Richard Jakubaszko
A TV DBO entrevistou-me para falar da nova revista, a Agro DBO, que virá a público dia 1º de agosto próximo com muitas novidades. Vejam no vídeo abaixo as inovações que vamos implementar em nossa renovada publicação, que é focada exclusivamente em agricultura, com informações e tecnologias para agricultores profissionais, os chamados formadores de opinião, ou seja, um suporte ao agricultor brasileiro, que já é um campeão de produção de produção e produtividade.
segunda-feira, 23 de julho de 2012
domingo, 22 de julho de 2012
quinta-feira, 19 de julho de 2012
O veneno está na mesa
Richard Jakubaszko
Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4
Finalmente, entre outras
coisas, o que mais me deixa contrariado, ou, mais do isso, me irrita de
verdade, nas propostas dos ambientalistas, é que desejam e sugerem um mundo despoluído com
todo mundo feliz, alimentando-se saudavelmente de orgânicos. Entretanto, nunca debatem
que o problema dos alimentos existe porque há excesso de gente no planeta
(somos 7 bilhões, e seremos 9 bilhões em 2015), e que todos precisam comer
alimentos baratos, condizentes com o que ganham. Eles, os ambientalistas, não
explicam, de outro lado, que com as técnicas de produção orgânica, se estaria
praticando as perversas recomendações de Thomas Malthus, matemático e religioso que viveu
no século XVIII, que apregoava deixar os pobres entregues à propria sorte, pois
se matariam em guerras e morreriam também de fome, pois o planeta não teria
como prover a eles todas as suas necessidades. Era o que Malthus sugeria aos reis e
príncipes daquela época, e que agora os biodesagradáveis desejam sugerir com
outro discurso, uma conversa idealizada e poética dos orgânicos.
Está publicado
abaixo, ancorado no Youtube, o documentário "O veneno está na mesa"
roteirizado e dirigido pelo cineasta (?) Silvio Tendler, lançado ao final de
2011. Foi dividido em 4 módulos, os quais apresento abaixo, e que o visitante do
blog poderá assistir sem sair do blog (média
de cerca de 10 minutos para cada bloco).
O documentário,
em minha mais honesta opinião, tem falácias e conotações ideológicas, opiniões
até mesmo emocionais e ridículas, distorcidas pelo roteirista e diretor. Ao
mostrar as entrevistas de alguns dos depoentes a pieguice desanda a maionese.
Abaixo de cada
bloco, comento e contesto os depoimentos apresentados por alguns dos
entrevistados do documentário. Em todo o documentário os responsáveis parecem chamar os produtores rurais de idiotas, por usarem agrotóxicos ou OGMs e outras tecnologias, como fertilizantes. Não se atrevem a tanto, mas usam o novo palavrório destes modernos tempos de inquisição ambiental.
Recomendo assistir primeiro cada bloco do documentário, e depois ler os meus comentários, que procurei sintetizar ao máximo possível.
Recomendo assistir primeiro cada bloco do documentário, e depois ler os meus comentários, que procurei sintetizar ao máximo possível.
Parte 1
Parte 1/4
O vídeo inicia
com uma chamada espalhafatosa no início do documentário “O veneno está na mesa”, e procura
respaldo numa estatística deturpada, a de que “desde 2008 o Brasil é o Campeão Mundial no uso de agrotóxicos”. Na
sequência, afirma de forma mentirosa que “cada brasileiro consome em média 5,2
litros / quilos de agrotóxicos por ano”.
Ora, pegaram o
total de todos os quilos e litros de agrotóxicos fabricados ou importados,
inclusive baraticidas, formicidas e raticidas, de uso urbano, somaram tudo e
dividiram pelo total da população, afirmando, portanto, de maneira escandalosa,
que cada brasileiro consome esses 5,2 kg ou l, sem considerar uso urbano ou
ainda que houve nas lavouras perdas por volatização, ou que metade desse volume
depositou-se no solo, foi lavado pela chuva ou irrigação, se decompôs pela luz
solar (fotodecomposição), enfim, diluiu-se na natureza, inclusive rios e lagos.
A afirmação não
considera, ainda, que boa parte desses produtos químicos são lavados pelas
donas-de-casa antes de serem consumidos. Evidentemente que é impossível
projetar-se em um cálculo simplório como esse o quanto de agrotóxico chega à mesa dos
brasileiros. De toda forma, eu arriscaria dizer que, se tanto, menos de 1 quilo
ou litro per capita / ano de agrotóxicos chega incorporado aos alimentos até o
comércio varejista, em toneladas de alimentos os mais diversos, antes de ser
higienizado nas residências ou restaurantes. Mesmo assim, é um exagero
estatístico, com mera intenção de alarmar a população.
Na sequência,
aparece a figura simpática do escritor, jornalista e humanista uruguaio Eduardo
Galeano, que faz a apologia política e ideológica das lutas dos países e povos
sul americanos na perda de seus recursos naturais, do roubo feito por países
estrangeiros e multinacionais das riquezas de países como o Brasil e outros da
América Latina. Após um corte suave, Galeano vai ao assunto proposto pelo
documentário, e critica os países progressistas, como o Brasil, que permitem o
uso dos agrotóxicos em nome da produtividade. Ora, e o que ele deseja? Que as
populações desses países, inclusive o Brasil, passem fome? Que paguem mais
caros pelos alimentos que faltariam à população? Há incoerência, na minha
modesta opinião, nas afirmações de Galeano, em que ele mistura política e
ideologia com abastecimento alimentar.
A seguir aparece
uma locução dramática com outra mentira que já desmenti aqui no blog, no artigo
“Tudo o que você precisa saber sobre agrotóxicos”, de nov/2011: ( http://richardjakubaszko.blogspot.com.br/2011/11/tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre.html ). Diz a locução: “são vários princípios
ativos proibidos e banidos em vários países do mundo, que circulam impunemente
no Brasil, porque o lobby é muito
forte, e por isso somos o campeão mundial de agrotóxicos, e nenhum outro país
usa tanto agrotóxico quanto o Brasil”. Na sequência, dramatiza, como se falasse
com uma criança de 10 ou 12 anos, e diz que "a Agência Nacional de Vigilância
Sanitária, a ANVISA, fica amarrada com as injunções jurídicas impostas pelas
multinacionais".
