segunda-feira, 11 de abril de 2022

Exército brasileiro tá cheio de impotentes! E o que é que nós temos com isso?

Richard Jakubaszko 
Quando li essa notícia hoje, estampada em notinhas dos principais jornais do país, cheguei a dar gargalhadas: Ministério da Defesa divulgou a compra de 35 mil comprimidos de Viagra, isso mesmo, a tal da pílula azulzinha para uso dos militares.

Ora, se os militares estão tendo que usar tal incentivo farmacêutico, é porque houve recomendação médica, em decorrência de estarem impotentes, porque esse remédio, ao que me consta, só serve para quem está com sinais de impotência. Pois um deputado federal pediu explicações ao Ministério da Defesa, e a resposta foi de que será para tratar de "hipertensão arterial pulmonar", sem explicar qual o efeito colateral desejado do uso.

Sei não, essas explicações aí não me convencem, acho que os militares estão mesmo é estressados com tantos colegas atuando no governo federal e só fazendo bobagem, jogando pra baixo a boa imagem das Forças Armadas. Diante dessas alegorias em ano eleitoral, melhor prevenir, né não?

ET. Hoje, 12 de abril, leio nas redes sociais e nos sites de notícias dos jornais que o Ministério da Defesa autorizou a compra de 5 mil e poucas próteses penianas, o que, convenhamos, pode ser pouco para o tanto de gente que as nossas Forças Armadas aglutinam, mas é revelador de que nem usando Viagra a situação deve melhorar.

 

 

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domingo, 10 de abril de 2022

São as entranhas brasileiras

Janio de Freitas
na Folha SPaulo

Nenhum presidente legítimo, desde o fim da ditadura de Getúlio em 1945 — e passando sem respirar sobre a ditadura militar — deu tantos motivos para ser investigado com rigor, exonerado por impeachment e processado, nem contou com tamanha proteção e tolerância a seus indícios criminais, quanto Jair Bolsonaro. Também na história entre o nascer da República e o da era getulista inexiste algo semelhante à atualidade. Não há polícia, não há Judiciário, não há Congresso, não há Ministério Público, não há lei que submeta Bolsonaro ao devido.

As demonstrações não cessam. Dão a medida da degradação que as instituições, o sistema operativo do país e a sociedade em geral, sem jamais terem chegado a padrões aceitáveis, sofrem nos últimos anos. E aceitam, apesar de muitos momentos dessa queda serem vergonhosos para tudo e todos no país.

Nessa devastação, Bolsonaro infiltrou dois guarda-costas no Supremo Tribunal Federal. Um deles, André Mendonça, que se passa por cristão, na pressa de sua tarefa não respeita nem a vida. Ainda ao início do julgamento, no STF, do pacotaço relativo aos indígenas, Mendonça já iniciou seu empenho em salvá-lo da necessária derrubada.

São projetos destinados a trazer a etapa definitiva ao histórico extermínio dos indígenas. O pedido de vista com que Mendonça interrompeu o julgamento inicial, “para estudar melhor” a questão, é a primeira parte da técnica que impede a decisão do tribunal. Como o STF deixou de exigir prazo para os seus alegados estudiosos, daí resultando paralisações de dezenas de anos, isso tem significado especial no caso anti-indígena: o governo argumentará, para as situações de exploração criminosa de terras indígenas, que a questão está subjudice. E milicianos do garimpo, desmatadores, contrabandistas e fazendeiros invasores continuarão a exterminar os povos originários desta terra.

Muito pouco se fala desse julgamento. Tanto faz, no país sem vitalidade e sem moral para defender-se, exangue e comatoso. Em outro exemplo de indecência vergonhosa, nada aconteceu à Advocacia-Geral da União por sua defesa a uma das mais comprometedoras omissões de Bolsonaro. Aquela em que, avisado por um deputado federal e um servidor público de canalhices financeiras com vacinas no Ministério da Saúde, nem ao menos avisou a polícia. “Denunciar atos ilegais à Polícia Federal não faz parte dos deveres do presidente da República”, é a defesa.

A folha corrida da AGU é imprópria para leitura. Mas, com toda certeza, não contém algo mais descarado e idiota do que a defesa da preservação criminosa de Bolsonaro a saqueadores dos cofres públicos. Era provável que a denúncia nada produzisse, sendo o bando integrado pela máfia de pastores, ex-PMs da milícia e outros marginais, todos do bolsonarismo. Nem por isso o descaso geral com esse assunto se justifica. Como também fora esquecido, não à toa, o fuzilamento de Adriano da Nóbrega, o capitão miliciano ligado a Bolsonaro e família, a Fabrício Queiroz, às “rachadinhas” e funcionários fantasmas de Flávio, de Carlos e do próprio Bolsonaro. E ligado a informações, inclusive, sobre a morte de Marielle Franco.

