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terça-feira, 14 de agosto de 2018

Menino africano de 11 anos cria sistema que afugenta leões do curral

Richard Jakubaszko 
É uma ideia simples e genial, como todas as grandes ideias. O garoto Richard Turere, do Quênia, na comunidade Maasai, tinha a tarefa de cuidar do gado da família, mas os leões da região abatiam uma ou duas reses por semana, sempre à noite. Muitas vezes também atacavam membros da família de Richard. Ele criou então um sistema que faz os leões não se aproximarem, como pode ser visto em uma palestra proferida pelo garoto no TED, no vídeo abaixo, legendado em português:
O vídeo me foi enviado pelo amigo Odo Primavesi, lá de São Carlos (SP)

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sábado, 28 de julho de 2018

Comunicações de gatos e cães: são diferentes

Richard Jakubaszko 
Conforme os quadros abaixo, a comunicação corporal de gatos e cães com os humanos é diferente, é interessante, e vale a pena conhecer e entender.


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domingo, 23 de julho de 2017

Mamíferos em atividades

Richard Jakubaszko
Maravilhosas fotos de mamíferos, de todos os tipos.Em flagrantes antológicos.
Bebê de 6 kg nascido nos EUA.
Mulher feliz, com 106 anos, na Índia.
Fofura de mamífero, traçando um broto de bambu

Filhotes de tigre asiático.
Fernando Penteado Cardoso, 103, em visita recente à DBO Editores.
Mamíferos americanos se alimentando inadequadamente.
Marina, mamífera política indecisa.
Muçulmanos também são mamíferos
Orangotango, mamífero em ação de caca.
Mamíferas poliafetivas
Mamíferos votam, certos ou erráticos.
Justa homenagem aos mamíferos leiteiros.
Mamífero humano salva mamífero felino de morrer afogado.
Mamífero isolado a ser descartado em breve. Depois, preso?

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Agora a suruba é oficial

Richard Jakubaszko 
Pensa que vou falar de política? Nananinanão... É sexo mesmo, e grupal, ou seja, a suruba (*) agora está oficializada. Vejam só a "sugestão de pauta" abaixo que recebi no e-mail da redação, uma revista sobre agricultura... A assessoria de imprensa do 15º Tabelião do Rio de Janeiro não tem noção do que faz. Na ânsia de ter "mídia" para seu cliente vale qualquer coisa.

O mundo de hoje e do futuro breve não será como antes. Tudo vai ser diferente. Mas reproduzo abaixo, na íntegra, o press release recebido para informação do leitor deste blog, evidentemente sem emitir nenhum julgamento de valor, apenas para evidenciar que numa democracia tudo é possível, pois vamos construindo o cotidiano, aos trancos e barrancos.

Família formada por três mulheres consegue inserção no plano de saúde
Primeira união poliafetiva somente de mulheres no Brasil foi reconhecida pelo 15º. Ofício de Notas do Rio de Janeiro. Casa do Saber promove debate sobre o tema em fevereiro

A oficialização da primeira união poliafetiva só de mulheres no Brasil já rendeu um importante reconhecimento deste modelo de família. Uma das companheiras conseguiu inserir as demais no plano de saúde de sua empresa, ato somente possível por conta do registro de união estável lavrada pelo 15º Ofício de Notas do Rio de Janeiro, em outubro do ano passado. A nova família – formada por uma empresária (34), uma dentista (32) e uma gerente administrativa (34) - quer agora em 2016 gerar um filho, que terá os três sobrenomes na certidão, tratando-se, portanto, de um registro mulitiparental. A união oficializada pela Tabeliã, Fernanda de Freitas Leitão, inclui testamentos vitais e de bens. O próximo passo da nova família é pleitear pensão previdenciária e declaração conjunta no Imposto de Renda.

“Estamos juntas há 3 anos, decidimos oficializar porque nos amamos e queremos nos respaldar legalmente, já que se trata de uma união ainda não muito aceita pela sociedade. Somos uma família, vivemos como uma família e queremos ser reconhecidas como tal.”, contam as três, que optaram por manter o anonimato para que a decisão seja mantida no âmbito privado, familiar.