Dá como exemplo a pretendida (e obtida) proibição de venda no Brasil do inseticida Metamidophós, tema que tratei em outro artigo aqui no blog: “A Anvisa, a quem serve?” ( http://richardjakubaszko.blogspot.com.br/2011/07/anvisa-quem-serve.html ) e que até hoje a Anvisa não se deu ao trabalho de responder do porque levou mais de 30 anos para tomar essa providência, ou melhor, ao menos 15 anos, pois esse é o tempo de existência da Anvisa, e tampouco se deu ao trabalho de explicar porque ela, Anvisa, autorizou a fabricação e o uso durante todo esse tempo, e depois “mudou de ideia”. Afinal, a Anvisa, juntamente com o Ministério da Agricultura (MAPA), mais o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente, Ibama, integra os 3 órgãos federais responsáveis por analisar, aprovar e autorizar a fabricação e o uso dos agrotóxicos no Brasil. A leitura dos dois artigos em que coloquei o link é fundamental para entender essa patacoada da Anvisa e do documentário em causa.
Dá como exemplo a pretendida (e obtida) proibição de venda no Brasil do inseticida Metamidophós, tema que tratei em outro artigo aqui no blog: “A Anvisa, a quem serve?” ( http://richardjakubaszko.blogspot.com.br/2011/07/anvisa-quem-serve.html ) e que até hoje a Anvisa não se deu ao trabalho de responder do porque levou mais de 30 anos para tomar essa providência, ou melhor, ao menos 15 anos, pois esse é o tempo de existência da Anvisa, e tampouco se deu ao trabalho de explicar porque ela, Anvisa, autorizou a fabricação e o uso durante todo esse tempo, e depois “mudou de ideia”. Afinal, a Anvisa, juntamente com o Ministério da Agricultura (MAPA), mais o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente, Ibama, integra os 3 órgãos federais responsáveis por analisar, aprovar e autorizar a fabricação e o uso dos agrotóxicos no Brasil. A leitura dos dois artigos em que coloquei o link é fundamental para entender essa patacoada da Anvisa e do documentário em causa.
Na sequência, o
documentário ataca o setor rural, ou o “agronegócio”, como se fosse um
palavrão, usa a mesma linguagem do Movimento dos Sem Terra, sem nenhuma
criatividade, critica o que chama de “a promessa da revolução verde”, que
proporcionou comida a custos baratos aos brasileiros, que gera empregos a 1/3
da população ativa, e que permitiu ao Brasil tornar-se o segundo maior
exportador de alimentos do mundo, sendo que somos os primeiros exportadores em
carne, açúcar, suco de laranja, etc., gerando mais empregos e divisas. Acusam,
sem saber do que falam, de que a revolução verde impôs o monocultivo, cultivado
em extensas lavouras. É rizível a afirmação. Monocultivo de quê? Só se for de
cana, café, laranja, soja, milho, gado, arroz e feijão, e tudo o mais que se come e exporta. Pergunto
aos autores do crítico e falacioso documentário se seria possível produzir
alimentos em áreas pequenas para o tanto de gente que existe nas populosas
cidades brasileiras? Será que os “brilhantes” roteiristas do distorcido
documentário em causa teriam alguma fórmula miraculosa de produzir alimentos em
pequenas áreas para tanta gente?
Mas a revolução
verde teve sucesso, apesar da torcida e "do somos contra" desses urbanos. Isso foi mérito
dos agrotóxicos? Não, não foi, mas estes fizeram a sua parte, aliás, uma parte
importante nessa vitória, juntamente com o emprego de sementes de alta
qualidade, máquinas agrícolas adequadas, tecnologias e do uso de fertilizantes,
do eficiente manejo das lavouras, criadas pelas ciências agronômicas no Brasil,
adaptadas ao sistema tropical em que vivemos, que é muito diferente do clima
temperado acima do Equador.
Os transgênicos
são também atacados, logo os OGMS, que reduzem o uso e quantidade de
agrotóxicos, pois é uma tecnologia, segundo o documentário, "temerária", e que
leva riscos aos seres humanos. Ou seja, o documentário faz a apologia do medo,
acusa, desmerece e desqualifica. Afirma
que o uso dos OGMs generalizou-se, como se náo fossem apenas soja, milho
e algodão as únicas lavouras que usam OGMs. Para os incautos espectadores,
manipulados pelo roteiro e pelo texto infantilizado do documentário, fica a
impressão de que todas as lavouras hoje em dia são OGMs, seja feijão, arroz,
batata, verduras e frutas. O jargão-palavrão “transgênico” é repetido como se
se falasse da invasão dos habitantes dos infernos em nossa calma e pacata
vidinha urbana.
Após registrar o
medo dos OGMs, o documentário envereda pelo caminho tortuoso de reescrever a
história da química, e esquece que nas farmácias brasileiras (e do mundo) existem
milhares de remédios, ou “homotóxicos”, todos também regulados pela Anvisa, e
que nos fazem muito mais mal do que podem fazer os agrotóxicos, pois são
consumidos vergonhosa e livremente pela população em grandes quantidades,
exceto pelo controle fiscalizado inadequadamente de antibióticos e
psicotrópicos. Sobre a história das guerras não vou comentar, e muito menos
defender as acusações, especialmente das ações de uso inapropriado feitas pelo
exército americano com produtos químicos, seria o mesmo que criticar os
fabricantes de aviões (e culpá-los por isso) pelo uso inadequado deles durante
as guerras.
A primeira parte
do documentário panfletário continua com o depoimento de alguns produtores
queixosos, que admitem que antes produziam 40 ou 50 sacos de milho por hectare,
mas hoje produzem mais de 100 sacos na mesma área, agora com boas sementes,
gastando muito menos, mas acham ruim porque não podem reproduzir as sementes.
Patético, na minha opinião. O que querem? Produzir sem pagar direitos de uso?
Reproduzir as sementes sem pagar nada? Só os roteiristas podem acreditar num trabalho beneficente de empresas que investiram tempo e dinheiro em pesquisas.
Aí, antes de
encerrar o primeiro ato, aparece a doutora Letícia, gerente de regulamentação da
Anvisa, notória e declarada inimiga do uso de agrotóxicos, porque, conforme ela
mesmo me afirmou, em alto e bom som, tem um filho alérgico. Não justifica, pois
eu também sou um tremendo de um alérgico. Assim, afirma ela que os alimentos mais
contaminados são o pimentão, pepino, morango, abacaxi, uva, que seriam os
alimentos que causam a maior preocupação. Na opinião dela a população nem
deveria consumir esses alimentos. Ou seja, é um agente do Governo Federal, mas
agita política e ideologicamente a população, leva pânico às pessoas, ao invés
de regular de forma profissional e ética a fabricação e o uso de produtos que
estão sob sua razão direta de existência. Afirma a doutora Letícia, no seu
linguajar cheio de tecnicalidades, que os alimentos são produzidos com uso de
produtos proibidos (o que é uma falácia e uma enorme deturpação) e que se
produz alimentos com uso de “produtos sem conformidade”, conforme pesquisa da
Anvisa.