Silêncio até que o repórter Italo Nogueira trouxesse agora, na Folha, duas revelações: a irmã de Adriano disse, em telefonema gravado, que ele soube de uma conversa no Planalto para assassiná-lo. Trecho que a Polícia Civil do Rio escondeu do relatório de suas, vá lá, investigações. O Ministério Público e o Judiciário estaduais e o Superior Tribunal de Justiça não ficam em melhor posição, nesse caso, do que a polícia. São partes, no episódio de implicações gravíssimas, de uma cumplicidade que mereceria, ela mesma, inquérito e processo criminais. O STJ determinou até a anulação das provas no inquérito das “rachadinhas”, que, entre outros indícios, incluía Adriano da Nóbrega.

Desdobrados nas suas entranhas, os casos aí citados revelariam mais sobre o Brasil nestes tempos militares de Bolsonaro do que tudo o mais já dito a respeito. Mas não se vislumbra quem ou que instituição os estriparia.

 

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sábado, 2 de abril de 2022

Nobel da Física 2021 afirma: "A ideia de que podemos impedir alterações climáticas é absurda"

Richard Jakubaszko  
Vem de além mar, lá da terrinha lusitana, o texto abaixo, que me foi enviado pelo amigo Luis Amorim, cético do aquecimento.

Uma parte cada vez mais importante da ciência moderna não se baseia na realidade e sim em modelos simplificados da mesma.

Syukuro Manabe
Mas um modelo não é uma prova científica. Não demonstra nada; é algo que está para ser demonstrado.
Concederam o Prêmio Nobel 2021 a Syukuro Manabe por ter concebido em 1964 um modelo sobre o clima [1], que é o utilizado pelo IPCC nos seus relatórios. Tal como tantos outros, o referido modelo fundamenta-se no “efeito estufa”, como se na atmosfera houvesse muros transparentes capazes de isolar umas regiões de outras, em vez de correntes de ar.

Se a teoria de Manabe fosse correta, o “efeito estufa” seria mais intenso nas regiões baixas da estratosfera, a uns dez quilômetros de altura, onde ficaria “retido” o calor.

Décadas depois de expor o seu modelo foram postos em órbita satélites meteorológicos que forneceram medições de temperatura nas regiões baixas da estratosfera onde Manabe esperava que o calor se houvesse acumulado.

Mas isso não estava a ocorrer. Ano após anos os resultados não deixavam dúvidas: desde 1993 não se observou nenhuma mudança significativa na temperatura à referida altura. O modelo de Manabe não superou a prova.

A constância da temperatura na referida altura era ainda mais significativa pelo fato de que as emissões de CO2 na atmosfera haviam aumentado substancialmente desde 1993.

O tempo continuou a decorrer inexoravelmente. O modelo de Manabe cumpriu mais de meio século e, contudo, é agora que lhe concedem o Prêmio Nobel, o que é como ganhar as 500 milhas de Indianápolis com um Simca 1000. Não é possível sem uma transformação importante no motor e na carroceria. O Prêmio Nobel agora concedido a Manabe foi mais por razões políticas do que científicas: aproxima-se a cimeira climática de Glasgow.

Em 2011 o próprio Manabe teve de corrigir o seu modelo a fim de adaptá-lo a essa evidência. “Modelos frente a observações” intitulava-se o artigo publicado pela Geophysical Research Letters [2] que, em 2016, declarou numa entrevista surpreendentemente lúcida [3].

“Não entendemos o clima, o clima é muito complicado e só estamos começando a entender quais podem ser os efeitos do dióxido de carbono. Pode ser que sejam bons ou pode ser que sejam maus”, salientava Manabe. O CO2 não é um poluente. É bom para nós, é bom para as plantas e bom para a comida. Na realidade é um fertilizante, acrescentava.

“O dióxido de carbono permite diretamente o crescimento de todo tipo de plantas. Assim, mais dióxido de carbono significa que é bom para a vida silvestre, é bom para os bosques e é bom para os alimentos, para a agricultura de todo o mundo. Salva um grande número de pessoas de morrer de fome. Os efeitos são mais graves que os efeitos do dióxido de carbono no clima. E isso é o que nunca se diz em público”, dizia também o geofísico.