Há quem veja nessa decisão um ato de coragem; outros uma rebeldia contra a monogamia. As mudanças no conceito de família ao longo dos tempos geraram igual repercussão; com apoiadores e detratores com argumentos igualmente apaixonados. Para lançar luz sobre o tema, a tabeliã responsável pelo 15º Cartório do Rio de Janeiro decidiu procurar especialistas de diferentes áreas e propor um debate público. O encontro acontece no dia 18 de fevereiro, na Casa do Saber, com a participação ainda do cineasta João Jardim e o advogado e professor titular de Direito Civil da Uerj, Gustavo Tepedino.

Mais informações: http://rj.casadosaber.com.br/cursos/poliamor-para-entender-os-novos-conceitos-de-familia/mais-informacoes

“Os tribunais brasileiros ainda não criaram uma jurisprudência específica para reconhecer ou não como entidade familiar as uniões poliafetivas. Mesmo em relação às uniões homoafetivas, o que existe, até o presente momento, foi o reconhecimento de tais uniões pelo Supremo Tribunal Federal. Não há ainda no Brasil nenhuma lei que garanta a união ou casamento homoafetivo. De modo que, os argumentos a favor e contra dependerão da interpretação do nosso Poder Judiciário na análise dos casos concretos. Para este reconhecimento de união tomei como base o princípio basilar do atual Direito de Família, que é o

princípio da afetividade, bem como os fundamentos da Suprema Corte para reconhecer legalmente casais homossexuais”, explica a Tabeliã do 15º Ofício de Notas, Fernanda de Freitas Leitão, atuante também na área de mediação e de planejamento sucessório.

Evolução do conceito de família – O Código Civil de 1916 admitia unicamente o casamento civil como elemento formador da família, muito embora doutrina e jurisprudência já passassem a admitir a união estável. A Lei nº 6.515, de 1977, promulgada após 20 anos de luta, revogou o conceito da indissolubilidade do casamento civil, apagando o desquite do ordenamento jurídico brasileiro e instituindo o divórcio. O artigo 226 da Constituição Federal de 1.988 trouxe nova luz ao direito de família admitindo a proteção do Estado aos que optaram pela união estável. Em maio de 2011, o Supremo Tribunal Federal (STF), por votação unânime, reconheceu o direito dos casais homoafetivos, atribuindo as mesmas regras e consequências oriundas da união estável heterossexual ou heteroafetiva. Em todos esses avanços se defendia a família originada em duas pessoas desimpedidas e, mais recentemente, sem distinção de sexo. Agora, escrituras reconhecendo uniões poliafetivas como família voltam a exigir da Justiça e da sociedade um olhar sobre o novo modelo de compartilhamento de vida.

Amor poliafetivo e cultura - No campo das artes, o assunto poliamor não é novidade. ‘Dona Flor e Seus Dois Maridos’ é um dos romances mais conhecidos do escritor brasileiro Jorge Amado, publicado em 1966, em plena ditadura militar e seus preceitos da tradição, família e propriedade. A mesma história foi transportada para o cinema dez anos depois e readaptada no formato de minissérie em 1998.

Em 2000, o cinema retornou ao assunto com 'Eu, Tu, Eles', selecionado para a mostra Um Certo Olhar, do Festival de Cannes. A ideia para o roteiro partiu de uma reportagem publicada pela imprensa, que contava a vida de Maria Marlene Silva Sabóia, que vivia com três maridos. Ela autorizou transportar a sua experiência da vida real para a ficção e dizem ter recebido 3% da bilheteria por isso.

Em 2015, o canal GNT trouxe ao ar a série documental ‘Amores Livres’, do premiado diretor João Jardim, que em dez episódios levou ao espectador o universo do poliamor vivenciado com naturalidade diante de pais, amigos, filhos, vizinhos.


