sábado, 10 de outubro de 2009

CO2: a unanimidade da mídia é burra.

Richard Jakubaszko
CO2 é o gás da vida!
O aforismo de Nélson Rodrigues tem se revelado verdadeiro nessa questão que a mídia divulga de forma massiva e dogmaticamente, sem nenhum debate, sobre o CO2 ser a principal causa do chamado aquecimento planetário. Às vésperas da conferência de Copenhague, em dezembro próximo, já se cunhou e consagrou a expressão “economia de baixo carbono”. Ora, nem a própria ciência tem essa certeza e unanimidade expressa pela mídia, pois vários cientistas registram que teremos resfriamento ao invés de aquecimento.

Não pretendo escrever aqui nenhum tratado científico ou tese de doutoramento, mas um argumento fundamentado em uma série de questões lógicas que tenham premissas científicas inquestionáveis, e esse parece ser o problema, pois são raras essas unanimidades na ciência. A mídia, por simplificar a informação, juntamente com a publicidade comercial das empresas "verdes", banaliza o assunto e confunde quem deseja conhecer a fundo as causas do problema. Pesquisei dados sobre a proporção de CO2 na chamada camada de gases de feito estufa (GEE) e na atmosfera, a conclusão a que cheguei é de que o que há de informação e desinformação na mídia e na internet é patético. Confunde-se atmosfera com camada de GEE...

Os 6 elementos essenciais à vida
São eles, sem os quais a vida não existiria conforme a conhecemos:
1 – carbono
2 – hidrogênio
3 – oxigênio
4 – nitrogênio
5 – enxofre
6 – fósforo
e energia solar (luz e calor, sem o qual não haveria fotossíntese)
(A fórmula é CHONSP)

O carbono é um elemento notável por várias razões. Suas formas alotrópicas incluem, surpreendentemente, uma das substâncias mais frágeis e baratas (o grafite) e uma das mais duras e caras (o diamante). Mais: apresenta uma grande afinidade para combinar-se quimicamente com outros átomos pequenos, incluindo átomos de carbono que podem formar largas cadeias. O seu pequeno raio atômico permite-lhe formar cadeias múltiplas; assim, com o oxigênio forma o dióxido de carbono, vital para o crescimento das plantas (ciclo do carbono, a fotossíntese); com o hidrogênio forma numerosos compostos, denominados, genericamente, hidrocarbonetos, essenciais para a indústria e o transporte na forma de combustível derivados de petróleo e gás natural. Combinado com ambos forma uma grande variedade de compostos como, por exemplo, os ácidos graxos, essenciais para a vida, e os ésteres que dão sabor às frutas. Além disso, fornece, através do ciclo carbono-nitrogênio, parte da energia produzida pelo Sol. O carbono é a plataforma da vida sobre a Terra. Mas a mídia parece não saber, e não dá bola para essas coisas.

A camada de gases de efeito estufa - GEE
Se ela não existisse morreríamos fritos durante o dia (assim como os animais e plantas), pela ação dos raios solares, e à noite congelaríamos pelo frio, pois o calor se dissiparia na estratosfera. A camada de "GEE" é composta em 99% de nitrogênio e oxigênio, sendo que apenas 1% contém carbono, hidrogênio, metano e outros compostos químicos. Dessa ínfima parcela de 1% o carbono representa 0,035% hoje em dia, mas já foi de 0,029% há uns 2 séculos atrás, quando começou a era industrial. Ou seja, do total da camada de "GEE" o carbono representa somente 0,035%. De outro lado, verifica-se que a proporção de carbono na camada de GEE aumentou cerca de 20% nos últimos duzentos anos e seria responsável pelo futuro cataclisma que se anuncia para dentro em breve no planeta, ou seja, o apocalipse.
Não citados: Xenônio (0,00001%), Dióxido de enxofre (0,2 ppb),
Neônio (0,0018%), Criptônio (0,0001%) e Argônio (0,093%). 
Hidrogênio (0,00005%),
Sulfeto de hidrogênio (0,2 ppb).


Não citados: Xenônio (0,00001%), Dióxido de enxofre (0,2 ppb),
Neônio (0,0018%), Criptônio (0,0001%) e Argônio (0,093%). Hidrogênio (0,00005%),
Sulfeto de hidrogênio (0,2 ppb).

“Verdades” convenientes
O documentário "Uma verdade inconveniente", apresentada pelo político e hoje prêmio Nobel da Paz, Al Gore, faz sensacionalismo com a presença do carbono que teria subido de 278 ppm (partes por milhão) no início do século XX para 370 ppm no início do século XXI, e de que isso iria aquecer o planeta.

