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sábado, 7 de dezembro de 2019

Procon Tocantins autua Casas Bahia durante a Operação Black Friday

Richard Jakubaszko
Foram três autos por publicidade enganosa e um por ausência de preço. Algumas situações foram denunciadas por consumidores.
Thaise Marques / Governo do Tocantins

FOTO 1
FOTO 2

Por propaganda enganosa e ausência de preço, o Procon Tocantins autuou quatro estabelecimentos durante a Operação Black Friday, realizada na última sexta-feira, 29, entre eles uma loja da Casas Bahia. A fiscalização ocorreu em Palmas, Gurupi, Porto Nacional, Dianópolis, Guaraí, Colinas, Araguaína e Tocantinópolis.

Ao todo 119 estabelecimentos foram fiscalizados e 1.123 produtos monitorados de diversos segmentos, desde veículos, eletrônicos, eletrodomésticos, celulares, móveis, perfumarias, Informática, vestuários, calçados, artigos esportivos, brinquedos até alimentação.
Foram três autos por publicidade enganosa e um por ausência de precificação. Algumas situações foram denunciadas por consumidores. O Procon reforçou as ações durante Operação Black Friday para evitar danos aos consumidores, como no caso de aumentar o valor do produto para oferecer um falso desconto.

Legendas
Foto 1: Consumidor fotografou preço de fritadeira antes do dia da promoção
Foto 2: No dia da promoção. As fotos serviram como provas para o consumidor denunciar
Fotos: Divulgação Procon/Governo do Tocantins


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segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Brazil is back... ao mapa da fome, à escravidão, ao fundo do poço.

Richard Jakubaszko


O publicitário Nizan Guanaes, que defendeu a tese de que Michel Temer é bom porque é impopular e, portanto, não deve satisfações a ninguém, tenta vender ao governo uma campanha publicitária internacional com o mote "Brazil is back"; como o golpe produziu um recorde de desempregados e devolveu milhões à pobreza, Nizan poderá dizer que o Brasil voltou ao mapa da fome e conseguiu até liberar o trabalho escravo – tudo isso, graças à habilidade de Temer, rejeitado por 95% dos brasileiros.

A ideia do publicitário, que se reuniu com Temer na última sexta-feira 10, num encontro fora da agenda, segundo o colunista Lauro Jardim, é promover o País numa campanha publicitária com o mote "Brazil is back" – "O Brasil está de volta", em português.

Considerando a situação brasileira depois do golpe parlamentar que levou Temer à presidência, será possível dizer, nesta campanha, que "o Brasil está de volta" ao mapa da fome, ao trabalho escravo, à disparada do desemprego, a um ambiente precário em direitos trabalhistas, entre outros elementos.

O golpe produziu um recorde de desempregados e devolveu milhões à pobreza. Por meio de medidas prometidas pelo Planalto para se livrar de denúncias de corrupção na Câmara, o Brasil conseguiu até liberar o trabalho escravo, tudo isso, graças à habilidade de Temer, rejeitado por 95% dos brasileiros.

Publicado no Brasil247
: https://www.brasil247.com/pt/247/brasil/326975/Brazil-is-back-ao-mapa-da-fome-%C3%A0-escravid%C3%A3o-ao-fundo-do-po%C3%A7o.htm
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terça-feira, 26 de setembro de 2017

Anuncie neste blog. Pelo amor de Deus!

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Emendas parlamentares
Cargos em ministérios (a combinar previamente)
Entrega em malas executivas (na pizzaria mais próxima)
Crédito com garantia de Habeas Corpus
  




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terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Placas e avisos

Richard Jakubaszko
Sempre informativas, as placas mostram verdades bem-humoradas, em qualquer lugar do mundo:




 
  


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quinta-feira, 8 de setembro de 2016

A sustentabilidade como imagem-Brasil

Marcos Sawaya Jank *

Na agricultura não há país que tenha feito mais que o Brasil, e o mundo deveria conhecer isso.
 

O Brasil mostrou sua garra e beleza! Em um momento de grande criatividade, a cerimônia de abertura da Olimpíada celebrou temas globais como sustentabilidade e diversidade, alçando a nossa imagem e autoestima a patamares que estavam havia tempos esquecidos.