NOTA DO BLOGUEIRO:
Wikipédia -
* Suruba - O sexo grupal ou “sexo com múltiplos indivíduos” (SMI) é um comportamento em que mais de duas pessoas praticam atos sexuais juntas, podendo envolver a cópula vaginal entre um homem e uma mulher e/ou atos libidinosos diversos. Assim descrito, o sexo grupo envolve várias subcategorias como o ménage, o swing e a orgia (também chamada no Brasil de suruba).
Apesar de ser uma prática contrária ao padrão sexual dominante em boa parte do mundo, especialistas afirmam que o desejo de praticá-lo é mais comum que se imagina.


No mundo animal a ciência desconhece a existência de criaturas que pratiquem sexo grupal.
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segunda-feira, 8 de junho de 2015

As simpatias das corujas

Richard Jakubaszko
Há quem ache as corujas como aves de mau agouro. Crendices populares, nada mais que isso. O que é inegável é a simpatia delas, sem contar a beleza, vejam no vídeo.



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sábado, 7 de março de 2015

Paz aos brasileiros, antes que seja tarde.

Richard Jakubaszko 
Precisamos de paz, fraternidade e trabalho. Parece-me, entretanto, que isto seria pedir muito. O Brasil vai de mal a pior com as brigas entre os políticos, na disputa por mais poder. Os que perderam as eleições, talvez justamente por não terem quaisquer propostas que convencessem os eleitores, andam inconformados, e não se cansam de pedir impeachment, de acusar os que estão no poder de corruptos, e tome denúncia no lombo do governo.

O governo apanha como mulher de malandro, é claro que não gosta, mas acaba por ficar quieto a cada surra tomada. E nem reclama mais, não se defende, parece acuado. Ao mesmo tempo, políticos fisiológicos que fazem parte da base aliada do governo, exigem cargos e muitos outros benefícios. O povo não é bobo, percebe as manobras. Mas a intolerância cresce diante das denúncias recorrentes de "corrupção", as diferenças se acirram. E tem gente brincando com fogo. Ensandecidos, pedem uma ditadura, de novo...

A mídia, declaradamente oposicionista, insufla, vende desgraça diariamente. Vejo proliferar um ódio entre brasileiros, que é inédito em nossa história de cordialidade, fraternidade, amizades com etnias diferentes, convivência entre pobres e ricos, e que só o futebol nos separava dos demais, mesmo assim com muita gozação e competitividade, exceto entre os grupo de torcidas organizadas dos grandes times. Aí sim, a beligerância protegida dentro de grupos enormes encorajava uns e outros a descer o cacete no adversário. Eu disse adversário, e não inimigo, como verifico no cotidiano, nas discussões políticas que ando observando, nas pessoas, seja no cafezinho dos escritórios, nos bares, nas ruas e até mesmo nas feiras. E todo mundo tem razão!

O Brasil perde com isso. Atinge-se um grau de insatisfação, em ambos os lados, e as disputas se acirram, parece que estamos às vésperas de uma guerra civil. Como decorrência de um lado querendo provar que o outro está errado, a crise vem chegando como quem não quer nada. Mas quer. A oposição quer ver o Brasil de joelhos, alquebrado, submisso, pois se deseja o "quanto pior, melhor", com alto desemprego, inflação, crise, para depois apresentar-se como salvador da pátria.

Lamentavelmente já vimos essa história aqui no Brasil. Com Getúlio Vargas nada foi diferente, preparava-se um golpe, com denúncias e mais denúncias de corrupção, e do "mar de lama" que se "esparramava pelo país". Até que, às vésperas do golpe, Getúlio suicidou-se, em 1954, e impediu a realização das pretensões da UDN. Entrou para a história, ao mesmo tempo abençoado pelo povo. Getúlio não poderia prever, quem sabe, mas apenas prorrogou o golpe, que aconteceu em 1964, utilizando-se das mesmas estratégias de antes, com acusações e mais acusações de corrupção. Depois de Getúlio, a elite chegou ao poder, pelo voto, com Juscelino e seus planos megalomaníacos, e iniciou o perverso endividamento do Brasil, com empréstimos internacionais, crescimento econômico pela dinamização industrial, através das multinacionais que vieram buscar seu butim, mas teve muita corrupção.