Além de produzir diretamente o crescimento das plantas, o CO2 “torna-as mais resistentes à seca. Porque o dióxido de carbono é um substituto da água. Veja a forma como uma planta realmente respira. Tem pequenos buracos na superfície da folha que se podem abrir e fechar. E cada vez que a molécula de dióxido de carbono entra na planta a partir do ar, uma centena de moléculas de água escapa. Isso acontece, não se pode evitar. Assim, absorver dióxido de carbono implica sempre perda de água. Mas se o ar externo for mais pobre em dióxido de carbono, a planta perderá mais água para poder respirar. Assim, de fato, está-se a fazer com que a planta seja mais susceptível à seca. E esse é o grande assassino das plantas, naturalmente. Desta maneira, convertem-se terras verdes em desertos”.

“Durante a história da Terra, na maior parte do tempo o CO2 na atmosfera era muito mais elevado do que agora. O mundo neste momento está como meio morto de fome por não ter dióxido de carbono suficiente. A vegetação preferiria que houvesse três vezes mais” CO2 na atmosfera.

“Por que não vemos isso nos meios de comunicação? Por que só vejo anúncios apocalípticos? Não sei muito bem a resposta. Por alguma razão os meios de comunicação sempre amam os desastres. As catástrofes vendem jornais. Também vendem a televisão e as boas notícias não”.

“A ideia de que podemos travar as alterações climáticas é absurda. Não sabemos o suficiente nem sequer para imaginar como fazê-lo”. Estamos de acordo com Manabe. Se alguém acredita que por reduzir a concentração atmosférica de CO2 ficará mais fresco, equivoca-se. E se acredita que o termómetro subirá por reduzi-la, também se equivoca.

[1] https://www.gfdl.noaa.gov/bibliography/related_files/sm6401.pdf
https://journals.ametsoc.org/view/journals/atsc/24/3/1520-0469_1967_024_0241_teotaw_2_0_co_2.xml
[2] https://agupubs.onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1029/2011GL048101
[3] https://www.marijnpoels.com/single-post/2019/03/05/we-don-t-understand-climate-its-very-complicated-and-were-only-at-the-beginning-to-unders

Ver também:
http://resistir.info/climatologia/impostura_cientifica.html artigo do Prof. Marcel Leroux
https://resistir.info/climatologia/entrev_leroux.html entrevista do Prof. Marcel Leroux
Global Warming - Myth or Reality? : The Erring Ways of Climatology, livro do Prof. Marcel Leroux
https://resistir.info/v_carvalho/descarbonizacao_30mai21.html artigo de Daniel Vaz de Carvalho
https://resistir.info/climatologia/impostura_global.html artigo de Jorge Figueiredo
http://mitos-climaticos.blogspot.com/ O mito do aquecimento global explicado em pormenor pelo Eng. Rui Moura
http://wattsupwiththat.com/page/3/ Sobre a religião do "aquecimento global", agora rebatizada como "alterações climáticas".
https://agfdag.wordpress.com A grande farsa do aquecimento global.
http://www.co2science.org Os efeitos do CO2, expurgados da sua demonização.
https://pcc15.org The Paris Climate Challenge.
http://www.skyfall.fr L’association des climato-réalistes
https://jddomingos.tecnico.ulisboa.pt/#2a Página do Prof. J.J. Delgado Domingos
https://pt.wikipedia.org/wiki/Milutin_Milankovitch Verbete acerca de Milutin Milankovitch.

O original encontra-se em https://mpr21.info/




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quarta-feira, 30 de março de 2022

Para Carta Capital, revista de esquerda e engajada na mentira

De Richard Jakubaszko
29/03/2022

Tomei conhecimento somente hoje da matéria da revista Carta Capital, de autor(a) anônimo(a) (https://www.cartacapital.com.br/sustentabilidade/youtube-ganha-dinheiro-e-desobedece-as-proprias-regras-com-negacionismo-climatico/ ), sobre o tema aquecimento global, em que sou citado algumas vezes e qualificado genericamente como negacionista. Peço, como jornalista e escritor, com a devida vênia, a resposta abaixo da matéria injuriosa e engajada, e dos equívocos nela apontados. Parece que nos novos tempos, o novo normal, nos revela e nos traz preconceitos radicais, só pela simples razão de que pensar diferente do outro é algo abjeto e odioso. Chegamos aos tempos de perguntar o que seria do amarelo se todos fossem vermelhos. Nada mais bolsonarista do que isso, que é aterrador para quem pensa. E sofre, por causa da perseguição e patrulhamento, até mesmo de uma revista de esquerda, como Carta Capital, que reproduziu matéria da Agência Pública. Se vocês têm certeza do aquecimento, por que não me ouviram, para tentar derrubar minhas ideias?

