domingo, 3 de abril de 2011

Mensagens impactantes para grandes causas

Richard Jakubaszko 
A propaganda possui uma função social, informativa e impactante, que poderia ser muito bem utilizada, pelo governo e por empresas, de forma institucional. Pode impactar o público tanto quanto uma matéria jornalística chocante. Depende da criatividade aplicada e do tema abordado. Nos EUA e na Europa, especialmente na Inglaterra, mensagens agressivas com apelos dramáticos são comuns e dificilmente geram uma rejeição ou polêmica pública pela abordagem feita.


Lamentavelmente as idiossincrasias dos brasileiros não aceitam mensagens dramáticas como as que podem ser vistas abaixo nesse post. De uma forma geral os brasileiros criticam e rejeitam essas mensagens, sendo raro o seu uso no Brasil, seja a propaganda com função social, ou mesmo a propaganda comparativa. 
Já reparou como as campanhas anti-AIDS no Brasil são lights? De uma forma geral, os temas abordados nos anúncios abaixo jamais foram utilizados pela propaganda brasileira.
 
Imagens fortes de anúncios para grandes causas
 Você se preocuparia mais se isso se passasse na porta de sua casa?


Mais de 50% dos suicídios são cometidos por anciãos.

Justamente quando você iria começar a reciclar.

Não existem anciãos drogados. Recupere seu futuro.

Se você não ajudá-los a se alimentarem, quem o fará?

Ajuda para pessoas com distúrbios alimentícios.

A natureza não é reciclável.

A AIDS é um assassino em série. Proteja-se!

Não temos doadores suficientes.

Não trates os outros como não gostaria que te tratassem.

Entre a vida e a morte há somente 0,003 mm de látex.

Você pode perder mais que a paciência.

Mais de 300.000 crianças são violentadas por ano na Alemanha.

Vamos semear consciência? Todos os problemas acima são universais, afetam a todos no planeta.
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2 comentários:

  1. Rosemilton Silva4 de abril de 2011 07:11

    Meu caro, Richard.
    Como sempre, você vai fundo em questões que nos são necessárias debater, mas o nosso "pudor" nos limita a tanto. Certo dia, entrevistava uma médica que cuidava do programa de Aids no interior do RN, quando ela veio com aquela conversa de que estava distribuindo seringas para que os drogados não se contaminassem com o virus HIV. Ela ficou sem resposta quando eu indaguei: "Então, quer dizer que o fulano pode morrer de overdose ou drogado, só não pode morrer de Aids"? Foi um rebuliço, porque fui acusado de estar ferindo a sensibilidade de muitas pessoas.
    Um abraço.

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  2. Richard,
    acho bastante prudente esta forma de expressas questões que realmente chocam as pessoas.
    Para nós brasileiros, este tipo de mensagem não deveria gerar rejeição, uma vez que estamos tão acostumados a receber notícias de violência.
    Um abraço.

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