É importante
registrar que a pesquisa da Anvisa, “replicada” em 2011, pois havia sido
divulgada também em 2010, teve seus desastrosos resultados contestados por este
blog (Ler artigo “A Anvisa, a quem serve?”, indicado acima), por diversos
cientistas e até mesmo pela mídia, como a revista Veja de 4-1-2012, edição
2.250. Mas o documentário faz a apologia do medo e do pânico, pois os
especialistas em comunicação aprenderam a “trabalhar” com percentuais sem nenhum referencial. Estes,
citados de forma contextualizada, seriam ótimos, mas a forma como o
documentário “informa”, ou seja, “descontextualizada”, pode assustar as
criancinhas. Ao final, a doce criatura Ana Maria Primavesi, agrônoma, avó
preocupada e ecologista, mãe do meu amigo Odo Primavesi, mostra sua preocupação
com a produção de batata, que no passado não muito distante já foi a lavoura
campeã no uso de agrotóxicos, mas hoje nem aparece na lista dos alimentos
“criminosamente” contaminados, segundo a Anvisa.
O campeonato mundial de uso de agrotóxicos, e não apenas estas, mas outras tecnologias, deveria ser motivo de orgulho para todos os brasileiros, mas o diacho da cultura do cachorro vira-lata, que lambe os pés de todos os superiores, acredita que é uma vergonha ser campeão nisso também.
O campeonato mundial de uso de agrotóxicos, e não apenas estas, mas outras tecnologias, deveria ser motivo de orgulho para todos os brasileiros, mas o diacho da cultura do cachorro vira-lata, que lambe os pés de todos os superiores, acredita que é uma vergonha ser campeão nisso também.
Parte 2
Parte 2/4
A segunda parte
do documentário segue fazendo inúmeras denúncias publicadas na imprensa e ainda
colhendo depoimentos de produtores da agricultura familiar que se queixam de
terem sido contaminados por venenos, sem nunca exercer uma autocrítica do uso
incorreto desses venenos, ou mesmo da forma como os utilizaram, invariavelmente
sem senhum cuidado e sem uso de equipamentos de proteção, apesar das recomendações expressas nos rótulos. Ao final desta parte
o documentário requenta uma denúncia de 2011 feita por uma estudante do Mato
Grosso que, orientada por um professor da UFMT (um tal de Pignati), mal
intencionado, especula sobre a contaminação do leite materno em mães de Lucas
do Rio Verde, inclusive pelo temido e proibido DDT. Já ficou provado que o
estudo citado carece de qualquer base científica, foi feito às pressas, usou
equipamentos laboratoriais obsoletos, e contém deturpações de análise
científica e acadêmica de estarrecer qualquer pessoa de bom senso. Mas o
documentário, mais preocupado em aterrorizar, repete a ladainha.
Parte das
acusações feita na parte 2/4 do documentário estão devidamente registradas aqui
no blog, no post “Jornal Nacional, notícias requentadas II”: http://richardjakubaszko.blogspot.com.br/2011/12/jornal-nacional-noticias-requentadas-ii.html
Parte 3
Parte 3/4
O terceiro bloco
do documentário é patético! Continua a lenga-lenga de denúncias de
contaminações de trabalhadores rurais, depois mostra cenouras, pimentões,
tomates, e lista os benefícios de seus usos, mas relaciona agrotóxicos usados, e autorizados, e cita
não autorizados (eles queriam dizer proibidos...), ou seja, de novo, dados da
pesquisa da Anvisa, já desmentida, desconstruída, e já provada como alarmista,
porque há “falta de conformidade”.
Há um patético
depoimento de um possível agente da Anvisa, ou sabe-se lá de onde é, pois o
depoente não é identificado, apenas sua voz aparece, em que reclama de
“pressões jurídicas” das indústrias, feitas em resposta às tentativas de
proibições praticadas pela Anvisa. Ora, a Anvisa, primeiro liberou, autorizou a fabricação,
venda e uso, juntamente com o Ministério da Agricultura e o Ibama, e depois
voltou atrás, aparentemente reanalisou o assunto, e sem explicações tenta
proibir o que ela própria autorizou, e ainda assim não desejava ser legalmente contestada?
Parece que desejam
ser “autoritários” sem nenhuma contestação... Interessante a ótica da
democracia vigente na Anvisa, como dizia Millor Fernandes: “quando eles mandam
é democracia, quando os outros mandam é ditadura...”, ou pior, quando são
contestados, de forma legal e democraticamente, é porque o “inimigo” exerce
pressão, inclusive judicialmente...
Parte 4
Parte 4/4
No quarto bloco o
autor e diretor do documentário mente de forma vergonhosa. Primeiro cita que
70% dos alimentos dos pobres são frutas, legumes e hortaliças cultivados pela
agricultura familiar. Primeira mentira, porque a base da comida do pobre é
arroz e feijão, mais carne ou frango, e alguma coisa de frutas ou saladas,
estes menos frequentes se o dia do pagamento do salário foi mais de uma semana antes.
Depois, a mentira maior, quando afirma que "todos, ou pelo menos a maioria dos
agricultores", são “obrigados a trabalhar com transgênicos, além de inseticidas
e outros agrotóxicos, pois sem isso não teria créditos em bancos para financiar
o plantio”. A ignorância do autor e diretor do documentário em relação ao que
fala e escreve é evidente, pois desconhece que apenas soja, milho e algodão são
alimentos transgênicos. Ou seja, frutas, legumes e hortaliças, no Brasil e no
mundo, ainda não possuem sementes transgênicas. Lá fora até já houve estudos com
tomate, o “longa vida”, mas que não sobreviveu comercialmente, além de pequenas
áreas de batata OGM para uso industrial (cola, amidos), colza, sorgo, e encerra-se
por aí a lista. O que o autor deseja é o terrorismo, só pretende amedrontar a quem
assistir seu documentário com denúncias sem nenhum fundamento, mesmo que
falseie, invente, minta de forma descarada, e ainda defende e induz o
espectador a ter pena dos agricultores familiares. Será que não há ideologia
por trás de tudo isso?
Na sequência
desta quarta parte o autor desembesta enlouquecido pela citação de números estatísticos
que vai “criticando” com moralismo escoteiro, sem apontar fontes, dados como o
de que “a saúde do trabalhador custa 58,1 bilhões aos cofres públicos”, ou
ainda de que “1,8% do PIB é gasto com doenças”, e que “a química introduziu o
câncer na dieta do brasileiro”!!! Ora, mas já não está provado que três mil
anos atrás os egípcios e gregos já tinham câncer? O tresloucado e mentiroso,
mas inventivo redator, investe a favor das sementes nativas, e cita que “híbridos
foram transformados em transgênicos”! Quase caí da cadeira ao escutar isso, “tadinhos
dos agricultores”, o redator nem sabe o que é um híbrido, mistura alhos com
bugalhos, questiona e inventa, e afinal, o que é que tem a ver o urubu com as
garças, pois nem sabe do que fala...
