sábado, 4 de abril de 2015

Professores estaduais de SP em greve, de novo.

Richard Jakubaszko
Você sabia disso? É que os jornais dão apenas pequenas notas... 
Então, para se informar corretamente, mude de jornal, e de TV...
A cidade de São Paulo é tão grande que mais de 60 mil professores estaduais realizaram uma enorme passeata, dia 2 de abril último, em plena avenida Paulista, desceram para a praça da República, protestaram, e a grande mídia politicamente partidarizada não destacou.

Triste país onde um professor da rede estadual de São Paulo, o estado mais rico da nação, recebe no máximo R$ 2.415,89 mensais. Por isso a greve. Querem melhores salários, pedem condições de trabalho adequadas.

Uma vergonha!

Por dia de trabalho, um professor de Educação Básica II (o que ganha mais...) recebe menos do que a quantia "aquinhoada" por uma diarista, analfabeta ou semi-alfabetizada, e sem descontos de impostos! Ou menos, porque em bairros ricos como Higienópolis ou Jardins as diaristas ganham acima de R$ 150,00 por dia de trabalho, mais refeição e ajuda de custo para transporte. As madames podem pagar...

O governo estadual não cede, a greve continua, todo ano tem greve em São Paulo. É um vexame!

Se desejamos um país melhor para nossos filhos e netos, essa hipocrisia tem de acabar, esse jeitinho politicamente correto governamental tem de mudar! O estado finge que paga um bom salário, o professor finge que ensina... E o seu filho, leitor, não finge que aprende, pois ele não aprende nada!
Não é hora de parar de fingir?
.

2 comentários:

  1. José Carlos Arruda Corazza, BH4 de abril de 2015 12:17

    Richard,
    belíssima postagem! É verdade, com professores mal remunerados há um ensino de péssima qualidade. É desse jeito que a sociedade quer ver os seus filhos? Devo deduzir que a classe média alta não está nem aí, pois seus filhos estudam em colégios particulares, portanto, é sempre o povão que se ferra...
    José Carlos

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  2. Carlos Jorge Rossetto4 de abril de 2015 12:54

    O senhor mostra, mas a mídia acoberta essa vergonha.
    Carlos Jorge Rossetto

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