terça-feira, 16 de outubro de 2012

O imenso poder da natureza

Richard Jakubaszko
O imenso poder da natureza, como poucas vezes foi visto em vídeo.

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domingo, 14 de outubro de 2012

A mesada e o mensalão.

por Jânio de Freitas, na FSP
14/10/2012 - 03h00 
A mentira foi a geradora de todas as verdades, meias verdades, indícios desprezados e indícios manipulados que deram a dimensão do escândalo e o espírito do julgamento do "mensalão".
Por ora, o paradoxo irônico está soterrado no clima odiento que, das manifestações antidemocráticas de jornalistas e leitores às agressões verbais no Supremo, restringe a busca de elucidação de todo o episódio. Pode ser que mais tarde contribua para compreenderem o nosso tempo de brasileiros. 

Estava lá, na primeira página de celebração das condenações de José Dirceu e José Genoino, a reprodução da primeira página da Folha em 6 de junho de 2005. Primeiro passo para a recente manchete editorializada --CULPADOS--, a estonteante denúncia colhida pela jornalista Renata Lo Prete: "PT dava mesada de R$ 30 mil a parlamentares, diz Jefferson". O leitor não tinha ideia de que Jefferson era esse.

Era mentira a mesada de R$ 30 mil. Nem indício apareceu desse pagamento de montante regular e mensal, apesar da minúcia com que as investigações o procuraram. Passados sete anos, ainda não se sabe quanto houve de mentira, além da mensalidade, na denúncia inicial de Roberto Jefferson. A tão citada conversa com Lula a respeito de mesada é um exemplo da ficção continuada.
A mentira central deu origem ao nome --mensalão-- que não se adapta à trama hoje conhecida. Torna-se, por isso, ele também uma mentira. E, como apropriado, o deputado Miro Teixeira diz ser mentira a sua autoria do batismo, cujo jeito lembra mesmo o do próprio Jefferson.

Nada leva, porém, à velha ideia de alguém que atirou no que viu e acertou no que não viu. A mentira da denúncia de Roberto Jefferson era de quem sabia haver dinheiro, mas dinheiro grosso: ele o recebera. E não há sinal de que o tenha repassado ao PTB, em nome do qual colheu mais de R$ 4 milhões e, admitiria mais tarde, esperava ainda R$ 15 milhões. A mentira de modestos R$ 30 mil era prudente e útil.

Prudente por acobertar, eventualmente até para companheiros petebistas, a correnteza dos milhões que também o inundava. E útil por bastar para a vingança ou chantagem pela falta dos R$ 15 milhões, paralela à demissão de gente sua por corrupção no Correio. Como diria mais tarde, Jefferson supôs que o flagrante de corrupção, exibido nas TVs, fosse coisa de José Dirceu para atingi-lo. O que soa como outra mentira, porque presidia o PTB e o governo não hostilizaria um partido necessário à sua base na Câmara.

Da mentira vieram as verdades, as meias verdades e nem isso. Mas a condenação de Roberto Jefferson, por corrupção passiva, ainda não é a verdade que aparenta. Nem é provável que venha a sê-lo.

MAIS DEDUÇÃO
Em sua mais recente dedução para voto condenatório, o presidente do Supremo, Ayres Britto, deu como certo que as ações em julgamento visaram a "continuísmo governamental.
Golpe, portanto, nesse conteúdo da democracia que é o republicanismo, que postula renovação dos quadros de dirigentes".

Desde sua criação e no mundo todo, alcançar o poder, e, se alcançado, nele permanecer o máximo possível, é a razão de ser dos partidos políticos. Os que não se organizem por tal razão, são contrafações, fraudes admitidas, não são partidos políticos.

Sergio Motta, que esteve politicamente para Fernando Henrique como José Dirceu para Lula, informou ao país que o projeto do PSDB era continuar no poder por 20 anos.
Não há por que supor que, nesse caso, o ministro Ayres Britto tenha deduzido haver golpe ou plano golpista. Nem mesmo depois que o projeto se iniciou com a compra de deputados para aprovar a reeleição.
Daniel Marenco/Folhapress Janio de Freitas, colunista e membro do Conselho Editorial da Folha, é um dos mais importantes jornalistas brasileiros. Analisa com perspicácia e ousadia as questões políticas e econômicas. Escreve na versão impressa do caderno "Poder" aos domingos, terças e quintas-feiras. http://www1.folha.uol.com.br/colunas/janiodefreitas/1168921-a-mesada-e-o-mensalao.shtml
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sábado, 13 de outubro de 2012

E se eles tiverem toda a razão?