Aí, o povo elegeu Jânio, feiticeiro político que com sua vassorinha mágica prometia acabar com os malfeitos, mas teve de pedir o boné depois de 8 meses no poder. O vice-presidente eleito, João Goulart, pecuarista dos grandes, membro da elite, mas com ideias de esquerda, com a reforma agrária e o trabalhismo na mochila, teve um governo tumultuado e acabou deposto, pois não agradava as elites.

Tivemos 21 anos de ditadura, com muita corrupção acobertada pela censura, e algum desenvolvimento, isso não há como negar. Depois, voltamos para uma claudicante democracia, crises econômicas e mais corrupção, com Sarney, depois Collor, Itamar, FHC, todos com seus planos de estabilização, até que a combinação crise-corrupção-má gestão levou Lula ao poder. Mal chegou Lula começaram as denúncias de corrupção, e o mensalão era a cereja do bolo, e agora com Dilma a corrupção da Petrobras. Nada de novo. Mas é triste admitir, o Brasil é um país de corruptos. Faz parte do DNA do povo, da classe média, dos políticos e das elites. Se o cara não é corrupto, acuse-o, passará a ser corrupto, conforme nos ensina o aforismo católico de que "é mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que chegar ao reino dos céus". Se gritar "pega ladrão", some quase todo mundo!

Portanto, os ciclos se repetem, tanto em termos econômicos como políticos. Ou seja, a história se copia e se reproduz, os políticos oportunistas repetindo os mesmos estratagemas. O Brasil de hoje é grande, muito maior que o Brasil dos anos 1950 e 1960. A população triplicou, hoje é mais de 80% urbana, numa proporção inversa aos anos 1950. Mas a imbecilidade humana e dos políticos é a mesma.

Se é verdade que os tempos são outros e diferentes, a estratégia é a mesma, sem tirar e nem por. Antes, os golpes aconteciam pelas armas dos militares, hoje em dia ocorre através da Justiça, é esse o modus operandi.

O buzilis da questão é que cada brasileiro tem um entendimento próprio e imagina uma solução para os problemas do país. Se fôssemos dar vazão às nossas emoções individuais, seríamos como essa gaúcha de alta classe média que está no vídeo abaixo: foi a um posto de gasolina, em Caxias do Sul (RS), e ao berros apregoou aos motoristas que não abastecessem seus carros, pois assim "sobraria gasolina" e o preço teria de baixar, diante da "lei da oferta e da demanda". O fato inusitado aconteceu durante a semana das manifestações dos caminhoneiros que ameaçavam parar o Brasil, com uma iminente falta de alimentos nas cidades, e a mulher imaginou que sua lógica resolveria tudo. Se não foi internada é porque voltou à razão...

Mas o Brasil anda mais ou menos assim, pra lá de destrambelhado, e a classe média discute emocionalmente sobre política nos bares, táxis e até nas alcovas. O estarrecedor é que não é uma situação, como diz o ditado popular, do "em casa em que falta pão, todo mundo discute e ninguém tem razão", pois a sociedade nunca esteve tão bem, conforme comprovam os indicadores sociais: nosso IDH subiu, a mortalidade de crianças caiu, o analfabetismo reduziu substancialmente, o salário mínimo triplicou poder de compra, e temos um estado de pleno emprego; então, por que brigam tanto os brasileiros? Acho que é porque as políticagens andam no desespero, não conseguem seus intentos...

Na falta de líderes políticos, de estadistas que trabalhem para o povo, a classe média emergente, com sua visão míope do que seja política, estimulada por uma mídia partidarizada, vai nos levando para uma provável crise econômica, no rastro histórico da Europa atolada em recessão, antecedida pelo pessimismo daqueles que pensaram ter chegado ao estágio de milionários, mas que não sabem onde pisam, daí o fértil desiderato...

Pobre mulher, essa do posto de gasolina, é uma radiografia contemporânea e representativa da classe média emergente brasileira. Moralista, sem rumo, politicamente inculta e mal informada, inconformada com o que dizem sobre tudo isso que está aí, mas consumista (percebam como ela está bem vestida), adepta de modismos, e que está "se achando" com seu "genial" e excêntrico discurso.

