Richard Jakubaszko
Essa todo mundo sabe, menos Bolsonaro. Então imaginem só:
.
O blog é um espaço de debate onde se pode polemizar sobre política, economia, sociologia, meio ambiente, religião, idiossincrasias, sempre em profundidade e com bom humor. Participe, dê sua opinião. Não existem duas verdades. O melhor do blog está em "arquivos do blog", os temas são atemporais. Se comentar registre nome, NÃO PUBLICO COMENTÁRIOS ANÔNIMOS. No blog até mesmo os biodesagradáveis são bem-vindos! * Aviso: o blog contém doses homeopáticas de ironia, por vezes letais, mas nem sempre.
Richard Jakubaszko
O mais arrogante e temerário de todos os ex-presidentes americanos não conseguiu a reeleição, fato raro na história dos EUA. Agora, além de judicializar a disputa eleitoral, imaginem o que ele vai fazer:
.
Evaristo de Miranda 2
Hoje
celebra-se a memória de todos os falecidos, os finados. Eles chegaram ao fim do
seu tempo. O dia é solene, consagrado à lembrança dos antepassados e de todos
os mortos. Este feriado é amplamente celebrado em todo o mundo. Os feriados são
dias consagrados à memória de algum evento, personalidade ou feito histórico. A
consagração os faz sagrados, os coloca à parte. Não se trabalha. O país se
consagra a meditar, a lembrar. Para muitos,
este feriado não lhes diz nada, não corresponde à sua perspectiva filosófica ou
religiosa. Finados está além de qualquer religião. Quem profana esta data
esquece seus ascendentes e antepassados. Perde a memória e, sem querer, profana
a si mesmo. Que ascensão pode ter alguém na vida, quando não se lembra de seus
ascendentes? Quem imagina-se só, começando em si mesmo, triunfante e vencedor,
age como se fosse filho do nada. E os filhos do nada são sementes do caos.
O
finar evoca o findar e o morrer. Os finados chegaram ao fim e foram ceifados no
seu tempo. O feno é a erva ceifada e seca que serve de alimento aos animais em
períodos difíceis de inverno ou seca. Na Bíblia, o homem é comparado com a erva
do campo. Finar e fenar. Feno vem do grego phaíno:
brilhar, aparecer. Epifania evoca manifestação, luz do alto que nos veio
visitar. A reluzente lâmina da morte não apaga os finados, apenas os igualiza
diante das leis da natureza.
A
foice simboliza os ciclos das colheitas e da renovação. A colheita só se obtém
cortando o caule. Esse cordão umbilical liga o fruto à dependência da terra
alimentadora. A colheita é o grão condenado à morte para servir de alimento,
sustentando a vida, ou para germinar como semente. A vida e os exemplos dos
antepassados alimentam os viventes. São um feno de luz. Sinal da progressão
temporal e individual, a foice da morte brilha na noite de nossas vidas. Essa
lua crescente, nunca declina. Como diz o poeta árabe Ibn-al-Motazz: “a foice de
ouro no campo das estrelas”.
No dia
de finados é bom visitar cemitérios, limpar e ajeitar túmulos, acender uma vela
na igreja ou em casa, pronunciar uma oração, *fazer um minuto de silêncio (pelo
menos!) e meditar*. A ritualizar os mortos é terapêutico. A prática desses
ritos profanos e sagrados dão outra perspectiva ao tempo. Existe um tempo para
tudo.
As
honras fúnebres variam entre as culturas. Sempre existem e deveriam ser
cultivadas. Se uma cultura perde a capacidade de honrar seus mortos, já não
sabe honrar os vivos. Honrar nobilita quem recebe e quem oferece. A eternidade
começa aqui e agora. A vida não é uma ante-sala da morte. O passar dos anos
anuncia o prometido a todos e para sempre: a possibilidade de evolução pessoal
a cada ano, o reinício, a morte e o renascimento.
Os cristãos
creem na ressurreição. A morte é sua Páscoa, sua passagem para Deus. Os Finados
lembram: não se trata de viver somente a inevitável passagem do tempo, as
idades e o envelhecimento. O tempo - quarta dimensão do humano - pode ser um
tempo de consciência, um tempo de graça, iluminação e vida plena.
1 Agora e na Hora – Ritos de Passagem à Eternidade (Ed. Loyola)
2 o autor é doutor em ecologia, pesquisador da Embrapa
.
Richard Jakubaszko
Quino, que saudade! Mal te fostes, e a Mafalda ficou ainda mais famosa, agora é imortal a menina eternamente preocupada com a humanidade e a paz mundial, e que se rebela com o estado atual do mundo.
.
Carlos Eduardo Florence *
.
Richard Jakubaszko
Vale a pena assistir a live, para saber como é possível dobrar o PIB agrícola brasileiro na próxima década. Coordenado pelo meu amigo Décio Gazzoni, da Embrapa / Soja: www.kforte.com.br/encontrocomgigantes
.
Luis Dufaur *
Na hora de pensar no Saara, habitualmente se imagina um gigantesco deserto de areia que se estende até o infinito.
De fato, é o maior deserto não polar do mundo, mas isso não quer dizer que careça absolutamente de vida e especialmente de vegetação.
![]() |
| Descoberta de 1,8 bilhão de árvores no deserto do Saara espanta alarmistas |
![]() |
| Árvores do deserto no Saara em Marrocos |
![]() |
| Árvores no deserto ajudam gado e homens |
![]() |
| Vegetação também cresce em locais inóspitos |
.
Richard Jakubaszko
E o Brasil continua continua o mesmo de sempre, concordam? Tinham esquecido? A inflação está aí de volta, e os boletos continuam os mesmos, muito vorazes. Enviado pelo jornalista Delfino Araújo, sempre atento com o que se passa na conjuntura social.
.
Richard Jakubaszko
O que é que você acha? Tá junto na ideia ou vai pagar pra ver? Concordamos que 2020 foi um filme muito ruim, né não?
.
Richard Jakubaszko
É isso que a blogosfera anda se perguntando, ainda sem respostas definitivas. Quem manifestou essa inquietação foi o jornalista Delfino Araújo, lá da DBO. Mas o Noel mandou um recado, olha só:
.
Richard Jakubaszko
A constatação é óbvia, se você reconhece a peça de museu aí embaixo, é porque você está véio...
.
Carlos Eduardo Florence *
.
Richard Jakubaszko
Hilariante a versão mineira do La Casa de Papel. Vale a pena ver, especialmente aqueles que acompanham a brilhante série espanhola na Netflix:
.
Richard Jakubaszko
Publiquei o vídeo abaixo em fevereiro 2016, veja aqui, mas a palestra estava legendada em espanhol. Agora está com legendas em português e me foi enviada pelo mestre Carlos Eduardo Florence, diretor da AMA - Associação dos Misturadores de Adubos.
Vale a pena assistir a palestra de Allan Savory, amplamente documentada com vídeos e fotos; mais do que isso, com argumentos lógicos. Mostra que o manejo correto dos ruminantes é a solução para evitar áreas desertificadas ou que se encaminham para isso. E não ao contrário, como acusam espalhafatosamente os ambientalistas de plantão.
.
"Jornal é um espaço incapaz de discernir entre a queda de uma bicicleta e o colapso da civilização".
(Bernard Shaw)