segunda-feira, 7 de março de 2011

Os brasileiros andam otimistas

Richard Jakubaszko
Definitivamente, os brasileiros andam otimistas. Uma das questões, entre muitas que me levam a acreditar nisso, é a resposta da enquete que vai rolando aqui no blog, na aba lateral aí no lado direito. Já se contam mais de 300 votos, o que não deixa de ser uma boa massa crítica.

E hoje, em pleno Carnaval, mais de 62% dos votos atribuídos pelos visitantes para responder a questão proposta pelo blog, "Com o pré-sal o Brasil vai...", estão no grupo dos otimistas, ou seja, têm a perspectiva de que o Brasil será um país de 1º Mundo e/ou de que vai "crescer muito". Enquanto que 22% acredita que vai "crescer um pouco", mesmo assim otimistas, e apenas 10% acredita que vai continuar tudo igual, colocados na minha qualificação como votantes "pessimistas".
Também pudera, sem o petróleo do pré-sal já estamos batendo no ranking de 7ª economia do planeta, imagina com ele. 
Como diz a presidente Dilma, "é um pibão bão".
Portanto, vote na enquete, não tem valor estatístico, mas mostra alguma tendência, né não?
Para ler as legendas das fotos clique na mesma.


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4 comentários:

  1. Acho difícil ser otimista, pelo menos com o nível e quantidade de informações disponíveis sobre o pré-sal.
    Vamos entrar na OPEP?
    Teremos tanto petróleo assim a preços minimamente competitivos?
    Ok, aparentemente somos a sétima economia do planeta, como já fomos a oitava e deu no que deu.
    Nossos indicadores sociais são tenebrosos, a começar pelos educacionais e de saúde.
    O PIB cresceu 7,5% depois de uma queda de 0,6% e isso parece-me perigoso, um tanto quanto errático. Se pegarmos a média dos 8 anos do governo Lula ela não é nada extraordinária.
    Segundo o IPEA, o desemprego aumentou entre os 10% mais pobres e, portanto, mais necessitados, ao passo que diminuiu entre os de maior renda.
    Teremos, agora, se tivermos sorte, um governo que vai segurar a economia para manter os indicadores econômicos com aparência saudável.

    Ok, o preço do leite (para mim) já subiu um pouco em dezembro, manteve em janeiro e subiu mais uma merreca em fevereiro. Pena que minha escala é mixuruca. Se eu tivesse uma escala boa e uma receita idem, acho que estaria otimista.

    Abraços, Richard.

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  2. Mais importante que a eneergia do oleo pre-salino será a energia solar, pois esta produz alimento, cuja escassês já se prenuncia.É bom termos tecnologia para oleos profundos com vistas o futuro. Antes do petroleo faltar, teremos uma corrida pela comida, e esta se produz com sol,calor, chuva e áreas de terra por estes beneficiada. E temos muita! Só que...as plantas não produzem na sombra das árvores. Daí....
    Fernando Penteado Cardoso - eng.agr.sênior

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  3. Luiz Fernando Siqueira8 de março de 2011 16:30

    Caro Amigo, se é muito ou pouco, talvez aí não esteja o resultado, mas que seja seguro e sustentável, não é ?
    Nós da Agrícola já estamos acostumados a sermos taxados de destruidores do M.A., escravagistas etc... que não seja o mesmo com o Pré-sal.
    Luiz Fernando Siqueira
    Diretor Agrícola
    São Fernando Açúcar e Álcool Ltda.

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  4. Como meu saber é pequeno e não tenho muitas palavras, digo que concordo com todas letras já escritas por Emerson Gonçalves. Abraço grande Richard.

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