Mas, com a posse do novo governo, é hora de refletir sobre a identidade e os valores que poderiam marcar a nova fase de desenvolvimento de que tanto precisamos. Nossa imagem internacional varia do negativo de hoje (corrupção, violência, baixo crescimento, desorganização) aos temas usuais de sempre (futebol, carnaval, praias, música etc.). Temos de mudar isso.

Há exemplos contundentes de países que conseguiram diferenciais competitivos importantes em razão da sua imagem-país: qualidade no Japão, inovação nos EUA, gastronomia na França, design na Itália.

Não há dúvida de que campanhas de marketing ou megaeventos tipo Olimpíada contribuem para fixar ou modificar a imagem de um país. Mas, na essência, a construção de qualquer imagem-país deve nascer de ações reais, tangíveis, num campo específico, que a criam sensações e percepções intangíveis a posteriori. Elas não podem nascer de casos isolados, muito menos de eventos ou propagandas oficiais. Devem, ao contrário, surgir de um grande acumulo de exemplos concretos, programas e narrativas sobre um tema, que são reconhecidos e difundidos por organizações e pessoas insuspeitas no exterior, de fora para dentro.

O tema da sustentabilidade poderia se tornar a grande bandeira brasileira.

Pode até parecer loucura assumir esse tema num país em que os exemplos negativos são abundantes: rios poluídos, saneamento sofrível, poluição, lixo, desperdício. Mas há exemplos espetaculares na direção correta: redução do desmatamento, restauração florestal, programas para mitigar as mudanças do clima, agricultura conservacionista (plantio direto, duas safras por ano sem irrigação), integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), cadeias produtivas integradas, controle sanitário, matriz energética diversificada etc. Nas últimas décadas, no campo da agricultura não há país no mundo que tenha feito mais que o Brasil, e o mundo deveria conhecer isso.

Agricultura e ambiente já foram áreas que não se entendiam. O clima era péssimo: acusações, desinformações e ausência de diálogo. Mas evoluímos muito, e hoje temos uma história de cooperação e avanços para contar. Implantação do Código Florestal, cadastro ambiental rural, moratórias, certificações, foros, coalizões e programas unindo empresas e ONGs tornaram-se agendas cotidianas.

É óbvio que há muito ainda por ser feito, até porque ainda temos o melhor e o pior convivendo lado a lado. Mas o grande desafio talvez seja participarmos de forma mais efetiva do debate global, com bons dados e casos concretos. Temas como segurança alimentar, uso da terra, modelos de produção, clima, água, energia, biodiversidade e empregos estão no dia a dia da agenda internacional. No geral, nossa posição tem sido tímida e defensiva. Deveríamos participar do debate de forma regular e consistente, trazendo a experiência brasileira como solução real para alguns problemas globais, ainda que parcial.

Não basta sermos "gigantes pela própria natureza", como diz o hino. Não é a nossa exuberante natureza que nos torna gigantes, mas sim o rumo que damos a ela e ao nosso território, a contribuição que podemos dar para um planeta que tem dificuldade para equilibrar o econômico, o social e o ambiental. Em algumas áreas, não somos o problema, mas parte da solução. Essa pode ser nossa principal imagem-país no futuro.

* o autor é especialista em questões globais do agronegócio.

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domingo, 20 de dezembro de 2015

O ENEM e a hipocrisia

Richard Jakubaszko  
Levando em conta que propaganda subliminar é proibida, o ENEM cometeu uma ilegalidade...

CCAS explica questão equivocada do ENEM sobre produção agrícola no Brasil

O Conselho Científico para Agricultura Sustentável (CCAS) se pronuncia a respeito da questão que se refere à qualidade de hortaliças consumidas pela população na prova do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), no dia 25 de outubro de 2015. Na charge há uma crítica quanto ao processo produtivo agrícola brasileiro colocando em questão o uso abusivo de defensivos agrícolas nas plantações.