Sou cético, não um negacionista, pois acredito em Deus, acredito nas vacinas (todas elas), tenho comprovações científicas de que o planeta é um globo de terra quase esférico que orbita ao redor do sol, e de que os seres humanos nascem em dois gêneros, ou é feminino ou é masculino. O resto é mentira, seja ideológica ou não.

Sim, sou o autor, conforme cita Carta Capital, do livro “CO2 aquecimento e mudanças climáticas: estão nos enganando?”, que a partir de abril de 2022 entra em 3ª edição ampliada e atualizada, com 410 pg, onde tenho a companhia de diversos cientistas brasileiros e internacionais que são também céticos do aquecimento e de que este seja provocado pelo homo sapiens. Claro, mudanças climáticas sempre existiram, a mentira é só do aquecimento. Entre os brasileiros está Odo Primavesi, engenheiro agrônomo, ex-pesquisador da Embrapa, signatário do Relatório IV do IPCC de 2007, e que pediu para seu nome ser retirado como tal, pois não apenas o relatório final (mais de 4 mil pg) distorce fatos, assim como a sua sinopse (cerca de 40 pg). Da mesma forma, presente em meu livro, Richard Lindzen, meteorologista e professor emérito (isso não é pouca coisa) do MIT – Massachusetts Institute of Tecnology, que precisou entrar na Justiça americana para ter seu nome retirado dos chamados signatários do relatório do IPCC, daquilo que ficou conhecido como “a maior mentira do século XXI”, o famigerado aquecimento global.

Se o autor da matéria da Agência Pública, reproduzida na Carta Capital tivesse tido a curiosidade profissional de ler meu livro, ou de me ouvir, saberia do fato acima apontado. Saberia também que essa questão nada tem de ideológica, mas envolve interesses comerciais, políticos e, especialmente, objetivos geopolíticos. Porque o mundo quer roubar a nossa Amazônia.

O que os autores do livro buscam é um debate. Isso tem sido negado de várias formas. No livro mostro uma polêmica provocada pelo jornal O Estado de SP, na seção Estadão verifica, conteúdo que contestamos, mas o jornalão não teve a dignidade profissional de publicar minha carta, escrita junto ao professor Ricardo Felício. Este sim, um perseguido, e sabem por que não dá mais aulas na USP? Porque cortaram 90% do salário dele, corte feito pelo pessoal aquecimentista, e essas perseguições não acontecem somente no Brasil. Isso mostra a maioria dos cientistas absolutamente calada, com medo de represálias, e com receios de ter verbas cortadas para pesquisas que não sejam para confirmar o interesse de seus financiadores.

Simplesmente porque em ciência não há “consenso” como opina de forma unilateral e equivocadamente Carta Capital e a Agência Pública. Ciência é debate, ciência é evolução, é contraditório, é somatório de crescimento intelectual, científico e cultural. A questão do aquecimento é um milenarismo que poderíamos, no máximo, qualificar como hipótese, degrau inferior ao status da teoria, em se tratando de ciência. Vejam que a teoria da Relatividade (Einstein) ainda é uma teoria, bem como a da Evolução das Espécies (Darwin), e são tratadas como tal pelos cientistas, sobre elas não há consenso, nunca houve, mas a hipótese do aquecimento, que nem é teoria, atinge na revista Carta Capital, e em toda a mídia engajada, o status de lei, como a Lei de Newton sobre Gravidade. Por isso, e só por isso, a matéria de Carta Capital tem a autoria de um jornalista engajado, e que não disfarça essa parcialidade, fato que, em jornalismo, como sabemos, é vital para se obter credibilidade. Não apenas engajado, mas ignorante de várias questões da ciência. Sou jornalista há 55 anos, e dedicado estudioso do tema ambiental desde 2007.