Richard Jakubaszko
Serão verdades factuais? Ou seriam definitivas? Sempre foi assim? Ou vai mudar? 
É que a história sempre foi escrita pelos vencedores, lamentavelmente. Um dia, quem sabe, a humanidade tomará o rumo certo, despida dos interesses políticos e partidários, e do mercantilismo. Hodiernamente a imprensa imagina escrever a história do presente e do futuro, influenciar o povo, governos e justiça.

Liberdade

“Liberdade é uma palavra que o sonho humano alimenta, não tem ninguém que a explique e ninguém que não entenda."

Cecília Meireles

A verdade sempre prevalece
"Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta, formará um público tão vil como ela mesma."
Joseph Pulitzer



Será que é assim?
"Jornal é um espaço incapaz de discernir entre a queda de uma bicicleta e o colapso da civilização".
Bernard Shaw


Depois, não digam que não sabiam.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Aquecimento: mitos e verdades

Richard Jakubaszko
Há muito desconhecimento das pessoas sobre as questões do "aquecimento" e das "mudanças climáticas", afora os interesses comerciais e marqueteiros envolvidos. Em minha opinião, trata-se da grande farsa do século XXI, avalizada por uma agenda política e comercial de alguns grupos infiltrados na ONU, com apoio incondicional da mídia, a ponto de virar um modismo, melhor ainda, uma verdadeira neurose, especialmente no Brasil.

Na entrevista postada no vídeo abaixo, o professor de climatologia Ricardo Augusto Felício, da USP, conversa com Ronnie Von, na TV Gazeta, e encara de frente os mitos e verdades sobre algumas dessas questões.

Aqui no blog tenho uma série de postagens sobre o tema, basta o visitante pesquisar nas tags (na aba lateral direita, lá embaixo) sobre "CO2" ou "aquecimento", por exemplo, que terá à sua disposição textos e vídeos esclarecedores sobre esses temas, que são geralmente abordados de forma superficial e leviana pela mídia.
Se desejar debater o tema, e dar sua opinião, afinal, este é um blog de debate, use o espaço de comentário, no rodapé dessa postagem. Porém, aviso novamente: não publico comentários de anônimos. Assim, identifique-se!

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quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Música por instrumento, genial.

Richard Jakubaszko 
Música eletrônica, ou genialidade? Você, com quase toda a certeza, jamais viu nada igual ou parecido.

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terça-feira, 9 de outubro de 2012

A charge, como crítica social

Richard Jakubaszko
Charges e ilustrações de sensível criatividade como crítica social são meios artísticos raros, e Paula Kuczynskiego é uma jovem artista polaca que demonstra um inovador talento, como pode ser visto nas ilustrações (e vídeo, onde são exibidas diversas outras imagens) abaixo postadas.

Recebi o material da primogênita, antropóloga protetora de nações indígenas, que mora lá em Cuiabá, e é mãe da Bitrica, a neta preferida, única perspectiva da permanência do meu DNA no futuro.





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segunda-feira, 8 de outubro de 2012

12 de outubro – dia do engenheiro agrônomo, para reflexão


Mauricio Carvalho de Oliveira *

12 de outubro – dia do engenheiro agrônomo

Para reflexão:
O tema Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) e seus congêneres atende mais a sanha de ambientalistas e poderá, facilmente, contribuir para engordar a burocracia do que concretizar-se em um instrumento eficaz para a preservação ambiental.
 

O agricultor está preocupado em buscar inovações e tecnologias para produzir com eficiência e competir em um mercado cada vez mais exigente. Precisam, antes de tudo, de segurança jurídica em seus negócios (regras claras e confiáveis), de crédito suficiente e ágil, de logística adequada às suas atividades, e não de mais uma promessa distante de apoio financeiro para que ele zele de seus ativos ambientais.

Enquanto na burocracia são engendradas as estruturas regulatórias para gerir os tais PSAs, os produtores estão envolvidos na aquisição de insumos para os novos ciclos de produção – investir em máquinas e equipamentos, na conservação de seu solo, na proteção dos recursos hídricos, no aperfeiçoamento da gestão de seu negócio e a sobrevivência do mesmo, seja para seus filhos ou netos, ou para quem se dispuser, de fato, a ser um produtor de alimentos.

