domingo, 14 de fevereiro de 2016

CO2 causa resfriamento, diz a NASA. E agora, como fica?


Richard Jakubaszko  

Conforme estudo publicado pela Dra. Katherine D. Marvel, da NASA Goddard Institute for Space Studies, em 14 de dezembro último, no jornal Nature Climate Change (http://phys.org/news/2015-12-earth-history-key-global-temperatures.html ), pesquisas concluíram que as emissões de CO2 ajudam a arrefecer a temperatura do planeta.

O referido estudo da NASA constatou que a Terra esfriou nas áreas altamente industrializadas, e onde ocorreu maior perda de cobertura florestal e também onde foram emitidos os maiores volumes de combustíveis fósseis.

Como conclusão, a NASA indica que os grandes volumes de micropartículas jogados na atmosfera local pela poluição funcionam como “espelhos que repelem a irradiação solar e fazem cair a temperatura na superfície”.

É simplesmente o contrário do efeito estufa que tem sido apregoado pelos relatórios do IPCC, desde 2007.

E agora, como fica?

No livro “CO2 aquecimento e mudanças climáticas: estão nos enganando?”, junto com diversos cientistas, abordamos as dificuldades financeiras e políticas que cientistas céticos do aquecimento têm encontrado para realizar estudos que desmintam o tal efeito estufa que provocaria tanta desgraça, como o aquecimento e as mudanças climáticas.

O que interessa ressaltar, neste momento, é que não existe unanimidade entre os cientistas sobre esse milenarismo. A unanimidade sobre a tal sustentabilidade está apenas na mídia, que “abraçou a ideia de proteger o meio ambiente”.

Uma leitura do livro "CO2 aquecimento e mudanças climáticas: estão nos enganando?”, colocará você na frente do espelho com aquecimentistas, para entender os interesses econômicos e políticos que impulsionam essa neurose que tomou conta do planeta.

Ficha técnica:
DBO Editores Associados Ltda. – São Paulo - SP
ISBN: 978-85-69495-00-0
Edição 2015 – 288 págs.
R$ 40,00 mais taxa postal (média de R$ 6,00 para todo o Brasil)
O livro não está à venda em livrarias, mas somente na editora: e-mail: co2clima@gmail.com
Fone: 11 3879.7099

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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Io che amo solo te (Chiara e Chico)

Richard Jakubaszko
Umas das mais belas canções italianas de todos os tempos, interpretada por Chiara Civello e Chico Buarque (2014). 
Nos anos 1960 e 1970 foi sucesso internacional na voz de Sérgio Endrigo, também o compositor, e que mostro no vídeo logo a seguir (com tradução). Foi ganhadora do Festival de San Remo (Itália).



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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Colheita mal resolvida

Richard Jakubaszko

Circulando desde a semana anterior ao Carnaval a edição nº 74 da Agro DBO (FEV/2016), com chamada de capa sobre a "Colheita mal resolvida", matéria da jornalista Marianna Peres, sobre os infortúnios climáticos dos produtores rurais do Mato Grosso na presente safra de verão. 
No vídeo abaixo dou alguns detalhes de outras matérias e artigos, em destaque na edição:
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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Nunca mais jogue a borra de café no lixo!


Richard Jakubaszko
Os cidadãos urbanos, que não entendem o povo da roça, têm muito a apreender com os caipiras. É que recebi do Paulo Pilibbossian, conhecido publicitário que já foi até domador de cavalos nos áureos tempos, e que anda à procura de novos desafios, as dicas abaixo sobre o uso de borra de café, reciclada com inteligência.


Nunca mais jogue a borra de café no lixo!
Todos nós temos o mau hábito de levar ao lixo a borra de café sem nunca nos ter passado pela cabeça se seria útil para alguma coisa. Pois agora você pode deixar de fazer isso, eis que a borra de café tem algumas utilidades fantásticas, e vão ser muito úteis em diversos casos


Desentope o lava louça
De fato. À primeira vista, isso parece ser um absurdo não é? Mas a borra desentope mesmo o lava louça. Experimente!
Nota do blogueiro: o texto foi retirado de um blog de Portugal. Na “tradução”, percebi que o “lava louça” aludido pelo(a) autor(a), trata-se, em verdade, da pia da cozinha, e não do eletrodoméstico “lava-louças”, como conhecemos no Brasil.

Dê um fim às formigas
É só fazer um caminho com a borra já seca e ”bye-bye” formigas. Se não quiser sujar o armário ou outro compartimento onde as formigas são vistas, coloca num pires a borra que funciona igualmente. No jardim também consegue-se dar um fim nelas. Coloca o café coado inteiro em cima delas.

