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segunda-feira, 28 de abril de 2025

Trump: consequências dos tarifaços

Richard Jakubaszko

A internet não perdoa...


 

 

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quarta-feira, 4 de novembro de 2020

Trump perdeu 2020 e agora vai...

Richard Jakubaszko  

O mais arrogante e temerário de todos os ex-presidentes americanos não conseguiu a reeleição, fato raro na história dos EUA. Agora, além de judicializar a disputa eleitoral, imaginem o que ele vai fazer:



 

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terça-feira, 3 de dezembro de 2019

7 a 1? Oito capítulos marcantes da amizade desigual entre EUA e Brasil

Richard Jakubaszko
A BBC News Brasil esclareceu a vergonhosa submissão do governo Bolsonaro ao esperto Donald Trump, e estamos perdendo o jogo de 7 a 1.

A mais recente esperteza de Trump foi taxar as exportações de aço do Brasil para os EUA, argumentando que o Brasil prejudica os produtores rurais americanos, esquecendo de forma conveniente que o Brasil importa 750 milhões de litros de etanol de milho ao ano, sem necessitar do produto, porque aqui produzimos muito mais barato. Sem esquecer do trigo, é claro.

Assistam como a TV inglesa, no serviço da BBC News Brasil, aborda a hilária trapalhada do governo Bolsonaro, ao insistir nessa vexatória submissão do capitão-presidente brasileiro aos americanos. Somos motivos de chacota, especialmente em Portugal, pela prática de tanto puxa-saquismo. Os americanos possuem uma expressão idiomática que ilustra bem essa situação: brown nose, tradução literal nariz marrom, que sai sujo de tanto que o submisso lambe o saco do outro...

Vamos de mal a pior. Nossas relações exteriores nunca foram tão vexatórias, em tempo algum. Submissão do Brasil? Não, somos capacho dos americanos.



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segunda-feira, 15 de abril de 2019

Carta aberta ao presidente Trump sobre a mentira do CO2 e do aquecimento

Richard Jakubaszko
Vem bomba aí pela frente para contestar a ditadura ambiental estabelecida pelo biodesagradáveis do IPCC, com o apoio que Trump ganhou de cerca de 150 cientistas de renome internacional para criar
a Comissão Presidencial sobre Segurança Climática.

São signatários da carta abaixo cerca de 40 presidentes de institutos de pesquisa, órgãos de instituições científicas, e até mesmo de fundações americanos. Ainda como signatários, mais de uma centena de pesquisadores, a grande maioria composta por cientistas com Ph.D., professores das principais universidades americanas e alguns do Canadá, muitos deles especialistas em climatologia. Eles expressaram ao presidente Donald Trump forte apoio à proposta dele de criar a Comissão Presidencial sobre Segurança Climática, que será encarregada de conduzir uma revisão independente e de alto nível da Quarta Avaliação Nacional do Clima e outros relatórios oficiais relacionados ao clima. Entre os acadêmicos há professores eméritos e até mesmo um prêmio Nobel de Física. 

Apresento abaixo a carta traduzida, mas a original pode ser lida neste link:
https://www.heartland.org/_template-assets/documents/Joint_letter_to_President_Trump_in_support_of_proposed_Presidents_Commission_on_Climate_Security_1832019.pdf


A carta aberta me foi enviada pelo geólogo Geraldo Lino, parceiro com alguns capítulos em meu livro “CO2 aquecimento e mudanças climáticas: estão nos enganando?”, cuja 2ª edição, ampliada e revista, começamos a preparar este mês, e que estará disponível a partir de junho próximo.




Washington, DC
18th March 2019

The Honorable Donald J. Trump
President of the United States
The White House
1600 Pennsylvania Avenue, N. W.
Washington, DC 20500

Via e-mail


As organizações e indivíduos abaixo assinados escrevem para expressar nosso forte apoio à proposta da Comissão Presidencial sobre Segurança Climática. Entendemos que esta comissão, que está sendo planejada e seria dirigida pelo Dr. William Happer, da equipe do Conselho de Segurança Nacional, está atualmente sendo considerada pelo seu alto funcionário da Casa Branca e pelos respectivos secretários do Gabinete e chefes das agências.