Esse é um tema relevante para reflexão no meio agronômico. Será isso que a sociedade precisa? Mais um imposto para girar a máquina pública e mais um atropelo legislativo para o produtor rural? Em quais países esses modelos estão funcionando? São apenas alguns questionamentos que devem estar muito claramente entendidos antes de assentir com tais propostas.

O engenheiro agrônomo é o profissional que melhor compreende os valores e a ciência do uso da terra. Valores e conhecimentos esses que devem ser colocados em beneficio de uma vida melhor, sem mistificações ou sofismas e que resultem no real desenvolvimento socioeconômico. Ciência e tecnologia sim! Mais imposto? Reflita sobre isso.

* O autor é Engenheiro Agrônomo
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

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domingo, 7 de outubro de 2012

O temerário endividamento do brasileiro


Rogério Arioli Silva *
O assédio creditício a que têm sido submetidos os brasileiros não é desprezível e suscita dúvidas e indagações.
Estará acontecendo aqui nos trópicos o mesmo processo que levou os norte-americanos aos altos índices de endividamento e que acabaram mergulhando aquela economia numa incômoda e duradoura recessão? Não há unanimidade entre os economistas. Aqueles mais ligados ao sistema financeiro afirmam que não, porém os mais cautelosos alertam que a luz amarela já acendeu.

Muitos são os números capazes de comprovar esta ou aquela teoria e certamente a polêmica seguirá posta. Vamos a eles.  Na análise do endividamento em relação ao PIB, os brasileiros estão, de fato, muito mais tranquilos que os norte-americanos. Estes já atingem dívidas 200% acima do PIB enquanto aqueles estão recém chegando aos 50%. Ao observar os dados de comprometimento da renda a situação muda de figura: 23% da renda do brasileiro estão vinculadas ao pagamento de dívidas enquanto que, apenas 15% da renda do norte-americano encontram-se comprometidas.

Importante lembrar que a renda média mensal nos Estados Unidos é de U$ 4,4 mil enquanto no Brasil de apenas U$ 700,00. Também importa salientar que o comprometimento da renda, no caso do Brasil, concentra-se mais nas classes menos abastadas, atingindo 43% na classe C, que hoje representa mais de 100 milhões de pessoas.

Em relação ao número de famílias com dívidas, houve um pequeno recuo de 62,5% em agosto de 2011 para 59,8% em agosto deste ano. Como fato preocupante, sabe-se que o cartão de crédito é a principal fonte de endividamento das famílias brasileiras, seguido pelos carnês das lojas e, logo após, pelo financiamento de veículos. Vejam aqui uma das principais diferenças do endividamento das famílias norte-americanas em relação às brasileiras: lá as maiores dívidas são relacionadas a imóveis e aqui os bens de consumo duráveis e veículos são mais presentes.

No caso específico dos cartões de crédito percebe-se que existe uma bomba relógio armada para estourar no colo dos usuários menos desavisados.
Através da cantilena do “pagamento mínimo”, o futuro endividado mergulha insanamente num juro explosivo que poderia chegar a 238% ao ano, mas agora, graças à diminuição das taxas, atinge apenas 122%. Ou seja, é o inverso da antiga promoção varejista de “pague um e leve dois”. Configura-se, esta cilada financeira, num verdadeiro “pague dois e leve menos de um”.  No caso dos Estados Unidos os juros situam-se em torno de 2 a 5% ao ano, podendo chegar, a 17% numa situação-limite.

A agressividade da oferta de crédito é tanta que, segundo o Sistema Financeiro Nacional, a cada segundo são aprovados quinze novos financiamentos acima de mil reais no país.  Este fato demonstra que havia, de fato, um consumismo represado no Brasil, resultante dos anos de galopante inflação e baixo poder aquisitivo da maioria da população.  Bastou haver a estabilização econômica e este poder de consumo latente aflorou de maneira robusta e irreversível, segundo os mais otimistas. Melhor para as redes varejistas que viram seus faturamentos seguirem trajetórias ascendentes.

De todo modo, ficam evidentes as diferenças entre o endividamento dos norte-americanos em relação ao dos brasileiros, mas também existe um fator que não deve ser negligenciado: a falta de planejamento financeiro. Neste aspecto, a tomada de decisões brasileira escora-se na assertiva de que a prestação cabe no salário, na maioria das vezes sem considerar-se os juros e prazos de pagamentos. E aí se percebe nova armadilha: as lojas ofertando produtos com o mesmo preço à vista ou em doze parcelas. Esta “pegadinha” funciona muito bem por aqui, pois a matemática não faz parte da rotina nacional.