Ao contrário do que sugere a pergunta, a ciência garante que os defensivos agrícolas são utilizados mundialmente, com segurança, para proteger as plantações das pragas e doenças. No Brasil, os produtos são analisados e aprovados por três ministérios: da Agricultura, do Meio Ambiente, e da Saúde, por meio da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

O CCAS vê, dessa forma, um grave problema no sistema de ensino brasileiro que, ao aplicar um prova de conhecimento como o ENEM, induz erroneamente os estudantes sobre o assunto. Diante disso, os membros do conselho composto por pesquisadores e acadêmicos se colocam à disposição para explicar sobre a produção agrícola no Brasil, bem como esclarecer dúvidas de forma geral sobre o agronegócio, uma das poucas áreas do Brasil que foi minimamente afetada pela crise e é o maior responsável pelo PIB (Produto Interno Bruto), não permitindo mais estagnação na balança comercial do País.

Sobre o CCAS
O Conselho Científico para Agricultura Sustentável (CCAS) é uma organização da Sociedade Civil, criada em 15 de abril de 2011, com domicilio, sede e foro no município de São Paulo-SP, com o objetivo precípuo de discutir temas relacionados à sustentabilidade da agricultura e se posicionar, de maneira clara, sobre o assunto.

O CCAS é uma entidade privada, de natureza associativa, sem fins econômicos, pautando suas ações na imparcialidade, ética e transparência, sempre valorizando o conhecimento científico.

Os associados do CCAS são profissionais de diferentes formações e áreas de atuação, tanto na área pública quanto privada, que comungam o objetivo comum de pugnar pela sustentabilidade da agricultura brasileira. São profissionais que se destacam por suas atividades técnico-científicas e que se dispõem a apresentar fatos concretos, lastreados em verdades científicas, para comprovar a sustentabilidade das atividades agrícolas.
A agricultura, apesar da sua importância fundamental para o país e para cada cidadão, tem sua reputação e imagem em construção, alternando percepções positivas e negativas, não condizentes com a realidade. É preciso que professores, pesquisadores e especialistas no tema apresentem e discutam suas teses, estudos e opiniões, para melhor informação da sociedade. É importante que todo o conhecimento acumulado nas Universidades e Instituições de Pesquisa seja colocado à disposição da população, para que a realidade da agricultura, em especial seu caráter de sustentabilidade, transpareça. Mais informações no website: http://agriculturasustentavel.org.br/

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terça-feira, 30 de junho de 2015

100 anos da Leica, Grand Prix em Cannes

Richard Jakubaszko
Um belíssimo comercial comemora o centenário da Leica, fabricante já quase mitológico de câmeras fotográficas.

O comercial ganhou o Leão de Ouro no Festival de Cannes e ainda o grande prêmio. Quem trouxe o Grand Prix para casa foi a agência F/Nazca Saatchi & Saatchi com a campanha "100", filme feito para marcar o centenário da primeira câmera Leica fabricada. O filme faz referências a vários momentos conhecidos que marcaram a história da fotografia no mundo. A cada uma das imagens, um locutor narra como a Leica fez parte dessa história.

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domingo, 3 de maio de 2015

Placas de propaganda do varejo

Richard Jakubaszko
A propaganda do varejo brasileiro é feita por todo tipo de gente. Comunica e é errática, especialmente no vernáculo, e são verdadeiras obras primas do humor brasileiro:
Qual a melhor? O peido de frango ou o frango bovino?
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terça-feira, 28 de abril de 2015

Contagie-se! Acredite na solidariedade!

Richard Jakubaszko
Comercial de empresa de seguros, se não estou enganado da Tailândia, sugerindo sobre a bondade e solidariedade entre os seres humanos.
O mandamento seria este: "Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei." (João 15:12)

Vídeo sugerido pela Rosana Minante, lá da DBO
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sexta-feira, 20 de março de 2015

Deus existe? Einstein disse que...

Richard Jakubaszko
Comercial interessante veiculado pelo Ministério da Ciência e Educação, da Macedônia, sugerindo a volta às escolas de aulas sobre religião.

No Brasil o Estado é laico, e o estudo de religiões nas escolas públicas inexiste, porque é optativo.