A comissão consistiria de um pequeno número de especialistas destacados em ciência relacionada ao clima e segurança nacional. Ele seria encarregado de conduzir uma revisão independente e de alto nível da Quarta Avaliação Nacional do Clima e outros relatórios oficiais relacionados ao clima e suas implicações para a segurança nacional. Suas deliberações estariam sujeitas aos requisitos de transparência da Lei dos Comitês Consultivos Federais.

Em nossa opinião, uma revisão independente desses relatórios está muito atrasada. Problemas sérios e deficiências foram levantados repetidamente no passado por cientistas altamente qualificados para serem ignorados ou demitidos pelas agências federais encarregadas de produzir os relatórios.

Entre as principais questões que foram levantadas e que esperamos que a comissão irá analisar: os modelos utilizados assumiram sensibilidades climáticas para concentrações de CO2 significativamente maiores do que os pedidos de investigação recentes; os modelos utilizados previram muito mais aquecimento do que realmente ocorreu; as previsões dos impactos negativos do aquecimento global foram feitas com base em cenários implausíveis de emissões de alto nível; os impactos positivos do aquecimento foram ignorados ou minimizados; e conjuntos de dados de temperatura de superfície foram manipulados para mostrar um aquecimento mais rápido do que realmente ocorreu. Uma questão subjacente que esperamos que a comissão também aborde é o fato de que muitas das afirmações científicas feitas nesses relatórios e por muitos cientistas do clima não são reproduzíveis, isto é, não podem ser testadas pelo método científico.

As conclusões e previsões feitas por esses relatórios são a base para políticas energéticas propostas que podem custar trilhões de dólares em menos de uma década e dezenas de trilhões de dólares ao longo de várias décadas. Dada a magnitude dos custos potenciais envolvidos, pensamos que tomar os processos insulares da ciência consensual a confiança, como tem sido o caso nas últimas três décadas, é negligente e imprudente.

Em contraste, grandes projetos de engenharia são regularmente submetidos à revisão adversária mais rigorosa e exaustiva. Sugerimos que a ciência climática exige pelo menos o mesmo nível de escrutínio que a engenharia empregada na construção de uma ponte ou de um novo avião. Notamos que os defensores do consenso climático já montaram uma campanha pública contra a comissão proposta. Nós achamos essa oposição curiosa. Se os defensores estão confiantes de que a ciência contida nos relatórios oficiais é robusta, então eles deveriam receber uma revisão que finalmente poria fim às dúvidas que foram levantadas. Por outro lado, sua oposição poderia ser tomada como evidência de que a base científica do consenso climático é, na verdade, altamente suspeita e não pode resistir à revisão crítica.

Notamos ainda que os opositores da comissão proposta já se inclinaram para fazer ataques pessoais ao Dr. William Happer. Muitos signatários desta carta conhecem pessoalmente o Dr. Happer e todos estão familiarizados com sua carreira científica. Sabemos que ele é um homem de alta capacidade, grandes realizações e da mais alta integridade. Tem sido relatado que algumas autoridades dentro de sua administração propuseram um grupo de trabalho interno como alternativa a uma comissão independente sujeita à FACA. Na medida em que um grupo de trabalho interno consistiria em cientistas de carreiras federais revendo seu próprio trabalho, achamos que essa alternativa seria pior do que não fazer nada. Embora uma comissão independente de cientistas ilustres tenha alta credibilidade, não queremos dizer que seu relatório deva ser o fim da questão. Portanto, sugerimos que as Academias Nacionais de Ciência e Engenharia sejam órgãos apropriados para realizar uma revisão inicial do relatório da comissão.

Sr. Presidente, você fez vários comentários nos últimos anos expressando dúvidas sobre o consenso sobre o aquecimento global. Muitos dos signatários desta carta foram igualmente céticos. Sem prejulgar os resultados, pensamos que uma revisão da ciência climática produzida por uma comissão independente de alto nível seria um teste justo para seus pontos de vista (e nossos): ou forneceria uma base sólida para revisar seus pontos de vista ou confirmaria seus pontos de vista e confundir seus críticos. Por estas razões, pedimos que você crie, por Ordem Executiva, uma Comissão Presidencial sobre Segurança Climática.