Por fim, importa comentar sobre pesquisa realizada há pouco tempo onde há evidente correlação positiva entre aqueles que sofrem “stress” por questões financeiras e o desenvolvimento de problemas de saúde. Importante que se diga que ficar doente também afeta diretamente o bolso, causando ainda mais problemas de endividamento, num círculo vicioso temerário e potencialmente nocivo.

* O autor é Engº Agrº e Produtor Rural no MT
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sábado, 6 de outubro de 2012

O futuro, como era projetado em 1954.

Richard Jakubaszko
Uma interessante visão, projetada em 1954 pela General Eletric, há mais de meio século, portanto, do que seria o futuro que vivemos hoje. Recebi o vídeo, ancorado lá no Youtube, de Silvia Nishikawa, lá de São Gotardo, MG, pesquisadora incansável dessas novidades.
O vídeo erra em raras previsões, e acerta na maioria dos casos: num deles, prevê uma utópica lavadora de louças ultrassônica, sem o uso de água e sabão, que, em assombrosos e poucos segundos, higienizaria pratos e talheres após o jantar. Mas acerta em cheio nas TVs, video-conferências, telefones com bina, celulares e vídeos espiões. O curioso é que na época eles ainda não tinham ideia do que se poderia fazer com os computadores, o que não é também nenhuma novidade, pois um 'gênio' da IBM na época chegou a perguntar "para quê as pessoas precisarão de uma máquina dessas em casa?".

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sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Fotos testemunhais sobre o casamento

Richard Jakubaszko
Fotos testemunhais, muito pitorescas, apropriadas e engraçadas, sobre o antes do casamento, durante, e depois, já divorciados.

Solteira:
















Casada:




















Divorciada:




















Solteiro                        Casado                          Divorciado





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terça-feira, 2 de outubro de 2012

DENÚNCIA: queijos ralados Faixa Azul e Vigor estão estragados e contaminados.

Richard Jakubaszko

Em casa somos consumidores desses queijos ralados, tipo parmesão, desde os anos 1980. Usamos, em média, mais de 2 kg por mês, preferencialmente em saquinhos de 100 g, seja Faixa Azul ou Vigor. São fabricados pela mesma empresa, a Vigor, e são o mesmo queijo, a única diferença são as embalagens  / marcas e os preços, pois a Vigor é considerada uma marca de combate, com preço de 30% a 40% menor do que o Faixa Azul.

Nossos problemas começaram desde o ano passado. Na primeira vez que percebemos o problema com o Faixa Azul acreditamos, eu e minha mulher, que seria aquela partida, pois os queijos estavam no prazo de validade. O queijo, em várias embalagens, apresentava um cheiro de formol, mas não tinha aspecto alterado, pelo menos de forma visível. Depois de consumido, na macarronada ou sopa, ficávamos "conversando" com aquele cheiro desagradável. Mudamos de supermercado e voltamos ao Vigor. O problema continuava. Reclamamos junto ao 0800 da Vigor. Eles foram atenciosos, enviaram para minha casa 10 embalagens de 100 gramas, e retiraram 8 embalagens não utilizadas que estavam em nosso poder. Nas embalagens que nos enviaram havia o mesmo bom queijo de sempre.

Aparentemente o problema foi solucionado por alguns meses. Entretanto, na última partida comprada, agora em setembro 2012, de 15 embalagens de 100 g, todas elas apresentaram problemas, todas com datas de fabricação de agosto 2012 e de vencimento prevista para dezembro de 2012. Pior ainda: agora, além do sabor e aroma alterados, com o citado cheiro de formol, acre, haviam bolas de queijo esverdeado.

Com esta denúncia cumpro minha palavra, informada à atendente do 0800 da Vigor, meses atrás. Faço isso na expectativa de que seus acionistas, diretores e funcionários, tenham vergonha do que fazem, em vender um produto estragado de forma consciente e premeditada. E que fique claro que as compras desses queijos foram feitas em diversos supermercados de renome em São Paulo, como Extra, Pão de Açúcar, Sonda e Futurama. Não dá para acusar os varejistas de má conservação ou manuseio incorreto.

