sábado, 21 de fevereiro de 2015

Efeitos da crise de água no comércio e no emprego

Richard Jakubaszko
A Associação Comercial de São Paulo, na semana anterior ao Carnaval, fez uma sondagem entre seus afiliados, os comerciantes da cidade São Paulo, para tentar dimensionar o que planejam fazer os empresários diante da iminente situação de racionamento de água (5 dias sem x 2 dias com), especialmente no centro de São Paulo e outras regiões que são abastecidas pelo sistema Cantareira.

Evidentemente que entre os pesquisados há estabelecimentos de todos os tipos, como lojas de roupas, bares, restaurantes, cabeleireiros e barbearias, escritórios de advogados, agências de turismo e de propaganda, uns mais dependentes do que outros da água para poder trabalhar. Por isso boa parte responde que a falta de água não afeta quase nada. No centrão velho da capital a situação de bares, restaurantes e cabeleireiros, é dramática, altamente dependentes da água, pois o racionamento vem desde março de 2014, conforme já denunciei aqui no blog. Moro no centro de São Paulo, disponho de água 6 horas por dia, as demais 18 horas é secura total... Alguns bares e restaurantes do centrão já fecharam, por não poder cumprir regras básicas de higiene. As multas da vigilândia sanitária são monstruosas...

Será que o desgovernador Alckmin sabia disso? É que ele agora anda falando de novo que não vai mais ter rodízio...

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