Elimina o mau cheiro do “frigorífico”
Basta colocar num pires a borra e deixar dentro do frigorífico. Pode também colocar dentro de um pacote de manteiga vazio e fazer uns furos na tampa.
Nota do blogueiro: aqui outro problema de “tradução”: frigorífico, para a turma de “além-mar”, e até mesmo a de "trás-os-montes"é o nosso conhecido refrigerador...

Afasta os gatos do jardim
Se o seu gato não gosta de usar a caixa de areia dele coloca um prato com as borras de café onde ele costuma ir e troque semanalmente.

Ótimo esfoliante de pele
Basta seguir a receita:
1 xícara de borra de café quente
1/2 xícara de açúcar ou sal
1 colher de sopa de azeite
Espalha na pele, em especial pés e cotovelos. Deixa atuar alguns minutos e depois lave.

Elimina mau cheiro dos ralos
Basta colocar meia xícara de borra de café no ralo e logo em seguida 5 xícaras de água quente, e adeus odor!

Adeus cheiro de alimentos nas mãos
Elimina cheiro de peixe, alho, cebola, coentro e muitos outros condimentos. É só esfregar a borra de café nas mãos e depois é só lavar as mãos.

Fertilizante para as plantas
Coloca um pouco da borra de café nos vasos das plantas e no jardim, e elas ficarão mais belas e fortes, verdejantes. Por ser rica em potássio ela é um excelente fertilizante, além de proteger as raízes contra fungos.
Nota do blogueiro: o texto original afirma que a borra de café é rica em nitrogênio, o que é incorreto, é rica, sim, mas em potássio.
Partilha com os amigos!

Publicado no http://www.portalanaroca.com.br/nunca-mais-deites-as-borras-de-cafe-para-o-lixo-nao-imaginas-o-que-estas-a-perder/

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terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Jornalista italiano com pavio curto

Richard Jakubaszko 
Um jornalista da TV italiana fazia comentários ao vivo, na rua, sobre transações de compra e venda de jogadores de futebol, até que um pentelho, munido de uma "banana de Itu", resolveu perturbar...
A pergunta que faço é se o jornalista, afinal, o pavio dele curto ou é longo?

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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Brasil passa outras nações e já é um dos 10 países mais importantes do FMI.


Mauro Santayana *
(Jornal do Brasil) - Discretamente, com exceção da blogosfera – o maior jornal econômico do país deu a notícia em uma página interna do terceiro caderno, com uma nota de canto de rodapé de uma coluna por menos de 8 centímetros de altura – o Brasil está aumentando suas quotas – logo, o seu poder– no Fundo Monetário Internacional, segundo informou, na semana passada, a instituição, que finalmente concluiu uma reforma destinada a dar a cada país uma posição um pouco mais congruente com o seu peso na economia mundial.

Para tristeza dos saudosistas do tempo em que as missões do FMI eram frequentes, seus técnicos mandavam e desmandavam no governo e eram recebidos aqui como vice-reis - devíamos no final do governo FHC US$ 40 bilhões de dólares ao Fundo - faremos parte, a partir deste ano, do clube que reúne as 10 maiores economias do Fundo Monetário Internacional.

Nós e a China, a Rússia e a Índia, nossos parceiros no Banco dos BRICS, além dos EUA, da Alemanha, do Reino Unido, da França, da Itália e do Japão.

Enquanto isso, nunca é demais lembrar, apesar da conversa fiada no espaço de comentários da internet e na primeira página da maioria dos jornais e revistas, nosso país continua a ser, também, o terceiro maior credor individual externo dos EUA, com US$ 264 bilhões de dólares – mais de um trilhão de reais - emprestados ao Tio Sam, como se pode ver na última edição da página oficial do Tesouro dos Estados Unidos, no link http://ticdata.treasury.gov/Publish/mfh.txt

* o autor é jornalista.

Publicado no http://www.maurosantayana.com/2016/02/brasil-passa-outras-nacoes-e-ja-e-um.html

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Cadê a Paz, Gilberto Gil?

Richard Jakubaszko
O mundo está em guerra, literalmente. Na economia e na política.

O Brasil também está em guerra, na política e na judicialização desmedida.
Cadê a Paz que você anunciou, Gilberto Gil? 
Ou era apenas uma licença poética?
Quem sabe, um ajuste entre os podres poderes caetanísticos?
Segundo os chineses, começou ontem o ano do macaco...