Depois, o
documentarista mentiroso mostra um produtor (Adonai) a quem chama de criativo,
por ser produtor de orgânicos e não usar transgênicos, e que tem a coragem de
enfrentar as “criminosas” multinacionais. No depoimento do entrevistado, em que
ele próprio afirma ser “obrigado” a mostrar ao banco as notas fiscais do que usou de
insumos, para comprovar que aplicou o dinheiro do crédito rural na lavoura, e
não para comprar um carro, ou para se divertir no boteco, o documentarista
“sub-entende” que o banco "obriga" os produtores a usar venenos e transgênicos.
Não, o banco, e esse banco é o Banco do Brasil, financiando o Pronaf – Programa
Nacional de Agricultura Familiar, não obriga ninguém a nada, apenas pede que o
financiado comprove onde aplicou o dinheiro, mas depois de emprestar, e depois
de o produtor familiar ter investido o dinheiro altamente subsidiado naquilo que o
ajudaria a produzir.
Como o colono
Adonai deixou bem claro, caso contrário o Proagro (seguro) não cobre os
prejuízos de um possível desastre da lavoura. Com essa lenga-lenga o
documentarista queria o quê? Ele não explica que alguns pequenos produtores da
agricultura familiar tomam dinheiro emprestado pelo Pronaf, em que o banco é
apenas agente repassador, e que alguns desses pequenos agricultores usam o
dinheiro para comer (compram no supermercado a comida...), ou pagam dívidas, e depois
alegam que plantaram e que não colheram nada, e ainda querem receber o seguro
do Proagro, sem ter feito nada. Na verdade, o dinheiro do Proagro seria para ressarcir
ao banco da dívida contraída, e sem possibilidade de receber, já que o
agricultor não obteve renda. É óbvio ululante que o produtor precisa comprovar que
plantou a sua lavoura, e para isso gastou o dinheiro comprando sementes,
adubos, máquinas e até agrotóxicos. Mas os documentaristas são contra isso,
acham que a burocracia está protegendo as multinacionais, como se não houvesse
empresas nacionais nessa área...
O documentarista,
ainda na entrevista com Adonai, preconiza o uso de sementes nativas de milho,
que produzem 1.000 kg por hectare, ou menos ainda, contra 10.000 mil/ha ou mais dos híbridos no mesmo
hectare, e não se pergunta a razão de nenhum agricultor usar mais as sementes
nativas... Pois o documentarista parece desejar a volta aos tempos dos tataravós, e mostra isso com o
trabalho de tração animal, arando a terra (aração que a Dra Ana Primavesi proibiria...), o que é um exemplo inequívoco de
quem não entende de fome de gente. Fôssemos produzir alimentos com esses
recursos e morreriam 2 bilhões de pessoas por ano, por absoluta falta de
comida.
Na sequência,
antes de finalizar, o documentarista traz novamente a figura da Dra. Ana
Pimavesi, que coloca em debate e critica os usos inadequados de algumas
tecnologias, sem especificar quais, e sugere o trabalho do solo, mantendo-o em equilíbrio, com matéria
orgânica, por exemplo. Seria um bom debate agronômico, mas como não se explica
nada no documentário, e não é essa a intenção, o que se deseja são denúncias
vazias, o depoimento da Dra. Primavesi é cortado abruptamente. O diretor deixa no ar a
impressão de que ela só é favorável aos orgânicos, o que não é verdade, pois
ela é uma especialista em solos e no uso harmônico dos recursos que a própria
natureza permite aos homens, como o plantio direto, por exemplo, onde não se ara a terra. Mas o
documentarista acha que esse debate é inapropriado, por isso o corte é feito
sem maiores explicações... E segue reapresentando todos os demais depoentes, em
frases “humanistas” e “poéticas”, para tentar sintetizar a opinião de que
alimento orgânico é o melhor pra todo mundo. Só não explica porque os orgânicos
custam tão mais caro... E não revela que os orgânicos mataram algumas dezenas
de pessoas na Europa higienizada, agora em 2011, por terem comido broto de
feijão orgânico, contaminado com Escherichia
Coli.
Já tratei do
tema, aqui no blog, através do artigo “Agricultura é poluição”: http://richardjakubaszko.blogspot.com.br/2007/12/agricultura-poluio.html
onde demonstro a
impossibilidade de se plantar alimentos para alimentar 7 bilhões de pessoas
apenas com orgânicos. Isso não é poesia, é utopia! Plantar lavouras diversificadas
de legumes, frutas e hortaliças, em áreas pequenas ou médias, é possível, e
até pode dar lucro para alguns produtores. Dá muito trabalho, e só compensa se o
preço pago pelo consumidor for muito maior quando comparado aos produtos
convencionais que usam modernas tecnologias. Já em grãos é impossível! E sem grãos, como
soja e milho, por exemplo, teríamos de ser vegetarianos, pois frango e porco se
alimentam exclusivamente de grãos, gado de leite também, e hoje em dia até gado confinado
precisa de suplementos com ração à base de grãos. Para criar animais que
forneçam carnes à dieta humana, sem grãos não é possível. E, para plantar
grãos, necessita-se de áreas mais extensas, onde ecossistemas deixam de
existir, como explico no artigo “Agricultura é poluição”, e passa a ser
agrossistema. Neste, para colher alguma coisa, rentável ao trabalho dos
produtores rurais, só com o uso de tecnologias, especialmente agrotóxicos, o resto é conversa fiada de
ambientalista urbano ou de documentarista mal informado e mentiroso, talvez
mesmo mal intencionado e cheio de ideologias que interessam apenas a seus verdadeiros patrocinadores.
=
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Um relógio assustador
Richard Jakubaszko
Um relógio que marca absolutamente tudo, mundo afora. Projeta a população planetária total, minuto a minuto, mortes, nascimentos, espécies animais extintas, carros fabricados, número de suicídios, e muito mais. Vale a pena conferir.
terça-feira, 17 de julho de 2012
Incra é o maior desmatador da Amazônia, diz MPF.
Josias de Souza
6/07/2012
O Ministério Público Federal deflagrou uma ofensiva contra o
Incra na Amazônia. Em ações judiciais movidas em seis Estados da região, o
órgão federal responsável pela reforma agrária é acusado de ser o maior
desmatador da floresta amazônica.
Os processos foram abertos no Pará, Amazonas, Rondônia,
Roraima, Acre e Mato Grosso. Resultam de investigação que durou um ano.
Valendo-se de dados oficiais, os procuradores sustentam:
“Os assentamentos instalados pelo Incra responderam por 18%
dos desmatamentos verificados na Amazônia Legal nos últimos 10 anos.” O problema
se agrava. Hoje, um terço da derrubada ilegal de mata ocorre em áreas de
reforma agrária.