Particularmente, sem nenhum pessimismo, acredito que vamos para o vinagre, pois verifico que todos os problemas, do mundo e do Brasil, têm como causa o crescimento demográfico ainda acelerado. Agravado pelo aumento da expectativa média de vida e pelas políticas de inclusão social. Ouso afirmar que não existem políticas públicas (socialistas ou capitalistas) competentes capazes de atender a todas as demandas e necessidades do povo como um todo, especialmente nas periferias. O cobertor será sempre curto. Os impostos cobrados nunca serão capazes de atender todas as necessidades de tanta gente, especialmente em áreas onde já existe um perverso atraso social, econômico e cultural.

E o seu discurso, qual é? Você concorda comigo, ou a gaúcha está certa?

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terça-feira, 13 de maio de 2014

Elefante pianista

Richard Jakubaszko 
Não é todo dia que se assiste a um elefante tocar piano, e tampouco dançar ao som de música, comprovando que música é uma linguagem de comunicação universal.

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terça-feira, 22 de abril de 2014

Cães chineses são mais disciplinados

Richard Jakubaszko 
Cães chineses são mais disciplinados, fazem orações antes das refeições...
Evidentemente que alguns são mais comunistas e mais obedientes do que outros...

Que são muito fofos, é inegável. Reparem que todos eles, ao comando pavloviano do "Amém", consideram como encerradas as obrigações religiosas e ficam prontos... Depois, ao típico estilo mcdonaldiano, devolvem as tigelas...
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quarta-feira, 16 de abril de 2014

Novidade boa

Richard Jakubaszko
Precisamos urgentemente de uma novidade boa, na política e no país. Temos que fazer a elite deste país parar de pensar como cachorro vira-lata, que abana o rabo para qualquer ordem que venha do Hemisfério Norte. 
Entretanto, a elite anda mudando, reconheçamos, antes tarde do que nunca, transforma-se num lindo papagaio tupiniquim (coitados dos papagaios!), que repete tudo o que os gringos nos mandam. Agora, judicializaram o país, e entramos, cada vez mais, no imbecil comportamento do "politicamente correto"... 
Essa é a "novidade" boa! Por enquanto...
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domingo, 2 de março de 2014

Queimou o pênis ao transar com a pizza

Richard Jakubaszko

Depois de queimar o pênis o tarado por pizza enviou e-mail ao Twitter da empresa, solicitando: 

- "Acabei de transar com uma das suas pizzas e tive sérias queimaduras no pênis. Por favor, como consigo o reembolso do valor da pizza?".

A empresa não deixou por menos e respondeu à altura: 
- "Podemos te reembolsar desde que o recheio da pizza não tenha sido afetado”

O início da conversa provocou uma série de retweets e prendeu a atenção dos usuários aos diálogos que foram se avolumando no Twitter. O pessoal do Twitter da Domino´s Pizza (UK) achou que o rapaz merecia uma resposta. O diálogo no Twitter ganhou contornos surreais:

- "Vocês deveriam informar dos riscos do cliente ao tentar transar com uma das pizzas de vocês", replicou o tarado pelas pizzas.
- "Pedimos desculpas e vamos corrigir isso", escreveu o perfil da empresa. O cliente foi informado de que deveria mandar e-mail ao deptº de atendimento ao consumidor da Domino. O desfecho da conversa é hilário.

- "Não consegui mandar e-mail ao escritório da Domino. Gostaria de avisar que agora a pizza está tentando fazer sexo oral em mim", disse o cliente metido a engraçadinho.

- "Tente mesmo, insista para mandar um e-mail para nós, pois esse não é o comportamento esperado das nossas pizzas. Não foi essa a educação que demos para ela".

Uma resposta "matadora" do gestor do Twitter da Domino´s. Você deixaria esse cara gerir as redes sociais na sua empresa?