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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

O diabo e a garrafa


Mauro Santayana *
(Rede Brasil Atual) - Em pleno processo de impeachment, e de julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), das ações envolvendo a chapa vitoriosa nas

últimas eleições, a situação da República tem sido marcada pela espetacularização de um permanente “pega para capar” jurídico-policial, a ascensão da “antipolítica”, o aprofundamento da radicalização e a fascistização do país.
 

Políticos e empresários têm sido presos – muitos por ilações frágeis ou exagerado rigor cautelar –, enquanto outros homens públicos e bandidos e delatores premiados apanhados com milhões de dólares na Suíça circulam livremente ou estão em prisão domiciliar.
Milhares de brasileiros acreditam piamente que o Brasil é um país quebrado e destruído, quando temos as sextas maiores reservas internacionais do mundo e somos o terceiro maior credor individual externo dos Estados Unidos.

Que um perigoso “bolivarianismo” pretende implementar uma ditadura de esquerda na América Latina, quando, seguindo os ritos democráticos normais, e sob amplo acompanhamento de observadores internacionais, a oposição liberal acaba de ganhar, pelo voto, as eleições na Venezuela e na Argentina.

Que o Brasil é um país comunista quando pagamos juros altíssimos, e somos, historicamente, dominados, na economia e na política, por um dos mais poderosos sistemas financeiros do mundo, pelo agronegócio e o latifúndio, por bancos e empresas multinacionais.

Discutindo na mesa de pôquer da sala de jogos do Titanic, envolvidos por suas disputas, e por uma rápida sucessão de fatos e acontecimentos, que têm cada vez mais dificuldade em digerir e acompanhar, os homens públicos brasileiros ainda não entenderam que a criminalização da política, criada por eles mesmos, como parte de uma encarniçada e deletéria disputa pelo poder, há muito extrapolou o meio político tradicional, espalhando-se, como o diabo que escapa da garrafa, como uma peste pela sociedade brasileira, na forma de uma profunda ojeriza, preconceito e desqualificação do sistema político, e daqueles que disputam e detêm o voto popular.

Se não se convocar a razão e o bom senso, para reagir ao que está acontecendo, e se estabelecer um patamar mínimo de normalidade político-institucional, tudo o que restará será o confronto, o arbítrio e o caos.

Está muito enganado quem acha que o mero impedimento de Dilma Rousseff resolverá a questão.

No final da década de 20, os judeus conservadores comemoravam, da varanda de suas mansões, na Alemanha, o espancamento, nas ruas, de esquerdistas e socialistas, pelos guardas de grupos paramilitares nazistas como as SS e as SA, e se regozijavam, em seu íntimo, por eles os estarem livrando da ameaça bolchevista.

Depois também viram passivamente – achando que estariam resguardados por suas fortunas – passar sob suas janelas, as filas de operários e pequenos comerciantes judeus a caminho dos campos de concentração – até chegar a sua vez de ocupar, como sardinhas em uma lata, o seu lugar nas câmaras de gás.

Poucas vezes, na história, o efeito bumerangue costuma poupar aqueles que, como aprendizes de feiticeiro, se atrevem a cutucar o que está dentro da caixa de Pandora.

Depois de Dilma e do PT, seria a vez de Temer, e depois de Temer virão os outros – todos os partidos e lideranças que tenham alguma possibilidade de alcançar o poder, por via normal.

Parafraseando Milton Nascimento, na política brasileira “nada será como antes amanhã”.

O Brasil que se seguirá à batalha sem quartel e sem piedade, levada a cabo pela oposição nos últimos anos e meses tendo como fim a destruição e total aniquilamento do PT – cujas principais vítimas não serão esse partido, mas o Estado de Direito, o presidencialismo de coalizão, a governabilidade e a própria Democracia – não terá a cara do Brasil do PSDB de Serra, de Aécio, ou de FHC, mas, sim, a de Moro e a de Bolsonaro.

A do messianismo, da vaidade, da onipotência e do imponderável, e a do oportunismo e do fascismo – e aqui não nos referimos ao velho fascio italiano – em seu estado mais puro, ensandecido e visceral.

* jornalista

Publicado originalmente em http://www.maurosantayana.com/2016/01/o-diabo-e-garrafa.html

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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Fertilizantes especiais crescem em ritmo chinês: 9% em 2016



Richard Jakubaszko 

Roberto Levrero, presidente da Abisolo (Associação Brasileira das Indústrias de Tecnologia em Nutrição Vegetal ), informou em entrevista ao Portal DBO o surpreendente crescimento de 9% nas vendas de fertilizantes especiais no ano de 2015, ao contrário dos fertilizantes de cobertura que amargaram queda nas vendas de 4,7% nesse mesmo ano, depois de sucessivos anos de crescimento.


