III
Roma
795
816
97
Estevão IV
Sicília
816
817
98
São Pascoal I
Roma
817
824
99
Eugênio II
Roma
824
827
100
Valentim I
Roma
827
827
101
Gregório IV
Roma
827
844
102
Sério II
Roma
844
847
103
São Leão IV
Roma
847
855
104
Bento III
Roma
855
858
105
São Nicolau I
Roma
858
867
106
Adriano II
Roma
867
872
107
João VIII
Roma
872
882
108
Mariano I
Gellese
882
884
109
Santo Adriano III
Roma
884
885
110
Estevão V
Roma
885
891
111
Formoso
Pôrto
891
896
112
Bonifácio VI
Roma
896
896
113
Estêvão VI
Roma
896
897
114
Romano
Gallese
897
897
115
Teodoro II
Roma
897
897
116
João IX
Tivoli
898
900
117
Bento IV
Roma
900
903
118
Leão V
Árdea
903
903
119
Sérgio III
Roma
904
911
120
Anastácio III
Roma
911
913
121
Lando
Sabina
913
914
122
João X
Tossignano
914
928
123
Leão VI
Roma
928
928
124
Estevão VII
Roma
929
931
125
João XI
Roma
931
935
126
Leão VII
Pavia
936
939
127
Estêvão VIII
Roma
939
942
128
Marino II
Roma
942
946
129
Agapito II
Roma
946
955
130
João XII
Roma
955
964
131
Leão VIII
Roma
963
965
132
Bento V
Roma
964
966
133
João XIII
Túsculo
965
972
134
Bento VI
Roma
973
974
135
Bento VII
Roma
974
983
136
João XIV
Roma
983
984
137
João XV
Roma
985
996
138
Gregório V
Saxônia
996
999
139
Silvestre II
Alvérnia
999
1003
140
João XVII
Roma
1003
1004
141
João XVIII
Roma
1004
1009
142
Sérgio IV
Roma
1009
1012
143
Bento VIII
Túsculo
1012
1024
144
João XIX
Túsculo
1024
1032
145
Bento IX
Túsuculo
1032
1045
146
Silvestre III
Roma
1045
1045
147
Bento IX (2ª vez)
-
1045
1045
148
Gregório VI
Roma
1045
1046
149
Clemente II
Saxônia
1046
1047
150
Bento IX (3ª vez)
-
1047
1048
151
Dâmaso II
Baviera
1048
1049
152
São Leão IX
Egisheim-Dagsburg
1049
1055
153
Vitor II
Dolinstein-Hirschberg
1055
1057
154
Estêvão X
Lorena
1057
1059
155
Nicolau II
Borgonha
1059
1061
156
Alexandre II
Milão
1061
1073
157
São Gregório VII
Túscia
1073
1085
158
Beato Vitor III
Benevento
1086
1087
159
Beato Urbano II
França
1088
1099
160
Pascoal II
Ravena
1099
1118
161
Gelásio II
Gaeta
1118
1119
162
Calisto II
Borgonha
1119
1124
163
Honório II
Fagnano
1124
1130
164
Inocêncio II
Roma
1130
1143
165
Celestino II
Castelo
1143
1144
166
Lúcio II
Bolonha
1144
1145
167
Beato Eugênio III
Pisa
1145
1153
168
Anastácio IV
Roma
1153
1154
169
Adriano IV
Inglaterra
1154
1159
170
Alexandre III
Siena
1159
1181
171
Lúcio III
Lucca
1181
1185
172
Urbano III
Milão
1185
1187
173
Gregório VIII
Benevento
1187
1187
174
Clemente III
Roma
1187
1191
175
Celestino III
Roma
1191
1198
176
Inocêncio III
Anagni
1198
1216
177
Honório III
Roma
1216
1227
178
Gregório IX
Anagni
1227
1241
179
Celestino IV
Milão
1241
1241
180
Inocêncio IV
Gênova
1243
1254
181
Alexandre IV
Anagni
1254
1261
182
Urbano IV
Troyes
1261
1264
183
Clemente IV
França
1265
1268
184
Beato Gregório X
Placência
1271
