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quinta-feira, 28 de junho de 2018

O que acontece quando envelhecemos?

Richard Jakubaszko 
Interessante vídeo que me foi enviado por Odo Primavesi, engenheiro agrônomo aposentado da Embrapa, e que deve andar preocupado com o envelhecimento. Mas o vídeo dá resposta apropriada ao tema.

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sábado, 22 de março de 2014

Denúncia: alumínio é a causa do Alzheimer

Richard Jakubaszko
Recebo do amigo e frequentador deste blog, Dr. Gerson Machado, mais uma denúncia sobre a questão de o alumínio ser a principal causa do mal de Alzheimer e de outras doenças, até mesmo cânceres diversos. Ele me enviou o vídeo abaixo, onde o conhecido e respeitado médico americano Dr. Joseph Mercola entrevista o Dr. David Ayoub, especialista em toxicologia, que atesta a importância dessas evidências científicas, para as quais as autoridades das áreas de saúde, sejam americanas, europeias ou brasileiras, não dão a mínima importância. (Para quem não domina o inglês: o vídeo possui sistema de legendas com tradução para o português; são macarrônicas, mas tornam o vídeo compreensível. As legendas são ativadas na caixa retangular, no rodapé do vídeo, ao lado do relógio)

O Dr Mercola tem um site onde trata dessas e de outras questões de saúde, demonstrando que o alumínio está presente em nossas vidas de forma muito mais ativa do que podemos imaginar: http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2014/03/22/aluminum-toxicity-alzheimers.aspx
Tanto no link acima, como no Vimeo, pode ser encontrado o vídeo-documentário "A idade do alumínio", que mostra as dimensões inimagináveis da presença do alumínio em nossas vidas: http://vimeo.com/89152658

No Google o leitor encontrará milhares de denúncias, em diferentes níveis de profundidade, demonstrando a presença maléfica do alumínio, um metal pesado sem nenhuma função biológica, que é neurotóxico causador de inúmeras doenças neurológicas, que é tão tóxico quanto o mercúrio quando encontrado no organismo humano ou animal, mas que é tolerado e aceito pelas autoridades sanitárias (no Brasil, a Anvisa), pois está presente em vacinas, xampus, alimentos industrializados etc. Além disso, e muito mais importante, o alumínio está presente nas panelas utilizadas para cozinhar alimentos, especialmente em países emergentes como o Brasil, onde ainda se usa este medieval instrumento de preparo de alimentos, assim como o papel alumínio para cozinhar alimentos em fornos. Ambos deixam resíduos e nos contaminam criminosamente, de forma silenciosa.


Alumínio está em toda parte
Embora o alumínio ocorra naturalmente no solo (solos ácidos), água e ar, mas em quantidades mínimas, estamos contribuindo para a contaminação através da mineração e processamento de minérios de alumínio, fabricação de produtos de alumínio e a operação de usinas de carvão e incineradores. O alumínio não pode ser destruído no ambiente — ele só muda sua forma de se anexar ou se separar de outras partículas.



A chuva lava partículas de alumínio do ar, e em nosso fornecimento de água, onde eles tendem a acumular-se, ao invés de se degradar. Se você mora em uma área industrial, a sua exposição é, sem dúvida, muito alta.

Em testes de laboratórios, a contaminação de alumínio foi encontrada em um vasto número de produtos no mercado, de alimentos e bebidas, e de produtos farmacêuticos, o que sugere que os processos industriais são uma parte significativa do problema. Alumínio é encontrado em um número chocante de alimentos e produtos de consumo, incluindo fermento em pó, farinhas, sal, leite em pó, alimentos processados, coloração e agentes de endurecimento.

Remédios, como antiácidos, analgésicos, antidiarréicos etc.
Vacinas — hepatite A e B, Hib, DTaP (difteria, tétano, coqueluche), a vacina pneumocócica, Gardasil (HPV) e outros. 
Cosméticos e produtos de cuidados pessoais, como xampus, desodorantes (incluindo cristais de sal, feitos de alúmen), loções, protetores solares e antitranspirantes.