Na entrevista, Levrero destaca a procura dos agricultores, tanto empresariais como da agricultura familiar, pelas inovadoras tecnologias dos fertilizantes especiais, substratos, enraizadores, fertilizantes foliares, produzidos pelas associadas da Abisolo.
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terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

No TED, a desertificação no mundo, conforme Allan Savory.

Richard Jakubaszko 
A palestra abaixo, do biólogo americano Allan Savory, desmistifica a culpabilidade da pecuária pela desertificação de imensas áreas no planeta afora, conforme acusam os ambientalistas, e que, conforme Savory afirma, ele mesmo errou ao analisar emocionalmente essa questão alguns anos atrás.

Conforme destaco já na foto da capa do livro "CO2 aquecimento e mudanças climáticas: estão nos enganando?", a desertificação é um dos maiores problemas da humanidade, pois provoca mudanças climáticas em um microclima, e que depois crescem no entorno, provocando na sequência imensas áreas desérticas.

O vídeo abaixo mostra esse debate de forma clara, me foi enviado pelo meu amigo, pecuarista Carlos Viacava, que não leu o meu livro, deu apenas uma passadinha d'olhos pelo mesmo, mas assistiu a palestra doSavory, e sentiu-se perdoado por estar fazendo ILP (Integração Lavoura Pecuária) no oeste do estado de São Paulo, onde tem conquistado resultados fantásticos na recuperação da fertilidade do solo. O trabalho de implantação de ILP na fazenda de Viacava foi publicado em diversas reportagens da jornalista Maristela Franco, nas revistas Agro DBO e DBO, desde o início do projeto, dois anos atrás, e durante esse tempo todo. Foi um trabalho planejado e liderado pelo pesquisador João Klutcousky, o João K, da Embrapa. Foi minha a ideia de acompanhar jornalisticamente esse trabalho, por acreditar nas propostas da ILP, e também da ILPf (Integração Lavoura Pecuária e Floresta).

De outro lado, Viacava não atentou para o fato de que, se está fazendo certo a parte dele, está equivocado na sua posição de líder do setor de pecuária, ao ignorar as denúncias que faço no livro, e que tenho enfatizado pessoalmente, em relação às posições políticas e econômicas das agendas ambientalistas. Não basta defender a pecuária para se livrar dos problemas que virão no futuro breve, em consequência das ações dos ambientalistas a partir do acordo pré-firmado na COP21, em dezembro último, em Paris. Virão novas acusações, e, com elas, agora virão os julgamentos e condenações aos pecuaristas.

No livro, abri uma legenda na página 16, de mais de 1/2 página, sobre a foto da capa, que afirma o seguinte:

Nota sobre a foto da capa
Trata-se de um mapa feito pela Nasa (2007), a Agência Espacial Americana, e mostra nas regiões marcadas em amarelo que a temperatura média do solo é superior a 45ºC. Destacam-se, com a predominância do amarelo, a Califórnia (EUA), o deserto do Saara (África), além de países como a Espanha, Arábia Saudita e China, onde os desertos são demarcados.
Nas demais regiões, aparecem com leves tons amarelados o Nordeste do Brasil, na Caatinga, bem como o Norte da Austrália e alguns pontos na África.
Conforme a fisiologia vegetal, todo engenheiro agrônomo sabe que plantas anuais não suportam temperaturas no solo superiores a 33ºC, elas murcham e tendem a morrer. Apenas as perenes suportam esse calor por algum tempo.
Outra conclusão evidente é que as áreas amarelas mostram desertos consolidados, cujas causas de formação são milenares e desconhecidas, mas podem-se descartar culpas antropogênicas, sem nenhuma sombra de dúvida.
Se há, de fato, conforme Odo Primavesi, um aquecimento do planeta, poder-se-ia indicar essas regiões (áreas de deserto, degradadas e aridizadas) como principais responsáveis pela emissão do calor, pois nesses locais são normais temperaturas superiores a 60ºC, e a ausência de nuvens, pela inexistência de vegetação vaporizadora. À noite os desertos apresentam temperaturas próximas do 0ºC.



Enfim, assistam a palestra de Savory, no vídeo abaixo. Depois, leiam o livro, e aí, pelo amor de Deus, escutem as minhas previsões sobre o futuro da pecuária, no Brasil e no mundo. Enquanto é tempo.

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