Eternos, os talentos de Bethânia e Zeca Pagodinho.
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O blog é um espaço de debate onde se pode polemizar sobre política, economia, sociologia, meio ambiente, religião, idiossincrasias, sempre em profundidade e com bom humor. Participe, dê sua opinião. Não existem duas verdades. O melhor do blog está em "arquivos do blog", os temas são atemporais. Se comentar registre nome, NÃO PUBLICO COMENTÁRIOS ANÔNIMOS. No blog até mesmo os biodesagradáveis são bem-vindos! * Aviso: o blog contém doses homeopáticas de ironia, por vezes letais, mas nem sempre.
Eternos, os talentos de Bethânia e Zeca Pagodinho.
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Marcos Sawaya Jank *
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Richard Jakubaszko
Comemoramos hoje, 7 de novembro de 2020, Maria da Graça e eu, Bodas de Ouro de casamento. Longa história, mas ainda me parece que foi breve demais. Como é um fato relativamente raro nos dias de hoje, compartilho algumas poucas imagens, significativas para nós.
Comemoramos, vamos jantar em lugar especial, mas de acordo com os protocolos sociais nesse tempo de pandemia viral. Festa nem pensar. Também por isso, nem a missa dos 50 anos foi possível rezar, adiada involuntariamente.
Por tudo, muito obrigado, Maria da Graça.
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| 7 de novembr0 de 1970, parece que foi ontem. |
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| Assinado e sacramentado |
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| Poucos anos depois, nossos dois amores, Andrea e Daniela |
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| Mais um tempo chegou Beatriz, a única e querida neta, sobremesa da vida |
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Richard Jakubaszko
O mais arrogante e temerário de todos os ex-presidentes americanos não conseguiu a reeleição, fato raro na história dos EUA. Agora, além de judicializar a disputa eleitoral, imaginem o que ele vai fazer:
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Evaristo de Miranda 2
Hoje
celebra-se a memória de todos os falecidos, os finados. Eles chegaram ao fim do
seu tempo. O dia é solene, consagrado à lembrança dos antepassados e de todos
os mortos. Este feriado é amplamente celebrado em todo o mundo. Os feriados são
dias consagrados à memória de algum evento, personalidade ou feito histórico. A
consagração os faz sagrados, os coloca à parte. Não se trabalha. O país se
consagra a meditar, a lembrar. Para muitos,
este feriado não lhes diz nada, não corresponde à sua perspectiva filosófica ou
religiosa. Finados está além de qualquer religião. Quem profana esta data
esquece seus ascendentes e antepassados. Perde a memória e, sem querer, profana
a si mesmo. Que ascensão pode ter alguém na vida, quando não se lembra de seus
ascendentes? Quem imagina-se só, começando em si mesmo, triunfante e vencedor,
age como se fosse filho do nada. E os filhos do nada são sementes do caos.
O
finar evoca o findar e o morrer. Os finados chegaram ao fim e foram ceifados no
seu tempo. O feno é a erva ceifada e seca que serve de alimento aos animais em
períodos difíceis de inverno ou seca. Na Bíblia, o homem é comparado com a erva
do campo. Finar e fenar. Feno vem do grego phaíno:
brilhar, aparecer. Epifania evoca manifestação, luz do alto que nos veio
visitar. A reluzente lâmina da morte não apaga os finados, apenas os igualiza
diante das leis da natureza.
A
foice simboliza os ciclos das colheitas e da renovação. A colheita só se obtém
cortando o caule. Esse cordão umbilical liga o fruto à dependência da terra
alimentadora. A colheita é o grão condenado à morte para servir de alimento,
sustentando a vida, ou para germinar como semente. A vida e os exemplos dos
antepassados alimentam os viventes. São um feno de luz. Sinal da progressão
temporal e individual, a foice da morte brilha na noite de nossas vidas. Essa
lua crescente, nunca declina. Como diz o poeta árabe Ibn-al-Motazz: “a foice de
ouro no campo das estrelas”.
No dia
de finados é bom visitar cemitérios, limpar e ajeitar túmulos, acender uma vela
na igreja ou em casa, pronunciar uma oração, *fazer um minuto de silêncio (pelo
menos!) e meditar*. A ritualizar os mortos é terapêutico. A prática desses
ritos profanos e sagrados dão outra perspectiva ao tempo. Existe um tempo para
tudo.
As
honras fúnebres variam entre as culturas. Sempre existem e deveriam ser
cultivadas. Se uma cultura perde a capacidade de honrar seus mortos, já não
sabe honrar os vivos. Honrar nobilita quem recebe e quem oferece. A eternidade
começa aqui e agora. A vida não é uma ante-sala da morte. O passar dos anos
anuncia o prometido a todos e para sempre: a possibilidade de evolução pessoal
a cada ano, o reinício, a morte e o renascimento.
Os cristãos
creem na ressurreição. A morte é sua Páscoa, sua passagem para Deus. Os Finados
lembram: não se trata de viver somente a inevitável passagem do tempo, as
idades e o envelhecimento. O tempo - quarta dimensão do humano - pode ser um
tempo de consciência, um tempo de graça, iluminação e vida plena.
1 Agora e na Hora – Ritos de Passagem à Eternidade (Ed. Loyola)
2 o autor é doutor em ecologia, pesquisador da Embrapa
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Richard Jakubaszko
Quino, que saudade! Mal te fostes, e a Mafalda ficou ainda mais famosa, agora é imortal a menina eternamente preocupada com a humanidade e a paz mundial, e que se rebela com o estado atual do mundo.
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Carlos Eduardo Florence *
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Richard Jakubaszko
Vale a pena assistir a live, para saber como é possível dobrar o PIB agrícola brasileiro na próxima década. Coordenado pelo meu amigo Décio Gazzoni, da Embrapa / Soja: www.kforte.com.br/encontrocomgigantes
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Luis Dufaur *
Na hora de pensar no Saara, habitualmente se imagina um gigantesco deserto de areia que se estende até o infinito.
De fato, é o maior deserto não polar do mundo, mas isso não quer dizer que careça absolutamente de vida e especialmente de vegetação.
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| Descoberta de 1,8 bilhão de árvores no deserto do Saara espanta alarmistas |
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| Árvores do deserto no Saara em Marrocos |
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| Árvores no deserto ajudam gado e homens |
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| Vegetação também cresce em locais inóspitos |
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Richard Jakubaszko
E o Brasil continua continua o mesmo de sempre, concordam? Tinham esquecido? A inflação está aí de volta, e os boletos continuam os mesmos, muito vorazes. Enviado pelo jornalista Delfino Araújo, sempre atento com o que se passa na conjuntura social.
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Richard Jakubaszko
O que é que você acha? Tá junto na ideia ou vai pagar pra ver? Concordamos que 2020 foi um filme muito ruim, né não?
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Richard Jakubaszko
É isso que a blogosfera anda se perguntando, ainda sem respostas definitivas. Quem manifestou essa inquietação foi o jornalista Delfino Araújo, lá da DBO. Mas o Noel mandou um recado, olha só:
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Richard Jakubaszko
A constatação é óbvia, se você reconhece a peça de museu aí embaixo, é porque você está véio...
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"Jornal é um espaço incapaz de discernir entre a queda de uma bicicleta e o colapso da civilização".
(Bernard Shaw)