Ora, esqueceu de esclarecer, nessa profecia apocalíptica, várias questões sobre o carbono:
1 – cerca de 60% do carbono que está na atmosfera é sequestrado pelas algas marinhas e 40% pelas florestas e árvores urbanas remanescentes, de outras vegetações naturais, e de atividades agrícolas.
2 – se não houvesse esse carbono na atmosfera não haveria fotossíntese, e sem essa não haveria agricultura, florestas, árvores;
3 – mais de 50% do carbono está fixado nas árvores (na madeira e raízes) e na agricultura (nas raízes) em forma de "carbono estocado".
4 – outros 50% do carbono estão no solo (trazidos de volta pelas chuvas) e o sistema de plantio direto e pastagens bem manejadas são uma forma de conservar (sem liberar) este carbono.
5 – o carbono atmosférico (CO2 e CO = monóxido de carbono, tóxico) está concentrado sobre as áreas de queimada e nos grandes conglomerados urbanos participando da "aura" amarronzada sobre todas as grandes cidades quando as sobrevoamos nas aterrissagens e decolagens por avião. Esta concentração de poluentes de origem urbana tem duas formas de ser dissipada: ou pelos ventos ou por chuva, e neste último caso provoca o fenômeno da "chuva ácida", muito comum em metrópoles gigantescas como Pequim, Nova York, São Paulo, Los Angeles etc.

Estimativa dos maiores depósitos de carbono na Terra



Acesso em: outubro 2009.
Fonte: Pidwirny, M. (2006). "The Carbon Cycle". Fundamentals of Physical Geography, 2nd Edition
Disponível em: http://www.physicalgeography.net/fundamentals/9r.html


O CO2 não esquenta nada
Mas alguns cientistas insistem em afirmar a necessidade de reduzir suas emissões, e a mídia repete de forma unânime a papagaiada proselitista. Se há algum fator que provoque o aquecimento planetário eles seriam dois, de evidência elementar, porém cientificamente ainda não comprovados:
1 – solos degradados, áridos, semi-áridos e desérticos. Estes, além de não conterem água atenuadora, nem água e vegetação vaporizadora para formarem nuvens refletoras e sombreadoras, emitem calor em excesso, que a tal camada de GEE (majoritariamente vapor de água, veja tabela acima) "segura", por ser composta de água na forma gasosa. A idéia é de Odo Primavesi, engenheiro agrônomo, ex-pesquisador da Embrapa Sudeste, São Carlos, SP, e um dos 17 cientistas brasileiros signatários do já famoso relatório do IPCC (International Panel Climatics Changes, na sigla em inglês), e que juntamente com outros 2.500 cientistas do mundo inteiro, representando mais de 120 países, assinaram o documento. Muitos cientistas foram vozes e opiniões vencidas, apesar de contrários à tese do CO2 ser a causa única do aquecimento. É que venceu por votação, mas longe de haver unanimidade entre os participantes.  De outro lado, nem todos eram exatamente cientistas, muitos eram apenas especialistas em diversas áreas do conhecimento humano, sendo funcionários de grandes empresas estatais ou privadas, mas com interesses na polêmica questão.
2 - a energia solar, incidente sobre o planeta.

Segundo Odo Primavesi, “o foco para esse painel foram os gases, e não havia espaço para incluir outros fatores diferentes de gases (como tentou sugerir), que em realidade respondem por somente 30% das mudanças climáticas (correntes marinhas respondem por mais 10%, áreas degradadas geradoras de calor em excesso (acima de 300 W/m2) por mais 40% a 50%, e outros, como a variação na intensidade do sol, por mais 10% a 20%). Somente 1/3 da Terra são ambientes terrestres, e 40% ou mais destes são áreas desérticas, semi-áridas, degradadas, gerando pulsos de calor em excesso. Mesmo áreas não consideradas degradadas, agrícolas, inclusive no Brasil, podem gerar calor em excesso no inverno seco, quando sem cobertura vegetal permanente vaporizando água”.

Porcentagem de efeito estufa em função do gás
Gás de efeito estufa

Efeito, %

Vapor de água
36 a 66

Dióxido de carbono

9 a 26

Metano

4 a 9

Ozônio
3 a 7

Fonte: Randy Russell (2007)
Nuvens podem praticamente dobrar o albedo da Terra de 15% (sem nuvens) para 31%, e são responsáveis pela reflexão de 17% da energia solar incidente de volta para o espaço, evitando que gere calor.