E você, o que pensa a respeito? Se você se omite a respeito o nosso legislativo federal decide por todos nós. Você acha justo que os deputados (os "400 picaretas", conforme Lula; ou os "300 achacadores", conforme Cid Gomes), decida por nós o que deve ser ensinado às nossas crianças?

A justificativa no filme, sobre Deus, é de Albert Einstein.

Vídeo sugerido pela Rosana Minante, lá da DBO.

Está na Constituição brasileira, o ensino é facultativo.
Aulas de religião são permitidas, em escolas públicas ou particulares, de forma facultativa. De acordo com a Constituição brasileira e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), desde que não sejam obrigatórias para os alunos e a instituição assegure o respeito à diversidade de credos e coíba o proselitismo, ou seja, a tentativa de impor um dogma ou converter alguém. Mas faz sentido oferecer a disciplina na rede pública? Desta vez, a resposta é não, e os motivos são três.
 
O primeiro tem a ver com a dificuldade de cumprir o que é determinado legalmente. A começar pelo caráter facultativo. O que fazer com os estudantes que, por algum motivo, não queiram participar das atividades? Organizar a grade para que eles tenham como opção atividades alternativas é o que se espera da escola. Porém, não é o que acontece em muitas redes. Nelas, nenhum aluno é obrigado a frequentar as aulas da disciplina, mas, se não o fizerem, têm de descobrir sozinhos como preencher o tempo ocioso. A lei não obriga a rede a oferecer uma aula alternativa, mas é contraditório permitir que as crianças fiquem na escola sem uma atividade com objetivos pedagógicos.

Dados do Censo Demográfico 2010, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelam que 64,6% da população se declara católica, 22,2% evangélica, 2% espírita, 3% praticante de outras religiões e 8% sem religião.

O segundo motivo é de foro íntimo e tem a ver com as escolhas de cada um e com o respeito às opções dos outros. De que forma assegurar que o professor responsável por lecionar Ensino Religioso não incorra no erro de impor seu credo aos estudantes? Ou que aja de maneira preconceituosa caso alguém não concorde com suas opiniões? É fato que todos, educadores e alunos, têm o direito de escolher e exercer sua fé. Está na Constituição também. Não há mal algum em rezar, celebrar dias santos, frequentar igrejas (ou outros templos), ter imagens de devoção e portar objetos, como crucifixos e véus. Porém, em hipótese alguma, a escola pode ser usada como palco para militância religiosa e manifestações de intolerância. É bom lembrar que a mesma carta magna determina que o Estado brasileiro é laico e, por meio de suas instituições, deve se manter neutro em relação a temas religiosos.
Quando isso não acontece, aumentam os riscos de constrangimentos e eventos de bullying. Stela Guedes Caputo, doutora em Educação e docente da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), pesquisou por mais de duas décadas a infância e a adolescência de praticantes do candomblé. Por causa de sua fé, muitos deles foram humilhados pelos colegas e até por seus professores. Para evitar tais situações, a maioria omitia a crença na tentativa de se proteger.

O terceiro motivo para deixar o Ensino Religioso fora do currículo é a essência da escola. Cabe a ela usar os dias letivos para ensinar aos estudantes os conteúdos sobre os diversos campos do conhecimento. Há tempos, sabe-se que estamos longe de cumprir essa obrigação básica. Os resultados de avaliações como a Prova Brasil e o Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa, sigla em inglês) comprovam com clareza essa falta grave. Boa parte dos estudantes conclui o Ensino Fundamental sem alcançar proficiência em leitura, escrita e Matemática.

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quarta-feira, 18 de março de 2015

Meu primeiro chocolate

Richard Jakubaszko
Comercial para TV do chocolate Milka, da Argentina, deveras emocionante. A empresa distribui barras de chocolates para mães em clínicas, antes que façam exames de ultrassom. Os fetos filmados mostram a satisfação, em "vídeo e bom som". A registrar que a criatividade da propaganda dos hermanos melhorou muito nos últimos anos, assim como o cinema, hoje um dos melhores do mundo. O que é bom a gente tem de reconhecer...

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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Ebola: mais uma pandemia lucrativa?

