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domingo, 21 de julho de 2019

A reforma da previdência

Richard Jakubaszko   
É polêmica  a reforma. Nem os especialistas sabem como está a situação. A professora Laura Carvalho, neste vídeo, explica algumas coisas, e avisa, ainda tem muita coisa que vai rolar no Senado.




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sábado, 6 de julho de 2019

Lula mostra como fazer uma verdadeira reforma da Previdência

Richard Jakubaszko 

Lula, na entrevista, critica a reforma da previdência, e comenta sobre seus malefícios ao povo e aos aposentados futuros. Cada um que julgue a verdade em que acredita.


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quarta-feira, 1 de maio de 2019

O que não falam para você sobre a reforma previdenciária

Richard Jakubaszko   
Vai ser longa a discussão no Congresso e na mídia sobre a reforma previdenciária. O ex-banqueiro e youtuber Eduardo Moreira mostra um exemplo prático, de uma peça publicitária que viralizou, de como é que tentam te enganar para ser a favor de uma reforma que arruína sua aposentadoria, e sem resolver o déficit da Previdência, mas abre espaço para os bancos começarem a nos vender a previdência privada.

Se fosse mau negócio bancar a previdência privada será que os bancos entrariam nessa história?




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terça-feira, 23 de abril de 2019

A “base” governista e o “vem, que depois eu te conto”

Fernando Brito *


O secretário de Previdência do Ministério da Economia, Rogério Marinho, está negociando, não se sabe com quem e não se sabe aonde, os pontos que serão retirados da reforma da Previdência e, assim que os tiver, ordenará ao relator do projeto na Comissão de Constituição e Justiça que os rejeite no relatório que já apresentou a todos os seus colegas de CCJ.

Sabe-se, extra-oficialmente, de quatro: a eliminação do FGTS para aposentados que sigam trabalhando; a possibilidade que dar foros regionais a ações contra o INSS, a iniciativa exclusiva do Executivo para propor alterações previdenciárias e o desfazimento da PEC da Bengala, que daria a Bolsonaro o direito de indicar mais dois ministros ao STF.

Seguiriam pendentes a abolição do pagamento de abono salarial a quem ganha entre um e dois salários mínimos e da desconstitucionalização de temas da Previdência que não podem ser mudados sem dois terços do Parlamento.

Duas coisas parecem suficientemente claras, a esta altura.

A primeira é a de que é um blefe dizer que a votação será amanhã, com ou sem acordo com o Centrão. A confusão da última reunião da CCJ, com a bancada governista mantida às cegas, forçando a votação imediata enquanto o relator desaparecia para não ter de discutir o que já sabia que seria retirado mostra que o governo não tinha certeza de fazer maioria e, agora, tem menos certeza ainda de que seus deputados vão se dispor a defender uma proposta que nem sabem qual será.

A segunda, é que a história deu munição à oposição para criar muito caso na reunião, a começar por exigir as contas feitas para embasar o projeto, que são mantidas secretas pelo Governo e seguindo pela falta de transparência e de participação em mudanças que os deputados foram impedidos de propor, pela proibição do presidente da CCJ Felipe Francischini de permitir emendas supressivas ao projeto, o que foi feito apenas nos conchavos de corredor da Câmara.

De direita, de esquerda ou de centro ou Centrão parlamentar algum gosta de ter seu voto conduzido desta maneira, no que a gíria chama de “vem comigo, que depois eu te conto para onde estamos indo”.

Há gente em Brasília que aposta que o fato de Rodrigo Maia, ainda que garantindo que a PEC será votada amanhã, na CCJ, marcou o início da Comissão Especial da proposta para o dia 7 para dar “folga” para um novo atraso”.

* o autor é jornalista e editor do blog Tijolaço.
Publicado em http://www.tijolaco.net/blog/a-base-governista-e-o-vem-que-depois-eu-te-conto/


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quinta-feira, 18 de abril de 2019

Previdência: o governo não tem bala na agulha

Fernando Brito *  
Os analistas ainda não se debruçaram com profundidade sobre o significado do que aconteceu ontem no adiamento da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, quando se adiou, à espera de um acordo, a votação da admissibilidade da PEC da Previdência.

O governo, mesmo contando com a adesão da parte “aderente” do “Centrão” – inclusive Rodrigo Maia – não chega aos votos suficientes para fazer maioria.

Não apenas isso: não tem articulação, capacidade política e nem ao menos humildade em procurar composições que lhe possam dar a maioria.

Quando o “Centrão” anunciou, duas semanas atrás, que havia pontos inaceitáveis na reforma, não foi negociar sua exclusão e preferiu dizer – e a aceitar a pantomima da aceitação – de que tudo seria negociado na comissão de mérito, não entendeu que a concordância era hipócrita e que não haveria vantagem alguma em ceder, na CCJ, tudo por nada.

Da mesma forma que a sessão de sorrisos e apertos de mão no Planalto, feita na volta de Bolsonaro de Israel não mudou em nada a relação – ou a falta de relação – com o governo.

Agora, o governo está contra a parede em ceder em outros quatro pontos que vão além daqueles que, antes, estavam condenados.

É só o início.

Daqui a quinze ou 20 dias, quando a comissão que analisará a proposta, isso se sucederá e as exigências serão maiores.

Dê-se por feliz a equipe econômica se sobrar algo como um terço do trilhão que Paulo Guedes imaginava retirar do sistema previdenciário. Talvez um pouco mais, mas numa velocidade muito menor que a pretendida, porque as ferozes regras de transição vão cair a patamares muito menos draconianos que os propostos.

E que outro naco será tirado pelo aumento real do mínimo, pauta saborosa que, até 17 de julho, terá de ser votada.

E, daí, mais algum no Senado, no segundo semestre.

* o autor é jornalista e editor do blog Tijolaço.
Publicado em http://www.tijolaco.net/blog/previdencia-o-governo-nao-tem-bala-na-agulha/


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quinta-feira, 4 de abril de 2019

Tchutchuca é...

Richard Jakubaszko  
Grudou como chiclete na sola do sapato do ministro Paulo Guedes a observação do deputado federal Zeca Dirceu de que ele age como tchutchuca. Já tá na boca do povo. Ninguém deu importância pra resposta malcriada do ministro, de que “é a mãe!”. A reunião na CCJ da Câmara Federal foi suspensa, os ânimos saíram do controle, foi o maior erro político de Guedes.

O vídeo abaixo registra o exato momento no dia de ontem daquele que é o ti-ti-ti de hoje, e adentra à história do país como o ato que desconstruiu a reforma da Previdência pretendida pelo governo Bolsonaro. Agora, nem voltando aos tempos da pior política essa reforma passa.


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