Em meu livro, que demorei 4 anos escrevendo, solicito, com procuração de minha única neta: cadê as provas, ou melhor, que nos apresentem uma única prova científica de que esteja acontecendo o aquecimento. Basta de mentiras, chega de falsificações como as confessadas pelos cientistas da Universidade de East Anglia (Inglaterra), ou admitidas pela Austrália, que falsificaram dados primários de medição de temperatura para comprovar o falso aquecimento. Isso redundou no famoso e malfadado gráfico apelidado Taco de Hóquei, mostrado por Al Gore em suas Verdades inconvenientes (e mentirosas...). Consenso científico é mentira. Consenso é coisa de políticos mal-intencionados e de mafiosos. Como está em meu livro, o IPCC convidou cerca de 2.500 cientistas em todo o mundo, no início dos anos 2 mil, de todas as áreas do conhecimento humano, médicos, advogados, agrônomos, sociólogos, jornalistas, físicos, economistas, e lamentavelmente apenas 3% deles eram meteorologistas ou climatologistas. Esses “cientistas” estudaram os dados durante mais de 3 anos, contestaram as conclusões do IPCC. E hoje, cerca de 90% daqueles cientistas, pediram a retirada de seus nomes, por discordar das ações e do discurso do IPCC. A imprensa, engajada na questão ambiental, nada fala sobre isso. O ex-diretor geral do IPCC, Rajendra Pachauri, morto há alguns anos, foi processado em seu país, a Índia, como corrupto e também como estuprador, mas a mídia dava apenas notinhas a respeito, ignorando e menosprezando o fato de como uma pessoa com esse curriculum pudesse ter tido tão alto cargo.

Sim, o CO2 é o gás da vida. Sem ele não haveria vida no planeta, Trata-se de uma imbecilidade (imbecilidade é termo médico que indica um adulto que pensa igual a um garoto de 12 anos) humana contestar isso e afirmar a busca do zero carbono. CO2 não é poluente, ele é a base para a fotossíntese. 97% do carbono existente no planeta é emitido pela natureza (vulcões, algas marinhas) e apenas 3% pelas atividades humanas (automóveis, fábricas, queimadas, navios). Nada vai mudar, meus caros não cientistas da Carta Capital, se reduzirem a zero a atividade humana emissora de CO2. O Brasil e o mundo precisam de mais cientistas, e de menos jornalistas engajados, sejam eles de esquerda ou de direita.

Disponho-me a debater, a confrontar ideias, com quaisquer cientistas e com qualquer colega da Carta Capital, em debate aberto, sério, científico, para comprovar de N maneiras a grande mentira do século XXI, a do aquecimento, que só trará energia elétrica e aquecimento de ambientes gerada através da energia nuclear, a única que pode substituir a eletricidade eficiente e barata das hidrelétricas, pois a solar e a eólica ainda são ineficientes e muito caras. Estas são as patrocinadoras da grande mentira, apoiadas desde Ronald Reagan e Margareth Thatcher, ícones da extrema direita americana e europeia, conforme relato em meu livro, obra que tem 89% de 4 e 5 estrelas de aprovação entre os leitores e compradores da Amazon. Meu livro não é o 41º livro mais vendido, a posição é randômica e muda de hora em hora. Tivesse o repórter de Carta Capital voltado por lá algumas horas depois, o livro poderia estar em 1º ou 5º lugar como mais vendido.

Vocês não sabem, mas foi Thatcher, a dama de ferro, quem cometeu assassinato de reputação com o CO2 e com os carvoeiros do UK, pois todo pré-inverno entravam em greve por melhores salários, porque os donos das minas incentivavam a greve para subir os preços do carvão. Thatcher e Reagan iam para a marca do pênalti, mas ganhavam dinheiro das usinas nucleares para financiar suas campanhas políticas de reeleições.

Então, o que entende Carta Capital de esquerda ou de direita? Eu era um moleque da esquerda, há 50 anos, quando vi Cuba ser amaldiçoada por Kennedy e seus sucessores, e Fidel por falta de opção se aliou aos soviéticos, e estes chegaram a Cuba para instalar mísseis e foram rechaçados sob ameaça nuclear pelos americanos, nada diferente do que a Otan e EUA fazem hoje contra Putin e a Rússia, na guerra contra a Ucrânia, e estes que nem defendem o tal do comunismo, pois João Paulo II, que era da terra de meu pai, a Cracóvia, derrubou os muros da cortina de ferro com um simples sopro.

Como Carta Capital, que se considera de esquerda, explica que Al Gore, ex-vice-presidente americano, neoliberal, bilionário, acionista da AES americana, ex-dona da nossa Eletropaulo, seja do grupo dos ambientalistas? Ele dividiu o Nobel da Paz, com o IPCC, ganhou Oscar de melhor documentário, e ainda comprou uma nada desprezível mansão de US$ 7,5 milhões dólares à beira-mar em Malpacito, Califórnia. Ele, que anunciou a elevação de 7 metros no nível dos mares, não acredita nas mentiras dos biodesagradáveis.