Richard Jakubaszko 
O ebola é uma “febre hemorrágica”, doença grave transmitida por um vírus e traduz-se por um quadro febril acompanhado de hemorragias e imunodepressão grave. A taxa de mortalidade é elevada, pode atingir os 90% e atualmente não existe qualquer tratamento. A transmissão é feita pelo contato com pessoas infectadas e não por via aérea.

Um tratamento milagroso

Após ter sido hospitalizado em Atlanta, nos Estados Unidos, o médico Kent Brantly saiu do hospital após poucas semanas, como um herói, curado e rodeado de um aparato midiático impressionante.

Declarou: “Deus salvou-me a vida”. Após agradecer à equipa médica e às milhares de pessoas que em todo o mundo rezaram para a sua cura, acrescentou: “Por favor, não deixem de rezar para os povos da África Ocidental”.


Para além das rezas, Kent Brantly terá recebido, no hospital, um tratamento experimental e passado poucas horas o seu estado clínico melhorou tanto que até foi visto a perambular no seu quarto.

Este “milagre” levanta algumas dúvidas: será que este médico estava realmente infectado ou tudo não passa de um show midiático, dada a cura inesperada e tão célere?

Será mais uma epidemia mundial com contornos lucrativos por parte do lobby farmacêutico?


Chegou a vez dos morcegos

O ebola é uma zoonose (doença transmitida do animal ao homem), outrora raras estão a tornar “moda”, já tivemos as vacas, os porcos, as aves e agora se fala que inicialmente o ebola poderá ter tido origem nos morcegos frutíferos que o teriam transmitido aos macacos e aos porcos.

O lobby farmacêutico sempre à espreita…

O novo medicamento, chamado Zmapp, foi desenvolvido pela companhia de biotecnologia Mapp Biopharmaceutical Inc. de São Diego, na Califórnia. Esta empresa trabalha em colaboração com a empresa canadense de biotecnologia Defyrus.

Este medicamento terá sido descoberto durante um programa financiado pelo Instituto Nacional de Saúde e a Agência de Redução das Ameaças de Defesa, ligada ao ministério da Defesa americano e especializado na luta contra ameaças químicas ou biológicas.


A empresa canadense, Tekmira Pharmaceuticals, também tem um contrato de US$ 140 milhões com o Departamento de Defesa americano para tentar encontrar um tratamento contra o ebola, e um protótipo já se encontra em fase de ensaios clínicos desde janeiro de 2014.

No dia seguinte ao repatriamento de Kent Brantly, a cotação da Tekmira subia 33% na bolsa de Nova Iorque. No dia 9 julho deste ano, a empresa Tekmira recebeu US$ 1,5 milhão da Monsanto, teoricamente para a investigação de produtos na área da agricultura. Esse valor poderá alcançar um total de US$ 86,2 milhões em função do sucesso do projeto.

Entretanto, a empresa japonesa Toyama Chemical, diz ter homologado em março um medicamento contra a gripe, composto por três anticorpos monoclonais, chamado de favipiravir e comercializado com o nome de Avigan, que poderá tratar o ebola.


A corrida aos milhões está lançada

– A malária mata mais de 3 milhões de pessoas por ano no mundo.
– A tuberculose mata mais de 2 milhões de pessoas por ano no mundo.
– As doenças diarreicas matam mais de 2,5 milhões de pessoas por ano no mundo.
– A Aids mata mais de 3 milhões de pessoas no mundo.
– A poluição do ar mata mais de 7 milhões de pessoas por ano no mundo.
– A doenças ligadas às condições de trabalho matam mais de 2 milhões de pessoas por ano no mundo.
– A fome mata mais de 3 milhões de pessoas por ano no mundo.

– Este surto de ebola matou ao todo 2 mil pessoas no mundo.


http://nouvelles3.com/nouvelles/ebola-le-fabricant-du-serum-grimpe-en-bourse

http://conscience-du-peuple.blogspot.pt/2014/08/ebola-une-arme-de-distraction-massive.html

http://www.nowtheendbegins.com/blog/?p=24084

http://www.abovetopsecret.com/forum/thread1025019/pg1


Reproduzido do blog Limpinho&Cheiroso: http://limpinhoecheiroso.com/2014/08/28/ebola-mais-uma-pandemia-lucrativa/
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quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Este recibo pode ser tóxico para a saúde

Richard Jakubaszko 
Na próxima vez que algum caixa de supermercado ou loja entregar a você um recibo impresso de cartão de débito ou cartão de crédito, você deve pensar duas vezes antes de tocá-lo.