As ações judiciais contabilizam a existência 2.163 projetos
de assentamento nos Estados varejados pela investigação. Nessas áreas, já foram
abaixo 133.644 km2 de mata –o equivalente a cerca de 100 vezes a área total da
cidade de São Paulo.
Só no ano passado, desmatou-se nos assentamentos da Amazônia
1,67 milhão de hectares. Cada hectare corresponde a um campo de futebol. Entre
2000 e 2010, devastou-se uma área do tamanho de 60 milhões de campos de
futebol.
Num instante em que Dilma Rousseff briga para por em pé um
Código Florestal que impõe aos produtores rurais a recomposição de matas
degradadas, a Procuradoria descobriu: Em 1.511 assentamentos do Incra, mais de
20% da cobertura vegetal já virou madeira. Em 1.156, foi à motossera mais de
50% da mata.
A Procuradoria aponta três causas para o fenômeno:
negligência do Incra no provimento de infraestrutura aos assentados,
descontrole sobre a venda ilegal de lotes destinados à reforma agrária e,
sobretudo, ausência de licenciamento ambiental. Segundo o TCU, havia em 2003
mais de 4 mil assentamentos sem licença ambiental no país.
Para deter o descalabro, o Ministério Público Federal pede
na Justiça o seguinte: interrupção imediata do desmatamento em áreas de reforma
agrária, proibição de criação de novos assentamentos sem licenciamento
ambiental e a elaboração de um plano para emissão de licenças para os
assentamentos já existentes. Requer, de resto, a recuperação das áreas
desmatadas.
COMENTÁRIO DO BLOGUEIRO:
Tenho dito e escrito sobre isso desde tempos imemoriais, é só pesquisar aqui no blog. O MPF, agora, "descobriu" a África... E os produtores rurais vêm pagando esse mico faz muitos anos. É claro que tem gente de todo tipo, inclusive pecuaristas, abrindo áreas na Amazônia, fazendo queimadas, mas até agora ninguém tinha tido a coragem de apontar os assentamentos como principais co-responsáveis pelas queimadas e desmatamentos, estes sempre apontados como causadores das mudanças climáticas e do aquecimento, outra mentira que começa a desabar. A mídia, como sempre, por repercutir notícias infundadas e com altos interesses políticos e econômicos, faz parecer que o agronegócio é o vilão.
.
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segunda-feira, 16 de julho de 2012
DESAFIO DA VIDA: "Buscar soluções para realizar nossos sonhos...
Silvia Nishikawa
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DESAFIO DA VIDA: "Buscar soluções para realizar nossos
sonhos...
Com as ferramentas que temos... E gostar do que temos"!
domingo, 15 de julho de 2012
sexta-feira, 13 de julho de 2012
Qual o sentido da vida?
Richard Jakubaszko
A dúvida filosófica me foi enviada pela doutorinha lá de casa, a caçula Daniela, e chegou por e-mail, em forma de link para um vídeo postado no Youtube. Reproduzo abaixo para deleite e aprendizado dos visitantes deste blog.
As respostas ao questionamento "Qual o sentido da vida?" são dadas por dezenas de pessoas de todas as raças, cores e religiões, algumas de culturas exóticas para nós, em entrevistas relâmpagos, demonstrando que a questão levantada pelos gregos há mais de 3 mil anos (Quem somos? De onde viemos? Para onde vamos? O que fazemos aqui?) ainda não tiveram respostas definitivas, algumas, talvez, parciais. É interessante observar o mosaico de ideias e sentimentos que se assiste neste vídeo para responder à simples pergunta: "Qual o sentido da vida?". Cada um tem suas respostas, nem sempre convincentes, alguns, aparentemente, foram pegos de surpresa, outros, jamais pensaram sobre o assunto, e nem nunca imaginaram que podem morrer a qualquer momento, pois acreditam-se eternos. Alguns entrevistados já refletiram a respeito e têm as suas explicações. Daí temos uma riqueza de múltiplas opiniões que merece ser analisada, apesar de sabermos que a certeza não existirá se não estiver apoiada pela fé. São respostas simples, ou arrogantes, humildes, criativas, racionais, simplórias, questionadoras, bem humoradas e até filosóficas, como convém à pergunta feita.
O vídeo, com cerca de 20 minutos, possivelmente levará o espectador à reflexão sobre o tema, o que vejo positivo para quem nunca pensa a respeito.
De minha parte, diria que o sentido de viver é aprender e repartir esse aprendizado. Diria que é trocar sentimentos, é lutar pela vida, é fazer o melhor que achamos que deve ser feito, e que podemos fazer, dentro de nossas limitações, evidentemente. Ou, melhor ainda, o sentido da própria vida nós é quem damos, pelo menos para a nossa vida.
Quem desejar pode manifestar sua opinião nos comentários. Daria um bom debate. Desejo um bom tempo com esse vídeo, e também bons pensamentos!
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A dúvida filosófica me foi enviada pela doutorinha lá de casa, a caçula Daniela, e chegou por e-mail, em forma de link para um vídeo postado no Youtube. Reproduzo abaixo para deleite e aprendizado dos visitantes deste blog.
As respostas ao questionamento "Qual o sentido da vida?" são dadas por dezenas de pessoas de todas as raças, cores e religiões, algumas de culturas exóticas para nós, em entrevistas relâmpagos, demonstrando que a questão levantada pelos gregos há mais de 3 mil anos (Quem somos? De onde viemos? Para onde vamos? O que fazemos aqui?) ainda não tiveram respostas definitivas, algumas, talvez, parciais. É interessante observar o mosaico de ideias e sentimentos que se assiste neste vídeo para responder à simples pergunta: "Qual o sentido da vida?". Cada um tem suas respostas, nem sempre convincentes, alguns, aparentemente, foram pegos de surpresa, outros, jamais pensaram sobre o assunto, e nem nunca imaginaram que podem morrer a qualquer momento, pois acreditam-se eternos. Alguns entrevistados já refletiram a respeito e têm as suas explicações. Daí temos uma riqueza de múltiplas opiniões que merece ser analisada, apesar de sabermos que a certeza não existirá se não estiver apoiada pela fé. São respostas simples, ou arrogantes, humildes, criativas, racionais, simplórias, questionadoras, bem humoradas e até filosóficas, como convém à pergunta feita.
O vídeo, com cerca de 20 minutos, possivelmente levará o espectador à reflexão sobre o tema, o que vejo positivo para quem nunca pensa a respeito.
De minha parte, diria que o sentido de viver é aprender e repartir esse aprendizado. Diria que é trocar sentimentos, é lutar pela vida, é fazer o melhor que achamos que deve ser feito, e que podemos fazer, dentro de nossas limitações, evidentemente. Ou, melhor ainda, o sentido da própria vida nós é quem damos, pelo menos para a nossa vida.