Copenhague vem aí
Ou seja, depois desse encontro, se for confirmada a "culpabilidade" do CO2, mesmo que sem provas, apenas considerando os indícios e as suspeitas das provas ditas circunstanciais, já consagradas pela reunião de Kyioto, vamos tentar conquistar a "economia de baixo carbono". A Europa já tem antológicos projetos de lei aprovados em alguns países, para multar pesadamente os emissores exagerados de CO2 e cobrar impostos adicionais dos tradicionais "criminosos ecológicos" que não reduzirem suas emissões. A ideia é acabar com os cassinos das bolsas onde se compra penitência por emissão de CO2.
Entretanto, recentemente, num seminário em Brasília, que reuniu empresários agrícolas, ambientalistas e gente do governo, tive notícias de uma das conclusões do seminário, em alto e bom som, e de bom senso: "Ambientalistas e agricultores concordam que a ciência deve mediar o debate entre os dois setores". Ou seja, os contendores, pelos menos os líderes, não aguentam mais tanto bate-boca inútil e publicitário sobre a sustentabilidade, e pedem socorro aos cientistas. Os cientistas se fingem de mortos, o assunto parece que não é com eles.

A mídia não deu bola para o pedido de SOS daquelas lideranças. Enquanto isso Copenhague vai se aproximando, sem definições prévias, sem acordos, sem ajustes, sem consenso.

(Nota de Odo Primavesi: muitos cientistas, por terem uma visão mais ampla e de conjunto global, estão desesperados em ver que seus clamores não são ouvidos, pois o que vale é a decisão política norteada por interesses econômicos de curto prazo, e que pouco ligam para o médio e longo prazo. O único segmento da sociedade que pode levar ao rumo certo é a iniciativa privada (empresários e financistas), devendo estar cientes de que mudanças são investimentos, e envolvem sacrifícios, mas que em mutirão, em rede integrada regional e global, levarão aos resultados esperados, com lucros sustentáveis).

Corre-se o perigo, no pós Copenhague, da seguinte situação paradigmática: toda atividade humana emissora de CO2 será coibida. É fácil imaginar multas e impostos a quem respirar (pois emite CO2), inclusive na prática da corrida matinal. Por enquanto, apenas os automóveis dos egoístas poderiam ser poupados, enquanto não chegam os combustíveis gasosos, à base de hidrogênio. Problema será quando alguns cientistas e jornalistas descobrirem que as árvores e plantas em geral, no período noturno, emitem parte do CO2, ao invés de resgatarem o mesmo como fazem durante o dia. Quem sabe alguém da grande mídia põe o problema em debate e acabe com essa unanimidade infantilizada que está se tornando uma verdadeira hipocrisia internacional.

O carbono faz parte, a menor parte do problema. Boas práticas de manejo dos solos (urbano e rural) poderiam reduzir os maiores problemas. Enquanto isso, cresce de forma acelerada o aumento de áreas degradadas, geradoras de calor.

Extensão de áreas secas por continente
Continente

Extensão

Valor relativo


Total

Árido

Semi-árido

Sub-úmido seco

Árido

Semi-árido

Sub-úmido seco


milhões de ha

%

Ásia
1.657,78

704,3

727,97

225,51

25,48

26,34

8,16

África

1.298,11

467,6

611,35

219,16

16,21

21,2

7,60

Europa

218,03

0,3

94,26

123,47

0,01

1,74

2,27

América N-C

517,07

4,27

130,71

382,09

6,09

17,82

4,27

América S

378,61

5,97

122,43

250,21

7,11

14,54

5,97

Oceania

708,95

459,5

211,2

38,24

59,72

27,42

4,97

Global

4.778,55

1.641,94

1.897,92

1.238,68




Fonte: FAO (2002)

Estimativa de desertificação (excluindo áreas hiper-secas)
Tipo de paisagem degradada

Área (1)

Tipo de degradação de solo

Área (2)


milhões de ha


milhões de ha

Pastagens naturais

757

Erosão hídrica

478

Lavouras

216

Erosão eólica

513

Áreas irrigadas

43

Química

111



Física

35

Total

1.016


1.137

Fontes: 1 - UNEP (1991), 2 - Oldeman & van Lynden (1998).
As maiores vilãs são as pastagens mantidas sob superpastoreio. E a erosão hídrica e eólica.

O presente artigo teve a colaboração e participação do engenheiro agrônomo Odo Primavesi, um dos 2.500 cientistas signatários do IPCC, em 2007.
_

10 comentários:

  1. Caro Jakubaszko

    Parabéns pelo artigo desabobalhante.
    Gostaria apenas de sugerir uma correção:
    O combustível da moda é o hidroBOBOgênio e não o nitroBOBOgênio...
    Detalhes em:
    http://www.fendel.com.br/logias.html

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  2. Thomas,
    obrigado, corrigi o erro por aqui no blog (de revisão é claro...), e olha que essas coisas passam mesmo! O problema aBOBAlhante é que a gente revisa o vernáculo e esquece do principal... outro 'pobrema' é que o artigo está em uns 20 sites por aí afora na internet... vai ficar nitrogênio mesmo, he, he, he, mas acho que ninguém nota...