Uma vez que esteja presente no seu organismo, o alumínio viaja facilmente, desimpedido, pega carona no seu sistema de transporte de ferro, atravessa barreiras biológicas que normalmente obstruem a passagem de outros tipos de toxinas, como a barreira hemato-encefálica. Ao longo do tempo, o alumínio acumula-se no cérebro e causa danos graves à saúde neurológica — independentemente da idade, doenças irreversíveis como Mal de Parkinson, Alzheimer, e outras. E você vai esquecer-se de tudo, seja do que leu aqui, do que aprendeu na escola e na vida, e vai deixar de lembrar do nome da sua mãe, e até mesmo do seu próprio nome.

ET. Lá em casa, há muitos anos, deixamos de usar panelas de alumínio, apesar de minha mulher ainda usar ocasionalmente o papel alumínio para cozinhar alimentos, mas isso um dia vai mudar. O principal, as panelas, já eram...
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domingo, 3 de julho de 2011

Alzheimer , uma nova luz na ciência?

Richard Jakubaszko
Volta e meia é feita a divulgação de estudos de algumas doenças incuráveis, como a Alzheimer. Os laboratórios procuram desenvolver substâncias químicas não para a cura, mas para manter a evolução da doença dentro de patamares considerados "aceitáveis" na relação custo x benefício, mais conhecida como "qualidade de vida", e com isso fidelizam os doentes.

Ando fazendo campanha permanente de combate ao Alzheimer. Aqui no blog pelo menos em duas oportunidades já postei comentários, e repito, a causa mais provável do Alzheimer é o alumínio desprendido das panelas idem, uma preferência nacional. Lá em casa, há muito tempo, defenestramos as panelas de alumínio do nosso dia a dia.

Ocorre que o alumínio, com o tempo, e a idade, vai se depositando nos neurônios e chega a "laquear" os mesmos, provocando o esquecimento e a perda de memória mais recente, restando apenas as memórias da infância quando a pessoa atinge o chamado nível de demência.

Uma pessoa, aos sessenta anos e poucos de idade está sujeita a apresentar pequenos problemas de esquecimento, mas para questões banais, como nomes, datas, fato considerado comum até mesmo em jovens "distraídos".
Nos velhos a situação agrava-se por uma questão peculiar, a de que pessoas na terceira idade não sentem sede, e por isso bebem menos líquidos, agravando o quadro do Alzheimer. A água (e todos os líquidos, como sucos) tem o poder de lavar o alumínio, desacelerando a instalação da doença.

Li recentemente que em Israel um cientista descobriu, conforme suas pesquisas, de que o consumo diário de canela tem um altíssimo poder de neutralizar os efeitos da doença.
Portanto, líquidos (2 a 3 litros diários, conte nisso laranjas e tomates) e canela nos velhinhos esquecidos, diariamente!


Abaixo o texto que li da pesquisa americana:
CHICAGO (Reuters) - Um novo método para diagnosticar indícios do mal de Alzheimer no fluido espinhal pode ajudar a identificar com maior precisão casos em que uma leve perda da memória pode evoluir para a demência total, segundo um estudo divulgado em junho último pela revista Neurology. 

"A possibilidade de identificar quem vai desenvolver o mal de Alzheimer bem no começo do processo será crucial no futuro", disse Robert Perneczky, da Universidade Técnica de Munique (Alemanha), que comandou o estudo.

"Quando tivermos tratamentos que possam prevenir o mal de Alzheimer, poderemos começar a tratá-lo muito precocemente, e possivelmente prevenir a perda de memória e de capacidade de pensamento que ocorre com essa devastadora doença."
Os atuais exames do Alzheimer no fluido espinhal avaliam desequilíbrios em duas proteínas: a beta-amiloide, que forma placas pegajosas no cérebro, e a tau, que é considerada um marcador de danos nas células cerebrais.