Obrigado por considerar nossos pontos de vista.
Atenciosamente,


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sexta-feira, 1 de março de 2019

Trump e o poder dos simbolismos

Richard Jakubaszko    
Desde antes de a humanidade aprender a verbalizar, as comunicações sempre se pautaram pelos simbolismos, na maioria das vezes símbolos abstratos, e do que estes representam. No caso de Trump temos abaixo o simbolismo do poder e da força presidencial da nação mais bélica da história da humanidade.



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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Ex-diretor do FBI desmascara Trump na questão da Venezuela

Richard Jakubaszko    
O ex-diretor do FBI, Andrew McCabe, escreveu um livro sobre as intenções de Trump e dos EUA nessa campanha midiática contra a Venezuela, revelando que fabricaram o consenso da "ajuda humanitária" para se apoderar do petróleo venezuelano.
Assistam, vale a pena, a entrevista tem menos de 4 minutos:


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quarta-feira, 13 de junho de 2018

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Nota do Observatório do Clima sobre saída dos EUA do Acordo de Paris

Richard Jakubaszko

Agora é guerra! O chororô dos ambientalistas brasileiros contra a decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de sair do Acordo do Clima atinge o clímax. Agora só falta fazer passeata na avenida Paulista e praticar um quebra-quebra generalizado.
Leiam o que os sites ambientalistas andam publicando:
Dal Marcondes *

1 de junho de 2017 – Numa lamentável demonstração de irresponsabilidade, cegueira ideológica e inépcia estratégica, o presidente Donald J. Trump anunciou nesta quinta-feira que os Estados Unidos sairão do acordo do clima de Paris. A decisão é um erro histórico, que terá repercussões gravíssimas para toda a humanidade e para a população e a economia dos EUA.


O ato desta quinta-feira (1º/6) praticamente sepulta a chance da humanidade de atingir a meta de estabilizar o aquecimento global em 1,5oC neste século, objetivo mais ambicioso do Acordo de Paris e medida de segurança para evitar a extinção de pequenas nações insulares. Também traz riscos para o objetivo de limitar o aquecimento a menos de 2oC, ao eliminar da mesa de negociações o maior emissor histórico de gases de efeito estufa e uma das principais fontes de financiamento climático – potencialmente
levando outras nações a repensar os próprios compromissos.

Na geopolítica global, o dia 1o de junho de 2017 ficará conhecido como a data em que os Estados Unidos claramente abandonaram a ordem mundial construída no pós-Segunda Guerra e voltaram ao seu isolacionismo.

Ao sair do Acordo de Paris, Donald Trump também faz o oposto da sua
promessa de botar “a América em primeiro lugar” e de proteger a população e os empregos americanos, como repetiu à exaustão em seu discurso na quinta-feira. Ao virar as costas para o setor de energias renováveis – que gera empregos 12 vezes mais rápido que o restante da economia – e ao dobrar a aposta em setores moribundos, como o de carvão, o governo federal americano entrega a competitividade da indústria à China, que já investe mais que os EUA em energia eólica e solar.

Além de prejudicar as empresas e a geração de empregos, expõe toda a população dos Estados Unidos (e do restante do mundo) a impactos cada vez mais graves da mudança do clima. O aquecimento “pequenininho” do qual o presidente fez troça terá um efeito grande sobre cidades como Nova York, terra natal de Trump. Infelizmente, o clima não liga para ideologia ou “fatos alternativos”; ele simplesmente aquece.