1276
185
Beato Inocêncio V
Savóia
1276
1276
186
Adriano V
Gênova
1276
1276
187
João XXI
Portugal
1276
1277
188
Nicolau III
Roma
1277
1280
189
Matinho IV
França
1281
1285
190
Honório IV
Roma
1285
1287
191
Nicolau IV
Ascoli
1288
1292
192
São Celestino V
Isérnia
1294
1294
193
Bonifácio VIII
Anagni
1294
1303
194
Beato Bento XI
Treviso
1303
1304
195
Clemente V
França
1305
1314
196
João XXII
Cahors
1316
1334
197
Bento XII
França
1335
1342
198
Clemente VI
França
1342
1352
199
Inocêncio VI
França
1352
1352
200
Bento Urbano V
França
1362
1370
201
Gregório XI
França
1370
1378
-
Grande Cisma do Oriente – Papas Romanos



202
Urbano VI
Nápoles
1378
1389
203
Bonifácio IX
Nápoles
1389
1404
204
Inocêncio VII
Sulmona
1404
1406
205
Gregório XII
Veneza
1406
1415
-
Papas depois do Grande Cisma



206
Martinho V
Roma
1417
1431
207
Eugênio IV
Veneza
1431
1447
208
Nicolau V
Sarzana
1447
1455
209
Calisto III
Valência
1455
1458
210
Pio II
Siena
1458
1464
211
Paulo II
Veneza
1464
1471
212
Sisto IV
Savona
1471
1484
213
Inocêncio VIII
Gênova
1484
1492
214
Alexandre VI
Valência
1492
1503
215
Pio III
Siena
1503
1503
216
Júlio II
Savona
1503
1513
217
Leão X
Florença
1513
1521
218
Adriano VI
Ultrecht
1522
1523
219
Clemente VII
Florença
1523
1534
220
Paulo III
Roma
1534
1549
221
Júlio III
Roma
1550
1555
222
Marcelo II
Montepulciano
1555
1555
223
Paulo IV
Nápoles
1555
1559
224
Pio IV
Milão
1559
1565
225
São Pio V
Bosco
1566
1572
226
Gregório XIII
Bolonha
1572
1585
227
Sisto V
Grottammare
1585
1590
228
Urbano VII
Roma
1590
1590
229
Gregório XIV
Cremona
1590
1591
230
Inocêncio IX
Bolonha
1591
1591
231
Clemente VIII
Florença
1592
1605
232
Leão XI
Florença
1605
1605
233
Paulo V
Roma
1605
1621
234
Gregório XV
Bolonha
1621
1623
235
Urbano VIII
Florença
1623
1644
236
Inocêncio X
Roma
1644
1655
237
Alexandre VII
Siena
1655
1667
238
Clemente IX
Pistóia
1667
1669
239
Clemente X
Roma
1670
1676
240
Beato Inocêncio XI
Como
1676
1689
241
Alexandre VIII
Veneza
1689
1691
242
Inocêncio XII
Nápoles
1691
1700
243
Clemente XI
Urbino
1700
1721
244
Inocêncio XIII
Roma
1721
1724
245
Bento XIII
Roma
1724
1730
246
Clemente XII
Florença
1730
1740
247
Bento XIV
Bolonha
1740
1758
248
Clemente XIII
Veneza
1758
1769
249
Clemente XIV
Rimini
1769
1774
250
Pio VI
Cesana
1775
1799
251
Pio VII
Cesena
1800
1823
252
Leão XII
Fabriano
1823
1829
253
Pio VIII
Cingoli
1829
1830
254
Gregório XVI
Belluno
1831
1846
255
Pio IX
Sinigáglia
1846
1878
256
Leão XIII
Carpineto
1878
1903
257
São Pio X
Riese
1903
1914
258
Bento XV
Gênova
1914
1922
259
Pio XI
Milão
1922
1939
260
Pio XII
Roma
1939
1958
261
João XXIII
Sotto II Monte
1958
1963
262
Paulo VI
Concesio
1963
1978
263
João Paulo I
Belluno
1978
1978
264
João Paulo II
Polônia
1978
2005
265
Bento XVI
Alemanha
2005
2013