Nem podia, faz mais de 40 anos que essa mentira roda por aí, de jornal em jornal, de revista em revista, de TV em TV. A direita acusa a esquerda de ser ambientalista, ecochata e biodesagradável. A esquerda acusa a direita de ser do agronegócio, quando foi a direita que plantou a fake news do ambientalismo através de James Lovelock, em 2006; Lovelock, hoje com mais de 100 anos, já se desmentiu, em 2015, pediu desculpas, mas ninguém, inclusive Carta Capital, noticiou isso. E o meio ambiente, que é defendido pela esquerda, no final das contas uma hipótese não científica e não comprovada, inventada pela direita para conquistar votos, poderes políticos e ganhar dinheiro. Vocês sabem por que estão brigando? Acho que os seres humanos deveriam abominar esses rótulos de esquerda e direita e procurar conhecer a verdade, ela não está no meio, não, ela está fora das imbecilidades e dos padrões moralistas de julgamento que ambos, esquerda e direita usam a seu próprio favor, num Fla-flu ou Gre-nal, de importância medíocre.

Desafio Carta Capital para que escale alguém com bom senso para ler meu livro e depois aplauda ou desminta o seu conteúdo. Isso é debate construtivo, positivo, o resto é politicalha esquerdopata ou direita neurotizada. Será que é isso que vai prevalecer no novo normal? Quanta mediocridade!

 

ET. Fui obrigado a responder e contestar neste espaço sobre a matéria da Carta Capital, pois em seu site não há espaço para comentários ou debates, muito menos para contestações. Os jornais Estadão e Folha de S.Paulo agem da mesma forma.

 

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terça-feira, 29 de março de 2022

Agora a Nasa vem: STF vai discutir a qualidade futura do ar no Brasil

Richard Jakubaszko  
Diante de uma ADI - Ação Direta de Inconstitucionalidade, a nossa suprema corte terá de julgar dia 30 de março próximo, amanhã, portanto, o futuro da qualidade do ar no Brasil. Aparentemente trata-se de uma ADI interposta pelo ISS - Instituto Saúde e Sustentabilidade, depois de uma provável querela conflituosa com o Conama - Conselho Nacional do Meio Ambiente, e que teve guarida em nosso Ministério Público que interpôs o assunto para decisão do STF. O ISS afirma que a OMS determina níveis de segurança de qualidade do ar não cumpridas pelo Brasil.

Ora, não custa e não ofende ninguém a gente perguntar: o que é que os doutos juízes entendem de qualidade do ar? Se até os cientistas mais juramentados da OMS, ISS e Conama possuem divergências sobre isso, como querem que os ministros, que são advogados, decidam sobre uma matéria tão técnica e ao mesmo tempo tão polêmica? Em minha opinião o STF nem deveria ter aceito a ADI. Entretanto, como é matéria constitucional, função primordial do STF, deve ser discutida pelos ministros.

Fiquei pensando com meus botões que deve haver algum interesse econômico muito forte, e/ou político, para se interpor uma ADI, uma questão importante, porém como guarda-chuva de um assunto absolutamente estranho ao STF, como a qualidade do ar.

Não precisa nem ser alfabetizado para reconhecer ou saber que a poluição do nosso ar anda horrorosa. Mas o que o STF vai fazer? Vai mandar o Conama trocar o nosso ar? Vai determinar que todo mundo ande de máscaras especiais acopladas a tanques de oxigênio? Pode ser que o STF mande a Petrobras refinar o óleo diesel com presença de enxofre a menos de 3%, o que seria louvável, mas saibam que existe lei determinando isso e que não é obedecida pela estatal, e fica tudo por isso mesmo. Ou esperam que o STF determine uso de filtros especiais nos escapamentos dos automóveis?

Para confirmar o refrão, o Brasil vai de mal a pior, e com esse assunto, não sei não, mas acho que dessa vez a Nasa vem e toma conta disso daqui.

 

segunda-feira, 28 de março de 2022

Oscar com tapa na bochecha

Richard Jakubaszko  
Quando dois brigam, nenhum deles tem razão, e ambos são culpados. Ou seja, deu barraco na festa, com ti-ti-ti pra ninguém botar defeito e olha que era festa black tie, cheia de grã-fino metido a besta. Entretanto, a polêmica permanece, pois os apoiadores de Will Smith aplaudem o tapa na cara que ele deu em Chris Rock, e afirmam que fariam a mesma coisa se estivessem no lugar de Will. De outro lado, que Chris demonstrou ser um panaca juramentado ninguém tem dúvidas, merecia ter levado a cacetada, o problema é que o ato em si é de fato altamente politicamente incorreto. 