Não estou nem reclamando do alto preço cobrado por esses queijos, mas dos riscos à saúde de minha família. Para quem não sabe, informo que  infecções gastrointestinais causadas por queijos estragados costumam ser mais agressivas e violentas do que aquelas com peixe estragado. É risco de muito sofrimento e até de morte!

Antes de fazer esta denúncia aqui no blog fui fazer uma pequena pesquisa no Google, e não deu outra, há gente se queixando, e denunciando o problema.
O que faz a Anvisa nesses casos? Nada?
O problema não é só a fiscalização, ou de multas. É caso de polícia!

Vejam denúncias semelhantes nos links a seguir:






COMENTÁRIO ADICIONAL AO POST, ENVIADO PELA VIGOR
Recebi hoje, 17 de outubro 2012, enviado por e-mail pelo jornalista Alexandre Inácio Machado, do Grupo JBS, acionista majoritário da Vigor, a seguinte mensagem:

Oi Richard, tudo bem?
Abaixo segue o posicionamento da Vigor sobre seu post.
Abs
Alexandre Inácio

A Vigor alimenta milhões de consumidores que, ao longo de décadas, atestam a qualidade e a confiança nas nossas marcas.

Gostaríamos de ressaltar que o processo tradicional de produção do queijo parmesão mantém rigorosamente os mesmos padrões há mais de 70 anos. Também é importante dizer que o que diferencia o queijo Faixa Azul do Vigor, além do tipo, é o tempo de maturação: Vigor é maturado 6 meses e Faixa Azul é maturado por 12 meses.

Após exaustivas análises, revisitamos toda nossa a cadeia de produção especialmente em relação ao material de embalagem, o qual pode ter resultado nesta alteração de produto. Um percentual marginal dentro de um total de milhões de embalagens comercializadas pode ter apresentado algum tipo de alteração que interfere no odor, sabor ou coloração do produto.

Como parte de nossa política de respeito ao consumidor, mantemos um serviço de atendimento (08007246433) que permanece sempre à disposição para orientação, informação e procedimentos no sentido de assegurar a reposição de produtos caso seja necessário.
Acreditamos que apesar dos inconvenientes podemos contar com a compreensão dos nossos consumidores pela longa história de qualidade e de confiança recíproca.

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segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Maestro aos 3 anos de idade!

Richard Jakubaszko
Um espanto esse moleque de 3 anos de idade, que consegue "reger" uma orquestra que toca (no CD) o 4º movimento da 5ª Sinfonia (Heróica) de Beethoven. A memória musical da criança é prodigiosa, pois consegue antecipar-se em fração de segundos a vários movimentos musicais. Não erra um movimento da batuta! Rege a orquestra com o corpo e com a batuta, ou seja, parece ter em seu DNA alguma "experiência" anterior, de algo para nós inexplicável, mas mantém a espontaneidade de uma criança de 3 anos.
O vídeo vale como diversão dupla, pois a 5ª vem como gorgeta...

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domingo, 30 de setembro de 2012

Carro conceito do futuro, pela Volks China

Richard Jakubaszko
Conceito de carro do futuro, há um monte circulando por aí. Todo ano um fabricante faz um comercial pra TV e divulga suas ideias. Este, da Volkswagen da China, é original, ao menos isso...

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sexta-feira, 28 de setembro de 2012

O consumismo, por José Pepe Mujica.

Richard Jakubaszko
Recebi o vídeo abaixo, ancorado no Youtube, da parte de Renato Villela, da DBO, em que José Pepe Mujica, presidente do Uruguai, durante a Rio+20, faz um dos discursos (legendado) mais humanistas que já ouvi de um chefe de estado. Nada diferente do que tenho debatido aqui no blog, sobre o problema do excesso populacional do planeta e sobre a doença do consumismo. Entretanto, o presidente uruguaio diz isso com um brilhantismo invejável.
Assistam o vídeo, vale a pena.

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quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Meu filho, um dia tudo isso será teu, entrevista para a TV DBO.

Richard Jakubaszko
Por ocasião do lançamento do livro "Meu filho, um dia tudo isso será teu", em setembro 2011, Fábio Lamônica e eu recebemos alguns amigos no estúdio da TV DBO, onde concedemos entrevistas, conversamos e bebemos com os muitos amigos e colegas da DBO Editores Associados. Foi uma festinha e tanto, inesquecível, registrada com carinho no vídeo abaixo, para que esses amigos possam relembrar com a gente aqueles bons momentos!