O
recuo imoral do governo americano não é o fim do Acordo de Paris, nem da ação climática global. É, ao contrário, um chamado à ação. Cabe agora ao resto do mundo, inclusive a Estados e empresas dos EUA, aumentar sua ambição para fazer frente a Trump e cumprir os objetivos do tratado de garantir um planeta habitável neste século. (#Envolverde)

Publicado
no site Envolverde: http://www.envolverde.com.br/nota-do-observatorio-do-clima-sobre-saida-dos-eua-do-acordo-de-paris/

Dias depois, mais precisamente em 4 de julho último, o mesmo site Envolverde voltou a publicar outro ataque a Trump e aos EUA: 


ECO21 – O dragão da maldade quer queimar o mundo 
(Negritos por conta deste blogueiro)

Dal Marcondes 04/07/2017



Num indignado testemunho logo depois que Donald Trump abandonara o Acordo de Paris, o ex-vice-Presidente Al Gore escreveu: “Remover os Estados Unidos do Acordo de Paris é uma ação imprudente e indefensável. Isso prejudica a posição dos EUA no mundo e ameaça danificar a capacidade da humanidade de resolver a crise climática no tempo”.



A fúria ensandecida de Trump contra todas as iniciativas ambientais e de saúde do Governo Obama não foi uma surpresa. Ele já tinha prometido acabar com a “invenção chinesa” do aquecimento global. Nesse sentido, nunca foi mais explícita a profecia de Glauber Rocha ao criar o personagem Antônio das Mortes, o dragão da maldade, o matador de cangaceiros, uma figura detentora de seu próprio misticismo, que acreditava ser necessário livrar o mundo dos males e que somente ele poderia ser esse justiceiro predestinado capaz de negar todas suas faltas.


Trump é esse dragão da maldade que pode levar o mundo para uma hecatombe nuclear. A retirada de Trump do Acordo de Paris não foi incoerente. Ele simplesmente deu ênfase a uma política tradicional que levou os EUA a subverter as iniciativas multilaterais que conduziam a enfrentar os problemas globais, entre eles o aquecimento.


É bom lembrar que os EUA não são parte do Protocolo de Kyoto que dispõe de compromissos vinculantes para a redução da emissão dos gases de Efeito Estufa; nem de muitos outros instrumentos mundiais como a Convenção sobre Biodiversidade; o Protocolo de Cartagena sobre Biossegurança, que protege a biodiversidade e a saúde humana de potenciais riscos causados pela transferência, manipulação e uso de organismos geneticamente modificados; o Protocolo de Nagoya, que regulamenta o acesso a recursos genéticos e a repartição justa e equitativa dos benefícios advindos de sua utilização; nem da Convenção de Basileia, sobre o movimento transfronteiriço de resíduos perigosos, etc. O governo estadunidense sempre alegou que esses instrumentos jurídicos prejudicam seus interesses econômicos.



Robert Hutchison, ativista ambiental, ao fazer uma relação entre Trump e o Brexit, disse: “o surgimento do nacionalismo econômico e do populismo anticientífico criou um contexto inquietante no qual as mudanças climáticas devem ser pensadas e enfrentadas. Enquanto para a maioria das pessoas que estudam o assunto, a ciência das mudanças climáticas é complexa, mas clara o suficiente para não nos paralisar, e a economia da transformação de energia sem os combustíveis fósseis é convincente, a política permanece enganosa e difícil: temos a tecnologia dos deuses e a política das pessoas narcisistas”.

Ao mesmo tempo, as forças progressistas avançam por caminhos inesperados. O presidente francês Emmanuel Macron participou de uma iniciativa que vai além do Acordo de Paris, o projeto de um pacto mundial pelo meio ambiente que num futuro próximo seria um Tratado internacional adotado pela Assembleia-Geral da ONU. A ideia é reunir num único texto todos os grandes princípios internacionais do direito ambiental e lhe conferir um caráter obrigatório, passível de ser controlado pela justiça internacional. Este acordo completaria o arcabouço jurídico constituído por tratados, acordos e convenções adotados pela ONU, além de um sobre os diretos civis e políticos e, outro sobre os diretos econômicos, sociais e culturais. A iniciativa quer acabar com o uso das fontes fósseis e nucleares de energia, além de controlar radicalmente os agrotóxicos e os OGMs.