Tá certo que Will poderia simplesmente ter levantado e ido embora. Mas perderia a festa, logo ele indicado e ganhador do troféu de melhor ator do ano, um dos quatro mais importantes da premiação do Oscar, junto com o de melhor filme, melhor diretor e melhor atriz. Ou Will poderia simplesmente ter dito em alto e bom som ao Chris Rock que ele era um péssimo apresentador, humorista horroroso e ser humano desprezível, e com isso acabaria com a carreira do deselegante, sem nenhum piedade e com o aplauso de toda a galera.

Como herança, fica a lição de que nunca se diga impropriedades como fez Chris com a alopécia de Jada Pinkett Smith, a mulher de Will, porque um tabefe bem dado na bochecha pode estar a caminho...

Evidentemente que estou com Will Smith, eu faria a mesma coisa, mesmo sendo um ato politicamente incorreto.

Definição de politicamente correto: "Pegar um pedacinho de merda pela parte mais limpinha da coisa".

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sexta-feira, 25 de março de 2022

Agrishow 2022 confirmada, será presencial

Richard Jakubaszko 
 
Confirmada hoje em coletiva de imprensa a realização da Agrishow 2022 a partir de 25 de abril, em Ribeirão Preto (SP). Será a 27ª mostra desde que se iniciou em 1994, mas que teve cancelados os eventos de 2020 e 2021 por causa da pandemia do coronavirus.

Vai ter chuva de novidades e tecnologias, com muitos lançamentos represados também por causa da pandemia nesses 2 anos. 

Um dos principais assuntos da feira será a incógnita do abastecimento de fertilizantes para a safra de inverno e da safra 21/22 por causa da guerra da Rússia e Ucrânia. Eduardo Daher, diretor executivo da Abag, chegou a sugerir aos produtores rurais que fizessem orações, além de cálculos, sobre as compras de fertilizantes. O produtor brasileiro, efetivamente, terá de ser bom nas duas coisas, nas orações e nas contas, porque os preços já andam estourando a boca do balão.

Francisco Matturro, presidente da Agrishow, e ainda diretor executivo da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo demonstrou enorme otimismo com a próxima Agrishow. Não foi comentado na coletiva de imprensa, mas ele deve ser confirmado como secretário da Agricultura de São Paulo a partir da próxima semana, substituindo Itamar Borges, que sai candidato nas eleições de 2022.

Os organizadores pediram aos interessados que entrem no site da feira - www.agrishow.com.br e comprem seus ingressos antecipadamente para evitar tumultos. 

Participei de todas as Agrishows anteriores, e esta poderá ser a primeira feira que deixarei de participar.

 

segunda-feira, 21 de março de 2022

Verão acabou ontem, estamos no Outono

Richard Jakubaszko  
O Equinócio aconteceu ontem, logo após o meio dia. O verão aqui no Sul e Sudeste do país terminou com frio anormal para esta época do ano, a ponto de esta primeira noite do Outono exigir uso de uma colcha, ou edredom/cobertor leve, que usei a partir de metade da noite, pois acordei com frio.

Ou seja, as ameaças do ambientalismo engajado, de que teremos eventos extremos cada vez mais frequentes, mostram-se avisos vazios. Tudo isso me incentiva a prosseguir na luta contra a grande mentira do século XXI sobre o aquecimento do planeta, provocado pelas mudanças climáticas, que seria supostamente causado pelo ser humano.

A partir desta semana entra em gráfica a 3ª edição do livro "CO2 aquecimento e mudanças climáticas: estão nos enganando?", com versão ampliada e atualizada. Um dos capítulos, assinado pelo físico e meteorologista Luiz Carlos Baldicero Molion, tem o título revelador de "Perspectivas de invernos rigorosos nos próximos 15 anos".

Outro capítulo do livro, autoria do jovem biólogo Jamil Soni Neto, mostra que não há espécies com perigo de extinção no planeta, conforme apregoam alarmistas ambientais. Há um capítulo novo de minha autoria que vai arrepiar os adeptos da energia nuclear, em que mostro a maior imbecilidade coletiva da humanidade com o que aconteceu em Chernobyl. E tem muito mais, além de um brilhante posfácio do ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues, ex-professor, por isso mesmo um homem adepto de debates, que recomenda aos cientistas que discutam sobre a controvertida polêmica do aquecimento.

Quando sair o livro de gráfica avisarei todo mundo.