Estudo de 2007 concluiu que esses recibos contêm Bisfenol A (BPA), químico que bloqueia os receptores do hormônio da tireoide e pode causas problemas neurológicos.

Pequenas quantidades são perturbadoras para todo o sistema hormonal.

A informação me foi enviada por Gerson Machado, veio lá da Inglaterra, onde ele se encontra a trabalho, pois é mineiro, apicultor e ambientalista, engenheiro biomédico e empreendedor, com doutorado em microeletrônica aplicada em engenharia biomédica e telecomunicações, e é comentarista contumaz aqui do blog. Como todo mineiro, gosta tanto que se enrosca todo em uma teoria conspiratória bem exótica.

Diz ele que, em estudo realizado, o EWG - Environmental Working Group, encontrou em 40% dos recibos de máquinas registradoras, impressos no calor-consumidor Spendingactivated (papel) o perigoso produto químico Bisfenol A. O risco alegado para caixas, que lidam com centenas de recibos por dia, o perigo é ainda maior.

Aqui, um guia rápido para entender este perigo invisível:

O que é BPA? – É um estrogênio sintético, o Bisfenol A é uma substância comprovadamente cancerígena que é considerada tóxica para o sistema endócrino e sistema nervoso. É amplamente utilizado na fabricação de papel térmico (em que muitos recibos são impressos) e plástico. O BPA já está proibido em muitos países, como Canadá, Dinamarca e em alguns estados americanos.


Por que o BPA nos recibos? - O papel térmico em que os recibos (bem como bilhetes de avião, bilhetes de cinema e de loteria) muitas vezes são impressos é revestido com um corante e BPA ou semelhante "desenvolvedor químico." Quando o calor desencadeia uma reação entre o BPA e a tinta, a impressão preta é revelada.


Problemas de saúde que o BPA pode causar - Em estudos com animais, o BPA foi detectado e responsabilizado por causar reprodução anormal, provocou problemas de comportamento, reduziu capacidade intelectual, e também contribuiu para o desenvolvimento de câncer, diabetes, asma e distúrbios cardiovasculares. Pouco se conhece sobre os efeitos do produto químico em humanos.


Como é que o BPA entra no corpo? - Testes de laboratório mostram que o poderoso produto químico contido no recibo é transportado para a pele. Em seguida, fixa-se de modo profundo na epiderme e, mesmo quando esta é lavada, penetra na corrente sanguínea.


Como evitar a contaminação de BPA em recibos? - Guarde os recibos separadamente em uma carteira ou bolsa; lave as mãos após manusear os mesmos, especialmente antes de comer ou manusear alimentos. O EWG também diz que é importante "nunca dar a uma criança um recibo para segurar ou brincar".
Mais informações (em inglês
): http://drparviz.WordPress.com/2014/01/28/could-this-Receipt-be-toxic-to-your-Health/

Comentários adicionais do blogueiro:
1 - Dentro do capítulo de "teorias conspiratórias", a denúncia acima bem que poderia ser de grande utilidade comercial aos fabricantes de produtos alternativos para substituir o BPA, e, neste caso, a denúncia "viral" que reproduzi aqui no blog, seria uma autêntica tentativa de "assassinato de reputação", prática "moderna" de marketing muito difundida em todos os quadrantes do planeta. Pelo sim, pelo não, dou divulgação com mais esse alerta.
2 - Não sei se os leitores perceberam, mas o BPA é um hormônio sintético (o estrogênio, comum nas mulheres, é até considerado hormônio feminino), conforme informei acima. Pelo sim, e também pelo não, só pago minhas contas com dinheiro vivo, ou pela internet... O BPA bem que pode ser a explicação científica para a ampliação demográfica da população gay, responsabilidade do estrogênio difundido pelo consumismo... 
Dá pra dormir bem com o barulho dessas teorias conspiratórias? Eita!
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