Depois que Trump anunciou que os EUA abandonariam o Acordo de Paris, vários Estados, cidades e empresas reiteraram seus compromissos para reduzir as emissões. Nesse caminho, uma iniciativa de Michael Bloomberg apresentada na COP-21, criou uma Força-tarefa para incentivar empresas a quantificarem os riscos climáticos do ponto de vista financeiro. O relatório final será apresentado aos líderes do G20 no encontro de cúpula marcado para Julho em Hamburgo.

A iniciativa já recebeu o apoio de empresas que, juntas, somam um capital de US$ 3,5 trilhões, e de instituições financeiras responsáveis por ativos de cerca de US$ 25 trilhões. Essas mais de 100 corporações se comprometeram publicamente a apoiar as recomendações da Força-tarefa, um ato que comprova a importância da divulgação dos riscos e oportunidades relacionados ao clima.

Fica então evidente que o dragão da maldade terá, como no filme de Glauber, um professor que é um santo guerreiro opositor vindo da ciência, que anulará a visão de um mundo dominado pela política da destruição.

Trump não conseguirá queimar o mundo.
Lúcia Chayb e René Capriles
* o autor é jornalista, editor do site Envolverde.
 

COMENTÁRIOS DESTE BLOGUEIRO:
Mentiras e mais mentiras, velhos argumentos absolutamente fúteis e vazios:
Vejamos porque:
1 - não existe aquecimento planetário, conforme apregoam. Só esta questão anula todos os outros possíveis argumentos contra a catilinária ambientalista. O IPCC não provou cientificamente a existência do aquecimento. Não há uma única prova nesse sentido, e existem mais cientistas céticos do que cientistas ambientalistas. Mas isso a grande mídia esconde. Entre os cientistas aquecimentistas, são raros os climatologistas, gente que entende de clima, e a maioria deles nega o aquecimento e as mudanças climáticas.
2 - o acordo de Paris é uma agenda política, financiada por interesses escusos de vender produção de energia elétrica tendo como fontes a energia eólica, a solar e, especialmente, a energia nuclear.
3 - em paralelo, há os interesses de bancos e seguradoras, pois a neurose ambientalista propiciou milhões de empregos mundo afora, através de ONGs e dos serviços de usos de satélites, como os que permitem a rastreabilidade de alimentos e de produtos. Desde o início dessa campanha ambientalista, em 2007, ficou claro que o interesse financeiro apoiava a causa, por isso provocaram as especulações com os projetos de carbono negociados nas bolsas de valores, o tal Protocolo de Kyoto.
4 - há o interesse político e estratégico dos chamados países desenvolvidos, de frear o crescimento dos países em desenvolvimento, como Brasil, Índia, África do Sul, e ainda Rússia e China.
5 - não esqueçam das falcatruas da Universidade de East Anglia, na Inglaterra, que fraudaram dados estatísticos de temperatura do mundo inteiro, para que os números apresentassem o que eles queriam provar. Tudo resulta em média de médias para afirmar falaciosamente que o planeta está esquentando.
6 - sem os EUA o acordo fica quase possível de ser aprovado. De um lado, porque os EUA são o maior poluidor, junto com a China. A China iria entrar no acordo, porque foram pressionados por Obama, mas sem compromisso de reduzir emissões, e sem pagar multas por eventuais insucessos nas reduções de emissões. Da mesma maneira a Índia. Já os EUA seriam o principal financiador da causa ambientalista, e Trump brecou essa possibilidade, porque tem outras prioridades.
7 - particularmente, desejo que os ambientalistas abracem uma causa efetivamente social e justa, a de lutar por um planeta menos poluído, de um lado, através da conscientização, e de outro, por menos consumismo. Adicionalmente, e tão importante quanto a poluição, os ambientalistas deveriam conscientizar os governos e as pessoas dos países em desenvolvimento, a reduzirem a velocidade do crescimento demográfico. Só com esses objetivos atingidos conseguiremos mitigar as misérias da humanidade, que anda a esgotar a capacidade do planeta de nos fornecer alimentos e minérios essenciais, como os fertilizantes, e causa muita poluição com seu consumismo.
8 - Trump merece aplausos pela coragem e honestidade de retirar os EUA do fajuto Acordo do Clima de Paris. 
9 - Recordem o acordo do Protocolo de Montreal (o da "camada" de ozônio), outra mentira deslavada, que trouxe lucros bilionários para os fabricantes dos gases CFC e para a indústria farmacêutica, que até hoje vendem os bloqueadores solares, estes sim, prejudiciais à saúde, e que são caríssimos.
10 - Que se termine a perseguição aos cientistas céticos, ciência não é feita pela opinião publicada na mídia, ciência é feita através de pesquisas, estudos e muito debate, sendo o contraditório a questão mais relevante, porque ciência não tem consenso. A questão do aquecimento e das mudanças climáticas é uma hipótese, um delírio, e que já foi desmentida pelo mais conhecido dos ambientalistas, James Lovelock, que pediu perdão pelo seu erro. A hipótese aquecimentista tem sido desmentida por inúmeros cientistas, mundo afora, e por estudiosos do assunto, entre os quais me incluo, com pequeníssima repercussão na grande mídia, porque a mídia prefere vender desgraças nas suas manchetes. Portanto, aquecimento e mudanças climáticas é simplesmente uma hipótese, nem alcançou sequer o status de teoria, e jamais será lei.