 

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terça-feira, 15 de março de 2022

Hoje, no dia do consumidor, o UOL mostra que vale a pena fazer picaretagem

Richard Jakubaszko  
Assinei o serviço "Estádio", do UOL, em abril ou maio do ano passado. Trata-se de transmissão pela internet de jogos de futebol do mundo inteiro. Paguei em suaves prestações de R$ 13,90 através do cartão de crédito, num contrato que venceria em dezembro. O que me chamou a atenção eram os jogos a serem transmitidos de meu time, o Internacional, cerca de 5 jogos do brasileirão 2021, apenas no primeiro semestre. A partir do início do segundo semestre, sem explicações, os jogos do meu time pararam. Imaginei que viriam mais adiante. Não ocorreu. Em final de setembro, por telefone e pela internet, por diversas vezes, tentei cancelar o serviço, mas não obtive sucesso, em nenhum dos canais aparece essa alternativa como opção. Deixei vencer o contrato, e paguei as mensalidades até dezembro.

Em dezembro apareceu uma cobrança no boleto do cartão de crédito, de R$ 180,00. Em contato com o banco não reconheci a cobrança e pedi cancelamento. Isso me gerou um problema paralelo, pois ao não reconhecer o débito o banco cancelou o cartão e emitiu outro cartão com outro número, pois poderia se tratar de uma clonagem, mas não foi isso que houve.

A partir de janeiro recebi telefonemas de cobrança, primeiro da UOL e depois de um escritório especializado de cobranças, e não adiantava dizer que nada devo, porque não renovei. Os telefonemas se tornaram mais "agressivos" e repetitivos, e embutem ameaças de envio do meu nome e CPF ao Serasa e protesto em cartório.

Semana passada dei queixa no Procon - SP, relatando a cobrança indevida, o assédio agressivo e ameaçador. Como foi denúncia virtual, via internet, estou acompanhando o seu desenrolar. Mas hoje recebi nova cobrança telefônica, de pendência em aberto. Liguei para um serviço do UOL, como cliente, digitando meu CPF. Nada, fiquei 45 minutos ouvindo uma gravação, sem ser atendido.

De uma coisa tenho certeza: jamais voltarei a comprar qualquer produto UOL, seja livros ou serviços de TV, pois a empresa não é séria, não respeita os direitos do consumidor, e ainda faz ameaças. Ando até torcendo para que o UOL envie meu nome ao Serasa, ou que faça o protesto da "dívida". Vão receber um processo por difamação moral, dos bons, e terão de me garantir uma suplementação financeira adicional em minha aposentadoria.

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sexta-feira, 11 de março de 2022

Aparece a 3ª via nas pesquisas

Richard Jakubaszko   
Desiderato da TV Globo e de todos os anti-petistas, e dos que desembarcaram da aventura bolsonariana, a terceira via mostra sua cara na nova pesquisa de intenção de votos para presidente em 2022, divulgada nesta quinta-feira:

HÁ UM EMPATE TÉCNICO ENTRE BOLSONARO E ÓLEO DIESEL
 

LULA  42%
BOLSONARO  27%
Óleo diesel  24,9%
Gasolina  18,8%
Gás de cozinha  16%
MORO  7%
CIRO  6,7%

 

 

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terça-feira, 8 de março de 2022

Feliz Dia da Mulher

Richard Jakubaszko  
Para todas as minhas amigas, colegas, conhecidas, desejo um Feliz Dia da Mulher. Lembro que argumentos exegetas em defesa de uma causa podem prejudicar o objetivo desejado do bem maior. Desideratos são sempre válidos, mas não sonhem utopias, são perigosas e desnecessárias. Portanto, Feliz Dia da Mulher, ressalvadas as questões colocadas.
  



 

segunda-feira, 7 de março de 2022

Ucrânia rejeita corredor humanitário

Richard Jakubaszko 
Essa é uma novidade em guerras contemporâneas, a da Ucrânia rejeitar a oferta russa de criar um corredor humanitário para que civis possam sair do front de guerra e até mesmo imigrar para um país vizinho. O presidente da Ucrânia era humorista antes de se eleger, a gente sabe disso, mas acho que anda com saudades da sua antiga profissão e tem falado muitas imbecilidades.
Enfim, em termos de guerra essa já superou todas as anteriores com as tais sanções e punições ocidentais propostas pelos EUA, especialmente na área econômica. Nessa guerra parece que o mais importante, para a Ucrânia e os EUA/ONU, é o índice de rejeição do ibope midiático divulgado pelas TVs. Até as guerras, sempre sangrentas e desumanas, e bestiais, as novas gerações conseguiram superar e chega-se ao estado máximo de hipocrisia do politicamente correto.

Obs. Definição de hipocrisia: "Pegar um pedacinho de merda pela parte mais limpinha da coisa".