Quem desejar pode manifestar sua opinião nos comentários. Daria um bom debate. Desejo um bom tempo com esse vídeo, e também bons pensamentos!
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quinta-feira, 12 de julho de 2012
Fluoretação da água e a perda de inteligência das crianças
Fluoretação da água e a perda de inteligência das crianças
Adaptação por Dr Gerson Machado de texto original por Mike Adams, http://tv.naturalnews.com
Você sabe de onde realmente vem o flúor da nossa água potável? Dos subprodutos tóxicos da indústria de mineração de fosfato! Alguns dentistas dizem que beber água fluoretada pode proteger os dentes contra as cáries, o que já foi demonstrado como mitologia. A fluoretação não é necessária. Muitos países da Europa não são fluoretados e experimentaram o mesmo declinio em cárie dental como nos EUA veja abaixo os dados da O.M.S. em níveis de cárie dental na Europa, EUA, Nova Zelandia e Austrália.
Adaptação por Dr Gerson Machado de texto original por Mike Adams, http://tv.naturalnews.com
Você sabe de onde realmente vem o flúor da nossa água potável? Dos subprodutos tóxicos da indústria de mineração de fosfato! Alguns dentistas dizem que beber água fluoretada pode proteger os dentes contra as cáries, o que já foi demonstrado como mitologia. A fluoretação não é necessária. Muitos países da Europa não são fluoretados e experimentaram o mesmo declinio em cárie dental como nos EUA veja abaixo os dados da O.M.S. em níveis de cárie dental na Europa, EUA, Nova Zelandia e Austrália.
Flúor na Água Não!
Além disso, na verdade, o que está sendo adicionado à agua é realmente uma combinação de ácido hexafluorosilícico e silicofluoreto de sódio, que são produtos químicos considerados altamente tóxicos. Eles são classificados como resíduos perigosos e, quando embalados para transporte, devem ser rotulados como veneno e manipulados por trabalhadores usando equipamento de segurança industrial.
Além disso, na verdade, o que está sendo adicionado à agua é realmente uma combinação de ácido hexafluorosilícico e silicofluoreto de sódio, que são produtos químicos considerados altamente tóxicos. Eles são classificados como resíduos perigosos e, quando embalados para transporte, devem ser rotulados como veneno e manipulados por trabalhadores usando equipamento de segurança industrial.
Essa história bizarra começa nas empresas de mineração de fosfato, um mineral usado em fertilizantes. Ele é extraído de jazidas rochosas naturais espalhadas por todo o mundo, e a rocha fosfática é refinada para produzir o ácido fosfórico, um dos ingredientes principais em refrigerantes carbonatados, como Coca-Cola e Pepsi. O ácido fosfórico é muitas vezes comparado ao ácido de bateria e acredita-se ser a razão principal pela qual beber refrigerantes pode resultar em pedras nos rins e perda de densidade mineral óssea.
A rocha de fosfato é usada para criar fertilizantes, entretanto, o fosfato é frequentemente contaminado com altos níveis de fluoreto - tanto quanto 40.000 partes por milhão, ou até 4% do minério bruto. Para remover o flúor, o ácido sulfúrico é adicionado a uma pasta úmida de fosfato e água. Isto faz com que o fluoreto vaporize, criando compostos gasosos altamente tóxicos, tais como fluoreto de hidrogênio e tetrafluoreto de silício. Estes produtos químicos tóxicos de flúor, quando lançados diretamente das chaminés das mineradoras de fosfato, causaram perdas devastadoras de gado e culturas alimentares que secaram e morreram devido à intoxicação por flúor nas fazendas próximas. Com o objetivo de parar a destruição ambiental, a indústria de mineração de fosfato colocou em prática uma forma de captar os vapores de produtos químicos tóxicos de flúor para que eles não fossem liberados para o ar matando o gado e a vegetação. Isto foi conseguido através da instalação de "depuradores úmidos" que capturam os produtos químicos tóxicos de flúor. Os subprodutos tóxicos são recolhidos, reembalados, enviados para a sua cidade e despejados no abastecimento de água municipal contaminando a água de milhões de pessoas e isso é chamado de fluoretação da água.
Portanto, quando os dentistas e os médicos mal informados dizem apoiar o flúor na água de abastecimento, o que estão realmente dizendo é que eles apóiam o envenenamento em massa da população com um produto de resíduos altamente tóxicos e perigosos, que teriam que ser eliminados de acordo com normas estritas. Mais de 99% da água municipal bombeada através de qualquer cidade não acaba nos dentes humanos e sim é usada para tomar banho, lavar louça, lavar roupa, irrigar, encher piscinas etc. E daí contamina-se córregos, rios e finalmente os oceanos. Desta forma, as políticas de fluoretação da água tornaram-se uma brecha conveniente através do qual a indústria mineradora de fosfato pode despejar seus resíduos tóxicos no ambiente sem aderir a qualquer regulamento, enquanto lucram com a venda de seus resíduos excedentes e perigosos para as cidades, rotulados como "flúor", embora este nome seja cientificamente impreciso.
Tudo isto levanta uma questão óbvia. Se esses resíduos de flúor matam vacas, culturas, peixes etc., e são considerados produtos químicos perigosos, então como poderia ser saudável ingerir isso? E por quê médicos e dentistas que recomendam flúor - por vezes com exuberância irracional – não sabem de onde realmente vem o “flúor”? Se os dentistas soubessem que o “flúor” foi derivado de resíduos altamente tóxicos da indústria de mineração de fosfato, estariam eles ainda recomendando o seu consumo?
A verdade sobre o flúor é muito parecida com a verdade sobre a fraudulenta corporação americana Enron, ou a verdade sobre a manipulação de mercado por vários bancos nas crises financeiras mundiais recentes, ou qualquer outra revelação chocante que ninguém acreditava, até que, de repente, tornou-se óbvio que estávamos todos sendo enganados por tanto tempo. O povo tornou-se o local de despejo de resíduos tóxicos da indústria de mineração de fosfato e as probabilidades são de que o seu dentista local apoia plenamente todo este processo.
Além disso, ao longo das últimas décadas, vinte e quatro estudos estabeleceram uma ligação estatística entre a exposição ao flúor e baixo QI em crianças. Um estudo realizado pelo Centro de Controle de Endemias na China descobriu que cada miligrama adicional de flúor detectado em cada litro de urina de uma criança foi associado com um decréscimo de 0,59 em seu QI. Outro estudo indicou que a exposição ao fluoreto reduziu em mais de 70% o número de crianças que alcançaram "alto QI". É claro que não deveria ser surpresa saber que consumir um produto químico altamente tóxico poderia prejudicar a função cerebral.