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segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Trump e o ambientalismo

Richard Jakubaszko 

Tão logo Donald Trump assumiu a presidência dos EUA, em questão de poucos minutos, uma página na internet, dedicada às mudanças climáticas, e que é hospedada no site da Casa Branca, foi retirada do ar. Sintomático...

Ao clicar no www.whitehouse.gov/energy/climate-change  - uma página focada para o tema ambiental e que exibia as políticas de Barack Obama no assunto, o internauta podia ler a seguinte mensagem: “The requested page “/energy/climate-change” could not be found” – ou seja,  "a página requisitada não pode ser encontrada". Hoje, voltei a clicar na página acima, mas abre já com uma sugestão de você se cadastrar, e neca de pitibiriba sobre mudanças climáticas...


Se a atitude de retirar o site do ar envolve promessas (e ameaças) feitas durante campanha eleitoral, os biodesagradáveis americanos e do mundo afora não terão vida fácil daqui pra frente. Foi uma das polêmicas da campanha de Trump, que definiu a questão das mudanças climáticas como "falsa". Eu concordo com ele, mas acho que é a única afinidade que temos.
A conferir... 
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segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Custos de telefonia internacional

Richard Jakubaszko

Morreram, e encontraram-se no inferno: Temer, Trump e a Rainha Elizabeth, da Inglaterra. Trump pediu ao diabo autorização para fazer uma ligação para os EUA, porque queria saber como ficou o país depois da sua partida.

O diabo permitiu a chamada e Trump falou durante 2 minutos. Ao terminar, o diabo disse que a chamada custava 3 milhões de dólares, Trump fez um cheque e pagou...

Quando a rainha soube, quis fazer o mesmo, e ligou para Inglaterra, mas conversou durante 5 minutos. O diabo passou a conta, equivalente a 10 milhões de dólares.

Obviamente que Temer ficou intrigado e também quis ligar para ver como havia ficado o Brasil, mas conversou por mais de 3 horas com Deputados e Secretários. Quando desligou, o diabo disse que era 3,50 dólares. O próprio Temer ficou atônito, porque havia presenciado as cobranças anteriores que duraram muito menos tempo. Reclamou ainda que, no Brasil, temos uma das telefonias mais caras do mundo, como pode ser só essa tarifa tão barata!

Então, perguntou ao diabo porque custava tão pouco ligar para o Brasil.

O diabo respondeu: você provocou desemprego, contratou larápios como ministros e assessores, você fez a Reforma da Previdência, reduziu os benefícios, aumentou a aposentadoria dos professores para 45 anos, tornou o tempo de aposentadoria igual para homens e mulheres e colocou obrigatoriedade do trabalhador rural pagar INSS para se aposentar. Ainda fez uma PEC para prender os juízes e barrar a Lava Jato.

O coisa ruim concluiu: você transformou aquilo lá num inferno, e, de inferno para inferno, a chamada tem custo local.
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