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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

O dog e o baby

Richard Jakubaszko    
Uma americana, Jessica Shyba, registrou fotos em seu blog http://www.mommasgonecity.com/  de um de seus três filhos, o caçula, de 2 anos, em poses com seu cachorro de estimação, um genuíno tomba lata adotado em um abrigo para cães resgatados da rua. No blog tem mais fotos das fofuras.
Fotos: Jessica Shyba

É evidente que a minha neta Bitrica também
 gosta desse esporte, só que ela prefere os preás.
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terça-feira, 3 de dezembro de 2013

O instinto materno sempre prevalece

Richard Jakubaszko     
Um(a) leopardo(a) abate um macaco para o seu jantar. Nada mais natural na cadeia alimentar. Faz parte do dia a dia da natureza. Essa mesma natureza, entretanto, mostra aos humanos que o instinto da maternidade é maior do que a fome. Ao carregar para cima de uma árvore o macaco abatido que lhe serviria de jantar o(a) leopardo(a) percebe o filhote que se grudara ao corpo da mãe. O sentido de proteção ao indefeso bebê macaco, que seria impotente para sobreviver, faz com que o(a) leopardo(a) releve a importância do jantar.
Um vídeo emocionante! Devo dizer que é um vídeo animal, na verdadeira acepção do termo, porque não se pode designar como humano.
Será que o(a) leopardo(a) ficou com sentimento de culpa?

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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Filhote de beija-flor

Richard Jakubaszko   
Mãe é sempre mãe, insubstituível na proteção dos filhos, e a regra vale para toda a natureza, com exceção dos insetos e peixes. O vídeo abaixo, que me foi enviado pela doutorinha das letras lá de casa, Daniela Jakubaszko, mostra que a mãe beija-flor não deixou de cuidar do filhote que caiu do ninho, mesmo que ela tenha de se submeter a riscos, vejam no vídeo.

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sábado, 26 de outubro de 2013

O domador de cavalos

Richard Jakubaszko   
Absolutamente genial o que o índio pampaneiro faz com o cavalo no vídeo abaixo. É de uma interatividade inimaginável. São chamados de encantadores de cavalos, ou ainda, de "sussurradores".

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sábado, 21 de setembro de 2013

Galinhas praticando o "deixa disso"?

Richard Jakubaszko   
Galinhas praticando o "deixa disso"? Nunca vi isso na minha vida!
Definitivamente, é hilário, deveras inusitado e exótico. Por isso que se diz que o mundo não é mais o mesmo... Algo aconteceu, e se a gente contar ninguém acredita. Então, vejam no vídeo abaixo a bronca e as bicadas do seo galo e de dona galinha nos coelhos brigões...

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segunda-feira, 9 de setembro de 2013

El día del toro!

Richard Jakubaszko
Não é todo dia que o touro ganha. Nem toda hora aparece uma foto espetacular como esta. De toda maneira, é uma das formas de entretenimento mais imbecis da humanidade, especialmente praticada por espanhóis e mexicanos.
Perceba, na parte superior da perna do toureiro, a ponta do chifre do touro. Por onde entrou, não dá para saber. Sorte do toureiro se furou apenas a perna. Não há notícias sobre o estado do toureiro.

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terça-feira, 13 de agosto de 2013

Coisas que o gaúcho fala no churrasco

Richard Jakubaszko
Divertido o vídeo abaixo, ancorado no Youtube, e enviado pela jornalista Marcela Caetano, do Portal DBO, uma gaúcha, é evidente, mas com o grave defeito de ser gremista, uma espécie de degeneração genética, introjetada em seu DNA tricolor.
Que os gaúchos se consideram "apartados" do resto do Brasil todo mundo sabe. A República do Piratini não existe oficialmente, mas é um fato.
No vídeo, gauchismos e gauchices com bom humor nos churrascos, uma das poucas coisas, além do chimarrão, em que colorados e gremistas concordam sem quaisquer restrições...

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quarta-feira, 10 de julho de 2013

Cachorra que seguia enterros ganha estátua em Avaré

José Maria Tomazela *
A cachorra que acompanhava velórios e seguia os enterros em Avaré, no sudoeste paulista, ganhou uma homenagem dos moradores da cidade, dois meses após sua morte. Neste sábado (6), em frente ao cemitério da cidade, foi inaugurada uma estátua da cachorra conhecida como ‘Branquinha’. Pelo menos 50 pessoas acompanharam a inauguração.