Vítimas do Alzheimer tendem a ter níveis reduzidos da beta-amiloide e níveis elevados da proteína tau no fluido espinhal, e médicos costumam examinar isso para confirmar se casos de demência são causados pelo Alzheimer.

No estudo, Perneczky e seus colegas procuraram vestígios de um componente importante da beta-proteína amiloide, chamado proteína precursora amiloide (APP, na sigla em inglês).

"Se você está cortando um biscoito, (a APP) é a massa em torno do biscoito que fica para trás", disse Marc Gordon, pesquisador do Alzheimer no Instituto Feinstein de Pesquisas Médicas, em Manhasset, Nova York. "É isso que eles estão mensurando aqui", disse Gordon, que não participou do trabalho.
Os pesquisadores coletaram o fluido espinhal de 58 pessoas com ligeiros problemas de memória, condição que muitas vezes evolui para o Alzheimer.

Após três anos, 21 pacientes haviam desenvolvido a doença, 27 mantinham a dificuldade cognitiva leve, 8 haviam regredido à capacidade cognitiva normal, e 2 haviam desenvolvido uma doença chamada demência frontotemporal, o que as excluiu do estudo.
A pesquisa mostrou que pessoas que evoluíam para o Alzheimer tinham no fluido espinhal, em comparação aos pacientes que não desenvolveram a doença, níveis significativamente maiores desse vestígio da APP, chamado precursor da beta-proteína amiloide.

Em combinação com outros biomarcadores, como a presença da tau e a idade do paciente, o exame tinha uma precisão em torno de 80 por cento ao prever quem iria desenvolver a doença.

Os cientistas descobriram também que a forma da beta-amiloide geralmente usada nos exames não é tão eficaz para prever quais pacientes com deficiências leves irão evoluir para a demência.

O mal de Alzheimer é fatal e não tem cura, mas laboratórios vêm tentando desenvolver formas de evitar sua progressão, e por isso no futuro os novos exames poderão ser necessários, segundo Gordon.

Obs. Ao contrário do que diz o texto acima, o mal de Alzheimer não é fatal, muito pelo contrário, se for uma pessoa calma e sociável, e sadia fisicamente, poderá ter uma longa sobrevida, sem estresse, mas "encantada" e esquecida da vida. Esses são os problemas, velhinhos com Alzheimer perdem-se na rua, em casa esquecem de tomar remédios, ou os tomam em doses triplas... Todo cuidado é pouco.
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terça-feira, 10 de agosto de 2010

Alzheimer

Richard Jakubaszko
O mal de Alzheimer era considerado um dos maiores problemas de saúde do século XX, mas sua importância irá crescer neste século XXI pelo aumento da expectativa média de vida das pessoas. O Alzheimer costuma atacar homens e mulheres, indistintamente, a partir dos 65 anos de idade, e suas causas reais são completamente desconhecidas da medicina. Esquece-se tudo, passa-se uma borracha na memória, a ponto dos doentes esquecerem até mesmo o próprio nome.

Tenho por mim, através de várias leituras, que o Alzheimer é causado pela presença de metais pesados que se agregam aos neurônios, blindando as conexões e apagando os registros. Dentre esses metais o alumínio tem sido indicado por alguns pesquisadores como o principal, fruto do uso excessivo de panelas confeccionadas à base de alumínio. Por mais que se enxágue uma panela, depois de devidamente limpa, ela ainda solta resíduos. Experimente passar um papel toalha numa panela, depois de ser lavada e enxaguada, ele irá se mostrar "prateado" e ameaçador.
A dimensão do problema cresce porque o alumínio é eliminado lentamente do organismo pelo consumo de água, e pessoas de idade costumam ingerir pouca água, não hidratam adequadamente o organismo.