Dessa discussão resultam algumas recomendações. Primeiro, para necessidades de tratamento odontológico, procure sempre um dentista holístico que compreenda a toxicidade do flúor e mercúrio. Segundo, procure informar-se sobre métodos para filtrar água de beber ou de banho que, de preferência, removam flúor, cloro e outros poluentes (químicos sintéticos, herbicidas, pesticidas e solventes industriais), evitando água não filtrada mesmo se engarrafada, pois infelizmente no Brasil até a água mineral engarrafada está fluoretada. Poucos filtros são efetivos. Finalmente, ajude a combater a fluoretação da água em sua cidade. Se a sua cidade é como a maioria das cidades, as políticas de fluoretação da água podem ter sido apoiadas por dentistas e médicos que são tecnicamente ignorantes sobre as origens e a composição do flúor sendo utilizado. Eles essencialmente tentam "medicar" em massa toda a população com o que só pode ser chamado de "droga" - um produto químico biologicamente ativo que eles dizem que pode prevenir uma condição de saúde. No entanto, esta "droga" chamada de flúor não recebeu validação como medicamento, os membros da população não foram avaliados individualmente para a necessidade desta droga e as doses de medicamentos e interações medicamentosas não foram consideradas... Basicamente está sendo usado um sistema ilegal de medicação em massa que fornece uma desculpa dentária sem validação clínica para dispor de um produto químico altamente tóxico.
É hora de parar de fluoretar a nossa água. Exija o fim da fluoretação em sua cidade. Ligue para quem compra e lida com o flúor para parar o que estão fazendo. Pergunte sobre a segurança dessas substâncias químicas tóxicas sendo adicionadas no sistema de abastecimento de água. Esclareça pais e autoridades sobre estudos mostrando a queda de QI de crianças. Exponha publicamente os médicos e dentistas que participam neste envenenamento químico em massa, causando danos incalculáveis para as populações de todo o mundo. Saiba mais nas referências abaixo.
Dr. Gerson Machado
The Fluoride Deception exposes the
truth about water fluoridation and the phosphate mining industry
http://tv.naturalnews.com/v.asp?v=42652E035A1B1BAAAE1F340B54694975
Fluoride Dangers - They Knew All Along
http://tv.naturalnews.com/v.asp?v=8D1299CC3E46CB378C44D0E39AC6AB7A
http://tv.naturalnews.com/v.asp?v=42652E035A1B1BAAAE1F340B54694975
Fluoride Dangers - They Knew All Along
http://tv.naturalnews.com/v.asp?v=8D1299CC3E46CB378C44D0E39AC6AB7A
A FRAUDE da fluoretação da água [Legendado Pt Br].flv partes 1 a 3
http://www.youtube.com/watch?v=vcgHscMKMvI
http://www.youtube.com/watch?v=HzfcZR3G56I
http://www.youtube.com/watch?v=rBcS8ncZodE
Flúor: O veneno nosso de cada dia
http://verdadexplicita.blogspot.co.uk/2011/08/fluor-veneno-chacina-farsa-elite-eua.html
Água fluoretada, uma herança nazista
http://www.fluoridealert.org/
http://www.fluoridealert.org/top-10-reasons-against-fluoride.aspx
http://www.oarquivo.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=3378:agua-fluoretada-uma-heranca-nazista&catid=72:temas-diversos&Itemid=72
50 razões para opor-se a fluoretação
http://www.laleva.cc/pt/alimentos/fluoro_50reasons.html
Flúor na Água Não! - Movimento contra a fluoretação das águas de abastecimento
http://venenofluor.blogspot.co.uk/
http://www.youtube.com/watch?v=vcgHscMKMvI
http://www.youtube.com/watch?v=HzfcZR3G56I
http://www.youtube.com/watch?v=rBcS8ncZodE
Flúor: O veneno nosso de cada dia
http://verdadexplicita.blogspot.co.uk/2011/08/fluor-veneno-chacina-farsa-elite-eua.html
Água fluoretada, uma herança nazista
http://www.fluoridealert.org/
http://www.fluoridealert.org/top-10-reasons-against-fluoride.aspx
http://www.oarquivo.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=3378:agua-fluoretada-uma-heranca-nazista&catid=72:temas-diversos&Itemid=72
50 razões para opor-se a fluoretação
http://www.laleva.cc/pt/alimentos/fluoro_50reasons.html
Flúor na Água Não! - Movimento contra a fluoretação das águas de abastecimento
http://venenofluor.blogspot.co.uk/
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terça-feira, 10 de julho de 2012
Planeta Faminto II
Richard Jakubaszko
A Basf lançou o vídeo Planeta Faminto II, informando mais alguns números sobre o impressionante desempenho dos produtores rurais brasileiros na produção de alimentos. E deixa claro que há muitos desafios a serem suplantados para que se possa alimentar uma superpopulação de 9,3 bilhões de pessoas no ano de 2.050.
Não é tanto tempo assim à frente: quem tem hoje 20 anos, terá 58 na metade do século XXI, e vai pagar muito mais caro por comida quando esse tempo chegar. Imagine só uma conversa entre um avô sexagenário e seu neto de 12 anos, lá por 2.055, será mais ou menos assim:
Vô - "no meu tempo de jovem, quando comecei a trabalhar, gastava 10% do que ganhava com comida, hoje ganho muito mais, mas gasto de 30 a 40% para comer. A vida era muito melhor naquele tempo..."
O visitante do blog pode assistir o vídeo abaixo e depois comentar.
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domingo, 8 de julho de 2012
Agressão humana à natureza!
Richard Jakubaszko
Apenas isso o que se vê neste vídeo. Agressão humana à natureza!
Entretanto, há pessoas mundo afora que estão preocupadas com o "aquecimento" e com as "mudanças climáticas", querendo provar aos incautos o improvável e o imprevisível. Somente para adquirir o poder. Esquecem que a superpopulação planetária irá poluir tudo com seus resíduos individuais e coletivos. Irá consumir todos os recursos naturais da casa onde vive, como se fosse um imenso formigueiro humano.
O vídeo abaixo, com menos de 4 minutos, demonstra a imprevidência, o descaso e a imensa ignorância humana sobre a casa onde vive. Uma ilha desabitada, perdida lá no meio do oceano Pacífico, distante mais de 2 mil km de qualquer continente, comprova a presença humana a massacrar a natureza. Prova que a decantada sustentabilidade midiática é uma utopia.
O vídeo foi despachado por Silvia Nishikawa, lá de São Gotardo, MG, ela que anda sofrendo dores terríveis no corpo emprestado, mas não esquece do todo. Impotente e desolada, verteu lágrimas de horror ao assistir o vídeo.
Reitero a necessidade urgente de que os líderes do planeta precisam criar fórmulas para reduzir a velocidade do crescimento demográfico, ao invés de propor decrescimento econômico, ao invés de propor inclusão social, mas sem refrear o consumismo, maior incongruência humana de sua própria história. Precisamos, urgentemente, repensar o estapafúrdio recado divino do "Crescei e multiplicai-vos"...