A autora da iniciativa, Castorina Rodrigues, presidente da Casa de Artesanato de Avaré, disse que o objetivo é lembrar um animal estimado por toda cidade. “A Branquinha era muito querida por todos e sua morte causou comoção. Ela merece ser lembrada.” A estátua, em tamanho natural, foi confeccionada pelo escultor Florisval Tegani. No pedestal, foi fixada uma placa com os dizeres: “Sou Branca, branquinha de alma e coração. Por muitas vezes acompanhei suas aflições. Hoje estou com os anjos em oração e para ser guardiã de todos que por aqui se encontrarão”.

A cachorra apareceu no portão do cemitério com vários ferimentos há oito anos e foi adotada pelos coveiros. Quando saíam os cortejos para sepultamento, ela ia à frente e permanecia ao lado do túmulo até o fechamento da sepultura. Ela teve câncer e, apesar de bem cuidada, morreu no dia 2 de maio.

A história de ‘Branquinha’ lembra a de outro cão famoso, Hachiko, da raça akita, do Japão. O dono do animal pegava o trem diariamente para dar aulas e o cão o esperava na praça da estação. O homem teve um ataque cardíaco e morreu na universidade – mesmo assim Hachiko continuou esperando por ele por quase dez anos. Em 1934, foi homenageado com uma estátua na mesma praça. O cão faleceu um ano depois, mas sua história virou o filme A Dog’s Story (Sempre ao seu Lado, no Brasil) estrelado por Richard Gere.

* José Maria Tomazela é correspondente do Estadão em Sorocaba, e cobre o interior desde maio de 1985. Em busca de notícias, já esteve em quase todos os 465 municípios de São Paulo.
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sexta-feira, 5 de julho de 2013

Médico espanca paciente na UTI. Que imbecil !!!

Richard Jakubaszko 
O vídeo abaixo deve ser uma pegadinha. Não consigo acreditar, me recuso, que um médico anestesista tenha agredido um paciente recém operado, em plena UTI, como se pode ver no vídeo abaixo, ancorado no Youtube.


No Yahoo ( http://br.noticias.yahoo.com/m%C3%A9dico-espanca-paciente-em-hospital-russo-165340308.html ) saiu a nota abaixo, mas continuo não acreditando. Se acreditar perco a fé na humanidade, na solidariedade, na fraternidade. Imbecil! Seria uma ofensa aos animais xingar esse sujeito de animal!

O anestesista russo Andrey Votyakov foi flagrado por uma câmera no momento em que desferia socos no rosto e no peito de um paciente que se recuperava na UTI de uma cirurgia cardíaca. As agressões aconteceram no hospital Centro Federal de Cirurgia Cardiovascular, na cidade de Perm.

A justificativa do médico para as agressões é de que ele estava muito cansado e estressado, fato que se agravou com xingamentos que foram desferidos pelo paciente assim que ele entrou na sala para observar. Votyakov justificou também que trabalhou durante 36 horas seguidas.

Algumas horas após as agressões o paciente teve o óbito constatado. Não se sabe, porém, se os socos desferidos pelo médico foram os causadores da morte.

O caso, que aconteceu em fevereiro deste ano, foi tornado público na última quinta-feira (4) e desde então vem sendo investigado pela polícia. Desde a divulgação, Votyakov se limitou a justificar o ato e pedir desculpas aos familiares do paciente.

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sábado, 8 de junho de 2013

Cachorro dramático que se finge de morto.

Richard Jakubaszko 
O cachorro dramático, um autêntico ator, fingindo-se de morto, é mais do que hilário, isso é inegável. É também completamente inusitado, e provavelmente inútil...
Imagino o tempo que o panaca e imbecil do dono ou instrutor levou para ensinar o animal a ter essa reação absolutamente inútil, pois bem que poderia ter ensinado outras coisas mais úteis ao inteligentíssimo cachorro.
De toda forma, pelo aspecto engraçado, é interessante assistir ao vídeo abaixo, ancorado no Youtube, tem menos de 15 segundos.

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