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  3. Caros leitores:
    na aba lateral do blog, à direita, vc encontra 2 coisas interessantes:
    1 - a capa da DBO Agrotecnologia com o mapa-mundi feito pela NASA e que mostra as temperaturas no solo, e suas implicações.
    2 - anúncio do Google que, ironicamente, ou quem sabe (?) é por gozação, de uma empresa que vende serviços e papéis da malfadada emissão de CO2!!! É, nem por aqui, e nem falando mal deles, a gente se livra dessa tchurma!!! Ô praga!!!

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  4. Caros leitores do blog, vejam o programa "A grande farsa do CO2: cliquem abaixo nos links, cada um com 5 a 10 minutos, é um documentário produzido e exibido pela BBC:

    parte 1: http://www.youtube.com/watch?v=L18k0Y5MMok&feature=related

    parte 2: http://www.youtube.com/watch?v=r68nSt2fMPY&feature=related

    parte 4: http://www.youtube.com/watch?v=KNtvuA-D_O8&NR=1

    parte 5: http://www.youtube.com/watch?v=7QojxAG_rd8&NR=1

    parte 6: http://www.youtube.com/watch?v=0mZSKRDDBFE&NR=1 mostra a dependência econômica da ciência, a vinculação política aos interesses econômicos.
    Parte 7: http://www.youtube.com/watch?v=atYTQ3soxZo&NR=1
    Aqui nesta parte 7 do vídeo jornalistas ingleses criticam a neurose da mídia em relação a questão ambiental e ao aquecimento, mais ou menos o que fiz no artigo. Vejam que no artigo fui "comedido", mas no vídeo o meu colega inglês é ácido.
    Depois de assistir essas 6 ou 7 partes do vídeo da BBC faça uma reflexão, caro leitor, não apenas sobre a questão do aquecimento, mas compare sobre a qualidade dos programas de TV dos ingleses e a nossa TV tupiniquim... abissal a diferença, né não? Ô raça poderosa que somos...

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  5. Descobri um trabalho científico muito interessante, publicado na internet. Trata-se do texto "Desmistificando o aquecimento global" de Luiz Carlos Baldicero Molion, cientista do Instituto de Ciências Atmosféricas, Universidade Federal de Alagoas.
    O artigo do Prof. Molion é esclarecedor de muitos aspectos sobre o debate do aquecimento. Recomendo a todos que se interessam por este assunto:
    http://www.alerta.inf.br/files/molion_desmist.pdf

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  6. Recebi por e-mail de Gerson Machado, um mineiro que reside lá na Inglaterra, os links abaixo, com a recomendação de visitar os mesmos. Recomendo selecionar os links, copiar e colar no browser.

    http://www.telegraph.co.uk/finance/economics/6599281/Societe-Generale-tells-clients-how-to-prepare-for-global-collapse.html

    http://blogs.telegraph.co.uk/news/jamesdelingpole/100017393/climategate-the-final-nail-in-the-coffin-of-anthropogenic-global-warming/

    http://www.telegraph.co.uk/news/features/6617754/The-ranks-of-the-50p-tax-rate-rebels-are-swelling---but-will-they-really-all-leave.html

    Tax dodgers prove robust in hard times
    http://www.ft.com/cms/s/0/20a9548a-d623-11de-b80f-00144feabdc0.html

    By Alistair Gray
    Published: November 20 2009 23:09

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  7. Olá. Parabéns pelo texto. Mas, no subtópico "O CO2 não esquenta nada", você disse que ia citar os dois fatores que causam o aquecimento global - e sua enumeração parau no item 1.
    Abraços.

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  8. É verdade, o texto ficou truncado. A 2ª possível causa seria uma atividade solar intensa, observada nos anos oitenta e noventa do século passado, mas também essa hipótese já foi descartada por inúmeros cientistas.
    Num próximo comentário, por gentileza, assine o comentário, no texto do comentário, e , se possível, siga as instruções contidas na janela do texto dos comentários. Normalmente não publico e nem respondo comentários anônimos.

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  9. O problema que vivemos é exesso de industrialização, de plástico (que vem do petróleo), super-população e hábitos não naturais, incluindo alimentação e consumo em geral. Isso gera poluição e desequilíbrios, como calor e chuvas ecessivas, e principalmente: mal estar pelo péssimo ar respirado. É claro que a mídia não aponta as verdadeiras causas e nem estimula uma mudança geral no consumo, em vez disso cria esses rótulos: Aquecimento Glogal e alta emição de CO2,e muitas emprezas que poderiam realmente contribuir com o meio-ambiente acabam lançando falsas propagandas de que estão emitindo menos gazes...

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  10. Bill Ferstein, USA24 de junho de 2014 11:23

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    Bill

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