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Apenas isso o que se vê neste vídeo. Agressão humana à natureza!
Entretanto, há pessoas mundo afora que estão preocupadas com o "aquecimento" e com as "mudanças climáticas", querendo provar aos incautos o improvável e o imprevisível. Somente para adquirir o poder. Esquecem que a superpopulação planetária irá poluir tudo com seus resíduos individuais e coletivos. Irá consumir todos os recursos naturais da casa onde vive, como se fosse um imenso formigueiro humano.
O vídeo abaixo, com menos de 4 minutos, demonstra a imprevidência, o descaso e a imensa ignorância humana sobre a casa onde vive. Uma ilha desabitada, perdida lá no meio do oceano Pacífico, distante mais de 2 mil km de qualquer continente, comprova a presença humana a massacrar a natureza. Prova que a decantada sustentabilidade midiática é uma utopia.
O vídeo foi despachado por Silvia Nishikawa, lá de São Gotardo, MG, ela que anda sofrendo dores terríveis no corpo emprestado, mas não esquece do todo. Impotente e desolada, verteu lágrimas de horror ao assistir o vídeo.
Reitero a necessidade urgente de que os líderes do planeta precisam criar fórmulas para reduzir a velocidade do crescimento demográfico, ao invés de propor decrescimento econômico, ao invés de propor inclusão social, mas sem refrear o consumismo, maior incongruência humana de sua própria história. Precisamos, urgentemente, repensar o estapafúrdio recado divino do "Crescei e multiplicai-vos"...
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sábado, 7 de julho de 2012
Paris, 360º do alto da torre Eifell, trè jolie!
Richard Jakubaszko
Paris, a cidade luz, lindíssima, pode ser observada em 360º graus, por você, como se estivesse no topo da torre Eifell. Experimente, clique no link da foto abaixo e faça uma "viagem" virtual inesquecível. Acompanhe o rio Sena, veja Les Invalides, a Maison de la Radio, Le Camp du Mars, e muito mais. Clique na imagem em movimento, leve para cima, para baixo, e à esquerda ou à direita, para ter uma visão parcial ou para aumentar a imagem, em zoom que você mesmo programa e dirige.
Simplesmente genial!
Boa diversão, e, para quem já conhece, boas relembranças!
Paris, a cidade luz, lindíssima, pode ser observada em 360º graus, por você, como se estivesse no topo da torre Eifell. Experimente, clique no link da foto abaixo e faça uma "viagem" virtual inesquecível. Acompanhe o rio Sena, veja Les Invalides, a Maison de la Radio, Le Camp du Mars, e muito mais. Clique na imagem em movimento, leve para cima, para baixo, e à esquerda ou à direita, para ter uma visão parcial ou para aumentar a imagem, em zoom que você mesmo programa e dirige.
![]() |
http://www.gillesvidal.com/blogpano/paris.htm |
No link a seguir: http://www.gillesvidal.com/portfolio360.htm
vejam mais fotos.
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sexta-feira, 6 de julho de 2012
Pavão Real voa, sim senhor!
Richard Jakubaszko
Nunca tinha visto um pavão voar, dizem que pavões não voam... Mas o Pavão Real voa, sim! Olhem só as fotos, são belos!
Nunca tinha visto um pavão voar, dizem que pavões não voam... Mas o Pavão Real voa, sim! Olhem só as fotos, são belos!
quinta-feira, 5 de julho de 2012
terça-feira, 3 de julho de 2012
País poderá passar por apagão de combustíveis.
Richard Jakubaszko
As perspectivas não são exatamente boas para o abastecimento de combustíveis. Falta de senso político do Governo Federal, de um lado, e de outro a ausência de transparência por parte dos empresários do setor sucroenegético, há uma autêntica queda de braços entre governo e empresários, hoje recheado de multinacionais, e tudo leva a crer que vai sobrar tempestades para os mariscos, ou seja, a patuleia.
País poderá passar por apagão de combustíveis.
Setor sucroenergético sofre com falta de investimentos e
pouca transparência com relação às posições do governo.
Com novos planos, a estatal brasileira do petróleo refez
suas metas e anuncia que deverá produzir menos petróleo, tendo que substituí-lo
pela importação de mais gasolina e do etanol americano ou pelo etanol de cana.
“Na semana passada, a presidente do Brasil autorizou o
reajuste do preço da gasolina na refinaria, compensando com a redução do
imposto. Ou seja, sem mudar o preço final para o consumidor. Assim, as usinas
continuam na mesma situação, já que nenhum reajuste lhes foi repassado”,
comenta o gestor de risco Arnaldo Corrêa, também diretor da Archer Consulting –
empresa com foco em commodities agrícolas.
O Brasil continua tendo um acréscimo anual na demanda por
combustível, em razão do aumento nas vendas de veículos. “Mas também mantém a
incapacidade operacional de aumentar a produção de petróleo – já que a própria
estatal revê suas metas”, completa Corrêa.
Em evento, em Londres, investidores se reuniram com
representantes do governo brasileiro e com iniciativa privada para discutirem
sobre as perspectivas de investimentos para o setor sucroalcooleiro. Havia
representantes da comunidade financeira e investidores europeus. Segundo a
percepção de muitos sobre os resultados do encontro é de que não existe falta
de dinheiro para investir, nem preocupação com a volatilidade do mercado
(considerada normal pelos investidores), mas a preocupação está na falta de
clareza sobre a rentabilidade do etanol e da bioeletricidade. “Ou seja, a
perspectiva de crescimento e investimento é zero se o escuro prevalecer”,
acredita Arnaldo.
De acordo com ele, a falta de transparência do governo sobre
a formação de preço do etanol afugenta investidores, que sabem fazer conta e
percebem que em breve haverá um “apagão de combustíveis” no Brasil.
Acontece que o Governo Federal não percebe que investimentos
necessários ao setor sucroalcooleiro para atender à demanda do mercado por
etanol só ocorrerão quando os investidores souberem claramente quais as regras
do jogo.
“A presidente Dilma Rousseff acha uma afronta que isso
aconteça dessa maneira e se incomoda se algum investidor ‘ficou rico’. Isso
denota arrogância e falta de entendimento sobre como funciona o livre mercado.
Acha que rasgar dinheiro está na ordem do dia para os empresários. Talvez por
obrigar a estatal do petróleo a fazer o mesmo ao longo desse ano. A presidente
não tem boa vontade para com o setor. Tem todo o direito de não gostar do
setor, como cidadã. Não pode e nem deve agir dessa forma como suprema
mandatária. Deveria tratar o cargo que ocupa com a liturgia que ele merece e o
setor para o qual torce o nariz com o respeito de quem provê milhões de
empregos diretos e indiretos”, arremata Arnaldo
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